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Polícia aponta 5 envolvidos diretamente com morte de cães em Igaracy, PB

Cinco pessoas foram apontadas como envolvidos na morte de mais de 30 cães que foram sacrificados em Igaracy, no Sertão da Paraíba, no último dia 6 de março. Segundo o delegado que investiga o caso, Glêberson Fernandes, o inquérito deve ser concluído na próxima semana e os suspeitos vão ser indiciados pelos crimes de maus-tratos e descarte irregular de animais.

Entre os suspeitos estão o ex-secretário de saúde do município, José Carlos Maia, e quatro funcionários da Prefeitura que teriam participado da matança dos animais. As suspeitas têm como base o laudo pericial sobre a morte dos animais, entregue pelo Instituto de Polícia Científica de Patos nessa segunda-feira (26), que apontou os cachorros foram sacrificados por meio de lesões traumáticas e não pelo procedimento de eutanásia, como informado pela Secretaria de Saúde de Igaracy.

Segundo o delegado, além das cinco pessoas que teriam participação direta no caso, outras pessoas podem ser indiciadas.

“A partir de agora vamos ouvir outras pessoas, o vereador que fez a convocação do secretário pedindo solução para o problema e vamos ouvir também o prefeito para avaliar a responsabilidade de cada um deles”, disse o delegado.

Sobre o laudo pericial da morte dos animais, Glêberson Fernandes disse que o resultado comprovou a hipótese levantada pela Polícia Civil, de que a morte dos animais tinha acontecido de forma violenta. “O laudo veio confirmar aquilo que estávamos suspeitando da utilização de meios cruéis para o sacrifício dos cachorros”, comentou.

G1 procurou a Prefeitura de Igaracy e o ex-secretário de Saúde do município para saber qual o posicionamento a respeito desse caso. Por meio da assessoria de comunicação da Prefeitura do município, foi informado que a gestão só vai se pronunciar sobre o caso após a conclusão do inquérito e que o ex-secretário ainda não vai comentar o assunto.

Cerca de 30 animais de rua foram sacrificados no município de Igaracy, no Sertão paraibano (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Cerca de 30 animais de rua foram sacrificados no município de Igaracy, no Sertão paraibano (Foto: Reprodução/TV Paraíba)

Entenda o caso

Mais de 30 cães foram mortos após a Secretaria Municipal de Saúde de Igaracy ordenar a morte dos animais, alegando que eles estavam abandonados nas ruas, apresentando perfil violento e com doenças. Os moradores denunciaram o caso, que ganhou grande repercussão.

A Polícia Civil, o Ministério Público da Paraíba e (MPPB) o Conselho Regional de Medicina Veterinária da Paraíba (CRMV-PB) investigam o caso.

Após recomendação do Ministério Público da Paraíba (MPPB), o prefeito da cidade de Igaracy, José Carneiro Almeida da Silva, exonerou José Carlos Maia do cargo de secretário de Saúde do município e o afastou da função de veterinário. A exoneração foi divulgada no dia 9 de março.

O laudo pericial do Instituto de Polícia Civil (IPC) de Patos apontou que a morte dos cerca de 30 cães, em Igaracy, foi ocasionada de forma violenta, por meio de lesões traumáticas. O resultado do laudo foi entregue nessa segunda-feira (26) à Polícia Civil e contraria a versão apresentada inicialmente por José Carlos Maia, que na época secretário de saúde do município e ordenou a matança dos animais, de que os cachorros haviam passado pelo procedimento de eutanásia.

G1

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O comportamento de uma pessoa pode influenciar diretamente na balança

Apesar dos esforços em tentar manter uma refeição balanceada, existem pessoas que não conseguem completar uma dieta e, muitas vezes, acabam até ganhando mais gordura corporal do que quando começaram. Porém, pesquisadores norte-americanos descobriram que existe muito mais do que simplesmente força de vontade para seguir uma dieta.

Os disciplinados gostam de consumir alimentos saudáveis e fazem as refeições na hora certa. Foto: Vasile Bulgac/ stock.xchngOs disciplinados gostam de consumir alimentos saudáveis e fazem as refeições na hora certa. Foto: Vasile Bulgac/ stock.xchng
 

A pesquisadora Angelina R. Sutin analisou os dados de 1988 pessoas em um período de 50 anos e descobriu que personalidade e humor influenciam muito na escolha dos alimentos que serão consumidos. O artigo, intitulado “Personality and Obesity Across the Adult Life Span” (Personalidade e Obesidade na vida adulta) foi publicada no jornal American Psychological Association.

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Confira quais são os tipos de personalidade e no que elas influenciam no seu peso:

Impulsivos – Esses são os mais descontrolados na alimentação. O estudo mostrou que pessoas impulsivas pesavam, em média, 11 quilos a mais do que os disciplinados. Isso acontecer porque elas raramente pensam nas consequências que uma alimentação não saudável trará para a sua saúde. Além disso, é preciso muito esforço para conseguir seguir uma dieta de emagrecimento à risca.

Combativos – Pessoas que estão sempre irritadas e que raramente dão o braço a torcer também vivem em guerra com a balança. Isso ocorre porque o estresse libera uma grande quantidade do hormônio cortisol no organismo, que está diretamente ligado ao acúmulo de gordura. Além disso, pessoas com essa personalidade acabam consumindo alimentos ricos em açúcar e gordura, que liberam endorfina.

Depressivos – Um dos sintomas da doença psicológica é alterações no apetite, que pode levar a pessoa a comer mais ou menos, dependendo do período. Essa característica também faz com que depressivos passem pelo “efeito sanfona”, quando o indivíduo emagrece e engorda repetidas vezes.

Pessoas impulsivas raramente conseguem seguir uma dieta restrita. Foto: Ecilaecila/ stock.xchngPessoas impulsivas raramente conseguem seguir uma dieta restrita. Foto: Ecilaecila/ stock.xchng

Inseguros – Pessoas inseguras têm carência e baixa tolerância à frustrações, o que pode levar ao exagero alimentar.

Disciplinados – Pessoas disciplinadas tendem a comprar alimentos saudáveis e pouco calóricos, além de planejar as refeições e comer na hora certa. São as que melhor mantêm o peso ao longo dos anos. Segundo o estudo, essas pessoas tinham, em média, 4,5 quilos a menos do que os demais.

 

webrun

Prefeituras são autorizadas a prestar serviços de banda larga diretamente à população

 
Mudanças devem ampliar o acesso à internet para a população não atendida pelas atuais prestadoras de serviços
 
Divulgação/Governo de São Paulo A expectativa é de que a ampliação do acesso à internet chegue a população não atendida pelas atuais prestadoras de serviços

  • A expectativa é de que a ampliação do acesso à internet chegue a população não atendida pelas atuais prestadoras de serviços
A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) aprovou, na quinta-feira (6), o novo regulamento do Serviço Limitado Privado (SLP) que vai simplificar a prestação de serviços de banda larga por prefeituras, entidades da administração pública e organizações sem fins lucrativos.
De acordo com as novas regras, a prefeitura poderá prestar o serviço de forma direta aos cidadãos, utilizando o Serviço Limitado Privado. A expectativa do governo federal é de que essas mudanças possibilitem a ampliação do acesso à internet, principalmente para a população não atendida pelas atuais prestadoras de serviços
Entretanto, as prefeituras e instituições sem fins lucrativos dependem de prévia autorização da Anatel para oferecer esses serviços à população. Além disso, devem pagar o valor estabelecido no Regulamento de Cobrança de Preço Público pelo Direito de Exploração de Serviços de Telecomunicações e pelo Direito de Exploração de Satélite (PPDess), que corresponde a R$ 400.
Segundo a gerente de projeto da Secretaria de Telecomunicações, Diana Tomimura, com o novo regulamento, essas entidades poderão, por exemplo, levar internet a regiões que não despertam o interesse comercial das empresas de telecomunicações. “Com a alteração do regulamento, a prefeitura poderá, se preferir, prestar o serviço de forma direta, explica a gerente.
O Serviço Limitado Privado é um serviço de telecomunicações destinado à utilização própria ou à prestação de serviços a terceiros. Por meio do Serviço de Rede Privado, os municípios que não tem a disposição o serviço de banda larga poderão prover telecomunicação a uma mesma entidade, entre pontos distribuídos, de forma a estabelecer uma nova rede privada.
 Lei Geral de Telecomunicações
No Brasil, as políticas para as telecomunicações têm como finalidade atender ao cidadão, de forma a assegurar o acesso individualizado de todos a pelo menos um serviço de telecomunicação, além de garantir o acesso à internet a todos os cidadãos. Os serviços também devem atender às necessidades das populações rurais, estimular o desenvolvimento dos serviços de forma a aperfeiçoar e a ampliar o acesso, sob condições de tarifas e de preços justos e razoáveis. A organização do serviço de telecomunicações deve, ainda, promover a a inclusão social no País.
 Anatel
A Agência Nacional de Telecomunicações é o órgão federal que trata da regulamentação do setor, de forma a aprimorar as relações entre os consumidores e as empresas que atuam na área de telefonia. A Anatel é uma autarquia especial criada pela Lei Geral de Telecomunicações – Lei 9.472, de 16 de julho de 1997 -, que define serviços de telecomunicações como um conjunto de atividades que possibilita a oferta de telecomunicação.
O principal marco foi a criação, em 2008, do Plano Geral de Atualização da Regulamentação (PGR), que prevê a promoção de parcerias da Anatel com órgãos oficiais de proteção do consumidor, como Ministério Público, Ministério da Justiça, Procons e entidades representativas da sociedade organizada, bem como com os órgãos oficiais de defesa da concorrência.

Fonte: Portal Brasil

População de Campina Grande poderá procurar atendimento diretamente na UPA ou ser levada pelo SAMU

 

O atendimento na UPA (Unidade de Pronto-Atendimento) de Campina Grande, que será inaugurada no próximo sábado, 12, às 9h, será feito de duas formas, conforme explica a secretária municipal de Saúde, Tatiana Medeiros. Na primeira delas, a pessoa que apresenta necessidade de atendimentos de baixa e média complexidades, como vômito, diarréia ou uma entorse, pode procurar diretamente o serviço, que fica localizado na avenida Manoel Tavares. Nestes casos, a UPA irá suprir as necessidades de atendimentos à noite e nos finais de semana, quando as UBSF (Unidades Básicas de Saúde da Família) não funcionam.

Em outros casos considerados mais graves, os pacientes serão levados pelos profissionais do SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) para a UPA, onde serão atendidos e estabilizados até que, de acordo com a necessidade, os médicos reguladores consigam a vaga em UTI ou centro cirúrgico. Quando o paciente chegar a UPA, os médicos prestarão socorro e detalharão o diagnóstico, além de analisar se é necessário transferir o paciente ou apenas mantê-lo em observação. A UPA, que possui 20 leitos, também tem estrutura para realizar internações de até 48 horas ou mais.

A estrutura da UPA é composta ainda por 20 leitos, 6 salas de exames, 2 salas para classificação de risco, 2 salas de urgência, recepções, DML (Depósito de Material de Limpeza), depósito de macas, CAF (Central de Abastecimento Farmacêutico), farmácia, refeitório dos funcionários, copa para pacientes, repousos masculino e feminino, vestiários masculino e feminino, guarda-lixo, posto policial, almoxarifado, administração, direção, arquivo médico, banheiros masculino e feminino e banheiros para portadores de deficiência.

A UPA de Campina Grande, que funcionará 24 horas por dia, sete dias por semana, com seis médicos plantonistas, também terá salas para atendimento social, odontologia, sutura e curativos, gesso, raios x, aplicação de medicação e reidratação, eletrocardiografia, inalação coletiva, urgência e estabilização, higienização, roupa limpa, roupa suja, utilidades, esterilização e estocagem, coleta, esterilização e lavagem, estar para os funcionários e reuniões.

Construída na avenida Manoel Tavares, bairro do Alto Branco, a UPA de Campina Grande é de porte 3 e será a primeira do Estado da Paraíba com esta estrutura, que inclui uma área total de aproximadamente 5,5 mil m² e 1,7 mil m² de área construída. A UPA de Campina Grande terá o nome do médico Raimundo Maia de Oliveira, mais conhecido como Dr. Maia, fundador da tradicional Clínica de Dr. Maia.

 Pré-natal

“Mãe, uma vida que é sua, um compromisso que é nosso.” Com esta mensagem, a Secretaria Municipal de Saúde está distribuindo um material informativo e quer chamar a atenção das grávidas para a importância do pré-natal, que no município é realizado nas UBSF (Unidades Básicas de Saúde da Família) e ISEA (Instituto de Saúde Elpídio de Almeida), que é referência para as gestantes de alto risco. De acordo com a orientação dos profissionais de saúde, depois de confirmada a gravidez, o pré-natal deve ser iniciado imediatamente, de preferência antes do terceiro mês de gestação, na uma unidade de saúde mais próxima da sua residência.

É no pré-natal que são realizados todos os exames necessários para que a gravidez e o desenvolvimento do bebê transcorram normalmente: ABO-RH, que identifica o tipo de sangue da mãe, glicemia, hemograma, VDRL, para detectar a sífilis, sumário de urina, HIV/Aids, toxoplasmose, rubéola, hepatites B e C, além da ultrassonografia. Também durante a gravidez, as mulheres devem fazer o exame preventivo de câncer do colo uterino e tomar as vacinas antitetânica, influenza e hepatite.

A quantidade de consultas deve ser, durante toda a gestação, de pelo menos sete, três com médicos e quatro com enfermeiros e ainda durante a gravidez, as mulheres devem manter uma alimentação saudável e fazer atividades físicas. As gestantes devem andar com o cartão do pré-natal porque é nele que estão anotadas todas as observações referentes à gravidez e que podem auxiliar diante da necessidade de um atendimento de emergência.

Quando a mulher for para a maternidade, o cartão do pré-natal deve ser levado e a Secretaria Municipal de Saúde também alerta sobre um direito da gestante, assegurado por lei, que é de ter um acompanhante. Depois do parto, a revisão deve ser feita em até 40 dias e os cuidados também incluem o bebê, como a amamentação por pelo menos seis meses.

Na primeira semana pós-parto ele deve ser levado na UBSF mais próxima e diante de qualquer alteração no bebê, a mãe também deve levá-lo à unidade de saúde ou hospital para avaliação de um profissional.

Codecom da PMCG para o Focando a Notícia