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Ex-presidente Lula e o filho são denunciados por lavagem de dinheiro e organização criminosa

LULAO Ministério Público Federal em Brasília (MPF-DF) informou nesta sexta-feira (9) que denunciou à Justiça o ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva e o filho dele Luiz Cláudio Lula da Silva pelos crimes de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa. A denúncia foi presentada no âmbito da Operação Zelotes.

De acordo com o MPF, a denúncia foi feita após as investigações apontarem indícios de envolvimento do petista e de seu filho, além de Mauro Marcondes e Cristina Mautoni – que também foram denunciados – em negociações apontadas pelos investigadores como irregulares e que levaram à compra de 36 caças do modelo Gripen pelo governo brasileiro.

Também há indícios de irregularidades na prorrogação de incentivos fiscais destinados a montadoras de veículos por meio de uma Medida Provisória.

O G1 buscava contato com os denunciados até a última atualização desta reportagem.

Segundo o MPF, os crimes foram praticados entre 2013 e 2015, quando Lula já era ex-presidente. O Ministério Público afirma que ele integrou um esquema que visava beneficiar empresas automotivas, clientes da Marcondes e Mautoni Empreendimentos e Diplomacia LTDA (M&M). De acordo com as investigações, o ex-presidente prometia interferir junto ao governo federal para beneficiar as empresas.

Em troca, o casal Mauro Marcondes e Cristina Mautoni, donos da M&M, teriam repassado ao filho de Lula pouco mais de R$ 2,5 milhões.

G1

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Organização criminosa acusada de desvio de recursos públicos é desbaratada na paraíba

mpf-pbO Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB), por meio da Procuradoria da República em Patos, o Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público Estadual (MPPB) e a Controladoria Geral da União (CGU) deflagraram, na madrugada desta sexta-feira, 16 de outubro, a Operação Dom Bosco, que tem por objetivo central desarticular uma organização criminosa estruturada para fraudar licitações e desviar recursos públicos em contratos de fornecimento de material de expediente, papelaria, entre outros bens consumíveis. A Polícia Rodoviária Federal (PRF) também integra a equipe de trabalho da operação, auxiliando no cumprimento dos mandados judiciais.

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Estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão, um mandado de prisão preventiva, além da condução de quatro pessoas para prestarem esclarecimentos, nas cidades de Patos, Campina Grande e João Pessoa. Estão envolvidas as empresas Livraria Dom Bosco, Gráfica Santo Antônio, Mix Mercadinho e AMPLA Comércio LTDA. As buscas estão sendo feitas nas sedes das empresas e nas residências dos envolvidos.
A sede da prefeitura de Patos também está sendo alvo de busca e apreensão, para obtenção de documentos referentes aos contratos entre a prefeitura e as empresas AMPLA e Mix Mercadinho.
Segundo o procurador da República, João Raphael Lima, as investigações para descortinar o esquema criminoso começaram em 2012. Originalmente a organização agia simulando procedimentos licitatórios na modalidade “Carta-Convite”, nas quais competiriam, pretensamente, as empresas Papelaria Patoense, Mix Mercadinho e Livraria Dom Bosco.
As investigações revelaram que a empresa Mix Mercadinho era formalmente em nome de funcionária da Papelaria Dom Bosco, a qual também é parente dos proprietários da papelaria. Contudo, a firma Mix Mercadinho era de fato comandada pelos proprietários da Livraria Dom Bosco, os quais também se valiam de parceria comercial com a Papelaria Patoense para simular as licitações.
Este esquema existiria há mais de uma década e perdurou, neste modelo, até 2013, tendo sido replicado em pelo menos 21 municípios. A investigação revelou que a partir do ano de 2013 o esquema criminoso modificou-se.
“Se antes o grupo se valia de empresas meramente instrumentárias para simular licitações na modalidade ‘Carta-Convite’, a partir de 2013 passou a atuar em licitações na modalidade pregão presencial, firmando contratos de grande valor, sobretudo com a Prefeitura Municipal de Patos. Com efeito, em apenas uma licitação deflagrada pela referida prefeitura, a empresa AMPLA Comércio LTDA, pertencente ao grupo, firmou contrato de mais de R$ 8.000.000,00 (oito milhões de reais)”, relatou o procurador.
“Temos um esquema criminoso que já dura vários anos, o qual se iniciou por meio de fraudes em licitações na modalidade convite, por meio da utilização de empresa de ‘laranja’ e de empréstimo de empresa existente, e que, posteriormente, a proprietária formal da empresa ‘laranja’ passou a atuar diretamente nas fraudes, sob as orientações do líder da organização criminosa, seja por meio de sua empresa ou de nova empresa criada para tanto”, acrescentou o procurador.
Além de recursos próprios, nas fraudes foram utilizados recursos federais, sobretudo relacionados a repasses do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE).
Correio da Paraiba com assessoria

Delegacia de Soledade é incendiada; polícia suspeita de ação criminosa

delegaciaO prédio onde funciona a delegacia de Polícia Civil da cidade de Soledade, no Seridó Paraibano, foi alvo de uma tentativa de incêndio na madrugada deste sábado (28).

De acordo com informações, a polícia ainda não tem nenhuma pista de que teria motivado o incêndio, mas trabalha com a hipótese de que a ação seja criminosa.

Devido às chamas, o portão que dá acesso à entrada principal da delegacia foi atingido pelas chamas, mas não foi destruído. O fogo não se alastrou para a parte interna do prédio.

A perícia foi acionada para apurar as circunstâncias do ocorrido, para em seguir emitir um laudo com os detalhes do incêndio.

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MaisPB com AgitaParaíba.com (foto)

Dupla é detida enquanto se preparava para assassinar líder de facção criminosa na PB

Crime ocorreu em Belém
Crime ocorreu em Belém

Duas pessoas foram detidas na noite dessa quarta-feira (12) suspeitas de planejar uma chacina na cidade de Belém (Agreste do estado, a 123 km de capital paraibana). De acordo com informações da Polícia Militar, a dupla é de João Pessoa e teria ido até Belém para assassinar integrantes de uma facção criminosa rival.

Um adolescente de 17 anos está entre os detidos. O outro suspeito é um jovem de 22 anos, que já cumpriu pena por homicídio no Rio Grande do Norte. Os dois foram abordados por uma viatura da PM quando se preparavam para o confronto com os rivais. Com eles, foram apreendidos uma pistola, um revólver e várias munições.

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Segundo investigações da polícia, a dupla planejava matar o líder de uma facção criminosa de Belém. Outras oito pessoas são suspeitas de participar da disputa entre os grupos e estão sendo procuradas pela polícia.

 

Portal Correio

PF liga Pasadena a suspeita de lavagem e vê ‘organização criminosa’ na Petrobras

Paulo-Roberto-CostaA Polícia Federal investiga a ligação entre a compra da refinaria de Pasadena, no Texas, pela Petrobras, e o esquema de lavagem de dinheiro desbaratado durante a operação Lava-Jato. Obras na refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, também são investigadas como parte do esquema fraudulento. Investigadores citam a existência de uma possível “organização criminosa” que estaria atuando “no seio” da estatal.

Nos dois casos há um mesmo um personagem envolvido: o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras Paulo Roberto Costa, que exerceu o cargo entre os anos de 2004 e 2012. A compra de Pasadena, iniciada em 2006 com a aquisição de 50% da refinaria de uma empresa belga, a Astra Oil, é cercada de controvérsias em razão do preço pago pela Petrobras. Após o negócio ser fechado, a estatal brasileira indicou um integrante para representá-la no conselho de proprietários. Esse representante era Costa.

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Depois de um litígio envolvendo questões contratuais entre as empresas, a Petrobras acabou desembolsando mais de 1,2 bilhão de dólares pela compra completa de Pasadena. A Polícia Federal suspeita que as operações envolvendo a unidade tenham sido usadas para pagamento de propinas e uso de offshores para o “abastecimento de grupos” que atuavam na estatal.

Ofício – Em ofício enviado em 22 de abril ao juiz federal Sérgio Fernando Moro, do Paraná, o delegado Caio Costa Duarte, da Divisão de Repressão a Crimes Financeiros em Brasília, cita a existência de “uma organização criminosa no seio” da estatal, que atuaria desviando recursos. Duarte pede ainda o compartilhamento de provas obtidas durante a Operação Lava-Jato.

Segundo o ofício, as provas e o material apreendidos na Lava-Jato seriam de “grande valia” para a condução do inquérito sobre Pasadena. “A citada refinaria teria sido comprada por valores vultosos, em dissonância com o mercado internacional, o que reforça a possibilidade de desvio de parte dos recursos para pagamento de propinas e abastecimento de grupos criminosos envolvidos no ramo petroleiro”, descreve o delegado. “Acrescentando-se a isto, apura-se possível existência de uma organização criminosa no seio da empresa Petrobras que atuaria desviando recursos com consequente remessa de valores ao exterior e retorno do numerário via empresas offshore”, aponta o delegado Duarte.

O documento da PF foi analisado na Câmara dos Deputados na quarta-feira pelo líder do Solidariedade, Fernando Francischini (PR). “O delegado chefe da investigação de Pasadena pediu cópia da operação dizendo que descobriu que o ex-diretor da Petrobras era conselheiro da refinaria e da trading na época da aquisição. E que todo o cruzamento dos dados mostra que o Paulo Roberto [Costa] estava trazendo dinheiro de fora, via offshore, via Alberto Youssef”, disse o deputado. O doleiro é um dos presos da Operação Lava-Jato.

Celeridade – No ofício, o delegado sustenta que o compartilhamento das provas traria economia processual e celeridade da investigação. “Em linha gerais, adentrando no mérito do procedimento persecutório, a partir da compra de uma refinaria no Estado do Texas/EUA (Pasadena), por parte da Sociedade de Economia Mista Petrobras, possíveis valores teriam sido enviados ou mantidos no exterior sem a respectiva declaração aos órgãos competentes”, diz ele.

A Lava-Jato foi deflagrada em março pela PF para desarticular organizações criminosas que tinham como finalidade lavar dinheiro em diversos Estados da Federação. De acordo com as informações fornecidas pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), integrantes do esquema teriam movimentado até 10 bilhões de reais.

Abreu e Lima – Uma das suspeitas da PF é de que o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras atuou como elo entre o doleiro e a estatal. Costa teria participado, por exemplo, de contratos em obras da Petrobras tocadas pelo consórcio liderado pela empreiteira Camargo Corrêa na refinaria Abreu e Lima, em construção em Pernambuco.

O ex-diretor da Petrobras nega ter participado de ilegalidades envolvendo a estatal. Procurada, a Petrobras informou que não tinha conhecimento da nova linha de investigação da PF.

Veja

Polícia identifica nova facção criminosa na Paraíba; integrantes do ‘PCB’ são de uma só família

Reprodução/PortalCorreio
Reprodução/PortalCorreio

Uma nova facção criminosa foi identificada pela Polícia Civil da cidade de Cajazeiras, no Sertão da Paraíba, localizada a 468 quilômetros de João Pessoa. Integrantes de uma mesma família seriam responsáveis pelo ‘PCB’ – Primeiro Comando dos Baianos.

O grupo dos Baianos, como é conhecida a família, seria responsável pela expansão e comercialização do tráfico de drogas no bairro do Asa. Os integrantes do ‘PCB’ picham os muros das residem da localidade, como forma de expressar o domínio entre os moradores.

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O delegado da Polícia Civil, Gilson Teles, por meio de um trabalho integrado ao Serviço de Inteligência, monitora as ações da facção, com o intuito de combatê-la.

Durante operação integrada entre as secretarias de administração penitenciária e de segurança pública e defesa social do Estado, na manhã desta terça-feira (17), quatros integrantes do ‘PCB’ foram detidos em cumprimento a mandados de busca e apreensão, segundo o secretário de administração penitenciária, Wallber Virgulino.

Na Paraíba, outras duas facções são apontadas como responsáveis pela criminalidade no Estado: Al-Qaeda e EUA (Estados Unidos). A disputa entre os dois grupos já provocou diversas mortes, principalmente na Capital paraibana.

Nas casas de detenção (presídios), os integrantes dos grupos são isolados em alas diferenciadas, para que seja evitado o confronto entre os detentos rivais.

Grupo domina tráfico no AsaFoto: Grupo domina tráfico no Asa
Créditos: Reprodução/PortalCorreio

 

 

portalcorreio

Polícia recupera moto roubada após a ação criminosa em Dona Inês; os acusados conseguiram fugir

A moto Honda CG 125, de cor preta, placa MNK 8297-PB foi recuperada pela polícia militar da 3ª e 2ª Companhia, pertencentes ao 4º BPM-PB. A ação foi desencadeada no início da tarde da sexta-feira (21), momentos[bb] após o veículo ter sido tomado por assalto na localidade de Mulungú, zona rural de Dona Inês.

O aposentado Antônio Mauro da Silva, de 66 anos de idade, residente no sítio Cajazeiras de Dona Inês, seguia com destino a sua casa quando foi abordado por dois homens que, armados de revolveres, anunciaram o assalto e tomaram a moto da vítima. A polícia foi acionada e, sob o comando do Sargento PM Dos Santos com o apoio de guarnições comandadas pelo Capitão PM Neves, um cerco foi fechado e, os criminosos acuados, abandonaram a motocicleta e empreenderam fuga.

A moto recuperada foi devolvida para o proprietário.

“Essa tem sido nossa orientação; agir de forma rápida e precisa, por isso temos logrado êxito nas nossas investidas.” Comentou o Capitão Silva Ferreira – Comandante da 3ª Cia./ PM (4º BPM-PB

Por Júnior Campos

Sargento da PM preso acusado integrar facção criminosa é eleito vereador em Bayeux

O sargento da Polícia Militar, Arnóbio Gomes Fernandes (PSL), 45 anos, conhecido como ‘Sgt. Arnóbio’, que foi preso em setembro deste ano durante a Operação Esqueleto, foi eleito vereador na cidade de Bayeux, na região metropolitana de João Pessoa.Arnóbio, que está recolhido na cadeia pública da cidade, obteve 906 votos. Ele ficou em sétima colocação. O parlamentar conseguiu uma liminar que o possibilitou a saída da unidade prisional e exercer a cidadania.

Um forte aparato policial foi mobilizado para fazer o transporte do preso. O sargento era um dos favoritos a assumir uma cadeira no legislativo municipal, conforma apontavam as pesquisas.

O policial está preso acusado de realizar a segurança do sub-chefe da facção criminosa ‘Al Qaeda’, identificado apenas como ‘He-man’.

O sargento já havia sido preso na Operação ‘Águas Limpas’, deflagrada no mês de agosto de 2010. Na época, ele foi acusado de tráfico de armas e formação de grupos de extermínio no Estado.

A ‘Operação Esqueleto’ deflagrada pela Polícia Civil culminou com a prisão 46 pessoas e desarticulou uma organização criminosa responsável por 60% dos homicídios cometidos neste ano na região metropolitana de João Pessoa.

Abelardo Oliveira

Organização criminosa de São Paulo usa cartas para planejar crimes na Paraíba

No universo da globalização e do acesso rápido e fácil à internet e aos mais sofisticados veículos de comunicação de massa, uma ferramenta surgida ainda na Antiguidade continua sendo usada com frequência pelo crime organizado: as cartas. Na Paraíba, investigações da Polícia Civil revelam que criminosos estariam utilizando esse tipo de comunicação de dentro de presídios de todo o país para planejar assaltos a banco, comandar o tráfico de drogas, lavar dinheiro e fortalecer as ações do Primeiro Comando da Capital (PCC).

Em duas prisões realizadas este ano, que terminaram retirando de circulação dois dos maiores assaltantes de bancos do Nordeste, Dyllian Muniz de Queiroz, detido em Petrolina por policiais da Delegacia de Roubos e Furtos (DRF) de Campina Grande; e Antônio Pereira Inácio, preso no Cariri do Estado após um assalto à agência dos Correios de Livramento, a Polícia Civil paraibana descobriu que os dois mantinham, através de cartas, contatos e articulação de ações criminosas com bandidos de vários Estados do Brasil e do PCC.

As correspondências eram enviadas e respondidas de dentro de presídios de Estados como o Pará, Mato Grosso, São Paulo, Paraná e de penitenciárias da Paraíba como o Sílvio Porto, PB1 e outras unidades; estimulando a colaboração entre grandes quadrilhas interestaduais de tráfico e de assaltos a bancos. O objetivo, segundo a polícia, seria fortalecer os grupos e “ajudar” os integrantes a se capitalizarem para a prática dos crimes.

Escritas à mão, as correspondências ainda guardam dezenas de contas bancárias, a movimentação financeira das quadrilhas interestaduais e ainda ordens para a prática de crimes.

Em um trecho de uma delas, apreendida com Dyllian Muniz, o remetente (cujo nome está sendo preservado) relata a situação financeira do bando: “Penso muito em você e torço por você sempre! Bom, como você sabe saí daquele lugar mas fiquei somente três meses num presídio e voltei pra tranca no Estado de São Paulo”.

Uma outra correspondência, apreendida com o assaltante Antônio Pereira Inácio, em maio deste ano, um dos membros do PCC pede ajuda financeira. “Pô meu irmão, tá me tirando para comédia, para moleque da semana. Tem alguém dentro do banco para depositar esta miséria deste dinheiro?”, pergunta.

“Nós estamos ampliando as investigações e muitas informações ainda não podemos divulgar, porque iremos chegar a outros membros dessas quadrilhas. Geralmente essas cartas entram através de familiares, ou de integrantes dos grupos quando saem do sistema. Uma coisa que identificamos, nesses dois casos, é que as duas quadrilhas compravam armas no Paraguai”, comentou o delegado regional de Campina Grande, André Rabello.

pbacontece