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Dirigentes de clubes paraibanos apelam para retorno de torcida aos estádios mesmo que seja com capacidade limitada

Depois de receber o aval do Ministério da Saúde, a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) informou, na última terça-feira (22), que vai se reunir com os clubes da primeira divisão para discutir o retorno de torcedores nos estádios para o Campeonato Brasileiro. Tal decisão provocou o interesses dos clubes paraibanos, que também querem a volta das suas torcidas nos estádios.

Para o presidente do Atlético de Cajazeiras, de Cajazeiras, Alisson Lira, se o estado não acompanhar a reabertura dos estádios ao público, como já foi autorizado pelo Ministério da Saúde e discutido na CBF, o Trovão Azul entrará em estado de falência. “Os bares e restaurantes estão todos abertos aqui no Sertão, os partidos políticos estão aqui fazendo suas convenções, sempre com muita gente, isso tudo sem obedecer nenhum protocolo, e porque o futebol, que está obedecendo um critério rígido para evitar a proliferação da doença, com exames e tudo mais, não pode ter público de forma disciplinada como flexibilizou o Ministério da Saúde, com apenas 30 por cento da capacidade dos estádios?”, comentou Alisson.

De acordo com o presidente do Botafogo, Orlando Soares, até o momento, a CBF só vai flexibilizar, com o consentimento do Ministério da Saúde, para as Séries A e B. Não se falou ainda nas Séries C e D. “Estas são exatamente as séries com os clubes que mais precisam das rendas dos jogos, porque não têm patrocínios nem grandes ajudas da CBF. A competição foi esticada até janeiro de 2021 e os clubes têm de pagar os salários e outras despesas. A situação é muito difícil”, apelou o dirigente a CBF.

 

pbagora

 

 

Volta do Campeonato Paraibano 2020 divide dirigentes dos 10 clubes que disputam competição

A volta do Campeonato Paraibano  mesmo durante a pandemia do Covid-19 divide os dirigentes dos 10 clubes que disputam a competição. Alguns dirigentes se posicionaram  favoráveis a volta do Estadual, enquanto outros sugerem cautela, e consideram um risco retomar a competição com a pandemia do coronavírus ainda fazendo vítimas no Estado.
Representantes de Campinense e Treze partiram na frente e se reuniram com prefeito de Campina Grande, Romero Rodrigues  e com o secretário de Esportes, Raymundo Asfora Neto, mas adiaram m definição sobre treinos.

A decisão sobre quando e como vai se dar esse reinício das atividades, no entanto, ainda não foi tomada. Mas uma nova reunião já está agendada para a próxima sexta-feira. Nessa nova ocasião, a Raposa, o Galo e também a Perilima devem apresentar seus planos de ação para a retomada do futebol, que está paralisado há quase três meses, por conta da pandemia do novo coronavírus.

Na reunião desta segunda-feira, os presidentes Paulo Gervany, do Campinense, e Walter Cavalcanti Júnior, do Treze, confirmaram a intenção de retomada das atividades e falaram também sobre as dificuldades de se colocar em prática o Protocolo Médico elaborado pela CBF e adaptado pela Federação Paraibana de Futebol (FPF), com o apoio dos clubes.

A previsão é de que a partir do dia 13 de julho os jogos já estejam liberados, só que sem a presença do público. A Federação Paraibana de Futebol deve se reunir com os clubes ainda nesta semana para tratar do assunto.

Mesmo com o futuro incerto, o Treze já está planejando a volta aos gramados.
O presidente do Alvinegro, Walter Cavalcanti Júnior,  disse que o primeiro passo para que o clube volte à ativa foi a chegada da comissão técnica, capitaneada pelo técnico Moacir Júnior, já nesta segunda-feira. Agora, a diretoria aguarda para esta semana a chegada de alguns jogadores e, por fim, a definição por parte da Prefeitura Municipal de uma data para que os treinos possam ser retomados.
Na tarde desta segunda-feira, o técnico Moacir Júnior visitou o Presidente Vargas para avaliar as melhorias que estão sendo feitas no estádio.

O presidente do Campinense, Paulo Gervany, também já planeja a volta da Raposa e prometeu reforçar o time. Segundo o dirigente raposeiro, o elenco vai precisar de alguns ajustes para repor peças que acabaram tendo seus vínculos encerrados durante o período sem jogos em decorrência das medidas de isolamento social para conter a disseminação do novo coronavírus.

Durante a paralisação do campeonato, a Raposa perdeu o técnico Oliveira Canindé que pediu para deixar o clube. O Campinense será comandado agora por Ruy Scarpino.

Antes da suspensão dos jogos do estadual, há quase três meses, o Campinense liderava o Grupo B da competição, com 13 pontos conquistados e na briga direta para chegar às semifinais. O Rubro-Negro – assim como o Botafogo-PB – ainda tem três jogos para disputar na primeira fase, incluindo o Clássico dos Maiorais da última rodada.

Já o Botafogo se posicionou através do seu presidente, Sérgio Meira. O mandatário do Alvinegro da Estrela Vermelha adotou um tom de cautela e disse que a visão do clube é que a volta aos treinos e o prosseguimento da disputa do estadual só devem ser postos em prática após o achatamento da curva de contágio do novo coronavírus no estado.

Os times do Sertão estão divididos quanto a volta do Estadual. O Atlético-PB já se posicionou favorável ao retorno das atividades, o Trovão Azul aguarda apenas o aval da FPF – que enviou seu Protocolo Médico ao Governo do Estado nessa quinta-feira – para voltar aos treinos. O time cajazeirense, inclusive, está pronto para um possível retorno.
O Sousa defende que a competição seja retomada mais tarde, quando a curva do vírus começar a ser achatada. O presidente do Dinossauro, Aldeone Abrantes, sugeriu mais calma no debate e sugeriu que a volta aos treinos, que foi projetada para o dia 15 deste mês seja adiada no mínimo para julho.

Sem elenco e em colapso financeiro devido à paralisação do futebol, o Nacional de Patos se posicionou contra a volta do futebol. Através de seu presidente, Cleodon Bezerra, o clube declarou que não vê viabilidade nenhuma de retorno do ponto de vista financeiro.

O CSP manteve seu posicionamento: terminar com urgência o Campeonato Paraibano. É que, na visão de Josivaldo Alves, dirigente e técnico do time pessoense, não só o CSP, mas todas as demais equipes de menor aporte financeiro que não têm calendário no segundo semestre do ano estão sendo prejudicadas com a não continuidade do estadual,
Único clube já rebaixado matematicamente para a 2ª divisão, o Ssport Lagoa Seca é contra a volta do Paraibano neste momento. O diretor executivo do time, Arthur Ferreira, adotou um discurso coletivo e argumentou que, além das dificuldades enfrentadas pelo seu clube

Já a Perilima é contra o retorno no momento do campeonato devido o risco a saúde dos atletas e demais profissionais envolvidos na competição. Estreante na competição, o São Paulo Crystal também é contra o retorno das atividades nesses momento de pandemia.

Os 10 clubes que disputam a elite do futebol paraibano, enfrentam uma situação dificil, visto que praticamente a principal receita vem das rendas.

Após o decreto do governo do Estado de flexibilização de algumas das medidas de isolamento social a Federação Paraibana de Futebol (FPF) enviou ao Governo do Estado, à Secretaria de Estado da Saúde (SES) e à Secretaria de Esportes documentos que solicitam a volta dos treinos e, posteriormente, dos jogos do Campeonato Paraibano.

Nos documentos enviados pela FPF, um rigoroso o protocolo de segurança, é apresentado e se baseia em orientações da CBF, mas que teve intervenções da Federação, com o auxílio dos médicos dos clubes. O documento prevê  um Plano de Ação para a retomada das atividades; e um requerimento para que a prática do futebol seja restabelecida na Paraíba. O governador do Estado, João Azevêdo, o secretário de Saúde, Geraldo Medeiros, e o Secretário de Esportes, Hervázio Bezerra, são os remetentes desses documentos.

O protocolo de segurança para a retomada das atividades – que, até então, não teve sua versão final divulgada -, prevê testagem máxima dos envolvidos, uso obrigatório de máscaras (exceto para os jogadores durante a partida) e disponibilização abundante de álcool em gel durantes as atividades. Pelo menos essas são as premissas que estão na primeira versão do documento. A FPF, por sua vez, já declarou que o protocolo sofreu algumas alterações desde a sua apresentação à imprensa.

O Campeonato Paraibano de 2020 está suspenso desde 19 de março. Desde então, os estádios estão fechados, treinos interrompidos e jogadores liberados.

Severino Lopes
PB Agora

 

 

PT e PSB podem sair unidos em torno do nome de Veneziano em Campina, afirmam dirigentes partidários das duas siglas  

venezianoPresidentes dos diretórios municipais do PT e do PSB podem estar juntos no processo eleitoral deste ano em Campina Grande. Ambos reconheceram a possibilidade de seus partidos apoiarem o nome do ex-prefeito e atual deputado federal mais votado na cidade Veneziano Vital do Rêgo (PMDB-PB).

Segundo o presidente do Partido dos Trabalhadores em Campina Grande, Peron Japiassú, praticamente inexiste qualquer possibilidade da legenda lançar candidatura própria. Ele revelou, no entanto, que o destino do partido em 2016 deverá ser decidido em uma reunião após o carnaval. “Acho muito difícil apresentarmos um nome para concorrer ao pleito, não temos consistência eleitoral nem estrutura financeira”, disse.

Peron declarou ainda que o partido está dividido a quem prestar apoio. Segundo ele, alguns membros defendem o apoio à reeleição do prefeito Romero Rodrigues (PSDB), e outros o nome Veneziano Vital do Rego (PMDB).

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Para o presidente do Partido dos Trabalhadores da Paraíba (PT-PB), Charliton Machado, o PT em Campina seguirá com os partidos de oposição ou lançará candidatura própria, mas que isso só será definido em reunião. O dirigente afastou totalmente a possibilidade do partido se coligar com o PSDB como quer o atual presidente municipal Peron Japiassu.

O pensamento de Charliton é o mesmo do petista Hermano Nepomuceno que é ligado politicamente ao deputado Veneziano Vital do Rêgo (PMDB), e quer o partido longe do ninho tucano. Além do mais em nível nacional, o PSDB é oposição ao Palácio do Planalto e tem defendido a saída da presidente Dilma Rousseff (PT).

“Não há condições políticas de o partido seguir com PSDB, pelas orientações da direção nacional. A decisão majoritária será de candidatura própria ou de seguir com os partidos de oposição. De uma maneira geral, o PT em Campina deve se fortalecer, eleger vereadores e disputar uma composição correta ou candidatura própria”, pontuou.

Já o presidente do diretório municipal do PSB e Chefe de Gabinete do Governo do Estado, Fábio Maia, as chances do partido de apoiar o nome do deputado federal Veneziano Vital do Rego (PMDB) são consideradas significativas. Ele acredita, que mais de um candidato no campo das oposições acabará fortalecendo o projeto de reeleição de Romero Rodrigues. Maia defende a união de todos os partidos oposicionistas em torno de um nome forte. “E o nome que vejo com mais capital político, com condições de dentro dessa composição sair vencedor é o do deputado federal Veneziano”, analisou.

 

Assessoria

Dirigentes do PT/PB afirmam que partido se organiza para ampliar bancada em 2016

encontroMilitantes petistas das cidades que compõem a Grande João Pessoa estiveram presentes na manhã deste sábado, 29, na Assembleia Legislativa para a penúltima “Reunião Regional” realizada pelo Diretório Estadual do Partido dos Trabalhadores da Paraíba. Assim como nos encontros que aconteceram nas outras regiões do estado, em que foram abordados temas como as Eleições 2016 e a política adotada pelo Governo Dilma, também foi feita uma avaliação geral da atividade.

Para o presidente do PT/PB, Charliton Machado, foi muito importante a realização dessas reuniões regionais, pois foi possível “aprofundar uma leitura regional nos diversos municípios, mostrando um mapa de atuação política e de organização partidária”: “No final vamos apresentar um diagnóstico fazendo neste momento um grande debate sobre a orientação política que o PT deve ter nas eleições de 2016. Serviu também para mobilizar os municípios em torno na agenda atual, que é a defesa do estado democrático de direito, a defesa do nosso governo e do PT”.

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Após a última “Reunião Regional”, que acontece neste domingo, 30, na cidade de Mamanguape, o Diretório do PT/PB será convocado para uma avaliação das caravanas e o encaminhamento das orientações políticas sobre as eleições do próximo ano. “Essas reuniões acontecem novamente a partir de janeiro de 2016 nas mesmas cidades, e posteriormente também iremos dialogar com os presidentes dos diretórios municipais e seus tesoureiros”, concluiu Charliton Machado.

Compondo a mesa da “Reunião Regional” de João Pessoa, o presidente do PT/JP, Lucélio Cartaxo citou algumas obras já concluídas, e outras que estão sendo encaminhadas pela gestão do prefeito Luciano Cartaxo, além de fazer uma breve análise da situação política atual: “O prefeito está focado no trabalho, e o caminho é sempre o trabalho e o diálogo. Nacionalmente sabemos como está sendo difícil, mas o corpo a corpo é o melhor caminho para a superação da crise, e percebemos que a presidente Dilma já está fazendo isso”.

Sobre a situação política atual e o próximo pleito, Jackson Macedo, secretário de Organização do Partido dos Trabalhadores na Paraíba e secretário do Orçamento Participativo da Prefeitura de João Pessoa, ressaltou que esse é “um ano de organização partidária”. “O PT se diferencia dos outros partidos pela sua organização interna. Na Paraíba somos cerca de 100 diretórios e 60 comissões provisórias, e todos estão habilitados para as eleições do próximo ano. Atualmente temos seis prefeitos, dez vice-prefeitos e 112 vereadores, e o nosso objetivo é reeleger esses companheiros e ampliar a nossa bancada”, afirmou.

Assessoria

Gerência da 2ª Região de Ensino reúne dirigentes de escolas e repassa diretrizes para 2015

 

Gerente Francisco e equipe técnica conversam com a plateia
Gerente Francisco e equipe técnica conversam com a plateia

O gerente da 2ª Região de Ensino (Guarabira-PB), Francisco Isidio da Silva, realizou nesta sexta-feira (9) mais uma reunião com dirigentes de escolas e presidentes de conselhos de cada unidade educacional.

 

O primeiro encontro aconteceu na manhã da quinta-feira (8), em Araruna, na EEEFM Targino Pereira, onde estiveram presentes diretores e vice-diretores de escolas e conselheiros de Tacima, Cacimba de Dentro, Riachão, Dona Inês, Casserengue e da cidade sede. A área que engloba esses municípios foi definida pela 2ª Região como Pólo IV.

 

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No mesmo dia, no turno da tarde, foi à vez dos que compõem o Pólo III se reunirem em Belém, na EEEFM Engª Márcia Guedes, que contou ainda com representantes de Bananeiras, Borborema, Caiçara, Logradouro, Solânea e Serraria.

 

Francisco Isidio entrega diretrizes para o ano de 2015
Francisco Isidio entrega diretrizes para o ano de 2015

Neste dia 9, pela manhã, a EEEFM José Soares de Carvalho (Guarabira), recebeu integrantes do Pólo II (Alagoinha, Cuitegi, Araçagi, Mulungu, Pilões, Pilõezinhos, Pirpirituba, Sertãozinho, Duas Estradas e Serra da Raiz).

 

À tarde, na mesma data e local, o gerente Francisco Isidio conversou com os que respondem pelos estabelecimentos estaduais de educação em Guarabira (Pólo I).

 

O gerente avaliou os encontros como positivos, “visto que tivemos a oportunidade de, junto com a equipe técnica, repassar as diretrizes de 2015 encaminhadas pela Secretaria Estadual de Educação, que é o manual onde constam as orientações de como gerenciar o dia-a-dia das escolas”.

 

Acrescentou que o contato direto com os gestores serviu para incentivá-los a cuidar bem da escola como um todo (aspecto físico e pedagógico).

 

Dirigentes de escolas com Certificados do 'Prêmio Escola de Valor'
Dirigentes de escolas com Certificados do ‘Prêmio Escola de Valor’

Francisco Isidio destacou a entrega dos Certificados do ‘Prêmio Escola de Valor’ como um dos momentos marcantes das reuniões nos Pólos.

 

“Um dos objetivos dessa premiação é valorizar as escolas públicas estaduais de educação básica que se destaquem pela competência nas diversas dimensões da gestão escolar, e por iniciativas de experiências inovadoras e bem sucedidas que venham a contribuir para a melhoria contínua da escola”, explicou.

 

Isidio assegurou que a Gerência Regional, em consonância com a Secretaria de Educação, vai se esforçar cada vez mais para oferecer o apoio necessário aos administradores de escolas, com o intuito de fazer com que neste ano “possamos avançar ainda mais na melhoria da educação”.

 

 

 

Redação/Focando a Notícia

Débitos superiores a R$ 7 milhões já foram imputados a prefeitos, ex-prefeitos, secretários e dirigentes pelo TCE

 

TCEÍndice de recolhimento dos débitos imputados é baixo devido a grande quantidade de recursos judiciais O Tribunal de Contas do Estado já julgou este ano cerca de quatro mil processos e imputou débitos superiores a R$ 7 milhões a prefeitos, ex-prefeitos, secretários e dirigentes de autarquias.

No entanto, apenas R$ 350 mil (5%) devem ser devolvidos aos cofres públicos, em virtude do grande número de recursos impetrados pelos agentes públicos, principalmente no âmbito do Poder Judiciário. A revelação foi feita ontem, em Campina Grande, pelo presidente do TCE-PB, conselheiro Fábio Nogueira.

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“Em relação às multas, o índice de recolhimento é bem alto, mas quanto aos débitos imputados lamentavelmente é muito baixo, em torno de 5%. A legislação tem muitas instâncias com possibilidade recursal”, explicou Nogueira.

Todavia, ele ressaltou que há um grande avanço por parte do Ministério Público e Poder Judiciário para atuar em casos de improbidade e citou o Mutirão da Meta 18 do Conselho Nacional de Justiça, objetivando acelerar o julgamento dos processos.

O presidente do TCE ainda explicou que não cabe ao Tribunal de Contas cobrar os débitos imputados. No caso de ex-prefeito, por exemplo, é prerrogativa da procuradoria jurídica da prefeitura fazer a cobrança. “Em caso de omissão, cabe ao Ministério Público Estadual fazer a cobrança judicialmente”, enfatizou.

Fábio Nogueira ainda destacou que o TCE busca aperfeiçoar cada vez mais o controle externo. Para isso, elaborou um plano estratégico, priorizando a fiscalização pela sociedade dos recursos públicos. “Estamos estimulando a participação da sociedade por meio das nossas ferramentas, a exemplo do Sagres, e também indo ao encontro de segmentos da sociedade como escolas e associações para que possamos interagir efetivamente.

Outra questão do ponto de vista funcional é a permanente capacitação dos nossos servidores e dos gestotres. “O Tribunal de Contas tem uma função pedagógica muito importante”, enfatizou Fábio, que visitou o teatro da Facisa, em Campina Grande, acompanhado de técnicos e arquitetos do TCE. Ele disse que o teatro servirá de modelo para o novo auditório do Tribunal de Contas em João Pessoa.

 

TCE

Dilma reafirma a dirigentes da UNE propósito de usar royalties do petróleo na educação

 

Brasília – A presidenta Dilma Rousseff reafirmou nessa quinta (4) a dirigentes da União Nacional dos Estudantes (UNE) sua disposição de negociar, tanto quanto possível, para que os royalties do petróleo extraído da camada pré-sal sejam destinados integralmente à educação.

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A informação foi dada pelo presidente da UNE, Daniel Iliescu, depois de audiência na qual entregaram extensa pauta de reivindicações à presidenta da República, para marcar a Jornada de Lutas da Juventude Brasileira, que acontece em 16 capitais.

Os estudantes defendem cinco bandeiras: financiamento público da educação, trabalho decente para a juventude, reforma política para o avanço da democracia, direitos sociais e humanos e pela democratização da comunicação de massas.

Eles reivindicam 10% do Produto Interno Bruto (PIB) – soma das riquezas produzidas no país – para a educação pública, juntamente com os royalties do petróleo e 50% do fundo social do pré-sal para um ensino de qualidade, segundo Daniel. Reivindicam também mais 2% do PIB para ciência, tecnologia e inovação.

O presidente da UNE enfatizou que no entendimento do governo, a aprovação da Medida Provisória 592, que trata dos royalties e da criação do fundo social do pré-sal, é condição básica para possibilitar uma reforma estrutural da educação, com escolas em tempo integral.

Stênio Ribeiro, da Agência Brasil

Dirigentes das centrais sindicais selam apoio a Haddad

 

(Foto: PT-SP)

Dirigentes das principais centrais sindicais preparam um ato público na quarta-feira (17), às 12h, para oficializar o apoio à candidatura de Fernando Haddad (PT) no segundo turno das eleições, em São Paulo (SP). O evento contará com a presença do ministro do Trabalho, Brizola Neto (PDT-RJ), contrariando decisão do PDT de São Paulo, que declarou apoio ao tucano José Serra.

Uma reunião foi realizada na tarde desta quinta-feira (11) para definir os detalhes do ato, que acontecerá no Sindicato dos Eletricitários, na Liberdade, centro da capital, e terá presença do próprio Haddad e de sua vice, Nádia Campeão (PCdoB-SP).

Nádia também participou das negociações, na tarde de hoje, além dos presidentes da Central de Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), Wagner Gomes; da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Vagner Freitas; representantes da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST) e União Geral de Trabalhadores (UGT), como o secretário-geral Francisco Canindé Pegado do Nascimento, e o também secretário-geral, João Carlos Gonçalves, o Juruna, da Força Sindical –  que tem como presidente Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, que foi candidato a prefeito pelo PDT no primeiro turno.

Os sindicalistas consideram José Serra e o PSDB inimigos da classe trabalhadora. Entre outras questões, foi no governo Fernando Henrique Cardoso que foi aprovado o Fator Previdenciário (em 1999), Lei Nº 9.876, com o objetivo de reduzir o valor dos benefícios previdenciários, no momento de sua concessão, de maneira inversamente proporcional à idade de aposentadoria do segurado. Quanto menor a idade de aposentadoria, maior o redutor e, consequentemente, menor o valor do benefício. Para eles, eleger Serra significa fortalecer uma perspectiva neoliberal.

A grande maioria dos sindicalistas paulistanos apoia Haddad por ser o candidato que mais representa os interesses dos trabalhadores.

Deborah Moreira
Da redação do Vermelho