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Deputados ouvem demandas da população em plenária do ODE em Solânea

A Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) esteve presente, na tarde deste sábado (13), em mais uma plenária do Orçamento Democrático Estadual (ODE) do Governo do Estado, no município de Solânea, no Brejo paraibano. Os deputados destacaram que o parlamento precisar estar junto à população, ouvindo suas necessidades e suas reivindicações.

Na tarde deste sábado, foi realizada a quarta plenária do ODE e, em parceria com o Governo do Estado, a Assembleia chegou a Solânea, após ter passado por Itaporanga, Princesa Isabel e Esperança.

Para o presidente da ALPB, Adriano Galdino, a proximidade com a população é o objetivo e o dever do Poder Legislativo e estar junto com o Orçamento Democrático torna o contato com o povo verdadeiro e legítimo. “É uma ferramenta importantíssima onde o povo tem a oportunidade de dialogar. A população faz críticas, elogios, dá sugestões e torna o contato muito proveitoso. A Assembleia está aqui ouvindo e aprendendo com o povo, para que possamos cada vez mais construir uma Paraíba melhor e mais justa para todos”, declarou o presidente.

Os Poderes Executivo e Legislativo, de acordo com o governador da Paraíba, João Azevedo, precisam e devem caminhar de mãos dadas, buscando melhorar a vida da população. “A parceria que há entre o Executivo e o Legislativo é importante para o estado. No momento no qual a Assembleia se dispõe a ouvir a população, reconhece a eficiência e o grande trabalho que é o Orçamento Democrático”, afirmou o governador.

O deputado Chió ressaltou que o povo paraibano não está mais satisfeito em participar da política apenas nos anos de eleição. Para o parlamentar, a população quer participar ativamente, quer ser ouvida. “As pessoas vêm às plenárias, apresentam suas demandas, reivindicações e seus problemas. A Assembleia não pode se furtar disso. É a Casa do povo, onde são construídas as leis e a partir das falas vindas da população, o parlamento pode captar o pensamento do povo e elaborar leis importantes”, argumentou Chió.

O deputado Tião Gomes afirma que o Parlamento é a ponte entre as reivindicações do povo e o Poder Executivo. Tião destaca que é ouvindo os paraibanos que a Assembleia pode trabalhar e buscar, através do Executivo, as soluções para os problemas apresentados. “A Assembleia participa do Orçamento Democrático e cobra aquilo que é importante para a Paraíba, para os municípios. O Orçamento Democrático só vem a engrandecer também a Assembleia, que através da parceria com o governo, produz resultados. O deputado é um mensageiro do povo e através dessas audiências vamos saber o que pedir, direcionar emendas e melhorar os nossos discursos”, observou Tião.

O deputado João Gonçalves disse ser relevante que o Poder Legislativo permaneça próximo à população, ouvindo o que os paraibanos têm a dizer, já que o Legislativo é o Poder que ajuda a compor o orçamento do Executivo. “Somos nós deputados que votamos o orçamento, é no parlamento que se discute as propostas. Somos os representantes do povo, trabalhando com aquele que o povo escolheu para administrar, que é o governador João Azevêdo. É uma parceria importante e interessada em fazer o melhor para o povo da Paraíba”, declarou João.

No stand montado pelo Poder Legislativo paraibano em Solânea, os paraibanos presentes apresentaram suas necessidades, suas sugestões para elaboração de projetos e solicitaram ações. As plenárias do ODE voltam a acontecer nos dias 26 e 27 de abril, nas cidades de Sousa e Cajazeiras, respectivamente.

A plenária do ODE em Solânea contou também com a presença da vice-governadora Ligia Feliciano; do deputado federal Damião Feliciano; do prefeito de Solânea, Kaiser Rocha; dos deputados estaduais Inácio Falcão, Ricardo Barbosa e Hervázio Bezerra; do secretário de Estado do Orçamento Democrático, Célio Alves; entre outros secretários.

 

 

agenciaalpb

 

 

Secretário reúne prefeitos para tratar das demandas dos municípios para o Pacto pelo Desenvolvimento

 (Foto: Joab Freire / Nordeste1)
(Foto: Joab Freire / Nordeste1)

Os prefeitos das cidades que compõe a Região Metropolitana de Guarabira participaram, na manhã desta terça-feira (10), de uma reunião com o Secretário de Estado de Articulação e Desenvolvimento Municipal Waldson Souza. Os 15 gestores puderam discutir sobre as prioridades de cada município para o Pacto Social pelo Desenvolvimento da Paraíba de 2015 e reavaliando os convênios realizados desde 2011 com o Governo do Estado. O encontro aconteceu na Câmara Municipal de Guarabira.

Waldson tem boa expectativa para o resultado desses encontros, em entrevista ao Nordeste1, o secretário destacou que os prefeitos têm a possibilidade de apresentar com clareza os problemas enfrentados nos municípios.

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“Os prefeitos estão muito conscientes dos problemas que o país passa e o estado também deve enfrentar na área econômica. Estamos definindo com as prefeituras as prioridades de cada município e de cada região”, explicou o Waldson.

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O prefeito Edson Gomes reivindicou um laboratório de análises clínicas. (Foto: Joab Freire / Nordeste1)

O prefeito de Duas Estradas, Edson Gomes, participou do encontro com o secretário e apresentou como principal demanda do município a instalação de um laboratório de análises clínicas que possibilitaria, para ele, que a população não precise se deslocar para outras cidades para se submeter a exames médicos.

“Nós temos necessidade da instalação de um laboratório de analises clínicas em nosso município [de Duas Estradas]. Muitas vezes as pessoas precisam se deslocar até Guarabira, para realizar exames, outras vezes precisar ir até João Pessoa. Essa foi uma reivindicação primordial”, disse Edson.

Uma ponte para a zona rural do município de Cuitegi foi a principal demanda eleita pelo prefeito Guilherme Madruga. Segundo ele, o projeto chegou a ser esquecido devido à estiagem na região, mas reconheceu a importância da obra para a população da comunidade.

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Uma das demandas de Cuitegi é a construção de uma ponte na Comunidade da Rural de Malhada. (Foto: Joab Freire / Nordeste1)

“Nós temos uma grande demanda que uma ponte para a grande comunidade rural da Malhada, que fica ilhada no Inverno. Nos últimos anos nós tivemos uma seca muito grande e isso ficou de lado, mas nós sabemos das dificuldades que a comunidade passa”, explicou Guilherminho.

Outros gestores também apresentaram suas demandas, como a prefeita de Pilões, Adriana Andrade, que solicitou a restauração da estrada até Cuitegi que foi palco de duas manifestações nas últimas semanas e a prefeita Alcione Beltrão, de Alagoinha, que relacionou obras importantes realizadas através de recursos do Pacto como a construção de escolas.

“Solicitamos uma nova escola para o município de Alagoinha. Ao todo, através do Pacto Social, foi construída uma escola, têm mais duas em construção, e nós vamos finalizar mais uma na zona urbana”, disse Alcione.

Ainda estiveram no evento os prefeitos: Beto do Brasil, de Solânea; Didi de Braz, de Araçagi; Antônio Justino, de Dona Inês; Adailma Fernandes, de Serra da Raiz; Márcia Mousinho, de Sertãozinho; Fábio Moura de Riachão; Edgard Gama, de Belém; e Paula Maranhão, de Borborema.

CRISE HÍDRICA NO BREJO
Uma das principais reivindicações dos municípios que integram a microrregião do Brejo Paraibano é com relação à crise hídrica enfrentada devido ao grande período de estiagem e algumas demandas foram apresentadas durante a reunião com secretário de articulação.

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Na mesa o prefeito de Bananeiras, Douglas Lucena, sentou-se ao lado do secretário. Ele falou da crise hídrica enfrentada nas cidades do Brejo. (Foto: Joab Freire / Nordeste1)

 

Waldson Souza garantiu que o Governo do Estado tem trabalhado junto ao Governo Federal para solucionar os problemas enfrentados pelos municípios.

“Todas as demandas com relação aos recursos hídricos e o abastecimento de água o Governo do Estado já está trabalhando junto ao Governo Federal. O secretário João Azevedo [de Recursos Hídricos] tem feito agendas importantes junto com o Governador em Brasília para que a gente sane todas essas situações ou amenize essa situação junto às regiões prioritárias”, explicou o secretário.

Um dos municípios mais atingidos é os que dependem da barragem de Canafístula II, como Bananeiras. Segundo o prefeito Douglas Lucena, o município tem executado apenas o paliativo com a perfuração de poços para amenizar a situação. Ele disse ao Nordeste1 que tem buscado junto ao Governo uma solução para o problema.

“A barragem de Canafístula II entrou em colapso absoluto não temos água e as chuvas que caíram nos últimos dias ainda não chegaram com força na barragem que tem uma bacia captadora muito pequena. Nós buscamos junto a Secretaria de Recursos Hídricos, uma solução que possa, no menor tempo possível, melhorar, diminuir e resolver esse problema”, disse o prefeito.

Ainda segundo Douglas, a proposta do Governo é interligar Canafístula I, que tem água, a Canafístula II para equilibrar o sistema de abastecimento d’água em pelo menos oito municípios.

O secretário Waldson Souza disse que toda a pauta da reunião em Guarabira, será apresentada às áreas técnicas do governo que darão respostas mais objetivas sobre as demandas propostas pelos prefeitos.

Prefeita pede socorro ao Governo do Estado; Rômulo Gouveia recebe demandas

Vice-governador com prefeita e ex-prefeito de Mulungu

O vice-governador Rômulo Gouveia atendeu, nessa terça-feira (8) em João Pessoa, prefeitos, vice-prefeitos e vereadores que buscam auxilio do Governo do Estado para as administrações municipais. Entre os pedidos, um inusitado, a prefeita de Mulungu, Darc Bandeira, quer ajuda para pagar a conta de luz do município. A sede da prefeitura está com a luz cortada porque a gestão passada não efetuou o pagamento da conta.

Além de Darc, o prefeito de Ingá, Manoel da Lenha e Reinaldo Queiros, prefeito de Gurjão estiveram no gabinete do vive-governador, para solicitar auxílio do Estado nas administrações municipais. Em pauta: dívidas dos municípios, início do ano letivo e o Pacto para o Desenvolvimento Social da Paraíba.

Rômulo recebe as demandas dos prefeitos enquanto o governador Ricardo Coutinho autoriza obras de saneamento básico no interior. O vice-governador disse que o Estado vai auxiliar, na medida do possível, os novos prefeitos.

O vice-prefeito de São Bento, Jorge Lucio; o ex-prefeito de Parari, Tadeu; a ex-prefeita de Mojeiro, Didi; o ex-prefeito de Mulungo, Ricardo Bandeira e vereador de Ingá, Pierre também foram recepcionados por Rômulo.

MaisPB

Movimento negro e produtores culturais apresentam demandas à Fundação Palmares e à SECULT

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Segmentos ligados à cultura afroparaibana apresentaram na sexta-feira, 27, durante oSeminário sobre o Programa Nacional de Cultura Afrobrasileira, ocorrido na Capital, João Pessoa, uma série de reivindicações ao secretário de Cultura da Paraíba, Chico César, e ao Diretor de Preservação do Patrimônio Imaterial Afrobrasileiro da Fundação Palmares, Alexandro Reis.

Povo de Santo trouxe propostas para a cultura | Fotos: Fabiana Veloso

Entre elas está a proposta de criação de um festival específico para a cultura popular, especialmente enfocando as culturas negra, indígena e cigana produzidas no estado. Outra demanda já antiga do movimento é por um museu temático para a cultura africana na Paraíba. Os participantes também demandaram estruturação de um projeto estadual de circulação da cultura entre as comunidades, promovendo o intercâmbio dos produtos e fazeres culturais.

Para o artista multivisual Elioenai Gomes, é urgente também que se promovam ações para o resgate da memória oral, visual e cultural das comunidades negras urbanas e rurais, além da catalogação dos grupos e artistas populares que lidam com a temática etinorracial na Paraíba. “Não adianta investir apenas na revitalização de prédios, eu acho até um equívoco falar em revitalização de algo que não seja humano. O importante é a vitalização humana, fortalecendo os laços culturais da africanidade paraibana”, comenta Nai, que criou um ateliê multicultural na região do Centro Histórico de João Pessoa, onde promove diversos eventos com a temática etinorracial.

Ana Lúcia e Emílson Ribeiro trouxeram suas experiências de vida

O para-folclorista Emílson Ribeiro diz que é preciso identificar os grupos para manter identidade e origem e dar condição de se fazer a atividade cultural na própria comunidade e levar o público às localidades onde a cultura popular ocorre. Ele diz que hoje o maior gargalo para os grupos de folguedos é a questão do transporte. “A cultura se esconde. É preciso ir atrás dela e dar visibilidade a ela”, opina.

Discussão em grupos dinamizou seminário

Um exemplo da dificuldade que os grupos da cultura popular afroparaibana enfrentam foi exposto pela contra-mestra do Coco de Roda Novo Quilombo, de Gurugí, na região do Conde, Ana Lúcia do Nascimento. “Nós ganhamos um prêmio de R$ 10 mil e decidimos construir um pavilhão na comunidade para as apresentações do Coco, mas o dinheiro não deu pra terminar a obra e ainda tá faltando toda a parte da cobertura e telhado”, revela Ana, informando também que mesmo depois de 25 anos de atividades o grupo musical ainda não conseguiu gravar um CD. “Quando a gente chega nos lugares pra se apresentar o pessoal pergunta pelo disco e nós não temos nada para divulgar nosso trabalho”, lamenta.

Outra representante dos quilombolas na Paraíba, Francimar Fernandes, diz que é preciso garantir acesso à cultura para o povo das comunidades. Ela também defende o intercâmbio cultural entre as comunidades. “Em Pombal havia uma manifestação tradicional dos negros chamada de “pontões”, que era desenvolvida por um núcleo familiar conhecido na região como ‘Os Daniel’ e ‘Os Rufino’. Seria importante tentar resgatar isso antes que desapareça de vez”, diz Francimar. Ela informou ainda que no próximo dia 13 de maio, na Estação Ciência e Arte Cabo Branco, haverá oficinas com as louçeiras de várias comunidades quilombolas da Paraíba.

Representantes de grupos de capoeira também estiveram no evento. Eles reclamam que não há qualquer incentivo do poder público para que os grupos se mantenham em suas comunidades. Defenderam que nos bairros e comunidades sejam criados espaços específicos para a prática da capoeira. Os capoeiristas também buscam apoio para o registro audiovisual de suas músicas já que o conteúdo delas tem uma relação direta com a história da cultura negra e pode ser um instrumento para estimular a autoestima das comunidades afrodescendentes. Os praticantes da capoeira na Paraíba também apresentaram reivindicações relacionadas à regulamentação do ensino da capoeira nas escolas.

Chico César e Alexandro Reis ouviram propostas da sociedade; Kaline Lima mediou a mesa

Lideranças das religiões de matriz africana também se posicionaram no seminário. Elas querem incentivo para que as vestimentas e outros objetos usados nos rituais religiosos possam ser produzidos pelas próprias comunidades. Uma das ideias surgidas no evento foi a de que a Prefeitura de João Pessoa e o Governo do Estado reservem parte dos recursos do Projeto Empreender para o fomento de atividades culturais e artísticas dos povos e comunidades tradicionais, o que poderia ser chamado de “Empreender Afro”.

Outra questão discutida no evento foi o fato de que as igrejas de orientação evangélica, também chamadas de “cristãs”, têm proibido seus seguidores a praticar qualquer atividade vinculada à cultura afro-brasileira, com a capoeira, o maculelê, o maracatu, estigmatizando essas manifestações e deturpando o real significado que elas têm na cultura nacional.

PRESERVAÇÃO, MEMÓRIA E RESGATE

Platéia atenta nos dois turnos do seminário promovido pelo FOPPIR

Durante todo o evento foram levantadas várias propostas no sentido de que sejam construídas políticas públicas no estado para a preservação e o resgate das manifestações culturais afroparaibanas. Uma delas diz respeito ao apoio à Escola de Samba Malandros do Morro, no bairro da Torre, cujo barracão e quadra precisam ser reestruturados.

A presidenta da Associação Cultural Posse Nova República, jornalista Fabiana Veloso, sugeriu que a SECULT promova um evento relacionado à obra artístico-cultural do ativista negro Heliton Santana, falecido no ano passado. “Helinton produziu muito em várias áreas, como teatro e literatura”, diz Veloso.

O secretário Chico César disse que a SECULT está se estruturando para dar respostas às demandas. Ele anunciou a criação de um centro de referência da cultura popular que deverá ocupar o prédio do antigo Grupo Escolar Tomáz Mindello, no centro da capital paraibana.

Mariah Marques, gerente do Setor de Cultura Popular da SECULT, disse que o evento subsidiará o Plano Estadual de Cultura. Ela disse que a secretaria estabeleceu 12 articuladores nas macrorregiões do estado e que serão realizados seminários e cursos de capacitação nos 223 municípios. “Infelizmente o Plano Plurianual (PPA) não tem previsão de recursos para cultura afro, mas vamos ter que relocar de outras rubricas”, comentou Marques. Segundo ela, a SECULT está ainda estimulando as prefeituras a criarem conselhos municipais de cultura para estabelecer os planos municipais do setor.

“Nossa ideia foi que o seminário construísse um produto que pudesse ser apropriado pelos participantes, realizadores e, principalmente, pela sociedade civil. E acho que alcançamos esse objetivo”, diz a educadora Fátima Solange, do Fórum Paraibano de Promoção da Igualdade Racial (FOPPIR), entidade organizadora do evento. “Agora vamos incentivar as comunidades a darem prosseguimento a essa discussão em seus próprios espaços. Se não houver mobilização social o governo não avança na implementação das políticas públicas nessa área”, acrescenta Solange.

Movimento negro para o Focando a Notícia

Vale do PB: Sociedade Amigos da Rainha conclama Conselho de Cultura para definir demandas


Índios potiguaras participando do Orçamento Democrático em Mamanguape e solicitando, inclusive, investimentros na área de cultura.

A Sociedade Amigos da Rainha do Vale do Paraíba – Ponto de Cultura Cantiga de Ninar – convida os segmentos artísticos de Itabaiana através do Conselho Municipal de Cultura para discutirem propostas, e colaborarem na definição das diretrizes para elaboração do Plano Municipal de Cultura para os próximos 10 anos (2012 a 2021). A proposta é, também, mapear a produção cultural do Município, discutir suas peculiaridades, contradições e necessidades, estabelecendo prioridades e metas para o futuro.
A meta é construir um Plano Municipal de Cultura a partir da iniciativa da sociedade, já que a Secretaria de Cultura do Município ainda não sinalizou neste sentido. “Precisamos provocar essa Secretaria, e se não houver interesse, os artistas e produtores culturais devem levantar suas demandas culturais para um planejamento e criação do Plano Municipal de Cultura”, afirmou Fábio Mozart, Presidente da Sarvap.
No dia 6 de junho ocorrerá a plenária do Orçamento Democrático em Itabaiana, ocasião em que a sociedade organizada deverá apresentar as demandas da região do vale do Paraíba. Nesse encontro, a comunidade dos artistas e produtores culturais deverá apresentar documento contendo as diretrizes pertinentes à demanda local.

Fonte: pccn.itabaiana
Focando a Notícia