Arquivo da tag: detectar

Testes rápidos para detectar covid-19 começam a chegar na Paraíba nesta terça-feira

O governador João Azevêdo informou, nesta segunda-feira (20), que 20 mil testes rápidos para detecção da covid-19 comprados pelo Governo da Paraíba já chegaram a São Paulo, de onde serão transportados para o Estado, a fim de ampliar o número de testes na população. A informação foi dada durante o programa semanal de rádio Fala Governador, transmitido em cadeia estadual, quando reforçou a necessidade do isolamento social como medida de contenção da disseminação do coronavírus.

“Nós compramos 310 mil testes e eu determinei que fosse feito o transporte desses 20 mil que acabaram de chegar em São Paulo. O avião do estado está indo hoje à tarde pegar os testes e amanhã (terça-feira) eles estarão aqui para a gente começar esta operação de ampliar o número de testes na população”, afirmou.

Isolamento social – O governador João Azevêdo aproveitou ainda para reforçar a necessidade da continuidade do isolamento social, uma vez que esta é a única forma de achatar a curva do contágio da Covid-19. “Estamos buscando fazer com que a Paraíba se prepare para enfrentar os momentos mais difíceis que possam vir com essa pandemia. Tenho certeza que vamos passar esse momento e faremos com que a Paraíba continue avançando de forma segura, preservando vidas. A economia e os empregos vamos brigar depois para reconstruir. Vamos lançar também um edital para confecção de mais de um milhão de máscaras de tecido para serem distribuídas com aquela população que mais precisa. Então você que está em casa, permaneça em casa, só saia quando realmente for necessário e use máscara”, concluiu.

Foto: Divulgação/Secom/PB
Secom-PB

 

 

TCE-PB emite alerta para Berg Lima após detectar série de irregularidades na gestão de Bayeux

O Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) emitiu ontem (03) um alerta para o prefeito de Bayeux, Berg Lima, após observar uma série de irregularidades. O alerta técnico visa prevenir fatos que comprometam resultados na gestão orçamentária, financeira e patrimonial, da prefeitura municipal.

Segundo o alerta assinado pelo conselheiro Fernando Catão o prefeito deve adotar medidas de prevenção ou correção, conforme o caso, relativamente aos seguintes fatos:

1- A estrutura da LOA não observa o disposto na LDO no tocante à inclusão dos demonstrativos e informações complementares (item 1);

2- A Previsão de receita é incompatível com a LDO e com o histórico recente, ajustado pela inflação oficial (IPCA) de 2018, e com as projeções de crescimento para 2019 divulgas pelo BACEN (item 8);

3- Utilização inadequada da fonte de recursos 111 Receitas de Impostos e de Transferências de Impostos Educação; na alocação de despesas incompatíveis com manutenção e desenvolvimento do ensino (MDE), em desacordo com os arts. 70 e 71 da Lei 9.394/96 (item 12);

4- Utilização inadequada da fonte de recursos 211 Receitas de Impostos e de Transferências de Impostos Saúde na alocação de despesas incompatíveis com ações e serviços públicos de saúde (ASPS), em desacordo com os arts. 3° e 4° da LC 141/2012 (item 14);

5- Observar, quando da execução do orçamento do exercício de 2019, o limite de 7% da receita tributária e transferências do exercício anterior, referente ao repasse ao Poder Legislativo, conforme estabelecido no art. 29- A, inciso I da Constituição Federal (item 15);

6- Observar o limite legal da despesa com pessoal do Município, haja vista que a despesa fixada para o exercício de 2019 está acima do limite de alerta (54%) (art. 59, § 1o, II) (item 16);

7- Quando do encaminhamento da Lei Orçamentária do exercício de 2020, o faça juntamente com todos os anexos exigidos pela legislação.

Confira o alerta abaixo:

 

pbagora

 

 

Cientistas criam método mais rápido e barato para detectar zika

Uma equipe internacional de pesquisadores conseguiu desenvolver um teste mais rápido e barato capaz de detectar o vírus da zika em mosquitos e em amostras humanas. Além de ser uma alternativa para diagnosticar pacientes no futuro, o método pode desempenhar um papel importante no monitoramento da chegada do vírus a novas regiões do mundo.

A pesquisa, liderada por pesquisadores do Departamento de Microbiologia, Imunologia e Patologia da Universidade do Estado do Colorado, nos Estados Unidos, usou um método chamado LAMP (sigla para amplificação isotérmica mediada por loop, em inglês).

A brasileira Tereza Magalhães, pesquisadora da Universidade do Estado do Colorado e uma das autoras do estudo, explica que o teste desenvolvido é parecido com um outro método atualmente utilizado na detecção de zika chamado RT-PCR (sigla para reação de transcrição reversa seguida por reação em cadeia da polimerase). Esse teste amplifica o material genético do vírus presente na amostra para que ele se torne detectável. Trata-se de um teste caro, de alta complexidade que exige profissionais treinados e laboratórios especiais.

“É possível, após esses estudos, que tenhamos uma ideia melhor da sua utilidade prática em áreas endêmicas e que seja possível implementá-lo em serviços de saúde e vigilância”

O método LAMP também detecta o material genético do vírus, porém sem a necessidade de equipamentos sofisticados, materiais purificados e temperaturas distintas. Além disso, os resultados podem ser visualizados a olho nu por mudanças de cor. “Tudo isso facilita imensamente a realização do teste e minimiza bastante o custo e o tempo em comparação à PCR”, afirma Tereza.

“Com o LAMP, você não precisa da sofisticação de uma máquina”, diz o professor Joel Rovnak, um dos autores do estudo. Isso tornaria o método mais viável em países em desenvolvimento atingidos pelo vírus. Segundo os pesquisadores, o teste seria importante para determinar políticas públicas de prevenção em locais onde fossem identificados mosquitos infectados, mesmo antes de surgirem casos em humanos.

Mosquitos e amostras humanas

De acordo com Tereza, o teste teve resultados excelentes em amostras de mosquitos e em amostras biológicas humanas artificialmente inoculadas com zika. O método também teve sucesso em testes de amostras de pacientes do Brasil e da Nicarágua. Porém neste caso, segundo Tereza, os resultados foram melhores quando foi utilizado o RNA purificado do vírus, em vez de amostras sem purificação. É possível que o teste tenha de ser aprimorado especificamente para cada tipo de amostra, como de sangue, sêmen, saliva ou urina.

Hoje, o teste está sendo aplicado em amostras de mosquito coletados em campo e também em novos pacientes infectados com o vírus da zika. “É possível, após esses estudos, que tenhamos uma ideia melhor da sua utilidade prática em áreas endêmicas e que seja possível implementá-lo em serviços de saúde e vigilância, se houver interesse” afirma Tereza.

A pesquisadora lembra que o diagnóstico de zika ainda representa um desafio de saúde pública, principalmente por causa dos sintomas muito parecidos com outras arboviroses, como dengue e chikungunya. Poucos serviços realizam os testes moleculares através de RT-PCR, devido à complexidade do método. E os testes sorológicos, que detectam os anticorpos contra o vírus, são problemáticos por terem altos índices de reação cruzada com outros vírus transmitidos por mosquitos, especialmente o da dengue.

“A verdade é que o diagnóstico para essas arboviroses representa um grande problema e desafio para o Brasil que merece muito, mas muito mais atenção”, diz a pesquisadora.

Vírus africano x vírus asiático

O novo teste também é capaz de distinguir se o vírus é da linhagem africana ou asiática. A comunidade científica acredita que o vírus asiático – que chegou ao Brasil vindo da Polinésia Francesa e, a partir daqui, se espalhou pelo mundo – seja mais perigoso e tenha uma associação mais forte com o surgimento de casos de microcefalia em bebês cujas mães foram infectadas. Daí a importância de se distinguir qual a linhagem presente em cada região.

G1

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

Exames podem detectar autismo em crianças antes de sintoma aparecer

autismoExames cerebrais de ressonância magnética podem detectar autismo antes que qualquer sintoma comece a surgir, afirmam pesquisadores da Universidade da Carolina do Norte, nos Estados Unidos.

Atualmente, as crianças podem ser diagnosticadas a partir dos dois anos de idade, mas, em geral, isso costuma ocorrer mais tarde. O estudo, publicado na revista “Nature” , entretanto, mostra que as origens do autismo estão bem antes disso –no primeiro de ano de vida. As descobertas do estudo podem levar a um diagnóstico precoce e até mesmo a terapias imediatas.

De acordo com o levantamento, uma em cada cem pessoas tem autismo, condição que afeta o comportamento e interação social. A pesquisa analisou 148 crianças, incluindo aquelas com alto risco de autismo porque tinham irmãos mais velhos com o distúrbio. Todos foram submetidos a exames de ressonância magnética aos seis, 12 e 24 meses de vida.

“Muito cedo, no primeiro ano de vida, vemos diferenças de área de superfície do cérebro que precedem os sintomas que as pessoas associam tradicionalmente com autismo”, disse à BBC o médico Heather Hazlett, um dos pesquisadores da Universidade da Carolina Norte.O estudo revelou diferenças iniciais no córtex cerebral, a parte do cérebro responsável por funções de alto nível –como linguagem por exemplo– em crianças que depois viriam a ser diagnosticadas com autismo.

“Os exames indicam que essas diferenças do cérebro podem ocorrer em crianças com alto risco de autismo”, afirma Hazlett. O estudo abre possibilidades para avanços na forma que a doença é tratado e diagnosticada.

Escaneamentos do cérebro de bebês, particularmente em famílias de alto risco, podem levar a um diagnóstico precoce. Acredita-se que, a longo prazo, possam surgir exames de DNA, aplicáveis a todas as crianças, capazes de identificar aquelas em que o risco de ter autismo é alto.

Com a doença diagnosticada cedo, é possível implantar antes terapias comportamentais –como treinar pais a interagir com o filho autista– em busca de resultados mais eficientes.

INTERVENÇÃO PRECOCE

Outro pesquisador do projeto, Joseph Piven, diz que agora pode ser possível identificar crianças propensas a ter autismo. “Isso nos permite intervir antes que apareçam os comportamentos da doença. Há amplo consenso de que há mais impacto antes que os sintomas tenham se consolidado. O resultado dessa pesquisa é muito promissor”, afirmou.

Com a descoberta, os pesquisadores afirmam ser possível prever quais crianças desenvolverão autismo com 80% de precisão.

“É possível que a varredura feita através de ressonância magnética (MRI, sigla em inglês) possa ajudar as famílias que já têm uma criança autista para acessar o diagnóstico anterior de crianças subsequentes. Isso significaria que essas crianças poderiam receber o apoio certo tão cedo quanto possível”, diz Carol Povey, diretora da Sociedade Nacional de Autistas da Grã-Bretanha.

A especialista afirma, no entanto, que o autismo pode se manifestar de diferentes maneiras e “nenhum teste único poderia ser capaz de identificar o potencial de autismo em todas as crianças”.

Com informações da Folha de SP.

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Novo teste para detectar o zika vírus recebe registro da Anvisa

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) concedeu registro para mais um teste rápido para detectar o zika vírus. Com a autorização, o produto poderá ser fabricado e distribuído pelo laboratório público do Estado da Bahia (Bahiafarma).

O registro na Anvisa permite que a Bahiafarma produza e distribua o teste a partir do antígeno NS1. Com o exame rápido, é possível identificar se o paciente tem o zika vírus no organismo- independente de quanto tempo está infectado – ou se a pessoa já teve o vírus. Segundo o laboratório, essa possibilidade não existia em outros métodos de diagnóstico existentes no mercado.

Com maior rapidez no resultado, o tratamento pode ser iniciado imediatamente, bem como se tornar mais eficaz, pois o contágio pode ser confirmado assim que surgem os sintomas da doença.

No primeiro semestre deste ano, outro teste rápido foi lançado. Porém, a iniciativa podia detectar os anticorpos no organismo por volta de cinco dia após a infecção pelo vírus.

A Bahia farma é o primeiro laboratório público do País a desenvolver e registrar o teste rápido Zika NS1.

Em relação a outros países, a entidade informou que há interesse no produto brasileiro, pois poucos fabricantes têm a tecnologia, e o preço é considerado atrativo por serem testes “de alta qualidade a preços muito competitivos”.

De acordo com a última atualização da Secretaria de Saúde da Bahia, o Estado registrou cerca de 55 mil casos suspeitos de zika vírus, somente este ano, em 357 municípios baianos.

Agência Brasil

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

Aprenda a detectar a apendicite

ApendiciteA apendicite é muito comum em crianças e adolescentes, já que é a faixa etária que mais consome alimentos a base de sementes, que podem ser armazenadas nesta região do intestino grosso e inflama-la,causando um dor característica, bem forte.

Sintomas

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Uma dor muito forte na área do abdômen (principalmente na área do umbigo) que ocorre várias vezes e se torna constante, pressionando o lado direito e depois se generalizando, quando em um estágio mais avançado.

 

  • Possíveis náuseas ou vômito.
  • Perda repentina do apetite.
  • Em alguns casos febre baixa.
  • Em algumas pessoas ocorre diarreia ou prisão de ventre.
  • O abdômen pode inflamar ou inchar e às vezes fica visivelmente grande, particularmente em crianças pequenas ou bebês lactantes.

 

O que fazer em casos de apendicite?

 

Se em sintomas semelhantes aos citados anteriormente você acredite que seu filho está sofrendo de um ataque de apendicite, procure imediatamente a um médico. A apendicite pode se complicar muito de 24 à 72 horas, depois de aparecerem todos os sintomas anteriores.

 

garota-apendicite

 

Como evitar complicações?

 

O melhor a fazer nesta ocasião é não dar nada à criança, nem comida e nem bebida, muito menos analgésicos para aliviar a dor aguda característica da doença.

É importante esperar a opinião de um médico e não se automedicar, pois fazer isto pode gerar problemas mais graves, principalmente se o medicamento e/ou a dosagem não são adequados.

A apendicite é uma doença muito imprevisível, por isto não se deve improvisar com remédios caseiros ou afins, é importante procurar imediatamente a um médico.

Ao levar uma criança ao hospital o médico saberá como proceder, examinando se o apêndice realmente está inflamado. Caso seja constatada a apendicite encaminhará a criança para que realizem uma pequena incisão debaixo da área abdominal, e antibióticos intravenosos bem como outros tipos de medicamentos deverão ser ministrados para estabilizar alguma possível infecção que possa surgir no processo.

 

Agora você já sabe como identificar os sintomas da apendicite, e uma vez que identifique sabe que o mais adequado é procurar um médico com urgência para que o atendimento seja imediato e não surjam maiores complicações.

 

 

melhorcomsaude

Exames ajudam a detectar os miomas, problema que atinge 80% das mulheres em fase reprodutiva

Exames ajudam a detectar os miomas, problema que atinge 80% das mulheres em fase reprodutiva

As visitas periódicas ao ginecologista são um incômodo para a maioria das mulheres, mas cumprir esse ritual pelo menos uma vez ao ano é ainda o melhor meio de se evitar que um mioma uterino, tipo de tumor benigno, venha a evoluir e provocar riscos à saúde.

Apesar de ser encontrado em 80% das mulheres em idade reprodutiva, o mioma pode aparecer sem apresentar qualquer sintoma ou mesmo danos ao corpo. Devido a essa característica, o médico responsável pelo Ambulatório de Mioma Uterino da Clínica de Ginecologia do Hospital das Clínicas, Nilo Bozzini, alerta que entre 50% e 60% das portadoras do mioma podem passar a vida inteira sem saber do tumor.

Por isso, o médico salienta ser importante manter na rotina os exames ginecológicos e aconselha aquelas que descobrem a presença do tumor para “não sofrer com a notícia”.

Há casos, segundo o especialista, em que nunca será necessário mexer no tumor e outros terão indicação de cirurgia. Extirpar o mal por meio da histerectomia ou retirada do útero, normalmente, é uma opção adotada apenas para mulheres que já tiveram os filhos ou que já passaram da idade fértil, relatou.

Outro recurso é se administrar medicamento para reduzir o tamanho do tumor, o que será benéfico até mesmo se houver a necessidade de cirurgia, porque ajudará a tornar o procedimento menos invasivo.

As técnicas utilizadas para a retirada dos miomas são: a histeroscopia, referente ao mioma submucoso, que está no interior da cavidade do útero; a laparoscopia, para os miomas encontrados na superfície externa do útero e já se instalando na cavidade muscular; e a laparoscopia, para os tumores de volume maior espalhados pelo tecido uterino. Outro procedimento é a embolização, que bloqueia o fluxo de sangue que alimenta o mioma.

“Cada caso é um caso”, pontua Bozzini, para explicar que não existe nenhuma conduta básica a seguir. Caberá ao médico decidir sobre a melhor forma de tratamento, a depender da idade da paciente, do volume, localização e evolução do tumor que se desenvolve no tecido do útero. Além do exame físico, o acompanhamento pode passar pelas etapas de uma ultrassonografia ou ressonância magnética.

Entre os sintomas que caracterizam os miomas estão sangramento menstrual em volume acima do normal, dor na região pélvica, aumento do tamanho do abdômen, dificuldade para urinar ou evacuar e até mesmo infertilidade. A doença pode estar relacionada à presença dos hormônios ovarianos estrógeno e progesterona, responsáveis pelo desenvolvimento sexual da mulher e pelo ciclo menstrual.

Embora tenham ocorrido avanços na medicina, lembra o médico, os estudos que avaliam se fatores genéticos podem levar à doença “ainda engatinham nesse aspecto”. O que se sabe, conta ele, é que as mulheres da raça negra são mais suscetíveis, porém as explicações para tal constatação ainda estão sendo pesquisadas.

Correio do Brasil