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Mais de 45 mil testes rápidos para Covid-19 são distribuídos para cidades da Paraíba

Mais 45,2 mil testes rápidos de Covid-19 são distribuídos para os municípios paraibanos nesta segunda (11) e terça-feira (12). Para esta semana, a Secretaria de Estado da Saúde (SES) ainda aguarda a chegada de mais 110 mil novos testes.

Seguindo orientações do Guia da Vigilância Epidemiológica, os testes devem ser usados como uma ferramenta para auxílio do diagnóstico da Covid-19.

De acordo com a secretária executiva de Saúde da Paraíba, Renata Nóbrega, são dois tipos de testes rápidos encaminhados: o SARS-CoV-2 Antibodytest, direcionado para os profissionais da saúde, segurança pública, familiares sintomáticos e população idosa com diagnóstico de síndrome gripal; e o Kit MedTestCoronavirus (Covid-19) IgG/IgM, direcionado para o restante da população.

Para a distribuição das unidades, a SES afirma que utiliza critérios como o número de fichas e-SUS VE abertas no sistema por município de residência, o número de idosos positivos para Covid-19 nos territórios onde se concentram o maior número de casos positivos e os municípios que ainda não estavam com testes disponíveis para os profissionais de saúde e segurança.

São testes qualitativos para triagem e auxílio diagnóstico, porém apresentam limitações. Para pacientes dos teste SARS-CoV-2 Antibodytest, o exame deve ser feito a partir do 10º (décimo) dia do início dos sintomas. Já o Kit MedTestCoronavirus (Covid-19) deve ser aplicado a partir do 8º (oitavo) dia do início dos sintomas. Isso acontece porque é necessário que o caso suspeito ou contato de caso confirmado de Covid-19 espere esse tempo para que o sistema imunológico possa produzir anticorpos em quantidade suficiente para ser detectado pelo teste.

G1

 

Novos medicamentos para hepatite C começam a ser distribuídos em novembro

Marcos Santos/USP Imagens
Marcos Santos/USP Imagens

A partir do início de novembro, dois novos medicamentos para hepatite C – sofosbuvir e daclatasvir – começam a ser distribuídos na rede pública de saúde. De acordo com o Ministério da Saúde, a nova terapia aumenta as chances de cura e diminui o tempo de tratamento da doença.

Ainda segundo a pasta, os dois medicamentos atendem cerca de 80% dos pacientes que farão uso da nova terapia, composta também pelo simeprevir, com distribuição prevista para dezembro.

Os remédios vão beneficiar pacientes que não podiam receber os tratamentos oferecidos anteriormente – entre eles, pessoas com HIV, cirrose descompensada, em situação de pré e pós transplante e pacientes com má resposta à terapia com interferon. Ao todo, 30 mil pessoas serão beneficiadas no período de um ano.

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O ministro da Saúde, Marcelo Castro, avaliou a disponibilização dos medicamentos como um momento singular na história da saúde pública brasileira e equiparável ao início da distribuição de medicamentos antirretrovirais no país. Ele lembrou que a hepatite C acomete atualmente cerca de 1,4 milhão de brasileiros.

“Temos agora drogas revolucionárias e inovadoras, que colocam o Brasil numa posição de vanguarda no tratamento”, disse. “Podemos dizer, com segurança, que nenhum brasileiro que preencha o protocolo preconizado pela Organização Mundial da Saúde deixará de receber seu tratamento”, completou.

O secretário de Vigilância em Saúde, Antônio Carlos Nardi, disse que o novo protocolo de tratamento para hepatite C foi anunciado em julho deste ano. Segundo ele, as doses já chegaram ao almoxarifado do ministério e começam a ser distribuídas ainda hoje.

“Posteriormente, serão encaminhadas a todos os 25 estados da federação” disse, ao descartar que a chegada aos municípios vai depender da redistribuição por parte das secretarias estaduais de saúde.

O investimento total para a oferecer os três medicamentos no Sistema Único de Saúde (SUS), de acordo com o ministério, é de quase R$ 1 bilhão. O custo por tratamento é de cerca de US$ 9 mil.

O tratamento para hepatite C oferecido na rede pública desde 2012  é composto por dois esquemas terapêuticos – as terapias dupla e tripla com o interferon peguilado – e têm duração de 48 semanas.

Dados da pasta mostram que, nos últimos 13 anos, foram confirmados 120 mil casos de hepatite C no Brasil e realizados mais de 100 mil tratamentos. Atualmente, 10 mil casos são notificados todos os anos no país.

A estimativa é que a doença seja responsável por 350 a 700 mil mortes ao ano em todo o mundo, sendo 3 mil delas no Brasil.

Ainda de acordo com o ministério, a hepatite C é uma doença de poucos sintomas. As causas mais comuns de infecção na década de 80 eram as transfusões de sangue e as infecções hospitalar, mas a contaminação também pode acontecer por meio do compartilhamento de objetos de uso pessoal e para uso de drogas.

Denise Griesinger/Agência Brasil

Mais de 1 milhão de preservativos serão distribuídos durante o carnaval na Paraíba

camisinhaA Secretaria de Estado da Saúde (SES) vai distribuir mais de 1 milhão de preservativos masculinos durante o carnaval. De 19 a 23 de janeiro, a SES estará abastecendo as Gerências Regionais de Saúde, que entregarão o material aos municípios de sua competência. De acordo com informações do Núcleo de DST/AIDS e Hepatites Virais da SES, todos os municípios serão abastecidos. Para os municípios de Baia da Traição, Pitimbu, Patos, Cajazeiras, Conde, Lucena, Coremas, Cabedelo e Boqueirão, onde a folia atrai multidões, será destinado um número maior de preservativos.

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O foco da campanha deste ano é a prevenção e testagem, com o slogan #PartiuTeste, incentivando a realização do teste rápido de HIV pelos jovens, além do sexo seguro. O Núcleo de DST/AIDS e Hepatites Virais da SES lembra que, durante o período carnavalesco, aumenta a possibilidade de se contrair infecções sexualmente transmissíveis, devido a práticas sexuais desprotegidas. Por isso, aumenta também a procura por testes rápidos. Porém, é importante lembrar o período de “Janela Imunológica”, ou seja, só depois de 30 dias após a infecção, é que será possível detectar a presença do vírus HIV através do teste.

Alerta – Durante o período carnavalesco, é comum aumentar o número de doenças sexualmente transmissíveis (DST), transmitidas principalmente por contato sexual sem o uso da camisinha. Geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas. As DSTs mais conhecidas são gonorreia e sífilis.

Algumas DSTs podem não apresentar sintomas. Além disso, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves, como infertilidade, câncer e até a morte. Por isso, em caso de sexo desprotegido, é importante procurar o serviço de saúde para consultas periodicamente.

O uso do preservativo em todas as relações sexuais (oral, anal e vaginal) é o método mais eficaz para a redução do risco de transmissão das DSTs, em especial do vírus da Aids. Outra forma de infecção pode ocorrer pelo compartilhamento de seringas e agulhas, principalmente no uso de drogas injetáveis.

Teste rápido de HIV – Os testes rápidos são realizados a partir da coleta de uma gota de sangue da ponta do dedo. O sangue é colocado em dois dispositivos de testagem e, para chegar ao resultado, o profissional que realiza o teste segue um fluxo determinado cientificamente. Se os dois dispositivos tiverem os mesmos resultados, o diagnóstico já é fechado. Porém, se houver discordância entre os resultados, é feito outro teste com um terceiro para confirmação. Assim, o resultado tem a mesma confiabilidade dos exames convencionais e não há necessidade de repetição em laboratório.

Esse método permite que, em apenas meia hora, o paciente faça o teste, conheça o resultado e receba o serviço de aconselhamento necessário.

Distribuído gratuitamente para serviços de saúde da Rede Pública, esse teste rápido é utilizado na maior parte das ações do ‘Fique Sabendo’, do Departamento de DST/AIDS e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, principalmente devido à agilidade e praticidade. O teste de AIDS não deve ser feito de forma indiscriminada. O aconselhável é que, quem tenha passado por uma situação de risco, como ter feito sexo desprotegido, faça o exame.

Dados – De acordo com a SES, estima-se que, na Paraíba, aproximadamente 10 mil pessoas tenham o vírus HIV e não saibam, negligenciando a própria saúde. O Hospital Clementino Fraga é referência em HIV/AIDS em João Pessoa, que tem ainda um serviço especializado para gestantes HIV positivas. Em Campina Grande tem o Hospital Universitário Alcides Carneiro e o Hospital Universitário Lauro Wanderley. Além desses, existem os serviços de Atendimento Especializado (SAE) Em Cabedelo, Santa Rita, Campina Grande e Patos.

 

Secom/PB

Ingressos da Copa serão distribuídos a alunos de escolas públicas e índios

Ingresso CopaCinquenta mil ingressos de partidas da Copa do Mundo foram distribuídos no sábado (3) a estudantes de escolas públicas e índios. Os convites para os jogos foram doados pela Federação Internacional de Futebol (Fifa) para que o governo federal os repassasse a programas sociais brasileiros. Por meio da Loteria Federal, 48 mil ingressos serão sorteados entre alunos de escolas participantes do Programa Mais Educação. De acordo com o regulamento do sorteio, estão aptas a participar do sorteio instituições de ensino localizadas nas 12 cidades-sede do Mundial e que tenham tido o mínimo de 200 matrículas em 2013. Ao todo, 901 escolas serão contempladas, cujos alunos sorteados serão acompanhados por um responsável. Estarão disponíveis, no sorteio, ingressos para todas as partidas da Copa. Duas mil entradas para jogos da competição serão distribuídas a integrantes de comunidades indígenas, por meio do Comitê Intertribal e da Fundação Nacional do Índio (Funai). Segundo o Ministério do Esporte, o comitê informou que os ingressos serão doados aos atletas participantes dos Jogos dos Povos Indígenas.

 

 

Portal Andi

Tablets para educação começam a ser distribuídos no Brasil, e chegam às escolas públicas em 2013

Já tem um tempo que o Ministério da Educação planeja distribuir tablets nas escolas do país. Ele começou ainda quando Fernando Haddad estava à frente da pasta e continuou com o seu sucessor, o ministro Aloizio Mercadante, que finalmente entregou as primeiras 200 unidades dos tablets.

Eles são destinados a coordenadores estaduais do Programa Nacional de Tecnologia Educacional, além de representantes de universidades federais. No entanto, mais tablets – quase 5.000 no total – chegarão a professores de escolas públicas em 2013.

Os tablets possuem tela de 7 polegadas e cada um deles custou cerca de R$280 ao MEC. Também há um modelo de 10 polegadas, que custou cerca de R$ 460 por unidade aos cofres públicos. De acordo com o site oficial do Ministério da Educação, os aparelhos têm processador de 1 GHz, resolução de 1024×600 pixels, conexão Wi-Fi e 16GB de armazenamento interno. Eles foram produzidos pela Positivo e Digibras e, segundo a Agência Brasil, modelos com as mesmas especificações custam a partir de R$ 799 nas lojas.

Por enquanto, apenas os coordenadores de cursos de formação receberam os tablets. A ideia é que os professores sejam treinados para usar os dispositivos na sala de aula, como explica a Agência Brasil: Para dar início à capacitação pedagógica de professores do ensino médio da rede pública de todo país… os coordenadores do programa farão curso de formação para, em seguida, treinar os multiplicadores, que formarão os professores em cada estado participante.

Os modelos escolhidos não parecem ser os mais sofisticados, mas é inegável que o uso da tecnologia nas salas de aula tem tudo para ser benéfico, principalmente vendo os planos de como os dispositivos serão usados: o MEC diz que cerca de 15 mil aulas estarão disponíveis para serem usadas pelos professores, e que obras literárias e livros didáticos escolhidos pelo ministério também terão versões digitais.

Fonte: MSN

Remédios gratuitos para asma só poderão ser distribuídos com receita médica

asma

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou nesta quinta-feira (31) que a distribuição de medicamentos gratuitos contra a asma, prevista para começar na próxima segunda-feira (4), só poderá ser feita mediante apresentação de receita médica. Atualmente, mais de 20 mil drogarias em todo o País já aderiram ao programa Aqui Tem Farmácia Popular.

Após participar de entrevista no programa “Bom Dia, Ministro”, Padilha destacou ainda que o paciente ou responsável vai precisar apresentar o CPF.

“É como funciona com o remédio de graça para hipertensão ou diabetes: tem que levar uma receita da rede pública ou privada, tem que saber o número do CPF e, lá na farmácia, vai ficar uma cópia da receita digitalizada na hora, além de ser gravado o número do registro no Conselho Federal de Medicina (CFM), do médico. São mecanismos que o ministério desenvolveu para coibir qualquer tipo de fraude ou desvio”, explicou.

Segundo o ministro, a decisão de disponibilizar gratuitamente medicamentos contra a asma tem o intuito de atender, prioritariamente, crianças de até seis anos. Dados da pasta indicam que, nessa faixa etária, a doença responde como a segunda principal causa de internação.

“O esforço do ministério ao colocar o remédio de graça, mais perto de onde as pessoas vivem, vai no sentido de reduzirmos as internações por asma nessa população, mas qualquer pessoa de qualquer faixa etária vai poder pegar o remédio de graça porque vamos estender para todas as faixas etárias”, destacou.

Fonte:
Agência Brasil