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Secretario de Saúde da Paraíba participará de reunião com ministério sobre distribuição da vacina de covid-19

O Ministério da Saúde promoverá na próxima quarta-feira (14) uma reunião virtual com a presença dos 27 secretários estaduais de saúde sobre a disponibilização da vacina de covid-19 para todos os estados.

A informação foi confirmada ao ClickPB pelo secretário de Saúde da Paraíba, Geraldo Medeiros.

Participarão da reunião o secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco; o Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass); o Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems); Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa); Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz); DataSUS; Secretaria de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos; Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS).

 

Bárbara Wanderley

 

 

Senado deve votar projeto que cria regras para distribuição da futura vacina contra a Covid-19

O Senado deve votar, nesta quarta-feira (8), um projeto de lei que fixa diretrizes para a distribuição de futuras vacinas contra a Covid-19. A proposta, do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), busca alterar a lei sobre as medidas para enfrentamento da emergência de saúde pública, para assegurar que os grupos mais vulneráveis à doença, como idosos e doentes crônicos, tenham prioridade na imunização.

Além disso, o proposta estabelece que a distribuição da vacina e transferência de recursos federais para a aquisição do produto nos estados e municípios deverá seguir critérios técnicos, com dados demográficos, epidemiológicos e sanitários.

Também está previsto para hoje a apreciação um projeto que pode criar um serviço exclusivo para o recebimento de denúncias ou suspeitas de maus-tratos contra idosos. O texto é de autoria do senador Izalci Lucas (PSDB-DF).

Fonte: Brasil 61

 

 

Prefeitos questionam critérios do Ministério da Saúde de distribuição de recursos de enfrentamento à Covid-19

A Frente Nacional de Prefeitos (FNP) discordou dos critérios que o Ministério da Saúde adotou para transferir R$ 13,8 bilhões para estados e municípios combaterem a pandemia da Covid-19. Na visão da FNP, a Portaria 1.666/2020, que regulamenta o repasse, “penaliza” as médias e grandes cidades.

De acordo com a frente, esses centros são os responsáveis pelo atendimento de média e alta complexidade aos pacientes com quadros graves do novo coronavírus, inclusive aqueles que são do interior. No entanto, o texto prioriza as cidades menores, pois um dos critérios é o tamanho do município em relação à população, o que segue a nova postura adotada pelo Ministério da Saúde de preconizar o tratamento precoce da doença.

A FNP queria mais recursos para as médias e grandes cidades e uma partilha que correspondesse ao número de leitos disponíveis nos municípios. A entidade pretende elaborar um documento para demonstrar “as distorções presentes” no raciocínio do Ministério da Saúde.

Fonte: Brasil 61

 

Coren investiga distribuição de máscaras inadequadas a profissionais de saúde

O Conselho Regional de Enfermagem na Paraíba (Coren-PB) deve investigar a suposta distribuição de máscaras inadequadas a profissionais que atuam no enfrentamento à pandemia do novo coronavírus (Covid-19) em hospitais de municípios paraibanos.

Segundo a presidente da entidade, Renata Ramalho, sugiram denúncias oriundas das cidades de Água Branca, Campina Grande, Itaporanga, Lucena e Sousa. De acordo com a representante do Coren-PB, a máscara correta para uso profissional é a de caráter cirúrgico. Segundo Renata, haverá uma apuração através visita a esses locais e caso sejam comprovadas as denúncias, o Ministério Público da Paraíba será acionado. “Precisamos garantir que a máscara correta seja entregue à categoria. Detectamos no município de Sousa, no Hospital Regional. O Coren-PB apurou que já foi resolvida a situação. Outro hospital que detectamos foi o de Itaporanga. Fizemos uma notificação à diretora e ela disse que iria fazer a compra das máscaras cirúrgicas”, explicou Renata Ramalho.

Em relação ao Hospital de Trauma de Campina Grande, da Rede Estadual de Saúde, as máscaras que estão sendo utilizadas, embora sejam de confecção caseira, de acordo com a presidente do Coren-PB, ficou comprovada a segurança do equipamento após a realização de teste feitos em laboratório da Universidade Federal de Campina Grande, que vem analisando as máscaras para colocar a disposição dos profissionais de forma segura.

De acordo com o Coren-PB, desde março, quando teve início a pandemia na Paraíba, mais de 160 denúncias foram registradas sobre a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) adequados para os profissionais em vários municípios.

 

PB Agora

 

 

MPPB abre procedimento para acompanhar distribuição de merenda em escolas do Brejo

O promotor de Justiça, Henrique Morais, determinou a abertura de procedimento administrativo para acompanhar a distribuição de merenda escolar em três cidades do Brejo paraibano.

De acordo com a publicação, feita edição desta sexta-feira (24), do Diário Eletrônico do Ministério Público, as cidades que serão alvos da medida, são Solânea, Casserengue e Arara.

A iniciativa tem por objetivo garantir que a merenda escolar seja efetivamente distribuída para as famílias carentes dos respectivos municípios, conforme prevê lei recentemente aprovada pelo Senado Federal por conta da pandemia.

Alexandre Freire

 

 

Equipe da Secretaria de Saúde realiza higienização e distribuição de máscaras para público que aguarda o auxílio emergencial

A Prefeitura Municipal de Bananeiras, por meio da Secretaria de Saúde, está realizando a higienização e entrega de máscaras de proteção para o público que irá receber o auxílio emergencial.

A PMB informa, conforme o novo Decreto do Governo do Estado, que está proibida a entrada de pessoas em qualquer estabelecimento comercial ou público sem o uso da máscara de proteção.  A medida atende as recomendações das autoridades de saúde como uma forma de combater a pandemia do novo Coronavírus.

Reforçamos que o uso das máscaras não anula as demais medidas de prevenção como o distanciamento social, lavar as mãos com água e sabão, utilizar álcool em gel, evitar aglomerações e sair de casa apenas em casos de necessidade.

Se cada um fizer sua parte, iremos combater esse vírus.

Ascom – PMB

   

 

Prefeito de Araruna anuncia distribuição de cestas básicas e kits de higiene

O prefeito da cidade de Araruna, Vital Costa, anunciou para o mês de abril a distribuição de 3 mil kits de higiene com detergente e sabão em barra e a substituição do peixe da Semana Santa por 3 mil cestas básicas para as famílias carentes do município.

Vital pediu que essas pessoas não saiam de casa, já que a Secretaria de Assistência Social fará a entrega das cestas e do kit de higiene nas residências.

“São três mil famílias que estão no Cadastro Único do Governo Federal, são pessoas carentes que iriam receber o peixe da Semana Santa e nós não vamos entregar o peixe, vamos entregar três mil cestas básicas, vamos entregar nas residências de vocês”, frisou o gestor.

Fonte: Ivan Filmagem

 

 

SUS discute distribuição gratuita de remédio para hipertensão pulmonar

Foi prorrogado em dez dias o prazo para os interessados enviarem ao Ministério da Saúde sugestões para a distribuição gratuita, pela rede pública, do remédio riociguate, para hipertensão pulmonar tromboembólica (HPTEC). Prevista inicialmente para terminar hoje (6), a consulta pública agora vai até o dia 17 de janeiro. As contribuições podem ser encaminhadas por formulário disponível na internet.

Segundo o fabricante, a indústria farmacêutica Bayer, o medicamento é indicado para o tratamento de hipertensão pulmonar tromboembólica crônica em casos não cirúrgicos ou persistentes/recorrentes. O medicamento pode ser encontrado em farmácias por um valor médio de R$ 9 mil por caixa com 42 comprimidos.

Em fevereiro de 2018, a Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) recomendou que o riociguate não fosse incluído na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename). Responsável por assessorar o Ministério da Saúde nas decisões relativas à incorporação, exclusão ou alteração de tecnologias em saúde pelo Sistema Único de Saúde (SUS), a comissão apontou que, devido a “incertezas importantes nas evidências apresentadas em relação à eficácia em longo prazo” e a “fragilidades dos estudos econômicos”, “o conjunto de evidências apresentado [pela Bayer] não demonstrou que o riociguate seria custo-efetivo para incorporação no sistema de saúde do Brasil”.

A partir da proposta da própria fabricante, a Conitec estima que, em cinco anos, a incorporação do riociguate, se aprovada, custará R$ 2,6 bilhões aos cofres públicos. “Tal valor é ainda considerado alto comparado às demais tecnologias avaliadas pela Conitec”, aponta a comissão. O grupo técnico admite que no SUS, apesar de haver protocolo clínico para o tratamento da hipertensão pulmonar do grupo 1, a chamada Hipertensão Arterial Pulmonar (HAP), não há tratamento medicamentoso específico para a hipertensão pulmonar tromboembólica crônica.

Ao divulgar a consulta pública que se encerra hoje, o Ministério da Saúde, diz que, apesar de dados clínicos indicarem que o uso do medicamento é capaz de proporcionar uma melhora na qualidade de vida dos pacientes, “os estudos trazem evidências de que essa opção terapêutica não aumenta a sobrevida” dos mesmos. “Além disso, não são conhecidos dados sobre os resultados do medicamento a longo prazo”, frisa o ministério.

Apesar da recomendação preliminar da Conitec e da ressalva do próprio ministério, o assunto foi colocado em consulta pública conforme determina a legislação. A consulta aos interessados é uma das etapas do processo de incorporação ou não de um novo tratamento na rede pública de saúde. Todas as sugestões, depoimentos ou recomendações apresentadas por especialistas e demais interessados são analisadas pela comissão, a quem compete organizar as contribuições e anexá-las ao seu relatório final sobre o assunto, que é então encaminhado ao Ministério da Saúde, a quem cabe a palavra final.

A recomendação da Conitec pela não-inclusão do riociguate à lista de remédios distribuídos gratuitamente pelo SUS motivou a Associação Brasileira de Apoio à Família com Hipertensão Pulmonar e Doenças Correlatas (Abraf) a, já em dezembro de 2018, recorrer da manifestação. Além disso, a divulgação do relatório da Conitec por ocasião da abertura da consulta pública, em 16 de dezembro de 2019, foi alvo de críticas de pacientes e parentes de pessoas com hipertensão pulmonar. Apontando a inconveniência de realização da consulta durante o período de festas de fim de ano, eles solicitaram a prorrogação do prazo final para envio das contribuições.

Obstrução de artérias
A hipertensão pulmonar tromboembólica crônica é causada pela obstrução das artérias por coágulos sanguíneos. Segundo o Ministério da Saúde, isto aumenta a resistência e dificulta a circulação sanguínea, provocando aumento da pressão nas artérias que levam o sangue do coração para os pulmões. Consequentemente, o coração tem que fazer um esforço maior para vencer essa resistência, o que a longo prazo pode levar à falência do órgão.

O tratamento não medicamentoso adotado no SUS é a cirurgia de remoção do trombo. Já o medicamentoso é usado para os casos em que a cirurgia não pode ser realizada ou para aqueles em que há persistência da doença mesmo após o procedimento cirúrgico. A partir dos estudos apresentados pela Bayer, o Ministério da Saúde concluiu que o riociguate é capaz de promover a dilatação dos vasos sanguíneos, diminuindo a hipertensão pulmonar, melhorando a qualidade de vida dos pacientes.

Agência Brasil

 

 

PB é o segundo estado com maior desigualdade na distribuição de renda

A Paraíba é o segundo estado brasileiro com maior desigualdade na distribuição de rendimentos. No estado, 10% da população ocupada com os maiores rendimentos recebe um valor médio de R$ 7,1 mil, enquanto que para os 40% com os menores rendimentos, essa quantia é de R$ 438, o que representa uma diferença de 16,2 vezes entre os dois grupos.

Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais (SIS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (6).

O documento é resultado da análise das condições de vida da população brasileira em 2018, tendo em vista aspectos como mercado de trabalho e estrutura econômica; distribuição de renda e padrão de vida; e educação. O estudo é baseado, principalmente, em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNADC), de 2012 a 2018.

Entre todas as Unidades da Federação, a Paraíba ficou atrás apenas do Piauí, em que a razão foi de 18,4 vezes. O estado tem uma razão superior à média nacional, de 13, e à regional, de 14,1.

No que se refere às residências, a pesquisa aponta que, em 2018, cerca de 44,8% da população paraibana teve um rendimento domiciliar per capita de até meio salário mínimo, ao passo que 0,7% não teve rendimentos.

Desigualdade per capita

Em relação às linhas de pobreza, como o Brasil não possui uma oficial, o IBGE considerou os valores de US$ 1,90 diário per capita, estabelecido pelo Banco Mundial como limite para a definição de pobreza global, e o de US$ 5,50 diário per capita, da mesma instituição, mas direcionado para países com rendimento médio-alto, como é o caso do Brasil.

No primeiro grupo, está inserida cerca de 11,2% da população paraibana, aproximadamente 447 mil pessoas, conforme a pesquisa. Já o segundo é mais abrangente e inclui 40% da população, o que representa 1,588 milhão de pessoas nessa linha de pobreza.

 

portalcorreio

 

 

Polícia Federal investiga esquema de distribuição de cédulas falsas, no Sertão da Paraíba

Uma operação da Polícia Federal, deflagrada na manhã desta sexta-feira (9), cumpriu sete mandados de busca e apreensão para investigar um esquema de distribuição de cédulas falsas, no Sertão da Paraíba. Os mandados da Operação Aíva, expedidos pela Vara de Patos, foram cumpridos em Condado e Malta.

De acordo com as informações da Polícia Federal, no ano de 2018 foram identificados diversos casos de distribuição de cédulas falsas na região das cidades de Condado de Malta. Por meio de perícias e outras características das apreensões, a Polícia Federal reuniu os casos e iniciou a investigação.

A PF verificou um provável foco da atividade de distribuição de cédulas falsas na cidade de Condado, com um grupo de pessoas ligadas a atividades criminosas diversas, entre elas o tráfico de drogas.

Está sendo investigado o crime de delito de moeda falsa. O nome da operação “Aíva” significa “algo que não possui qualquer valor; insignificante”.

G1