Arquivo da tag: diagnóstico

Entenda a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama

Mariane Teodoro, oncologista da Unimed João Pessoa, reforça o autoexame e os hábitos saudáveis para a prevenção da doença

Com o tema ‘Quanto antes, melhor!’, o Outubro Rosa, campanha de prevenção ao câncer de mama da Unimed João Pessoa, reforça a importância do diagnóstico precoce para permitir um tratamento menos agressivo e maiores chances de cura. Para a oncologista Mariane Teodoro Fernandes, especialista em câncer de mama e integrante da equipe da Unidade de Oncologia da Unimed JP, este ano, a campanha tem um significado ainda mais especiais. “Devido à pandemia da covid 19, tivemos uma diminuição de exames de rastreamento. Por isso, é tão importante lembrar a sociedade sobre a importância do exame, da prevenção e do tratamento correto”, alerta a médica.

Segundo ela, a adoção de hábitos saudáveis é a forma de prevenir e diminuir riscos. “Alimentação saudável e exercícios físicos são fundamentais, e também é importante a diminuição do consumo de álcool”, disse.

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (Inca), estima-se que em 2020 sejam descobertos mais de 66 mil novos casos de câncer de mama. O número de óbitos por esta doença deve ultrapassar os 17.500. As sociedades brasileiras de Oncologia e Mastologia recomendam que a mamografia deve ser feita anualmente a partir dos 40 anos de idade.

Autoexame – A maior parte dos casos de câncer de mama é descoberta pelas próprias mulheres, durante o autoexame. Por isso, todas devem conhecer o seu corpo para saber o que é e o que não é normal na sua mama.

É preciso lembrar que o autoexame é apenas a primeira precaução. A mulher deve ficar atenta também ao aparecimento de secreções e dores, além da consulta ginecológica anual.

O autoexame pode ser realizado em frente ao espelho, em pé ou deitada. Depois de fazer, caso sinta algum nódulo ou mudança na textura ou tamanho, deve ser procurar um ginecologista. Ele realizará o exame clínico de mama e poderá solicitar a mamografia.

Confira alguns sinais e sintomas:

• Nódulo (caroço), fixo e geralmente indolor: é a principal manifestação da doença, estando presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria mulher;
• Pele da mama avermelhada, retraída ou parecida com casca de laranja;
• Alterações no bico do peito (mamilo);
• Pequenos nódulos nas axilas ou no pescoço;
• Saída espontânea de líquido anormal pelos mamilos.

 

Assessoria

 

 

Paraíba já realizou 297.032 testes para diagnóstico da Covid-19

Neste domingo (23) a Paraíba registrou 162 novos casos de Covid-19 e 20 óbitos confirmados desde a última atualização, 07 deles ocorridos nas últimas 24h. Até o momento, 101.132 pessoas já contraíram a doença, 62.674 já se recuperaram e 2.308, infelizmente, faleceram. Até o momento, 297.032 testes para diagnóstico da Covid-19 já foram realizados e 123.082 casos foram descartados.

A ocupação total de leitos de UTI (adulto, pediátrico e obstétrico) em todo o estado é de 35%. Fazendo um recorte apenas dos leitos de UTI para adultos na Região Metropolitana de João Pessoa, a taxa de ocupação chega a 34%. Em Campina Grande estão ocupados 31% dos leitos de UTI adulto e no sertão 47% dos leitos de UTI para adultos.

O índice de Isolamento Social foi de apenas 36, 9%, considerado baixo em relação à meta de 70% e à mínima de 50%.

Os casos confirmados estão distribuídos por todos os 223 municípios paraibanos:

Água Branca (54); Aguiar (24); Alagoa Grande (911); Alagoa Nova (277); Alagoinha (932); Alcantil (59); Algodão de Jandaíra (16); Alhandra (620); Amparo (17); Aparecida (78); Araçagi (495); Arara (203); Araruna (234); Areia (411); Areia de Baraúnas (11); Areial (48); Aroeiras (209); Assunção (45); Baia da Traição (610); Bananeiras (285); Baraúna (135); Barra de Santa Rosa (73); Barra de Santana (104); Barra de São Miguel (55); Bayeux (1726); Belém (1001); Belém do Brejo do Cruz (40); Bernardino Batista (9); Boa Ventura (6); Boa Vista (102); Bom Jesus (12); Bom Sucesso (23); Bonito de Santa Fé (38); Boqueirão (371); Borborema (41); Brejo do Cruz (402); Brejo dos Santos (34); Caaporã (937); Cabaceiras (64); Cabedelo (2676); Cachoeira dos Índios (100); Cacimba de Areia (9); Cacimba de Dentro (266); Cacimbas (46); Caiçara (434); Cajazeiras (1573); Cajazeirinhas (33); Caldas Brandão (243); Camalaú (3); Campina Grande (12147); Capim (148); Caraúbas (43); Carrapateira (50); Casserengue (336); Catingueira (17), Catolé do Rocha (374); Caturité (102); Conceição (555); Condado (125); Conde (755); Congo (79); Coremas (131); Coxixola (34); Cruz do Espírito Santo (286); Cubati (75); Cuité (185); Cuité de Mamanguape (112); Cuitegí (400); Curral de Cima (28); Curral Velho (2), Damião (33); Desterro (54); Diamante (232); Dona Inês (89); Duas Estradas (84); Emas (50); Esperança (484); Fagundes (108); Frei Martinho (10); Gado Bravo (97); Guarabira (3928); Gurinhém (432); Gurjão (30); Ibiara (76); Igaracy (11); Imaculada (57); Ingá (1256); Itabaiana (1063); Itaporanga (322); Itapororoca (795); Itatuba (338); Jacaraú (295); Jericó (36); João Pessoa (25791); Joca Claudino (15); Juarez Távora (301); Juazeirinho (202); Junco do Seridó (60); Juripiranga (464); Juru (133); Lagoa (6); Lagoa de Dentro (134); Lagoa Seca (684); Lastro (20); Livramento (103); Logradouro (145); Lucena (423); Mãe d’Água (19); Malta (108); Mamanguape (2224); Manaíra (11); Marcação (370); Mari (1140); Marizópolis (32); Massaranduba (323); Mataraca (210); Matinhas (72); Mato Grosso (17); Matureia (48); Mogeiro (195); Montadas (47); Monte Horebe (30); Monteiro (478); Mulungu (375); Natuba (63); Nazarezinho (39); Nova Floresta (68), Nova Olinda (15); Nova Palmeira (76); Olho D´Água (40); Olivedos (95); Ouro Velho (2); Parari (5); Passagem (30); Patos (3498); Paulista (228); Pedra Branca (1); Pedra Lavrada (35); Pedras de Fogo (1284); Pedro Régis (50); Piancó (178); Picuí (241); Pilar (381); Pilões (108); Pilõezinhos (266); Pirpirituba (310); Pitimbu (613); Pocinhos (165); Poço Dantas (20); Poço de José Moura (29); Pombal (532); Prata (7); Princesa Isabel (89); Puxinanã (276); Queimadas (1144); Quixaba (34); Remígio (244); Riachão (75); Riachão do Bacamarte (229); Riachão do Poço (92); Riacho de Santo Antônio (30); Riacho dos Cavalos (14); Rio Tinto (1085); Salgadinho (30); Salgado de São Felix (257); Santa Cecília (74); Santa Cruz (58); Santa Helena (19); Santa Inês (65); Santa Luzia (251); Santa Rita (2906); Santa Terezinha (54); Santana de Mangueira (9); Santana dos Garrotes (19); Santo André (13); São Bentinho (64); São Bento (1855); São Domingos (6); São Domingos do Cariri (53); São Francisco (34); São João do Cariri (102); São João do Rio do Peixe (276); São João do Tigre (12); São José da Lagoa Tapada (59); São José de Caiana (48); São José de Espinharas (63); São José de Piranhas (180); São José de Princesa (2); São José do Bonfim (59); São José do Brejo do Cruz (14); São José do Sabugi (236); São José dos Cordeiros (42); São José dos Ramos (251); São Mamede (45); São Miguel de Taipu (137); São Sebastião de Lagoa de Roça (237); São Sebastião do Umbuzeiro (19); São Vicente do Seridó (49); Sapé (1086); Serra Branca (163); Serra da Raíz (27); Serra Grande (11); Serra Redonda (261); Serraria (172); Sertãozinho (283); Sobrado (189); Solânea (597); Soledade (164); Sossego (15), Sousa (1570); Sumé (251); Tacima (123); Taperoá (95); Tavares (145); Teixeira (166); Tenório (30); Triunfo (74); Uiraúna (136); Umbuzeiro (77); Várzea (18); Vieirópolis (7); Vista Serrana (14), Zabelê (30).

*Dados oficiais preliminares (fonte: SIM, e-sus VE e SIVEP) extraídos às 10h do dia 23/08, sujeitos a alteração por parte dos municípios.

Os 20 óbitos registrados neste domingo ocorreram entre 06 de julho e 22 de agosto, 09 deles nas últimas 48 horas. Os pacientes tinham idade entre 33 e 93 anos, sendo 06 deles com menos de 65 anos. Hipertensão foi a comorbidade mais frequente.

Homem, 33 anos, residente em Sousa. Hipertenso e diabético. Início dos sintomas em 17/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020.

Homem, 48 anos, residente em Patos.Portador de hipertensão e doença renal. Início dos sintomas em 30/07/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020.

Homem, 50 anos, residente em João Pessoa. Não possuía comorbidade. Com início dos sintomas em 01/08/2020, foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020.

Mulher, 59 anos, residente em Campina Grande. Sem comorbidade. Início dos sintomas em 15/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020.

Mulher, 61 anos, residente em Alagoa Grande. Cardiopata, obesa e diabética. Início dos sintomas em 20/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020.

Mulher, 80 anos, residente em João Pessoa. Hipertensa e cardiopata. Início dos sintomas em 01/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020.

Mulher, 86 anos, residente em Patos.Hipertensa e diabética. Início dos sintomas em 14/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 22/08/2020.

Mulher, 78 anos, residente em Cuitegi. Hipertensa, cardiopata, obesa e diabética. Início dos sintomas em 11/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 21/08/2020.

Mulher, 88 anos, residente em Pilar. Portadora de doença renal. Início dos sintomas em 12/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 21/08/2020.

Homem, 92 anos, residente em Campina Grande. Diabético. Início dos sintomas em 14/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 20/08/2020.

Homem, 93 anos, residente em Campina Grande. Portador de hipertensão e cardiopatia. Início dos sintomas em 12/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 20/08/2020.

Mulher, 92 anos, residente em Queimadas. portadora de doença renal, cardiopatia e senilidade. Início dos sintomas em 10/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 19/08/2020.

Homem, 76 anos, residente em Mulungu.Sem informação de comorbidade. Início dos sintomas em 18/08/2020, foi a óbito no mesmo dia em hospital público.

Homem, 77 anos, residente em campina Grande. Portador de hipertensão e doença renal. Início dos sintomas em 10/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 18/08/2020.

Mulher, 76 anos, residente em Caiçara. Diabética. Início dos sintomas em 04/08/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 11/08/2020.

Mulher, 70 anos, residente em Mulungu.Cardiopata. Início dos sintomas em 29/07/2020. Foi a em hospital público no dia 09/08/2020.

Mulher, 92 anos, residente em Alagoinha. Sem comorbidade. Início dos sintomas em 03/08/2020. Foi a em hospital público no dia 08/08/2020.

Mulher, 82 anos, residente em Umbuzeiro. Portadora de doença respiratória. Início dos sintomas em 13/04/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 23/07/2020.

Homem, 45 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso, cardiopata e diabético. Início dos sintomas em 30/06/2020. Foi a óbito em hospital público no dia 21/07/2020.

Homem, 71 anos, residente em João Pessoa. Hipertenso, diabético, cardiopata e ex- tabagista. Início dos sintomas em 28/05/2020. Foi a em hospital público no dia 06/07/2020.

Os dados epidemiológicos e de ocupação de leitos estão disponíveis em www.paraiba.pb.gov.br/coronavirus

Secom PB

 

 

Pediatra afirma que  diagnostico  de Dengue em crianças é mais difícil

Por mais que campanhas e alertas sejam feitos anualmente, a dengue é difícil de ser diagnosticada e quando a picada do Aedes Aegypt afeta uma criança, a identificação da doença torna-se ainda mais complicada.

Os sintomas da doença são: dores de cabeça, falta de apetite, vômitos, febre, diarreia e em alguns casos, sangramento na gengiva ou nariz. Vale ressaltar que nem todos os sintomas aparecem nos primeiros dias, podendo ser confundido com uma gripe forte.

Por isso, é preciso muita atenção quando há manifestações de doenças nos pequenos. A pediatra Dra. Loretta Campos explica: “a dengue pode ser assintomática ou com poucos sintomas, ou seja, qualquer quadro febril pode caracterizar dengue” e complementa “é sempre necessário observar a ausência de apetite, muita sonolência ou apresentar quadro de vômitos ou diarreia”. Outras manifestações da doença são as manchas vermelhas na pele, vale lembrar que, pode aparecer de três a sete dias do início da doença.

Para o tratamento, a pediatra adverte: “ao apresentar esses sintomas, é necessário procurar atendimento médico. Nesse período, é importante seguir à risca as prescrições médicas, como atentar-se para a hidratação do paciente, sempre monitorando os sintomas para evitar complicações graves da doença”.

Dra. Loretta Campos: Pediatra e Consultora de Aleitamento Materno – Pediatra pela Universidade de São Paulo (USP), Consultora Internacional em Aleitamento Materno (IBCLC), Consultora do sono, Educadora Parental pela Discipline Positive Association e membro das Sociedades Goiana e Brasileira de Pediatria. A médica aborda temas sobre aleitamento materno com ênfase na área comportamental da criança e parentalidade positiva.

Redes Sociais:

Instagram: @dralorettacampos

https://www.instagram.com/dralorettapediatra/

Facebook: @dralorettaoediatra

https://www.facebook.com/dralorettapediatra/

 Agência Contato Comunicação

 

Homem que teve diagnóstico de coronavírus descartado na Paraíba recebe alta hospitalar

O primeiro homem que foi internado com suspeita de coronavírus na Paraíba recebeu alta hospitalar na noite deste domingo (1º). Ele foi internado na terça-feira (25) de Carnaval e o exame que descartou a infecção nele foi divulgado na última sexta-feira (28).

O homem estava internado no Hospital Clementino Fraga, no bairro de Jaguaribe, em João Pessoa. De acordo com informações repassadas pelo secretário de Estado da Saúde, Geraldo Medeiros, o homem vai concluir o tratamento com antibióticos em casa.

Na sexta-feira, o secretário executivo de Gestão da Rede de Unidades de Saúde da Paraíba, Daniel Beltrammi, explicou a situação dos dois pacientes internados entre terça-feira (25) e sexta-feira. O exame feito no paraibano já descartou a infecção e o italiano não tem nem sintomas gripais que pudessem levá-lo a ser um caso suspeito de coronavírus.

Segundo o médico, em relação ao paraibano internado na terça, vindo da Itália, “o paciente está com rinovírus. É um vírus comum do resfriado que a gente tem uma ou duas vezes no ano, e que deixa o olho lacrimejante, nariz cheio, deixa a gente um pouco indisposto quando acorda pela manhã…”

Já o italiano tem problemas na perna que causaram desconforto respiratório. “O paciente, neste momento, não apresenta sintoma que possa enquadrá-lo minimamente em caso suspeito (de coronavírus). Desde o dia 7 de fevereiro (no Brasil), ele nunca teve um episódio febril, ele nem teve minimamente gripado, com nariz cheio ou tosse… Ele está apresentando um sintoma que está concentrado na perna. Um problema nas veias da perna. Isso pode causar um desconforto respiratório.”

O secretário executivo comentou o resultado do exame negativo para coronavírus no paraibano vindo da Itália. “Esse exame a gente acabou de receber a informação que ele foi confirmado pelo Instituto Evandro Chagas, que é o centro de referência do Ministério da Saúde para o Norte e Nordeste, para a última contraprova de coronavírus e eles confirmaram que é um rinovírus. Agora nós vamos tomar as medidas para terminar os cuidados com esse paciente.”

Ainda de acordo com Daniel Beltrammi, “neste momento, nós podemos dizer, com algum grau de certeza, que nós não temos nenhum caso confirmado de coronavírus no estado da Paraíba.”

 

clickpb

 

 

Diagnóstico precoce de Hanseníase evita consequências mais graves

O último levantamento da Organização Mundial de Saúde indicou que, apenas em 2017, foram registrados 210.671 novos casos de Hanseníase em 150 países. O Brasil ocupa a 2ª posição nesse ranking, com 26.875 registros, perdendo apenas para a Índia. Mas você sabe o que é a doença? A Hanseníase é uma infecção crônica, transmissível e que tem a capacidade de afetar um grande número de pessoas. No caso dos pacientes diagnosticados e que não fazem tratamento, as consequências podem ser mais graves. Para falar sobre assunto, conversamos com a coordenadora-geral de Hanseníase e Doenças em Eliminação do Ministério da Saúde, Carmelita Ribeiro Filha.

“Como o bacilo tem essa preferência pelo nervo periférico, uma pessoa acometida pela Hanseníase, não são todas, mas algumas desenvolvem incapacidades físicas, ou seja, tem uma mão em garra, um pé em garra, uma mão caída… Então seria muito bom, ou menos pior, se a Hanseníase fosse só essa lesão em pele, tratou, acabou. Não é. A hanseníase tem essas complicações e essa incapacidade, que é o principal motivo do estigma e de discriminação”.

Créditos:Ministério da Saúde

O importante é ficar atento aos sinais do seu corpo. Ao surgimento de qualquer mancha que tenha a perda de capacidade sensitiva de dor, calor ou frio, procure a Unidade Básica de Saúde mais próxima. Quanto mais cedo o diagnóstico, menores as chances de sequelas. A Hanseníase tem cura e o tratamento está disponível gratuitamente no SUS. Por isso, não esqueça: identificou, tratou, curou. Para mais informações acesse saúde.gov.br/hanseníase.

Créditos:Ministério da Saúde

 

agenciadoradio

 

 

 

Câncer de próstata: diagnóstico precoce evita tratamento agressivo

medicoNa década de 80, o câncer de próstata era diagnosticado, na maioria das vezes, quando a doença já estava numa fase avançada. Era frequente recebermos pacientes que haviam procurado auxílio devido a dor lombar e que, no decorrer da investigação, descobria-se que a dor era provocada por uma metástase deste câncer para as vértebras da coluna lombar. Pouco havia a fazer, exceto tratamentos paliativos que, na melhor das hipóteses, conseguiam manter o paciente vivo por no máximo mais cinco anos.

Nessa mesma década, verificou-se uma enzima produzida pela próstata que podia ser dosada em exames de sangue, e também que essa dosagem estava aumentada em pacientes portadores de câncer de próstata. Além disso, percebeu-se que este aumento era proporcional à extensão da doença: em pacientes com a doença em estado inicial a elevação era discreta, e em pacientes com doença avançada o aumento era muito grande. Sabendo disso, os urologistas começaram a recomendar que os homens fizessem de rotina o exame “preventivo” da próstata. Desde então muito se aprendeu em relação ao câncer de próstata e seu tratamento.

Procure sempre conversar com seu urologista, ele é a pessoa mais indicada para lhe orientar.

O diagnóstico precoce do câncer de próstata permite que os tratamentos tenham maior chance de curar o paciente da doença. A Associação Européia de Urologia, em suas diretrizes, chama a atenção para o fato que o diagnóstico precoce do câncer de próstata evita 35% das mortes que ocorreriam pela doença, caso esse diagnóstico não fosse feito em programas de rastreamento.

Na pista do câncer

O diagnóstico de tumores na próstata é feito a partir de dois exames: o toque retal, por meio do qual os urologistas conseguem perceber a consistência da próstata (as regiões da próstata acometidas pelo câncer tendem a ter consistência mais endurecida), e a dosagem, no sangue, do antígeno prostático específico (PSA), que está aumentado nos pacientes portadores deste tipo de câncer.

A partir de achados alterados nesses dois exames, deve ser solicitada a biópsia da próstata, e com ela o exame histopatológico dos fragmentos prostáticos, que selam o diagnóstico. No entanto, nem sempre um câncer de próstata diagnosticado em fase inicial precisará de tratamento – este só deverá ser realizado em pacientes cuja expectativa de vida seja suficientemente longa para que ele possa efetivamente usufruir do benefício do tratamento. Geralmente pacientes muito idosos ou com outras doenças concomitantes graves, e que por isso tenham expectativa de vida inferior a 10 anos, não devem ser tratados, pois o óbito acontecerá antes por outras causas. Recomenda-se até mesmo que não se deva realizar o exame rotineiro da próstata em homens com este perfil. É consenso geral que pacientes assintomáticos com mais de 75 anos não devem ser submetidos a exames para o diagnóstico precoce deste tipo de tumor.

Nos homens com expectativa de vida maior a situação é totalmente diferente: devemos pensar sempre em não deixar que o câncer diminua a perspectiva de vida, tampouco comprometa a qualidade de vida. A prostatectomia radical (assim denominamos a cirurgia para o tratamento do câncer de próstata) é considerada o tratamento padrão para essa doença. Deve sempre ser indicada nos pacientes que podem se beneficiar do procedimento: aqueles com expectativa de vida superior a 10 anos e cujo câncer tem maiores chances de evoluir.

Por outro lado, em determinadas situações, o câncer de próstata localizado necessitará de tratamento imediato, mesmo em homens mais jovens. Em alguns casos selecionados, quando os exames mostram tumores de comportamento menos agressivo, ou tumores que possam demorar mais tempo para evoluir, podemos propor ao paciente somente o acompanhamento, e iniciar o tratamento mais tarde, porém antes que a doença possa progredir a ponto de diminuir as chances de cura.

minhavida

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Diagnóstico pode salvar: 800 paraibanas devem desenvolver câncer de mama este ano

cancer-mamaO Instituto Nacional do Câncer (Inca) previu 800 casos novos de câncer de mama no Estado, até o final de 2016, mas pela dificuldade de diagnóstico, nem todas descobrirão. No Hospital Napoleão Laureano, em João Pessoa, referência para o tratamento na Paraíba, 200 mulheres iniciaram terapias, até agora. A dificuldade no agendamento, de consultas e exames, feito pelos municípios, e o adiamento da consulta por algumas mulheres podem agravar os casos e aumentar os óbitos que, este ano, chegam a 166, e somam 1.121 mortes de 2011 a 2015.

Para a mastologista Joana Barros, presidente da ONG Amigos do Peito,  existe muita burocracia para agendar a mamografia e as falhas na rede pública fazem com que haja um número menor de mulheres com o diagnóstico e a possibilidade de iniciar o quanto antes o tratamento. “Existe algo provando que não flui, porque a mulher não consegue agendar, não ultrapassa a barreira no meio do caminho. Não há o cumprimento do rastreamento mamográfico que é capaz de reduzir a mortalidade por câncer de mama”, analisou.

A médica observou que o autoexame, orientado pelas Secretarias de Saúde, é importante, mas não suficiente para que a paciente tenha um diagnóstico precoce. Ela ressaltou também que, em João Pessoa, há mamógrafos suficientes. “Já no interior, a situação é caótica. São pouquíssimos os municípios que têm condições”, lamentou.

Em 2015, foi lançada a campanha ‘Dê uma chance a elas’, com a venda de camisetas e outros produtos. O valor arrecadado foi usado na realização de biópsias para mulheres que haviam sido triadas no Laureano. Das mais de 100 mulheres atendidas em uma clínica particular, 40 apresentaram alterações e realizaram biópsias a baixo custo com a ajuda de parceiros da ONG Amigos do Peito. Destas, 38 tiveram diagnóstico positivo para câncer de mama.

“Resolvemos fazer esse trabalho porque há uma demora muito grande entre a mulher encontrar a lesão, seja ela vendo ou através de mamografia, e a realização da biópsia, que é essencial para dar início ao tratamento. Tem muitas mulheres nessa situação. Nas que conseguimos triar, demos uma agilidade no diagnóstico e foram encaminhadas para fazer o tratamento. Ou seja, com uma estrutura pequena, fizemos 38 diagnósticos de câncer. Imagine quantos casos estão por serem diagnosticados”, constatou a mastologista Joana Barros.

“O que é agendado pelos municípios, nós fazemos, mas estão sobrando mamografias. Isso traz prejuízo para o tratamento porque não começa a tempo. Fico triste com isso”, lamentou o diretor do Hospital Napoleão Laureano, Ivo Borges.

Até o final do ano, a Secretaria Municipal de Saúde de João Pessoa deve levar unidades móveis aos bairros de João Pessoa, equipadas com mamógrafos, reduzindo a distância entre pacientes e o exame, conforme Niedja Rodrigues, diretora de Atenção à Saúde da SMS.

correiodaparaiba

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Ricardo inaugura Serviço de Diagnóstico Mamário que vai disponibilizar cerca de mil mamografias por mês

ricardoO governador Ricardo Coutinho inaugurou, nesta sexta-feira (26), o Serviço de Diagnóstico Mamário da Paraíba no Centro Especializado de Diagnóstico do Câncer (CEDC). O mamógrafo para o local foi adquirido por meio de recursos oriundos de convênio entre o Governo Federal e o Governo Estadual. Foi investido aproximadamente de R$ 1 milhão na aquisição do equipamento e na adequação dos espaços do CEDC.  O Serviço de Diagnóstico Mamário vai atender uma demanda de aproximadamente mil mamografias por mês. A ação faz parte da programação elaborada pelo Governo do Estado em comemoração ao aniversário de 431 anos da cidade de João Pessoa.

Na ocasião, o governador Ricardo Coutinho ressaltou que este serviço é uma necessidade primordial para a saúde das mulheres e que o Estado tem ampliado os atendimentos, além de adquirir novos equipamentos para atender mais e melhor. “Nosso objetivo é oferecer integralidade na atenção à saúde, fazendo com que os pacientes sejam bem atendidos e tenham serviços de alta tecnologia. Aqui no CEDC são referenciados cerca de 80 municípios e são feitos aproximadamente 5 mil atendimentos por mês, entre consultas e exames. Com essa aquisição do mamógrafo de última geração e totalmente digital, ficamos em um patamar avançado na prevenção ao câncer de mama, que é a segunda doença que mais causa mortes de mulheres. Importante dizer que as pessoas têm que se conscientizar e buscar o auxílio médico, porque quanto antes a doença for diagnosticada, maior a chance de cura”, comentou.

A secretária da Saúde, Roberta Abath, destacou a importância do serviço que é referência para o Estado e vai disponibilizar cerca de mil mamografias por mês. “Podemos perceber que, além do mamógrafo de alta tecnologia, o ambiente foi preparado com esmero para receber pacientes e funcionários. Além disso, ressalto que os profissionais têm excelência no mercado e estão sendo qualificados para melhor atender os pacientes. Lembrando que no panorama do câncer de mama, a prevenção é fundamental. Ele tem cura e é preciso salientar a importância do diagnóstico precoce. Com a chegada do Serviço de Diagnóstico Mamário da Paraíba, a expectativa é que tenhamos, pelo menos, mil atendimentos por mês”, relatou.

De acordo com a diretora geral do CEDC, Roseane Machado, o mamógrafo adquirido pelo Governo do Estado é totalmente digital, sendo o único deste tipo na Rede de Assistência da Paraíba. “Esse equipamento vai começar a funcionar dentro de 15 dias e será um marco nessa gestão, porque este serviço é de alta tecnologia, sendo o que há de melhor no país. Dessa maneira, vai possibilitar que o paciente seja diagnosticado em fase inicial, de forma rápida, ajudando a reduzir a mortalidade devido o câncer de mama. O serviço é especializado e a mulher deve ir, primeiramente, a um posto de saúde, onde será encaminhada para o CEDC. Aqui ela fará sua consulta especializada com um mastologista, a mamografia e a ultrassonografia mamária. A nossa equipe está sendo treinada e estará pronta para acolher os pacientes com toda eficiência. A Paraíba está de parabéns por oferecer gratuitamente esse serviço tão importante à população”, pontuou.

“Eu estou com um nódulo no seio e fui encaminhada para atendimento aqui no CEDC. Fiquei feliz em saber que agora esse local vai ter um equipamento super moderno para fazer mamografias. Tenho certeza que as mulheres serão muito beneficiadas com isso”, falou a dona de casa Ana Conceição.

Dados – De acordo com informações do Instituto Nacional de Câncer (Inca), estima-se que na Paraíba apareçam 800 novos casos de câncer de mama em mulheres no ano de 2016. Na capital, a estimativa é que surjam 250 novos casos este ano. Com relação ao número de óbitos de mulheres por câncer de mama, em 2016 já foram contabilizados 150. No ano passado, morreram 246 mulheres em função do câncer de mama. Já em 2014, foram 240 óbitos.

Secom-PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Pesquisadora diz que exames específicos dificulta diagnostico de zika na PB

Microcefalia-em-Campina-Grande-1-1A falta de exames específicos pode dificultar o diagnóstico do zica vírus na Paraíba. Pelo menos é que o que alerta os especialistas. Segundo médica paraibana especialista em medicina fetal, Adriana Melo, atualmente os casos estão sendo acompanhados apenas com base nos sintomas. A esperança de um diagnóstico mais preciso está em três novos testes que tiveram as vendas autorizadas pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que podem constatar o vírus.

“A maior dificuldade é que hoje não temos sorologia para identificar o vírus, o que temos é o PCR, onde paciente precisa está com a doença ativa. Porém o vírus dura pouco tempo no organismo. A nossa perspectiva está sendo apenas com os sintomas”, disse a médica Adriana Melo, que pesquisa a relação entre o zika e microcefalia em Campina Grande, no Agreste da Paraíba.

Entres os três testes autorizados pela Anvisa, um deles é igual ao PCR, que é usado atualmente, e os outros dois vão detectar anticorpos no organismo. Um desses dois precisa ser feito enquanto o paciente está com os sintomas, já o outro poderá detectar se a pessoa já teve o vírus até cerca de 5 anos antes. Cada teste deve custar em média de R$ 500 a R$ 800. O prazo para que estes testes estejam no mercado dependerá dos fabricantes.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

A Paraíba que teve 37 casos de microcefalia em 2015. Entretanto, no estado existem mulheres grávidas que sentem os sintomas do vírus, mas não têm o diagnostico confirmado pelos exames. Preocupada com o número de casos, a pesquisadora afirma que o país precisa se preparar para dar suporte as crianças que estão nascendo com microcefalia. “Está na hora de parar e pensar em montar serviços específicos, pois são centenas que vão precisar de apoio”, disse a médica.

No começo deste ano, a médica criticou a falta de testes e assistência as mães.

Adriana liderou o grupo que primeiro identificou no Brasil o vírus zika no líquido amniótico de gestantes com fetos microcéfalos. Ela não viu ainda sinais concretos de assistência para essas mães e seus filhos. Lamenta a desinformação e a falta de testes para se afirmar com certeza se as grávidas tiveram zika:

— O que o Ministério da Saúde está fazendo de concreto por essas crianças agora? Ainda não vi. Pernambuco montou um centro de atendimento. E aqui temos recebido muita ajuda da prefeitura de Campina Grande. Mas somos um município pobre e recebemos pacientes de todo o estado.

A Paraíba é o segundo estado com mais casos suspeitos de microcefalia. A procura por atendimento é tão grande que Adriana e sua equipe já nem perguntam mais, como era de praxe, de onde vem a grávida.

— Elas não têm para onde ir. Registramos e começamos a atender

Em ampla reportagem na edição deste domingo, 07, o New York Times, um dos mais importantes jornais do mundo e o maior dos Estados Unidos, abriu espaço para uma extensa cobertura da propagação do vírus zika no Brasil e o esforço do País para contê-lo. Na matéria, é citada a participação da médica do Instituto Elpidio de Almeida – ISEA, Adriana Melo, na descoberta da relação com a microcefalia. Recentemente, Adriana já fora matéria no Jornal O Globo, com ampla reportagem, bem como na edição do Jornal Hoje, da TV Globo, onde ela falou sobre a questão e criticou a falta de recursos para pesquisas.

A matéria do NYT, que cita outros pesquisadores, ao comentar a tentativa de descoberta da ligação entre o vírus e microcefalia, refere-se a Adriana textualmente:

PBAgora

Ministro anuncia diagnóstico da zika, dengue e chikungunya simultâneos

zicaUma importante inovação permitirá o diagnóstico simultâneo da dengue, do zika vírus e da febre chikungunya. A informação foi anunciada pelo Ministro da Saúde, Marcelo Castro, em visita ao campus da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) na manhã deste sábado (16).

De acordo com o Instituto, a novidade vai garantir maior agilidade para o diagnóstico realizado na rede de laboratórios do Ministérios da Saúde, além de reduzir os custos e permitir a substituição de insumos estrangeiros por um produto nacional.

A expectativa é que o teste esteja disponível ainda no primeiro semestre deste ano. “Já estamos com 18 dos 27 laboratórios centrais equipados para receber esse teste e agora em fevereiro a Fiocruz vai produzir esses testes”, destacou o ministro. A estimativa de custo para a realização do diagnóstico é de US$ 20 por teste.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Teste só detecta zika durante período de infecção
O novo Kit NAT, porém, funciona por PCR — detecção de segmentos de material genético do vírus — e só é capaz de detectar os patógenos durante o período de infecção viral, que dura apenas alguns dias.

A Fiocruz e outros institutos de pesquisa do país ainda buscam maneiras de criar um teste do zika por sorologia, que avalia a reação do sistema imune do paciente. Esse tipo de teste, mais prático de realizar e capaz de identificar infecções passadas, por enquanto só existe para dengue e chikungunya.

Só com o teste por sorologia, que pode ser realizado em postos de saúde, cientistas têm como começar a fazer um mapa mais preciso da disseminação do zika no país. Com a sorologia, grávidas em estágio avançado também poderão saber se tiveram ou não o vírus no início da gestação, com risco de comprometimento neurológico para o feto.

“Esses testes são os testes moleculares que permitem o diagnóstico da situação clínica dessas infecções. Basicamente, o que a gente pode fazer é amplificar pedaços específicos de cada um desses patógenos e dessa maneira a gente consegue dar alta sensibilidade porque em cadastros dessa reação a gente pode duplicar o número de amostras. A gente faz diferentes etapas pra chegar numa amplificação muito grande e a gente tem uma assinatura molecular muito específica, que permite diferenciar de maneira muito efetiva a sequência associada ao patógeno que foi originado na infecção”, explicou Marco Aurélio Krieger, vice-diretor de Desenvolvimento Tecnológico e Prototipagem do Instituto Carlos Chagas (Fiocruz-Paraná).

Kit NAT permitirá realizar a identificação simultânea do material genético dos três vírus (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)Kit NAT permitirá realizar a identificação simultânea do material genético dos três vírus (Foto: Fernanda Rouvenat / G1)

Agora, para o diagnóstico simultâneo, o Kit NAT Discriminatório para dengue, zika e chikungunya permitirá realizar a identificação simultânea do material genético dos três vírus e, além de evitar a necessidade de testes separados, o Kit NAT também oferece uma combinação pronta de reagentes que vão acelerar a análise das amostras e a liberação dos resultados.

O diagnóstico do zika vírus, atualmente, é feito por técnicas moleculares, com uso da técnica de RT-PCR em Tempo Real, que identifica a presença do material genético do vírus na amostra. Para isso, são usados reagentes importados e, para descartar a presença dos vírus dengue e chikungunya, é necessário realizar cada exame separadamente.

A inovação é resultado do trabalho conjunto do Instituto de Biologia Molecular do Paraná (IBMP) e do Instituto Oswaldo Cruz (IOC/Fiocruz), com apoio do Instituto Carlos Chagas, do Centro de Pesquisas Aggeu Magalhães e do Isntituto de Tecnologia em Imunobiológicos.

 

G1