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16,8 milhões de brasileiros vivem com diabetes e especialista afirma que estilo de vida saudável é caminho para prevenir doença

Dados epidemiológicos divulgados pela Sociedade Brasileira de Diabetes, no primeiro semestre deste ano, apontam que 7,9% da população de João Pessoa foi diagnosticada com Diabetes Mellitus por meio do Teste Oral de Tolerância à glicose. Neste sábado (14), Dia Mundial da Diabetes, o endocrinologista do Hapvida em João Pessoa Francilino Leite explica o que é a doença que atinge 16,8 milhões de pessoas no Brasil, de acordo com dados da International Diabetes Federation. “É uma doença metabólica causada pela falta ou incapacidade da insulina exercer suas funções. É caracterizada pelo aumento da glicose no sangue, ou seja, hiperglicemia”, esclarece.

O especialista afirma que a grande maioria dos pacientes está classificada em dois tipos da doença: diabetes tipo 1, em que o quadro clínico ocorre com sintomas como fome excessiva, sede, diurese, cansaço e fraqueza. Já a diabetes tipo 2, a evolução do quadro clínico se dá de forma mais lenta e sintomas como sede, aumento da diurese, dores nas pernas, alterações visuais, entre outros podem demorar a aparecer. Nesse último caso, geralmente está associada ao ganho de peso e obesidade, além do histórico familiar.

Francilino Leite ressalta que segundo a Organização Mundial de Saúde, (OMS, 2016) existem 422 milhões de pessoas diabéticas tipo 2 no mundo. “Esse número alarmante pode ser relacionado à obesidade, hábitos alimentares e falta de atividade física. Por isso, cuidar da sua saúde, alimentar-se bem, fazer atividade física e priorizar o seu bem-estar é essencial”, sugere.

Diagnóstico e Controle – O endocrinologista do Hapvida explica que o diagnóstico deve ser feito com base na avaliação clínica e laboratorial. “Lembrando sempre que o diagnóstico e acompanhamento devem ser feitos pelo médico, sendo de suma importância para o paciente receber orientações sobre a doença e seu tratamento”, esclarece.

O especialista reforça que o paciente diabético deve controlar o nível de glicose no sangue através de medição, glicosimetro, sendo necessário criar uma rotina de medição seguindo os horários e situações ideais orientadas pelo médico.

Mais Dados – Segundo informações do International Diabetes Federation, divulgados pela Sociedade Brasileira de Diabetes, a estimativa é que na América do Sul e Central, até 2045, haja um aumento de 55% de casos de diabetes, chegando a um total de 49 milhões de pessoas. O estudo mostra ainda que na faixa etária de zero a 14 anos, o Brasil está entre os cinco países com maior número de crianças e adolescentes com diabetes do tipo 1, com um total de 51.500 casos, ocupando a terceira colocação e ficando atrás apenas de países como a Índia, que ocupa a primeira posição (95.600) e dos Estados Unidos, que está como segundo colocado (94.200).

 

Assessoria de Imprensa

 

 

Quatro em cada dez brasileiros com diabetes tipo 2 têm doenças cardiovasculares

Quatro em cada dez brasileiros com diabetes tipo 2 têm doenças cardiovasculares. O dado alarmante foi revelado pelo estudo CAPTURE, levantamento global que analisou a prevalência, percepção e o tratamento dos fatores de risco cardiovasculares no diabetes tipo 2, tipo mais comum da doença e que aumenta em até quatro vezes a propensão a infarto cardíaco e derrame cerebral.

O CAPTURE é o maior estudo observacional já realizado pela Novo Nordisk,      empresa líder global de saúde dedicada  a promover mudanças para vencer o diabetes e outras doenças crônicas graves, como obesidade e distúrbios hematológicos e endócrinos raros. A pesquisa aponta que, globalmente, 1 em cada 3 pessoas com diabetes tipo 2 apresentam doenças cardiovasculares. Destas, 9 em cada 10 apresentam aterosclerose, doença cardiovascular que consiste na formação de placas de gordura e outras substâncias nas paredes das artérias.

O avanço da aterosclerose pode comprometer o fluxo sanguíneo e causar problemas graves, como aponta Raquel Cristina Coelho, gerente médica da Novo Nordisk. “A aterosclerose constitui a base de quase todos os problemas cardíacos que afetam a pessoa com diabetes. Esse processo pode começar até mesmo na infância e, geralmente, quando ele se manifesta — de forma geral, na vida adulta — é mais grave. Pode ser um infarto, um AVC, uma doença mais perigosa”, ressalta.

Informação

Consequências graves da aterosclerose, o infarto cardíaco e o derrame são responsáveis por 80% das mortes relacionadas ao diabetes tipo 2. No entanto, a prevenção esbarra no desconhecimento. Por muito tempo, o diabetes esteve mais associado à cegueira, amputação ou doenças renais. Uma pesquisa realizada em 2019 pela campanha “Quem Vê Diabetes Vê Coração”, da Novo Nordisk, revelou que 90% dos pacientes que têm diabetes alega sentir falta de mais informações sobre os risco cardiovasculares da doença.

Marina Barros foi diagnosticada com diabetes há 19 anos. Desde então, ela se preocupa com as complicações da doença e, por isso, faz o tratamento adequado. No entanto, entende que essa não é a realidade da maioria das pessoas.  “A maior parte dos brasileiros que têm diabetes hoje às vezes nem sabe que tem a doença. E a gente sabe que quem tem, tem pouco acesso à informação, principalmente sobre as complicações”, ressalta.

A influenciadora digital resolveu que seria parte da solução para a falta de informação. Hoje, ela tem um site dedicado ao assunto, chamado DiabéticaTipoRuim. O objetivo é passar conteúdo de qualidade e muita informação para as pessoas, inclusive sobre os riscos cardiovasculares do diabetes.

Arte: Brasil 61

Prevenção

Como já se sabe, a aterosclerose pode começar a se desenvolver ainda na infância, potencializada pela má alimentação e por uma vida sedentária. Portanto, Raquel Cristina Coelho aponta que a prevenção deve começar ainda nessa fase da vida, com hábitos adequados, como alimentação saudável e atividade física regular.

Por ser precoce e silenciosa, a melhor forma de evitar que a aterosclerose leve a um infarto, por exemplo, é o diagnóstico precoce, complementa a médica. “De preferência, ele deve ser feito quando o paciente ainda não tem sintomas, quando a aterosclerose está na fase que chamamos de subclínica, ou seja, não há sinais óbvios dessa doença”, indica.

Nas pessoas que têm diabetes, o cuidado deve ser redobrado. “Manter o controle glicêmico, não fumar, evitar o excesso de bebida alcoólica e ter uma vida saudável são os principais fatores que vão ajudar na prevenção da aterosclerose”, afirma Raquel.

A influenciadora digital Marina Barros reforça: “se você tem diabetes, a decisão mais inteligente a se tomar é manter o controle glicêmico bom, fazer escolhas alimentares melhores, praticar atividade física, evitar bebida alcoólica e sempre fazer os exames periódicos”, orienta.

Outro desafio é que nem mesmo aqueles que admitem conhecer os riscos cardiovasculares do diabetes se esforçam para evitá-los. Segundo a pesquisa realizada em 2019 pela campanha Quem Vê Diabetes Vê Coração, apesar de mais da metade dos pacientes entrevistados terem sido diagnosticados com o diabetes tipo 2 há pelo menos cinco anos, apenas quatro em cada dez diziam praticar exercícios físicos regulares. E mais de um terço não conseguiam ter uma alimentação equilibrada.

Tratamento

Anunciado entre os dias 21 e 25 de setembro durante o congresso da Associação Europeia para o Estudo do Diabetes (EASD, na sigla em inglês), o estudo CAPTURE também revela que apenas duas em cada dez pessoas com diabetes tipo 2 usam algum medicamento para a doença que atue para diminuir o risco cardiovascular.

Covid-19

Não bastasse a associação perigosa, o diabetes e as doenças cardiovasculares são fatores de risco para o agravamento da Covid-19. Pacientes com diabetes que sejam infectados com o novo coronavírus têm mais chance de desenvolver a forma grave da doença, dificuldades respiratórias e necessidade de internação.

De acordo com o último boletim epidemiológico especial do Ministério da Saúde, cerca de 64% das pessoas que morreram por causa Covid-19 até 19 de setembro tinham, ao menos, uma comorbidade ou fator de risco para a doença. Cardiopatia e diabetes foram as condições mais frequentes. “Tem a questão dos distúrbios de coagulação, como a trombose, que também têm sido descritos nas pessoas com Covid-19 e que pode ter uma relação e complicar a aterosclerose”, alerta Raquel.

Campanha

A campanha “Quem Vê Diabetes Vê Coração” é uma iniciativa da Novo Nordisk em parceria com sociedades médicas e associações de pacientes com diabetes de todo o país. Lançada em 2019, tem como objetivo conscientizar as pessoas sobre os riscos associados entre o diabetes e as doenças cardiovasculares. Para mais informações, acesse o site da campanha: quemvediabetesvecoracao.com.br.

Fonte: Brasil 61

 

 

Pessoas com diabetes terão prioridade de atendimento em comércio e órgãos públicos da Paraíba

As pessoas com diabetes terão prioridade no atendimento em órgãos públicos, estabelecimentos comerciais e instituições financeiras no Estado da Paraíba. A lei, de autoria do deputado Raniery Paulino, foi promulgada pelo presidente da Assembleia Legislativa, Adriano Galdino, e publicada no Diário Oficial do Estado deste sábado (30).

Para valer-se da prioridade, a pessoa com diabetes deverá apresentar documento médico que comprove a patologia.

Em caso de descumprimento da lei, o infrator estará sujeito a advertência, na primeira autuação; e multa, a partir da segunda autuação, fixada entre 10 e 100 UFR-PB (Unidades Fiscais de Referência do Estado da Paraíba), considerados o porte do estabelecimento, as circunstâncias da infração e o número de reincidências.

 

clickpb

 

 

Quase metade dos mortos por Covid-19 na PB tinha diabetes, hipertensão ou cardiopatia

Quase metade dos mortos por Covid-19 na Paraíba tinham diabetes, hipertensão ou alguma cardiopatia, segundo os dados epidemiológicos disponibilizados pelo Governo da Paraíba. Até o domingo (17), de 184 das 194 mortes pela doença causada pelo novo coronavírus no estado, 90 pessoas (48,9%) tinham alguma destas condições preexistentes. A tabela com os microdados das mortes disponibilizada pelo estado não contém os 10 últimos casos registrados.

Conforme os dados da plataforma, 48 das pessoas vítimas de Covid-19 tinham diabetes (26%). Outras 46 tinham hipertensão (25%) e mais 36 eram cardiopatas (19,5%). Os dados levam em consideração pessoas que tinham também duas ou mais doenças somadas.

Na lista que consta no portal do Governo do Estado, também há informações de pacientes que tinham obesidade, transtorno mental, doenças respiratórias, neoplasias, imunossupressão, doenças renais, asma, doenças neurológicas, doenças hematológicas, transtornos mentais, Alzheimer, doenças do aparelho digestivo ou que sofriam de tabagismo ou etilismo. Mais de 50 pessoas não tinham informações sobre se tinham ou não alguma enfermidade prévia.

A maior parte das vítimas tinha mais de 60 anos. Dos 184 casos disponibilizados na tabela, 110 pessoas (59,7%) eram idosas, sendo que a faixa etária mais afetada foi a de 80 anos ou mais, com 44 vítimas. Nas demais faixas etárias, o maior número de mortes foi registrado em pessoas entre 40 e 49 anos, com 30 mortes. Três pessoas entre 0 e 19 anos morreram de Covid-19, sendo duas crianças de quatro anos e uma de cinco anos.

A análise dos dados da plataforma Covid-19 do Estado também mostra que 68 das 148 vítimas (36,9%) morreu no intervalo de 7 a 11 dias depois de apresentar os primeiros sintomas da doença.

Jornal da Paraíba

 

Número de adultos com diabetes chega a 17 mi

Nesta quinta-feira (14) é celebrado o Dia Mundial do Diabetes, data que promove a conscientização sobre a doença que afeta cerca de 250 milhões de pessoas em todo o mundo. No Brasil, os últimos índices sobre a doença são alarmantes: segundo o 9º Atlas de Diabetes, produzido pela IDF (Federação Internacional de Diabetes), o Brasil teve um aumento de 31% nos casos em relação a 2017, ano do último levantamento feito pela entidade. Entre os adultos – pessoas com idade entre 20 e 79 anos -, já são 17 milhões de diabéticos, representando 11,4% da população nesta faixa etária no Brasil.

“O diabetes é uma doença causada, em sua maioria dos casos, pela interação de fatores genéticos e ambientais. Portanto, um estilo de vida ruim, com hábitos alimentares precários, sedentarismo e ganho progressivo de peso, contribui e muito para o aparecimento da doença”, afirma Annelise Meneguesso, professora do curso de Medicina da Unifacisa.

A especialista reforça que bons hábitos são essenciais para evitar o surgimento do diabetes, até mesmo em pessoas que possuem casos na família. “Por meio da adoção de uma vida saudável, com dieta balanceada, controle do peso e prática regular de atividade física, será mais fácil prevenir ou postergar o aparecimento da doença, inclusive em pessoas que tenham carga genética com familiares diabéticos”, completa Annelise.

Quem também destaca a importância do exercício físico na prevenção e controle do diabetes é o professor de Educação Física da Unifacisa, Nailton Albuquerque. Segundo o especialista, a atividade física desempenha a função de melhorar a hemodinâmica no paciente, impedindo as complicações cardiovasculares e o risco de morte pela doença.

“O exercício físico como a musculação e os aeróbicos, por exemplo, consegue trazer a glicemia para dentro do músculo se medicamento, sendo um tratamento sem o uso de fármacos. A grande causa de mortalidade nos pacientes diabéticos são as doenças vasculares, pois a hiperglicemia causa a destruição do mecanismo osmótico, afetando a qualidade de vida do paciente. O exercício vem para impedir essas complicações vasculares e melhorar a hemodinâmica do organismo”, diz Nailton.

MaisPB

 

 

Estudo revela que Pilates ajuda a controlar diabetes tipo 2

Diabetes é uma patologia que aumenta os níveis de glicose no sangue

De acordo com estudo publicado no The Journal of Strength & Conditioning Research, com mulheres acima com idade média de 65 anos para participar de um programa de 12 semanas de Pilates, o treino da modalidade teve como resultado a melhora a capacidade funcional e ajudou no controle da glicemia (nível de glicose no sangue) nas mulheres que praticaram a atividade. O diabetes tipo 2 é considerado um problema de saúde pública, sendo um dos principais fatores de risco para as doenças cardiovasculares, que matam por ano cerca de 300 mil pessoas no Brasil e escolher uma atividade física como o Pilates é um ganho para a saúde e bem-estar.

Dia 14 de novembro celebra-se o Dia Mundial do Diabetes, data criada em 1991 pela International Diabetes Foundation (IDF) em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) para conscientizar a população sobre a doença. A instrutora Marcela Contursi, da Metalife Pilates, preparou um treino com quatro exercícios básicos:

Merdmaid

O merdmaid tem como objetivo o fortalecimento dos músculos oblíquos, além do quadrado lombar, latíssimo do dorso e peitorais. Esse exercício atua na mobilidade de coluna em flexão lateral do tronco, aumentando a amplitude e a mobilidade articulares. Tem ação de alongamento nos flexores laterais profundos do tronco e na musculatura intercostal e alongamento axial do lado convexo. Trabalha a mobilidade de gradil costal, aumenta a amplitude de movimento lateral do tronco e a estabilização escapular;

Going up and Front

Tem como objetivo a estabilização de cintura pélvica, manutenção da contração dos músculos abdominais profundos e assoalho pélvico chamado “Power House”. Trabalha em sinergia os músculos estabilizadores do tronco e os músculos do quadril. Tem como objetivo fortalecer os músculos do quadríceps femoral e do glúteo máximo. Faz com que o praticante de Pilates desenvolva controle excêntrico do movimento e equilíbrio, além do alinhamento corporal;

Tríceps Front

Tem como objetivo o fortalecimento do tríceps braquial, do vasto lateral e medial, do peitoral maior e do ancôneo. Trabalha muito a estabilidade escapular;

Swan Front

Tem como objetivo fortalecer: para vertebrais, romboide maior, reto abdominal, glúteo máximo e isquiotibiais. Trabalha mobilidade de coluna vertebral em extensão, alonga a cadeia anterior do tronco, além de promover estabilização escapular. 

 

METALIFE PILATES – A empresa é líder sul americana na fabricação de equipamentos de Pilates, e 2ª do mundo no segmento. Referência em qualidade, os produtos atendem os mais exigentes padrões mundiais do mercado, busca continuamente inovação e excelência na produção de equipamentos e acessórios, e no relacionamento com os clientes. Possui mais de 30 mil estúdios vendidos em 15 anos de história com presença em mais de 15 países. Site: https://metalifepilates.com.br

Redes Sociais:

Instagram: @metalifepilates

https://www.instagram.com/metalifepilates/

 

Diabetes está atingindo mais pessoas pelo Brasil

O número de pessoas com diabetes está crescendo no Brasil. Mais de sete por cento da população adulta foi diagnosticada com diabetes em 2018, o que representou aumento de 40% em relação ao ano de 2006. Isso é o que revela a Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), divulgada pelo Ministério da Saúde. De acordo com a pesquisa, as mulheres apresentam maior percentual de diagnostico do que em homens. A revendedora Thaís Sousa é um exemplo. Diagnosticada com diabetes ainda criança, ela conta como é controlar e conviver com a doença.

“Quando eu descobri a diabetes eu tinha 11 anos de idade. Foi uma surpresa pra mim, porque eu não conhecia a palavra diabetes. Ai depois eu fui aprimorando, buscando conhecimentos e tratamento. Mas foi difícil, porque uma criança deixar de ingerir doces de uma hora pra outra é muito difícil e o psicológico para quem tem diabetes é complicado. Mas hoje em dia, eu estou bem adaptada e acostumada e sei conviver bem com a diabetes”.

Apesar desse aumento da diabetes entre os brasileiros, dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) em 2018, apontam que o aumento no acesso de medicamentos para diabetes tem impacto diretamente na diminuição de internação hospitalar e mortes relacionadas ao diabetes no Brasil. Para o Secretário de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Wanderson Kleber, um dos pontos importantes é avaliar a qualidade dos alimentos que o brasileiro consome.

“Nós estamos analisando o quanto que isso impacta, principalmente, para a alimentação infantil que é mais preocupante ainda. Então, nós temos feito reuniões dentro da Secretaria de Atenção Primária da área de Nutrição e temos discutindo tanto a questão tanto da rotulagem como, também, das ações relacionadas à quantidade de açúcar, sódio e gorduras nesses alimentos”.

De 2008 a 2018 o Ministério da Saúde ampliou em mais de 1.000% o acesso a medicamentos para diabetes no Brasil. Só no ano passado, foram distribuídos mais de três bilhões de medicamentos para o tratamento da diabetes, que beneficiaram cerca de sete milhões de pacientes. Para quem têm diagnóstico de diabetes, o Sistema Único de Saúde (SUS) oferece atenção integral e gratuita, principalmente para controle e tratamento, inclusive com insulinas.

 

agenciadoradio

 

 

Irmãos se acorrentam em frente a hospital para exigir tratamento de mãe com diabetes, na PB

Dois irmãos que mora na cidade de Sapé, na região da Mata paraibana, se acorrentaram em frente a um Hospital de João Pessoa para exigir que a mãe deles, que é diabética, seja atendida e passe por um tratamento. O caso foi registrado nesta quarta-feira (17) e, segundo eles, foi um ato de desespero diante do drama de quem está precisando do serviço público de saúde.

O protesto aconteceu em frente ao Hospital São Vicente de Paulo. Em entrevista a TV Cabo Branco, os dois irmãos contaram que a mãe está internada na unidade há cerca de 8 dias, mas o tratamento para o caso dela está sem evolução.

“Não anda não. A gente precisa de ajuda e a gente quer cobrar justiça porque está complicada demais a nossa situação. Querem que a gente roube para conseguir o dinheiro do tratamento?”m disse Paulo Lima.

A paciente é uma senhora de 65 anos de idade que permanece internada. Segundo a direção do hospital, ela ainda não tem precisão de alta médica. O hospital explicou que ela já passou por uma cirurgia e que ainda deve passar por outro procedimento. Os filhos destacam que alguns exames estão demorando muito tempo para serem feitos.

“É desespero. A situação não está fácil. Estão dizendo que estão resolvendo, mas não está. Porque passamos o dia esperando exames e ainda estamos esperando outros. Não estamos acreditando mais que vá resolver”, disse o outro filho da paciente, Flávio Lima.

G1 não conseguiu resposta do hospital durante a noite desta quarta-feira sobre situação do estado de saúde da paciente. Os filhos dela continuavam acorrentados em frente a unidade de saúde.

G1

 

Ginecologista alerta para os problemas da Diabetes Gestacional

Há riscos de partos prematuros, ruptura da bolsa e até de morte súbita

A diabetes gestacional é um distúrbio caracterizado pelo aumento do nível de açúcar no sangue nas grávidas e que pode levar a futuros problemas de saúde, tanto para a mãe, quanto para o bebê.

Um estudo realizado recentemente nos Estados Unidos com mais de 21 mil gestantes revelou que o consumo excessivo de batatas, antes da gravidez, pode ser um dos fatores que aumentam o risco das mulheres desenvolverem a diabetes gestacional.

O ginecologista e obstetra Dr. Domingos Mantelli, reforça que a diabetes gestacional geralmente ocorre em grávidas que têm tendência de desenvolver a doença, isto é, mulheres que já eram diabéticas ou que tiveram resistência periférica aumentada por conta da ação da insulina. “Durante a gestação a placenta produz um hormônio chamado Lactogênico Placentário, substância que faz com que aumente o risco de diabetes gestacional”, revela o médico.

O diagnóstico é feito por meio de dosagem de glicemia de jejum, além do teste oral de tolerância à glicose (TOTG), exame que mede a curva glicêmica da paciente.

Além de aumentar o peso do bebê, a diabetes faz com que uma quantidade maior de glicose fique no sangue da mãe e, consequentemente, obriga o pâncreas do bebê a produzir mais insulina para poder queimar essa glicose. Todavia, mesmo com o ganho de peso, os bebês ficam extremamente frágeis após nascimento, já que costumam ter crises de hipoglicemia pela alta produção de insulina.

Mantelli alerta que o fato da diabetes estar descontrolada pode trazer várias consequências para  a saúde da mãe e do filho como, por exemplo, trabalho de parto prematuro, ruptura prematura de bolsa, risco maior de morte súbita, peso excessivo ao nascer, além de diversas alterações físicas prejudiciais.

Para o ginecologista, existem alguns cuidados e tratamentos que devem ser feitos de acordo com o grau de diabetes, podendo controlar por intermédio de dieta ou insulina. “Basicamente, o tratamento é feito com mudanças nos hábitos alimentares, atividades físicas e aplicação de insulina para regular a glicemia. Estes cuidados evitarão que o bebê sofra os efeitos deletérios de uma carga glicêmica tão alta”, conclui.

 

Sobre Dr. Domingos Mantelli

Dr. Domingos Mantelli é ginecologista e obstetra, com formação em neurolinguística e atuação na área de medicina psicossomática. É formado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Santo Amaro (UNISA) e possui residência médica na área de ginecologia e obstetrícia pela mesma instituição. Também é autor do livro “Gestação: mitos e verdades sob o olhar do obstetra”.

 

 

Equipe de Comunicação & Marketing

 

 

Diabetes: tudo sobre a doença e como se prevenir

O diabetes é uma doença metabólica, pois está relacionado à forma como o corpo metaboliza os alimentos ingeridos. O papel do corpo é fazer o pâncreas produzir insulina suficiente para transformar glicose em energia. Quando isso não ocorre, ou não ocorre de forma adequada por qualquer motivo, o nível de glicose no sangue aumenta, gerando o diabetes.

Os sintomas do diabetes muitas vezes demoram a se manifestar ou a ser percebidos pelos pacientes, por isso recebe o pseudônimo de “a doença silenciosa”.

Confiram abaixo os tipos de diabetes, sintomas comuns, tratamentos e como evitar.

 

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