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Números desmentem que abstenção tenha crescido em 2014 na Paraíba

urnaO número de abstenções nas eleições gerais na Paraíba deste ano – 17,65%  –  é inferior ao registrado no processo eleitoral de 2010 – 18,48% – , data em que aconteceu a penúltima eleição “casada” para presidente e governador.

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A média no estado sempre oscilou entre 16 e 18% desde 2002.  O menor percentual de  abstenção no estado ocorreu nas eleições de 2006 quando 416.560  ou (16,3%) do eleitorado  paraibano não compareceu às urnas. À época, o número de eleitores em todo estado 2.573,766 votantes era inferior em 262.116 votantes se comparado aos atuais 2.835.882 cidadãos aptos a votar.

Em 2002, 416.560 ou 17, 9% do total de votantes (2.322,068) eleitores da Paraíba deixaram de cumprir sua obrigação eleitoral e não foram às urnas.

Os números desmente, por conseguinte, a ‘grita’ de políticos que puseram em dúvida a lisura do pleito em decorrência de urnas  quebradas na Paraíba.

A taxa de  abstenção na Paraíba está dentro da normalidade que ocorre em época eleitoral.

Os dados estão acessíveis no Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

 

clickpb

Dilma: há dados que desmentem análises negativas da economia

Gustavo Miranda/
Gustavo Miranda/

A presidente Dilma Rousseff rechaçou nesta quarta-feira, em Brasília, o que chamou de “posturas pessimistas” relacionadas à economia brasileira. Na avaliação da presidente, ainda há o que ser melhorado, mas os avanços não podem ser ignorados.

“Aproveito para repelir as posturas pessimistas quanto à economia brasileira, hoje e num futuro próximo. Há dados concretos que desmentem as análises mais negativas”, disse a presidente a uma plateia formada por empresários, representantes do governo e da sociedade civil, reunidos na reunião plenária do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES).”Temos mais condições na nossa economia do que tivemos em anos passados e isso é uma verdade que tem sido ignorada”, acrescentou. “Não estou dizendo que não temos o que melhorar, mas temos a força necessária para fazê-lo, porque a conquistamos e a construímos”.Na avaliação de Dilma, o maior obstáculo que o País sofreu para seu desenvolvimento foi a desigualdade, “sob todas as formas”. Ela mencionou, por exemplo, disparidades regionais, raciais, de gênero e também a desproporção entre as empresas.”Temos de perceber que a nós cabe enfrentar nossas carências mesmo num cenário e conjuntura internacional”, disse a presidente. “A crise não é uma justificativa para que nós não as enfrentemos. Aliás, é um motivo para que as façamos com maior força, determinação”.

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Análises
Na última segunda, a pesquisa do Banco Central junto a instituições econômicas mostrou que os agentes consultados reduziram pela 9ª semana consecutiva a previsão de crescimento da economia brasileira em 2013. Na semana passada, a projeção era de alta do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas no País) de 2,34%, e passou para 2,31% na previsão divulgada nesta segunda-feira. Não houve mudança na estimativa de alta para 2014, que se manteve em 2,8%.

 

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