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Nadja minimiza críticas à sua pré-candidatura: ‘todas as discussões fortalecem minha candidatura’

nadja-palitotA pré-candidata ao Governo do Estado, Nadja Palitot (PT), afirmou que todas as discussões negativas em relação ao seu nome, dando conta de que ela não tem expressão política, a tornam mais forte. Ela lembrou que o prefeito Luciano Cartaxo (PT) passou por prévias dentro do partido antes de ser eleito em João Pessoa.

Nadja ressaltou que a sua candidatura é a única colocada pelo PT, além de Marcos Henrique, que já retirou seu nome e declarou apoio a ela. “Agradecemos por isso. Pelo desprendimento e amadurecimento político. Com isso a candidatura cada vez mais se fortifica”, colocou.

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A pré-candidata ainda comentou sobre a discussão de outros grupos, alas do PT e de outros partidos, sobre a qualidade da candidatura petisca. “Não nos atemoriza, dentro do PT isso é enfrentado com muita tranqüilidade. Temos o prefeito da Capital que enfrentou prévias dentro do partido e se fortaleceu mais”, concluiu.

Pedro Callado / Marília Domingues

Jornalista paraibana dá entrevista ao cantor Lobão e vira alvo de discussões na internet

rachelsheherazdaeO cantor e apresentador Lobão resolveu inovar e fez uma entrevista através de videoconferencia com dois jornalistas, Felipe Moura e a paraibana Rachel Sheherazade para debater vários temas que marcaram o ano de 2013.

Perguntas podiam ser enviadas para que fosse feitas e debatidas pelos convidados e mais uma vez a jornalista e apresentadora do SBT Brasil falou o que pensa.

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A entrevista foi ao ar na noite de ontem e pode ser vista na íntegra abaixo:

PB Agora e Youtube

Mensalão fecha o tempo e acirra discussões nos bastidores do STF

Brasília – Um clima marcado por trocas veladas de acusações e cobranças tomou conta do Supremo Tribunal Federal (STF) na trilha do julgamento do mensalão. Na semana passada, uma demonstração clara dessa crise: o ministro Ricardo Lewandowski bateu boca com o ministro Gilmar Mendes no intervalo da sessão, incomodado de ser cobrado pelo colega nas páginas dos jornais. Para evitar que a discussão se agravasse, o ministro Luiz Fux viu-se obrigado a intervir.

À espera do julgamento, parte dos ministros cobra publicamente de Lewandowski a liberação em algumas semanas do processo do mensalão. O risco, dizem, é de que o julgamento tenha de ser adiado para 2013 se não for julgado até o final de junho. Para esse grupo, a composição desfalcada do tribunal – Cezar Peluso se aposenta até o fim de agosto – e as eleições em outubro adiariam a conclusão do caso para o ano que vem.

Esses ministros dizem ainda que Lewandowski, por ser revisor do processo do mensalão, deveria ter começado a analisar o caso desde o fim da instrução da ação penal, quando concluída toda a coleta de provas e depoimentos de testemunhas e alegações finais.

De outro lado, alguns ministros dizem ser possível julgar o caso a partir de agosto, mesmo que para isso o ritmo do julgamento tenha de ser reduzido, já que seis ministros do STF terão de se dividir entre a Corte e o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Além disso, perguntam por que a pressa em julgar um processo específico quando há centenas de casos, inclusive inquéritos e ações penais, na fila de julgamento. “Esse é um processo igual aos outros”, afirma, por exemplo, o ministro Marco Aurélio Mello.

Na troca velada de suspeitas, ministros questionam a postura do próximo presidente da Corte, Carlos Ayres Britto. Três deles demonstram insatisfação com o que classificaram de interferência no gabinete de colegas. Um deles afirma que Britto, ao propor o julgamento durante o recesso de julho, quer uma sobrevida à sua curta gestão – como se aposenta em novembro, ele só terá seis meses de gestão com o tribunal em funcionamento.

Outro ingrediente nessa discussão é o risco de prescrição dos crimes. Parte dos ministros afirma que a eventual demora de Lewandowski poderia levar à prescrição de algumas penas. Outros ministros afirmam que o risco não existe e que a ameaça é falsa e usada simplesmente para pressionar a Corte. Lewandowski, por exemplo, afirma que a prescrição só ocorreria em 2015. Para quem for condenado a penas baixas pelo crime de quadrilha, inferiores a dois anos, a prescrição teria ocorrido no ano passado, conforme ministros. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Da Agência Estado