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Pressionado por socialistas e tucanos, Cássio vive dilema sobre 2014; decisão será fundamental para destino de 2018

cassioEm busca de palanques fortes nas eleições à Presidência, o senador Aécio Neves (PSDB-MG) continua pressionando o senador correligionário Cássio Cunha Lima a disputar o governo da Paraíba, em 2014.

Aécio tem tentando de todos os meios a convencer Cássio a disputar o governo, rompendo assim, com o socialista Ricardo Coutinho. Para forçar o tucano a se decidir, Aécio tem se baseado nos números das últimas pesquisas encomendadas para consumo interno queapontam uma vantagem de Cássio em relação ao governador Ricardo Coutinho (PSB) e ao pré-candidato a governador pelo PMDB, Veneziano Vital do Rego.

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Como se não bastasse a pressão da Executiva Nacional do PSDB, os tucanos da Paraíba também tem exercido uma pressão psicológica sobre Cássio. O senador Cícero Lucena, um dos defensores da candidatura do senador, defende que seja realizada uma prévia, antes da convenção oficial de junho. Se depender de Cícero, uma das lideranças do PSDB estadual, Cássio anunciará logo em janeiro o seu futuro político.

“Estou defendendo algo que vem das ruas. Então, se existe o clamor da população porque não anteciparmos esse debate, se temos também um candidato, no caso do senador Cássio Cunha Lima, disparado nas pesquisas de intenções de votos”, ressaltou Cícero.

Se por um lado, os tucanos querem que Cássio saia candidato a governador para garantir um palanque para Aécio Neves, por outro, os socialistas cobram do senador paraibano a preservação da aliança política selada em 2010; O governador Eduardo Campos (PSB-PE) quer o apoio dos tucanos a seus candidatos ao governo, como em Pernambuco e na Paraíba.

Segundo matéria publicada no jornal o Globo, o socialista defendeu esta posição com o senador Cássio Cunha Lima (PSDB). A unidade entre os dois partidos nos Estados seria muito importante no plano nacional, quando estará em jogo o apoio a uma das candidaturas de oposição no segundo turno, acrescenta a notícia. Temos que nos entender. Porque ninguém é louco de achar que a presidente Dilma estará fora do segundo turno”, disse Cássio Cunha Lima ao Globo.

Além do mais, o vice-governador Rômulo Gouveia (PSD), não esconde o desejo de ver a aliança entre PSDB e PSB preservada. Pré-candidato ao Senado, Rômulo depende da manutenção da aliança para consolidar a sua pré-candidatura. E mesmo sendo fiel a Cássio, já adiantou que o PSD não abrirá mão de uma vaga na chapa Majoritária.

A decisão que Cássio tomará em 2014 deverá ser fundamental para o pleito de 2018, quando Ricardo só terá a chance de disputar o Senado. Já Cássio deverá disputar a reeleição ou migrar para a disputa ao Governo do Estado depois de ter se negado a atender aos apelos dos correligionários.

PBAgora

Como lidar com o dilema de ajudar ou não parentes financeiramente?

Lumi Mae/UOL
Lumi Mae/UOL

O descompasso financeiro entre as pessoas, principalmente da mesma família, pode levar a situações desconfortáveis ou constrangedoras, além do sentimento de culpa em quem está em uma situação melhor. Viajar ou ajudar um parente? Contar ou não ao irmão desempregado que vai comprar um apartamento ou trocar de carro? Dar presentes sofisticados nos aniversários ou optar por lembrancinhas mais de acordo com o poder aquisitivo dos familiares? São questões que parecem simples, mas nem sempre têm respostas óbvias.

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“Família é uma instituição com enorme força, seja ela boa ou não. É nela que se estabelecem os primeiros acordos, as primeiras negociações, as primeiras demonstrações de lealdade”, diz Blenda de Oliveira, psicóloga clínica e psicanalista pela Sociedade Brasileira de Psicanálise/SP. Ou seja, ser diferente, pensar diferente, ter outro estilo de vida ou construir valores próprios podem criar sentimentos de traição nos pais ou irmãos, por exemplo.

Aquele que tem mais dinheiro acaba se sentindo culpado por ter uma condição financeira melhor do que os outros. Um sentimento que tem mais razões subjetivas do que reais. “Não há por que sentir vergonha nem por ter mais nem por ter menos”, fala o professor Aurélio Melo, coordenador do GAEPE (Grupo de Atividades de Ensino, Pesquisa e Extensão) Psicologia do Desenvolvimento, da Universidade Mackenzie, em São Paulo.

A condição financeira pode ser resultado de uma combinação de sorte, trabalho e facilidades que alguns tiveram e outros não, conforme diz o professor Aurélio Melo. Portanto, “não há sentindo em nos culparmos por algo que não depende de nós”, acrescenta. Principalmente se o dinheiro foi obtido honestamente. “Não é crime ter uma vida melhor materialmente do que aquela da sua família. Entretanto, o processo de diferenciação pode provocar sentimentos de não mais pertencer ao grupo familiar”, diz Blenda.

Outra situação incômoda que pode aparecer é a família se sentir humilhada diante do poder aquisitivo maior do seu membro mais abonado. Como agir se isso acontecer? Para a psicanalista Blenda de Oliveira, não adianta fazer de conta que tem um menor poder aquisitivo só para aliviar os sentimentos de humilhação ou inveja que os familiares possam vir a sentir. “Se há esse sentimento, cabe aquele que o carrega resolver”, diz ela. Já para o professor Aurélio, ser discreto e simples pode ajudar o outro a não se sentir mal. “Mas não temos controle total sobre isso. Há pessoas que sempre se sentirão inferiores”, afirma.

Ter conforto ou ajudar?

No dia a dia, há situações que põem à prova os dois lados, o que tem mais e o que tem menos. Por exemplo, na hora em que um parente pede dinheiro emprestado. “Em primeiro lugar, deve-se pensar que não há obrigação em dar ou emprestar”, diz Cecília Zylberstajn, psicodramatista e psicóloga pela PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo). Também é preciso tomar cuidado para que a relação com os parentes não fique apenas baseada no dinheiro.

“Temos uma crença muito forte de que o dinheiro é algo sujo ou mau. Por isso, apropriar-se dele e negar a cedê-lo ou escolher para quem e onde colocá-lo vêm sempre associados a uma ideia errônea de egoísmo”, diz Blenda.

Isso sem contar a sensação de que há a “obrigação” de auxiliar as pessoas da família, o que pode levar a dilemas como: viajar ou ajudar o sobrinho a pagar suas mensalidades atrasadas da faculdade? Para o professor Aurélio Melo, a ideia de justiça pode ajudar a decidir. Basta fazer algumas perguntas: “Estou sendo justo comigo ajudando o outro? Isso me faz bem? É um dever meu? É algo que não preciso, mas me fará bem?”. As respostas mostrarão o que fazer.

Há outros momentos em que situações financeiras diferentes também podem criar desconfortos: em aniversários ou Natal, por exemplo. Nesses casos, a pergunta é: quem pode mais, deve ou não dar presentes mais caros, até mesmo para os seus próprios filhos? Como ficará a situação diante dos outros membros da família, que não têm tantas condições assim?

“Cada um deve presentear dentro de suas próprias condições”, diz Cecília Zylberstajn. “Há famílias que lidam bem com essas discrepâncias, outras não. O ideal, para não causar constrangimentos, é dar um presente mais caro para o filho em outra situação, como em seu aniversário, e não no Natal, na  frente de todo mundo”.

Segundo Blenda de Oliveira, a melhor maneira de lidar com situações assim é sempre usar o bom senso. “Sou partidária de manter certa privacidade em situações que podem causar incômodos, o que não deixa de ser uma escolha que prioriza o bem-estar e, além de tudo, é generosa”.

Quando o relacionamento torna-se muito complicado, com atitudes agressivas ou ironias de ambos os lados, chega o momento de avaliar o relacionamento familiar, afirma Cecília Zylbertajn. “Infelizmente, o dinheiro, às vezes, separa as pessoas”, afirma. Nesse momento, é hora de questionar se a família está te fazendo bem. Em alguns casos, o único jeito é se afastar. Ou, como diz a psicóloga e psicodramatista, “criar uma distância saudável e amigável”.

 

 

Uol

Crise aguda no PT faz Anísio viver o dilema: ame-o ou deixe-o

anisioO clima interno no Partido dos Trabalhadores da Paraíba está tão pesado que já tem gente dizendo que, entre os pensamentos que povoam a cabeça do deputado Anísio Maia, um deles aponta pra ele deixar a legenda. O deputado anda acusando companheiros de armação contra suas pretensões partidárias, a exemplo da disputa pela presidência da legenda. A contribuição partidária, ao menos, já faz três meses que ele não repassa, segundo informações de funcionário da direção estadual do PT. Anísio parece não achar legítimo financiar um PT presidido por Rodrigo Soares.

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Luís Tôrres

Paraíba ganha quatro novos deputados estaduais na sexta e vereador que é suplente vive dilema para posse na ALPB

A Assembleia Legislativa da Paraíba dá posse a novos deputados nesta sexta-feira (04), às 8h30, no Hotel Verde Green, em Manaíra, na Capital. Três deles assumem o cargo em virtude dos titulares terem sido eleitos prefeitos, um por pedido de licença e outro aguarda confirmação.

O deputado Jutay Meneses (PRB), que já esteve na Casa em 2012 durante licença do deputado Anísio Maia (PT), volta agora na condição de titular do mandato herdado do petista Luciano Cartaxo, que foi eleito prefeito de João Pessoa. Os outros nomes que assumem as cadeiras devido ao resultado das eleições municipais são Carlos Batinga (PSC) e Ivaldo Morais (PMDB) que assumem nos lugares deixados por Francisca Motta (PMDB) e André Gadelha (PMDB), eleitos prefeitos de Patos e Sousa, respectivamente.

Iraê Lucena (PMDB) é a quarta parlamentar a retornar à Casa de Epitácio Pessoa, ainda na condição de suplente, devido ao afastamento do deputado Guilherme Almeida (PSC), que pediu licença para assumir a Secretaria Municipal de Agricultura, em Campina Grande.

Uma quinta posse ainda está com o nome indefinido, tendo em vista que o suplente Reginaldo Pereira (PRP) foi eleito prefeito de Santa Rita, e o titular Toinho do Sopão (PEN) está de licença.

A saída de Reginaldo Pereira, para assumir a prefeitura de Santa Rita, deixou vago o cargo que pertence ao deputado Toinho do Sopão – que está em licença médica de 121 dias, desde outubro passado. O suplente da vez é o vereador reeleito de Campina Grande Joia Germano (PRP), porém, ele teria de renunciar ao mandato conquistado na Câmara Municipal campinense. Caso ele renuncie à vaga de deputado, quem deve assumir é o suplente Monaci Marques (PPS). Até a tarde desta quarta-feira (02), não havia comunicação oficial sobre a posição de Germano.

MaisPB com Assessoria