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Quatro em cada dez brasileiros com diabetes tipo 2 têm doenças cardiovasculares

Quatro em cada dez brasileiros com diabetes tipo 2 têm doenças cardiovasculares. O dado alarmante foi revelado pelo estudo CAPTURE, levantamento global que analisou a prevalência, percepção e o tratamento dos fatores de risco cardiovasculares no diabetes tipo 2, tipo mais comum da doença e que aumenta em até quatro vezes a propensão a infarto cardíaco e derrame cerebral.

O CAPTURE é o maior estudo observacional já realizado pela Novo Nordisk,      empresa líder global de saúde dedicada  a promover mudanças para vencer o diabetes e outras doenças crônicas graves, como obesidade e distúrbios hematológicos e endócrinos raros. A pesquisa aponta que, globalmente, 1 em cada 3 pessoas com diabetes tipo 2 apresentam doenças cardiovasculares. Destas, 9 em cada 10 apresentam aterosclerose, doença cardiovascular que consiste na formação de placas de gordura e outras substâncias nas paredes das artérias.

O avanço da aterosclerose pode comprometer o fluxo sanguíneo e causar problemas graves, como aponta Raquel Cristina Coelho, gerente médica da Novo Nordisk. “A aterosclerose constitui a base de quase todos os problemas cardíacos que afetam a pessoa com diabetes. Esse processo pode começar até mesmo na infância e, geralmente, quando ele se manifesta — de forma geral, na vida adulta — é mais grave. Pode ser um infarto, um AVC, uma doença mais perigosa”, ressalta.

Informação

Consequências graves da aterosclerose, o infarto cardíaco e o derrame são responsáveis por 80% das mortes relacionadas ao diabetes tipo 2. No entanto, a prevenção esbarra no desconhecimento. Por muito tempo, o diabetes esteve mais associado à cegueira, amputação ou doenças renais. Uma pesquisa realizada em 2019 pela campanha “Quem Vê Diabetes Vê Coração”, da Novo Nordisk, revelou que 90% dos pacientes que têm diabetes alega sentir falta de mais informações sobre os risco cardiovasculares da doença.

Marina Barros foi diagnosticada com diabetes há 19 anos. Desde então, ela se preocupa com as complicações da doença e, por isso, faz o tratamento adequado. No entanto, entende que essa não é a realidade da maioria das pessoas.  “A maior parte dos brasileiros que têm diabetes hoje às vezes nem sabe que tem a doença. E a gente sabe que quem tem, tem pouco acesso à informação, principalmente sobre as complicações”, ressalta.

A influenciadora digital resolveu que seria parte da solução para a falta de informação. Hoje, ela tem um site dedicado ao assunto, chamado DiabéticaTipoRuim. O objetivo é passar conteúdo de qualidade e muita informação para as pessoas, inclusive sobre os riscos cardiovasculares do diabetes.

Arte: Brasil 61

Prevenção

Como já se sabe, a aterosclerose pode começar a se desenvolver ainda na infância, potencializada pela má alimentação e por uma vida sedentária. Portanto, Raquel Cristina Coelho aponta que a prevenção deve começar ainda nessa fase da vida, com hábitos adequados, como alimentação saudável e atividade física regular.

Por ser precoce e silenciosa, a melhor forma de evitar que a aterosclerose leve a um infarto, por exemplo, é o diagnóstico precoce, complementa a médica. “De preferência, ele deve ser feito quando o paciente ainda não tem sintomas, quando a aterosclerose está na fase que chamamos de subclínica, ou seja, não há sinais óbvios dessa doença”, indica.

Nas pessoas que têm diabetes, o cuidado deve ser redobrado. “Manter o controle glicêmico, não fumar, evitar o excesso de bebida alcoólica e ter uma vida saudável são os principais fatores que vão ajudar na prevenção da aterosclerose”, afirma Raquel.

A influenciadora digital Marina Barros reforça: “se você tem diabetes, a decisão mais inteligente a se tomar é manter o controle glicêmico bom, fazer escolhas alimentares melhores, praticar atividade física, evitar bebida alcoólica e sempre fazer os exames periódicos”, orienta.

Outro desafio é que nem mesmo aqueles que admitem conhecer os riscos cardiovasculares do diabetes se esforçam para evitá-los. Segundo a pesquisa realizada em 2019 pela campanha Quem Vê Diabetes Vê Coração, apesar de mais da metade dos pacientes entrevistados terem sido diagnosticados com o diabetes tipo 2 há pelo menos cinco anos, apenas quatro em cada dez diziam praticar exercícios físicos regulares. E mais de um terço não conseguiam ter uma alimentação equilibrada.

Tratamento

Anunciado entre os dias 21 e 25 de setembro durante o congresso da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes (EASD, na sigla em inglês), o estudo CAPTURE também revela que apenas duas em cada dez pessoas com diabetes tipo 2 usam algum medicamento para a doença que atue para diminuir o risco cardiovascular.

Covid-19

Não bastasse a associação perigosa, o diabetes e as doenças cardiovasculares são fatores de risco para o agravamento da Covid-19. Pacientes com diabetes que sejam infectados com o novo coronavírus têm mais chance de desenvolver a forma grave da doença, dificuldades respiratórias e necessidade de internação.

De acordo com o último boletim epidemiológico especial do Ministério da Saúde, cerca de 64% das pessoas que morreram por causa Covid-19 até 19 de setembro tinham, ao menos, uma comorbidade ou fator de risco para a doença. Cardiopatia e diabetes foram as condições mais frequentes. “Tem a questão dos distúrbios de coagulação, como a trombose, que também têm sido descritos nas pessoas com Covid-19 e que pode ter uma relação e complicar a aterosclerose”, alerta Raquel.

Campanha

A campanha “Quem Vê Diabetes Vê Coração” é uma iniciativa da Novo Nordisk em parceria com sociedades médicas e associações de pacientes com diabetes de todo o país. Lançada em 2019, tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre os riscos associados entre o diabetes e as doenças cardiovasculares. Para mais informações, acesse o site da campanha: quemvediabetesvecoracao.com.br.

Fonte: Brasil 61

 

 

Falta de tratamento: o pesadelo de quem tem doenças raras

Além de conviverem com condições delicadas de saúde, pacientes temem a falta de medicamentos, mesmo quando garantidos por lei

Quando falamos em doenças raras, alguns termos se evidenciam, como a importância do diagnóstico precoce, sintomas, expectativa de vida, entre outros. Independentemente do tipo de patologia, são diversas as situações em comum que pacientes e seus familiares enfrentam e que vão muito além das questões clínicas.

A história de Wesley Cauê da Silva, de 9 anos, é similar a de diversas crianças de todo o Brasil e do mundo. Wesley tem distrofia muscular de Duchenne (DMD), uma doença neuromuscular causada por uma falha na produção da proteína distrofina, essencial para a estabilização dos músculos, e que afeta principalmente meninos. Seu irmão, José William, faleceu aos 16 anos, em 2018, por complicações da mesma doença, já num estado mais avançado de degeneração muscular, utilizando cadeira de rodas e com comprometimento cardíaco. Ambos faziam uso do mesmo tratamento para a doença, em doses compatíveis para cada um.

“Perdi um filho para essa doença. Wesley segue o tratamento e tudo está indo bem. Mas fico aflita só de imaginar a possibilidade de não receber o remédio. O tratamento retarda a progressão da doença, e isso é muito importante. Se ele parar, ele pode perder a força, os músculos que ele está conseguindo manter”, desabafa Ana Paula da Silva, mãe dos meninos.

O neuropediatra e neuromuscular Luis Fernando Grossklauss, especialista em DMD, explica que sem a medicação os efeitos da doença são acelerados. “Podemos calcular que um menino que normalmente pararia de andar aos 10 anos de idade, com a medicação possa estender esse período até por vota dos 14 anos”, afirma. “Se o paciente ficar sem o tratamento, mesmo que volte a fazer uso, não recupera mais qualquer movimento que tenha perdido durante o período em que não foi medicado”, explica, ressaltando a importância da aderência ao tratamento.

A dificuldade de acesso aos tratamentos multidisciplinares, que vão desde uma consulta clínica, até a indisponibilidade de novas terapias ou a demora dos processos burocráticos para disponibilização de medicamentos de alto custo é recorrente no mundo de quem tem uma doença rara.

“A pandemia de Covid-19 comprometeu ainda mais o funcionamento de muitos serviços de atendimento, assim como teve reflexos na disponibilização de terapias, com atrasos ou interrupções. E se bem que grande parte dos processos estejam retomando o ritmo, isso é emocionalmente muito desgastante para pacientes, familiares e pessoas próximas, pois travam uma luta contra o tempo para garantir melhor qualidade de vida a essas pessoas, quando isso é possível”, diz Maria Cecília Oliveira, presidente da Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves (AFAG).

No caso de doenças neurológicas, de degeneração progressiva, por exemplo, isso pode significar a diferença entre caminhar ou ir para a cadeira de rodas, e até viver ou morrer. Para Cecília, muitas vezes os órgãos governamentais responsáveis pela disponibilização de medicamentos para doenças raras consideram a questão apenas do ponto de vista econômico quando atrasam ou até negam requerimentos.

Segundo a descrição do próprio Ministério da Saúde, a portaria 199, de janeiro de 2014, institui a política nacional e aprova as diretrizes de atenção integral às pessoas com doenças raras no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS) e institui incentivos financeiros de custeio. O artigo 4º do mesmo documento apresenta como objetivo “reduzir a mortalidade, contribuir para a redução da morbimortalidade e das manifestações secundárias e a melhoria da qualidade de vida das pessoas, por meio de ações de promoção, prevenção, detecção precoce, tratamento oportuno redução de incapacidade e cuidados paliativos”.

“São esses direitos que os pacientes de doenças raras sabem que têm e precisam fazer valer. A luta deles é contra o tempo, e cada dia que passa é vital”, completa a presidente da AFAG.

 

Aumento do sedentarismo acende luz amarela para doenças

Brasileiros reduziram as atividades físicas em cerca de 15% durante a pandemia do novo coronavírus. Prática de exercícios pode ajudar na prevenção de diversos problemas, inclusive câncer de próstata, alerta especialista

Um levantamento da empresa americana Fitbit com mais de 30 milhões de pessoas apontou que os brasileiros reduziram as atividades físicas em cerca de 15% durante a pandemia do novo coronavírus. Os dados preocupantes também se juntam a outra pesquisa realizada pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, que mostram que, das 58,7 milhões de mortes ocorridas em 2018, cerca de 9% – 5,3 milhões – têm alguma relação com a falta de atividade física.

A insuficiência de exercícios físicos foi responsável por 6% dos óbitos por doenças cardíacas, 10% por câncer de mama e 10% por câncer de cólon. Os hábitos saudáveis também podem ser importantes para a prevenção de doenças que atingem o sistema urinário e reprodutor das pessoas. Segundo o médico urologista Fernando Leão, a prática de exercícios aliada a uma alimentação saudável e balanceada pode prevenir o surgimento do câncer de próstata, que tem uma estimativa de atingir mais de 65 mil homens durante este ano, segundo previsão do Instituto Nacional do Câncer (INCA).

“Uma alimentação saudável, baseada em frutas, verduras, legumes, grãos e cereais integrais, além de praticar exercícios físicos regularmente podem contribuir para que os homens não sofram com essa doença”, detalha Leão, que também alerta para a necessidade de controlar o peso, não fumar e evitar o consumo de bebidas alcoólicas.

A atividade física contribui para a prevenção ao câncer de próstata a partir do momento em que promove a redução de peso, que é um dos fatores de risco para o desenvolvimento da neoplasia. Isso porque a obesidade promove um desarranjo hormonal e estimula o desenvolvimento da doença. “A prática dos exercícios contribui para melhorar o comportamento humano porque passam a liberar mais endorfina e permite a reparação do sistema imunológico, deixando o corpo mais resistentes às diversas doenças”, detalha Leão.

Apesar de os hábitos saudáveis também serem essenciais para a manutenção da estabilidade do corpo, as tradicionais visitas regulares ao urologista continuam sendo uma ação importante para se identificar precocemente o desenvolvimento de tumores malignos e agir rapidamente contra a doença. “Quanto mais cedo se descobre esse tipo de doença, mais fácil será para se combater a neoplasia. Por isso, é importante que os homens com mais de 50 anos frequentem regularmente o urologista e, quem tem casos da doença na família, a partir dos 40 anos”, detalha o médico urologista, que também é membro da American Urological Association (AUA) e da Society of Robotiv Surgery, ambas dos Estados Unidos, e da Société Internationale d’Urologie (SIU), do Canadá.

 

 

Cartórios registram aumento de 31% nos óbitos por Doenças Cardiovasculares no Brasil

Novo módulo do Portal da Transparência do Registro Civil, desenvolvido em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), apresenta números de mortes por causas cardíacas durante a pandemia da COVID-19

Os Cartórios de Registro Civil brasileiros registraram um aumento de 31% no número de mortes por Doenças Cardiovasculares no período de 16 de março a 31 de maio deste ano, em comparação com o mesmo período de 2019. Os dados fazem parte do novo módulo do Portal da Transparência, lançado nesta sexta (26.06), que reúne os óbitos por doenças cardíacas e que foi desenvolvido pela Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) em parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC).

O painel Especial Covid-19, que já contabilizava os óbitos causados pelo novo coronavírus e também os relacionados às mortes por causas respiratórias, passa agora, também, a apresentar os falecimentos por causas cardiovasculares – como morte súbita, parada cardiorrespiratória, choque cardiogênico – doenças que registraram crescimento no período analisado. No total, os óbitos por estas enfermidades saltaram de 14.938 em 2019 para 19.573 em 2020, e estão contabilizados no grupo Demais Óbitos Cardiovasculares.

Entre os estados que mais contabilizaram aumento no número de mortes por Doenças Cardiovasculares no período analisado está o Amazonas, com aumento de 94%, seguido por Pernambuco, 85%, São Paulo, 70%, Ceará, com crescimento de 63%, Espírito Santo, 45%, Alagoas, 43%, Rio Grande do Norte, 35%, e Pará, 34%. O Distrito Federal, registrou aumento de 19%, enquanto Rio de Janeiro e Paraná, viram um crescimento de 15%. Ao todo, 23 Unidades Federativas registraram aumento de mortes por causas cardíacas.

Já as mortes por Síndrome Coronariana Aguda (Infarto) e Acidente Vascular Cerebral (AVC) registraram queda no período analisado, -14% e -5% respectivamente, o que pode estar diretamente relacionado ao aumento do número de mortes em domicílio e à dificuldade do diagnóstico exato, analisa o presidente da SBC, Marcelo Queiroga.

“A forte correlação positiva entre o aumento de mortes cardiovasculares e domiciliares não especificadas corrobora essas explicações, pois pode sugerir que pelo menos algumas das mortes por infarto e AVC ocorreram em casa, impedindo o diagnóstico correto. Por outro lado, eventos cardiovasculares agudos podem ter diminuído em alguns locais, devido a riscos competitivos e menor exposição a gatilhos secundários de eventos cardiovasculares, como a poluição do ar”, explica Queiroga.

Segundo o médico cardiologista, “além de fatores baseados no paciente, reorganização dos sistemas de cuidados agudos, como: desativação de serviços específicos para atender às necessidades urgentes de emergência ou terapia intensiva, delimitação de hospitais específicos da COVID-19 e implementação de vias terapêuticas alternativas; que visam mitigar os efeitos da pandemia, podem impedir ainda mais a apresentação do paciente aos cuidados médicos. Assim, é necessário realizar campanhas públicas para conscientizar sobre a importância do cuidado cardiovascular, mesmo durante esse período desafiador. É de notar que os efeitos deletérios sobre eventos cardiovasculares podem durar mais que a própria pandemia, pois as prevenções primárias e secundárias estão sendo adiadas nesse contexto”.

Desenvolvido mediante rigorosos critérios de pesquisas na área cardiovascular, o painel traz uma metodologia própria de contabilização das causas mortis, seguindo os critérios hierárquicos das regras da Classificação Internacional de Doenças e problemas relacionados à saúde (CID-10), com o objetivo de identificar a ordem das causas de falecimento de modo a especificar a doença que levou o paciente a óbito.

“O Portal da Transparência do Registro Civil se mostrou um importante instrumento de informações à sociedade e ao Poder Público, gerando o interesse de outras áreas em mapear o impacto da pandemia em sua especialidade”, diz o vice-presidente da Arpen-Brasil, Luis Carlos Vendramin Júnior. “A parceria com a Sociedade Brasileira de Cardiologia, que nos ajudou a desenvolver os critérios para o Portal, coloca à disposição dos médicos os dados para uma análise criteriosa dos impactos da COVID-19 na sociedade”.

As estatísticas apresentadas na ferramenta se baseiam nas Declarações de Óbito – documentos preenchidos pelos médicos que constataram os falecimentos – registradas nos cartórios do país. Os gráficos permitem compreender, ainda, a proporção de óbitos por gênero e idade, assim como identificação do local de falecimento.

Prazos do Registro

Mesmo a plataforma sendo um retrato fidedigno de todos os óbitos registrados pelos Cartórios de Registro Civil do país, os prazos legais para a realização do registro e para seu posterior envio à Central de Informações do Registro Civil (CRC Nacional), regulamentada pelo Provimento nº 46 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), podem fazer com que os números sejam ainda maiores.

Isto por que a Lei Federal 6.015/73 prevê um prazo para registro de até 24 horas do falecimento, podendo ser expandido para até 15 dias em alguns casos. A Lei 6.015/73 prevê um prazo de até cinco dias para a lavratura do registro de óbito, enquanto a norma do CNJ prevê que os cartórios devam enviar seus registros à Central Nacional em até oito dias após a efetuação do óbito.

A COVID-19 é uma doença altamente contagiosa que já deixou mais de 480 mil mortos no mundo. A primeira morte em decorrência da infecção pelo novo coronavírus foi registrada no Brasil no dia 16 de março. Entre seus sintomas, estão tosse seca, coriza, dor no corpo e febre – todos muito semelhantes aos apresentados em casos de gripes e resfriados. Segundo dados do Ministério da Saúde 86% dos casos de COVID-19 não apresentam sintomas. Para garantir o diagnóstico, são necessários testes específicos, que estão cada vez mais escassos nos postos de atendimento.

Sobre a SBC

Fundada em 14 de agosto de 1943, na cidade de São Paulo, por um grupo de médicos destacados liderados por Dante Pazzanese, o primeiro presidente, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), tem atualmente um quadro de mais de 13.000 sócios e é a maior sociedade de cardiologia latino-americana, e a terceira maior sociedade do mundo.

Sobre a Arpen-Brasil

Fundada em setembro de 1993, a Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil) representa a classe dos Oficiais de Registro Civil de todo o país, que atendem a população em todos os estados brasileiros, realizando os principais atos da vida civil de uma pessoa: o registro de nascimento, o casamento e o óbito.

SOBRE A SOCIEDADE BRASILEIRA DE CARDIOLOGIA

Fundada em 14 de agosto de 1943, na cidade de São Paulo, por um grupo de médicos destacados liderados por Dante Pazzanese, o primeiro presidente, a Sociedade Brasileira de Cardiologia (SBC), tem atualmente um quadro de mais de 13.000 sócios e é a maior sociedade de cardiologia latino-americana, e a terceira maior sociedade do mundo.

 

Assessora 

 

 

Limpeza doméstica é essencial para o combate às doenças

Seja vírus, bactérias ou fungos, proteger o lar com produtos corretos e certificados são essenciais para a saúde

A OMS (Organização Mundial da Saúde) decretou pandemia da Covid-19 e o que já era aguardado, a chegada do coronavírus no Brasil, ganhou ainda mais ênfase e ampla cobertura da mídia. E pudera: para evitar a transmissão e a escalonada aos pronto socorros e hospitais, principalmente dos idosos, a recomendação é: salvo exceções, fique em casa e intensifique os hábitos de higiene. Para aqueles que os deslocamentos são imprescindíveis, como profissionais dos serviços de saúde e itens básicos, a atenção deve ser redobrada.

Lavar as mãos, evitá-las colocar no rosto e cumprimentar as pessoas com beijo e aperto de mão estão fora de cogitação, mas outras medidas podem ser consideradas, principalmente dentro de casa. Renato Ticoulat, presidente da Limpeza com Zelo, rede de franquia focada em limpeza residencial, revela que, desde os primeiros casos registrados no Brasil, a procura pelos serviços da rede dobrou. “As pessoas estão começando a entender a limpeza como aquela voltada para saúde e não mais apenas para a aparência do lugar. Fazer a higienização com produtos e procedimentos certificados garante a eliminação de vírus e bactérias, inclusive o coronavírus, que tem nos deixado tão em alerta”, frisa o executivo.

Além de investir em profissionais gabaritados, a sugestão para quem está disposto a ficar livre de doenças é manter a casa o máximo higienizada possível, nem que para isso o brasileiro crie hábitos novos. “Tirar os calçados e deixá-los na entrada da casa, por exemplo, é uma das maneiras de não trazer micro-organismos da rua. É como criar uma zona de segurança”, explica. “Outra medida simples é separar luvas e panos para a higienização de cada cômodo. O mesmo pano de chão para limpar o banheiro e o escritório faz parecer que os locais estão aparentemente limpos, quando, na verdade, só se transferiu as bactérias de um lugar para outro”, completa.

A dica, portanto, é diferenciá-los com cores. Para limpeza de sanitários, vestiários e recolhimento de lixos, pode-se usar luvas amarelas; para limpeza interna, azul e copa e cozinha, verde. Assim como o uso de panos de microfibra: azul para vidros e espelhos, vermelhos para sanitários e vestiários, amarelo ou verde para remoção de pó em superfícies. “Desta forma, utilizando materiais específicos para cada um dos cômodos, é possível garantir a eliminação da sujidade e também a desinfecção melhor dos espaços coletivos. Limpeza é coisa séria, que envolve saúde e bem estar”, destaca o diretor.

Os panos de microfibra, por sinal, é uma outra dica que o presidente dá. “Vale a pena ter este material em casa, já que com seu formato diferenciado em relação aos demais produtos disponíveis no mercado, como o algodão, por exemplo, faz com que as partículas de sujeira entrem nas cavidades e permaneçam lá, além de absorverem até oito vezes seu peso em líquido. Por possuir, também, carga positiva, cria uma enorme capacidade de reter a sujeira, que possui carga negativa”, explica. Para limpar o chão ou outras superfícies maiores, a opção é o mop, com cerdas de microfibra. Mas vale lembrar que embora seja uma boa pedida para ter em casa, a microfibra não é biodegradável, então, quanto mais tempo durar, melhor será para o meio ambiente.

Quantos às composições, principalmente aquelas que perfumam ambiente ou móveis, é preciso ficar atento. “Muitos daqueles que garantem a eliminação de germes e bactérias não correspondem, de fato, ao que prometem. As tecnologias mais avançadas nem sempre ficam à disposição do consumidor”, revela Renato. “A aplicação de produtos por meio de empresas especializadas garante a verdadeira higienização e eliminam o coronavírus, que pode sobreviver até cinco dias em papel e plástico, quatro em madeira e vidro, dois em aço e oito horas em alumínio”, conclui.

Sobre Limpeza com Zelo

Focada em limpeza residencial, é uma spin off da rede de franquias Jan-Pro, líder em limpeza comercial no mundo e que está presente no Brasil há 10 anos. O objetivo da rede é oferecer às residências brasileiras a mesma qualidade garantida aos escritórios, que faz uso de produtos e equipamentos com tecnologia de ponta, aprovados e com certificação Green Seal, que garante sua aplicação sustentável. Atualmente a rede conta com 15 unidades.

 

 

Quarentena exige cuidados contra outras doenças oportunistas da mudança brusca de estilo de vida

Prof. Dr. Filippo Pedrinola, médico e criador do protocolo Medicina Estilo de Vida, alerta que é preciso manter o cuidado com a saúde de forma global com a nova rotina que estimula comer mais e se exercitar menos

Muita gente tem partido para o bom humor com a situação, e muitos memes brincam com o fato de que ficar em quarentena, em casa, aumentará a ansiedade e, consequentemente, a fome. Além disso, a prática de atividades físicas, como uma simples caminhada e ir à academia, estarão dificultadas. O endocrinologista Prof. Dr. Filippo Pedrinola alerta que, ao descuidar da saúde, o Covid-19 não será o único problema para se preocupar. “A mudança brusca no estilo de vida pode trazer doenças oportunistas e crônicas, por isso é importante o alerta para não se descuidar dos quatro pilares para uma vida saudável, ou seja, alimentação, atividade física, controle do estresse e espiritualidade”.

O ideal é adequar o novo, e temporário, estilo de vida focando no equilíbrio desses quatro pilares essenciais para a saúde e o bem-estar. Pedrinola explica porque isso é tão importante. “O conceito do que seria ter uma vida saudável não se resume apenas à ausência de doenças, mas um sentido mais global que envolve o bem-estar do ser humano. Neste momento crítico, a sobrecarga de informações, juntas ao medo e à sensação de impotência, dificultam o devido cuidado com o corpo e com a mente”.

Alimentação

Fortalecer o sistema imunológico em um período como este é mais do que necessário, e uma alimentação saudável é capaz de prevenir e até mesmo reverter doenças. O indicado é resistir às tentações e seguir uma dieta variada e rica em alimentos como frutas, legumes, verduras e grãos, e evitando alimentos processados, com muita gordura e açúcar. Além de reforçar o sistema imunológico, impede a ingestão de calorias em excesso enquanto a pessoa está impossibilitada de voltar a sua rotina normal.

Exercícios físicos

É possível manter o corpo ativo durante um período de quarentena. Embora a carga e intensidade sejam amplamente reduzidas, isso não é prejudicial e nem fará o seu corpo se desacostumar com o que vem executando até agora nas academias. A internet possui diversos tutoriais sobre como se exercitar de forma moderada sem ir a uma academia. Além da ajuda em manter o peso ideal, a atividade física libera substâncias benéficas ao cérebro que comprovadamente diminuem os efeitos da ansiedade.

Controle do Estresse

Tão importante quando o cuidado com a saúde do corpo, também é o cuidado com a saúde de nossa mente. O controle do estresse é uma das áreas que mais merecem atenção. Uma das alternativos para esse problema é a prática Mindfulness.

“Nos deixar tomar pelo estresse só colabora para piorar a situação. É o momento de pensarmos na nossa saúde e no que podemos fazer para ajudar toda a comunidade. Cada um fazendo sua parte e estando saudável, será a maior colaboração”, diz o endocrinologista.

Espiritualidade

A espiritualidade também deve ser levada em consideração, e isso nada tem a ver com crenças pessoais ou religião, mas com uma ligação do indivíduo para consigo mesmo, com seus familiares, amigos e com o universo. Meditação, ioga e a própria prática Mindfulness, citada anteriormente, são algumas das atividades que oferecem essa ligação íntima ao indivíduo

Sobre o Dr. Filippo Pedrinola

O Dr. Filippo Pedrinola, criador do protocolo Medicina de Estilo de Vida, é médico formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP) com residência médica em clínica e endocrinologia no Hospital das Clínicas de São Paulo.

Após período de um ano do Fellowship Program do Cedars Sinai Medical Center da University of California em Los Angeles (UCLA), concluiu doutorado em endocrinologia pela Faculdade de Medicida da USP.

É membro da The Endocrine Society dos Estados Unidos, da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (SBEM) e da Associação Brasileira de Estudos sobre Obesidade (ABESO).

Possui certificação em medicina mente-corpo pelo Body-Mind Institute da Harvard Medical School, pela International Stress Management Association no Brasil (ISMA-BR) e pela University of Texas em Arlington (UTA).
Além de estar à frente de suas clínicas médicas próprias, faz parte do corpo clínico do Hospital Albert Einsten e do Hospital BP Mirante, neste último é Coordenador do Núcleo de Bem-Estar e Terapias Integrativas.

C+M Comunicação

 

 

Quase um terço dos paraibanos tem alto risco de desenvolver doenças cardiovasculares

Por conta do estresse, da falta de dieta e obesidade, quase um terço dos paraibanos tem alto risco de desenvolver doenças cardiovasculares. É o que aponta uma pesquisa feita pela Sociedade Brasileira de Cardiologia Regional Paraíba.

Conforme o estudo, 32% dos paraibanos entrevistados possuem grandes chances de apresentarem problemas no coração. Estão representados na pesquisa 186 municípios paraibanos.

O levantamento, coordenado pelo médico cardiologista Antonio Eduardo Monteiro de Almeida, indica que outros 35,3% possuem risco intermediário e 32,7% apresentam risco baixo de algum problema cardíaco. As informações foram coletadas em quatro mesorregiões do estado: Agreste, Borborema, Mata e Sertão.

O levantamento registrou características sociais e comportamentais, fatores biológicos e hábitos nutricionais dos participantes. Na primeira fase, que se concentrou na aplicação de questionários, participaram cerca de 2.170 pessoas. Já na segunda etapa, aproximadamente 1.400 pessoas foram submetidas a exames clínicos.

A pesquisa também indica que o sedentarismo é o principal fator de risco para o desenvolvimento de doenças cardiovasculares entre paraibanos. Conforme o estudo, 65,6% dos entrevistados possuem maior probabilidade de apresentarem problemas no coração por não praticarem atividades físicas.

Entre as principais causas de problemas cardíacos também estão o histórico familiar, o tabagismo, o alto nível de colesterol ruim no sangue, obesidade, alterações da pressão arterial e doenças como a diabetes.

pbagora

 

 

‘Dietas de internet’ podem ser arriscadas e causar doenças

Perder peso rápido é um dos desejos para quem quer alcançar o corpo que deseja. Mas o que muitos acabam fazendo é procurar na internet como se alimentar e assim se deparam com uma infinidade de dietas ‘malucas’ como dieta da sopa, detox, shakes, jejum intermitente, low carb entre outras. O que muitas pessoas não sabem é que essas alternativas trazem riscos à saúde.

As dietas excessivamente restritivas são geralmente pobres em nutrientes, como carboidratos, proteínas e até vitaminas. Além disso, jejuar por muito tempo ou comer poucas refeições ao longo do dia pode contribuir com o surgimento de doenças como gastrite, anemias, hormonais e transtornos alimentares.

“A maioria dessas dietas da moda provoca uma restrição de calorias severas, algumas podem desencadear carências nutricionais, afetar o sistema imunológico, alterar o metabolismo, e ainda corre o risco de recuperar o peso perdido, conhecido como efeito sanfona”, explica a nutricionista Alexsandra Santos.

Perde peso, ganha peso

O efeito sanfona é quando pessoas perdem peso rapidamente com restrição muito limitante de alimentos ou nutrientes. É caracterizado pelo ganho de peso logo após o término do regime. Isso faz com que o metabolismo seja alterado e torna difícil manter o peso ideal.

Distúrbios alimentares

Ainda é possível listar os transtornos alimentares, como anorexia, bulimia e obesidade, como resultados das dietas restritivas. A frustração, fator psicológico, do efeito reverso ao fim da dieta faz com que a pessoa adquira repulsão ou compulsão alimentar.

Por trás dos shakes

Segundo a nutricionista, as dietas mais procuradas ainda são os shakes, que têm o objetivo de substituir as refeições. Mas o desafio de manter o peso após essa alternativa é que os shakes não ajudam as pessoas a aderirem a hábitos saudáveis. Um desses hábitos é a mastigação, um dos sinalizadores da saciedade.

Lígia da Silva, 50 anos, já tomou shakes e relata a insatisfação com esses produtos. “Eles só falam que emagrece, mas nunca consegui perder peso porque esperava um resultado imediato, e não acontecia. Mas eles nunca oferecem só a bebida. Sempre tem os complementos. Chás para eliminar líquido, chás com fibras para o intestino funcionar melhor, e agora tem o milk shake também”.

Atitudes que garantem uma vida saudável

Optar por acompanhamento de um profissional vem se tornando uma necessidade. A busca pela ajuda profissional não é apenas por questões estéticas ou melhor condicionamento físico, é também por uma vida saudável.

A orientação básica é ter cuidado em seguir dietas que não foram planejadas para cada pessoa. Cada organismo tem uma necessidade, aconselha Alexsandra. “Para uma vida equilibrada é preciso unir alimentação saudável e exercícios físicos regulares”, finaliza.

 

por

 Luana Menezes

 

 

Mais frequentes no inverno, doenças respiratórias exigem cuidados especiais

O inverno é uma época do ano em que os cuidados com a saúde devem ser redobrados. As gripes, resfriados e outras doenças respiratórias crônicas, como a rinite, a sinusite, a asma e a doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC), são mais frequentes nesta estação.

Segundo o presidente da Associação Brasileira de Alergia e Imunologia da Regional de São Paulo, Pedro Bianchi, a asma é uma doença muito frequente entre os brasileiros e acomete cerca de 10% da população. O especialista revela ainda que ela, geralmente, vem acompanhada da rinite, que afeta 3 em cada 10 brasileiros.

“Agora, no inverno, essas doenças tendem a piorar, principalmente porque nesta época do ano há circulação de vírus que causam infecções respiratórias, causam resfriados, causam gripes. E os pacientes que têm asma e rinite, além de terem os sintomas da gripe, dos resfriados, vão ter também exacerbações da sua asma e da sua rinite. Além disso, nesta época do ano, em geral, o ar está mais poluído e seco, que também leva a um aumento da taxa de crises respiratórias”, revela.

O advogado Álvaro Augusto de Castro Diniz, de 35 anos, morador de Belo Horizonte, sabe bem o que é isso. Ele tem bronquite asmática desde criança, mas não é sempre que tem crises. O quadro piora ainda mais quando entra em contato com poeira, mofo, ambientes fechados, o que o obriga a usar bombinha para ajudar na respiração.

“A sensação antes de usar a bombinha é a seguinte: é como se o pulmão estivesse realmente fechado. Você puxa o ar e não oxigena. O ar parece que não vai para o pulmão e a sensação é como se tivesse afogando no seco. E após o uso do medicamento, a sensação que a gente tem é realmente de dilatação dos brônquios mesmo, e isso facilita, a respiração volta”, conta.

Já a estudante de Comunicação Social Luana Nova, de 29 anos, moradora do Distrito Federal, convive com rinite e sinusite, que também são mais comuns nesta época do ano.

“Os sintomas da rinite alérgica são geralmente os mesmos do resfriado. Você sente aquela coriza, aquele nariz meio entupido, os olhos lacrimejando, é bem ruim. E o da sinusite geralmente é muita dor de cabeça, muita dor nos ossos da face e principalmente no nariz. É como se tivesse uma pedra no nariz e ele incomoda bastante o ouvido também”, disse.

Para se proteger dessas doenças no inverno, é importante se agasalhar bem, principalmente ao sair na rua; em dias muito frios e secos, é bom evitar a prática de exercícios físicos ao ar livre; os banhos prolongados com água muito quente podem provocar ressecamento da pele, então é bom que eles sejam mais rápidos; é aconselhável também usar soro fisiológico para hidratar os olhos e as narinas; ao usar aquecedores, é importante manter uma fonte de umidificação do ambiente, como um recipiente com água, tolhas molhadas e até umidificadores; para facilitar a circulação do ar e diminuir a concentração de vírus e bactérias, é necessário manter pelo menos uma fonte de ventilação em locais fechados; e, além disso, é importante lavar e secar bem as mantas, cobertores e blusas guardadas por muito tempo em armários.

 

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PB tem 12,4 mil casos suspeitos de doenças causadas por Aedes

A Paraíba tem mais de 11 mil casos prováveis de dengue, de acordo com o boletim epidemiológico divulgado nesta sexta-feira (2). Por isso, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) recomenda busca ativa para detecção precoce e evitar o agravamento da situação.

Conforme os dados, tanto a dengue quanto a chinkungunya registraram aumento em relação a 2018. Até a 28ª Semana Epidemiológica de 2019, foram registrados 11.258 casos prováveis de dengue. Quando comparados aos dados do mesmo período de 2018, com 8.458 casos prováveis, observa-se um aumento de 33,10%.

Já em relação à chikungunya, foram notificados 860 casos prováveis, o que corresponde a um aumento de 18,78%, em relação a 2018, quando houve registro de 724 casos prováveis. Quando à zika, foram notificados 248 casos, o mesmo quantitativo de casos prováveis do ano de 2018.

A predominância de casos notificados das arboviroses concentra-se nos municípios de Princesa Isabel, São José de Princesa e Juru, da 11ª Região de Saúde; Lucena, Caaporã e Conde, da 1ª Região; Areia, Esperança e Alagoa Nova, da 3ª; São Sebastião do Umbuzeiro, Prata e Monteiro, da 5ª e Teixeira, Matureia e São José do Sabugi, da 6ª Região.

De acordo com o gráfico do boletim, podem ser observados picos de casos nos meses de abril e maio, reduzindo a partir de junho. Diante da constatação, a gerente de Vigilância em Saúde da SES, Talita Tavares, faz um alerta aos municípios: “As ações planejadas nos municípios, para o primeiro semestre, devem ser mantidas também para o segundo, pois em muitos locais continuam as chuvas em grande volume, o que proporciona acúmulo de água que favorece a existência de focos do vetor”.

Óbitos

Quanto aos óbitos, foram notificados 36 por arboviroses (doenças provocadas pelo mosquito Aedes Aegypti), sendo cinco confirmados para dengue; um para zika e um para chinkugunya; 16 foram descartados e 13 óbitos continuam sendo investigados.

O boletim apresenta ainda dados do Levantamento Rápido de Índices para Aedes Aegypti (LIRAa). De acordo com o trabalho do LIRAa, foi constatado que 61,26% dos municípios (136) paraibanos estão em situação de alerta.

 

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