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PB registra terceiro maior crescimento do varejo do país em julho, revela IBGE

comprasContrariando a tendência nacional de queda de vendas devido à crise econômica, a Paraíba apresentou o terceiro maior crescimento do varejo no mês de julho entre as 27 unidades da federação. Segundo a Pesquisa Mensal de Comércio, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (16), o volume de vendas de julho quando comparado a junho de 2015, na série com ajuste sazonal, registrou crescimento de 1,3%.  Os Estados de Roraima (2,7%) e do Pará (1,6%) lideraram o indicador no mês de julho.

Já no país, pelo sexto mês consecutivo, as vendas do varejo brasileiro recuaram. Em julho, na comparação com junho, a baixa foi de 1%, a maior, considerando o mês, desde 2000, quando teve início da série histórica do IBGE.

Foi o segundo mês consecutivo de alta nas vendas do varejo paraibano, quando se compara ao mês anterior. Em junho sobre maio, o crescimento das vendas havia sido ainda maior (2,6%).

Das 27 unidades da Federação, 20 delas apresentaram variações negativas no volume de vendas na comparação de junho para julho de 2015, na série com ajuste sazonal, conforme gráfico 5. As taxas variaram de -4,9% no Amapá a -0,3% em Minas Gerais. Nos estados do Maranhão, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal, o volume de vendas se manteve estável nessa comparação.

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Segundo o IBGE, o resultado é reflexo no país dos preços mais altos, oferta restrita de crédito e da contenção de gastos por parte dos consumidores. Apenas quatro Estados tiveram crescimento no volume de vendas: Roraima (2,7%), Pará (1,6%), Paraíba (1,3%) e Amazonas(0,3%).

No cenário do Nordeste, dos nove Estados sete tiveram retração nas vendas na passagem de junho para julho. As maiores foram em Pernambuco (-1,8%) e Alagoas (-1,7%) e Rio Grande do Norte (-1,3%), enquanto o Estado do Maranhão se manteve estável. Já a Paraíba foi o único Estado da Região que apresentou alta (1,3%) em julho. (veja o quadro com o ranking).

A Pesquisa Mensal de Comércio (PMC) produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do comércio varejista no País, investigando a receita bruta de revenda nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, e cuja atividade principal é o comércio varejista.

Ranking do crescimento do varejo em julho:

Unidades de federação Crescimento em julho sobre junho
Brasil -1,0 %
Roraima 2,7%
Pará 1,6%
PARAÍBA 1,3%
Amazonas 0,3%
Maranhão 0,0%
Mato Grosso 0,0%
Distrito Federal 0,0%
Minas Gerais -0,3%
Rondônia -0,3%
Mato Grosso do Sul -0,4%
Santa Catarina -0,4%
Rio Grande do Sul -0,4%
Rio de Janeiro -0,5%
Piauí -0,7%
Ceará -0,7%
Tocantins -0,8%
Bahia -0,9%
Sergipe -1,1%
Rio Grande do Norte -1,3%
Espírito Santo -1,4%
Goiás -1,6%
São Paulo -1,6%
Alagoas -1,7%
Acre -1,8%
Pernambuco -1,8%
Paraná -2,2%
Amapá -4,9%

Fonte: Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

 

Redação iParaiba com Secom

Paraíba tem 3º maior crescimento da expectativa de vida no Brasil, diz IBGE

idososA esperança de vida ao nascer em 2013 na Paraíba foi de 72,3 anos, registrando o terceiro maior crescimento do país nas últimas três décadas, segundo divulgou nesta segunda-feira (1º) o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os nascidos em 1980 tinham expectativa de viver em média 57 anos, crescendo 15,3 anos até o levantamento divulgado nesta segunda-feira.

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Superaram a Paraíba os estados do Rio Grande do Norte, cuja expectativa de vida cresceu 16,8 anos, e Pernambuco, com alta de 15,9 anos. Apesar do crescimento, os dados do IBGE indicam que o paraibano continua vivendo menos que a média brasileira, cuja expectativa de vida em 1980 era de 62,5 anos e em 2013 foi de 74,9 anos.

Os homens paraibanos também continuam com uma esperança de viver menos que as mulheres. Para o sexo masculino, a expectativa em 1980 era de 54,1 anos de vida. No último ano, foi de 68,4 anos, um crescimento de 14,3 anos. Para o sexo feminino, a esperança de vida era de 57 anos e subiu para 76,2 anos em 2013, uma alta de 16,2 anos na expectativa divulgada pelo IBGE.

No Brasil, para a população masculina, o aumento foi de 3 meses e 29 dias de vida, passando de 71 anos em 2012 para 71,3 anos em 2013. Já para as mulheres, o crescimento foi de 3 meses e 14 dias, passando de 78,3 anos para 78,6 anos.

Os números divulgados hoje pelo IBGE são utilizados pelo Ministério da Previdência Social como um dos parâmetros para determinar o fator previdenciário, no cálculo das aposentadorias do Regime Geral de Previdência Social.

 

G1

Varejo da Paraíba registra maior crescimento do Nordeste

comercioO volume de vendas no varejo paraibano reagiu em setembro e apresentou a maior taxa de crescimento na Região do Nordeste, segundo informou a Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nessa sexta-feira (14). Em setembro, o comércio no Estado registrou alta de 5,6% sobre igual mês do ano passado. Ao lado de Sergipe, a Paraíba liderou a expansão do mês na Região.

De agosto para setembro, o volume de vendas da Paraíba manteve alta pelo segundo mês consecutivo (0,5%), enquanto o país registrou crescimento de 0,4%. Dos nove Estados do Nordeste, quatro apresentaram queda nas vendas sobre o mês anterior: Bahia (-1%), Maranhão (-0,9%), Alagoas (-0,4%) e o Piauí (-0,3%).

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Segundo dados do IBGE, o resultado positivo do comércio em relação a agosto foi influenciado por altas em cinco das dez atividades pesquisadas. A maior taxa foi registrada no segmento de móveis e eletrodomésticos. Também puxaram para cima os resultados de outros artigos de uso pessoal, que engloba lojas de artigos esportivos e de brinquedos, por exemplo — e combustíveis.

No cenário nacional, a Paraíba ao lado dos Estados do Norte: Acre (20,6%), de Roraima (14,3%), de Rondônia (13,3%) e Amapá (9,4%) apresentaram os maiores resultados em setembro. No acumulado de janeiro a setembro, a Paraíba subiu de 2,9%, até agosto, para 3,2%, em setembro, ficando novamente acima da média nacional (2,6%).

Taxa de crescimento do varejo no NE em setembro das Unidades da Federação e Taxa de crescimento:
PARAÍBA – 5,6%
Sergipe – 5,6%
Maranhão – 4,7%
Ceará – 3,7%
Piauí – 3,1%
Bahia – 2,8%
Rio G. do Norte – 1,7%
Alagoas – 0,5%
Pernambuco – 0,3%.

iParaiba com Secom

Bens de candidatos ao governo e ao senado apresentam crescimento de até 149% em 2014

eleiçoes-destaque_interno.A maioria dos candidatos ao governo do estado e ao senado obtiveram acréscimos em seus bens em relação à declaração registrada na justiça eleitoral em 2010. A constatação é feita se compararmos o patrimônio declarado na última eleição com os dados registrados no TRE-PB para o pleito de 2014. Alguns obtiveram um crescimento de até 149%.

Ricardo Coutinho (PSB), atual governador do estado, declarou em 2010 que possuía bens no valor de R$ 866.698,44. Já nesta última declaração registrada no TRE, o chefe do executivo estadual informou que seu patrimônio somava R$ 1.325.603,81. O candidato à reeleição acrescentou de 2010 a 2014 aproximadamente 458 mil reais ao seu patrimônio, ou seja, um crescimento de 52,94%.

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Cássio Cunha Lima (PSDB), também postulante ao Palácio da Redenção, somava em 2010 R$ 642.645,00. Em 2014, o candidato registrou na justiça eleitoral que possuía bens avaliados em R$ 874.430,46. Um aumento de aproximadamente R$ 231 mil no patrimônio. O patrimônio do tucano cresceu 36%

O senador Vital do Rêgo Filho (PMDB), candidato ao governo do estado somava em 2010 R$ 888.842,05. Para 2014, o peemedebista declarou ao TRE possuir bens no valor de R$ 976.556,45. Um acréscimo de mais de R$ 87 mil reais, um crescimento patrimonial de 9,86%.

Major Fábio Rodrigues (Pros), também candidato ao governo do estado, declarou em 2014, que possui bens no valor de R$ 339 mil. Nas eleições de 2010 ele declarou que tinha bens na ordem de R$ 136.014,16. Significa um crescimento de 149,2%.

O candidato ao governo da Paraíba pelo Psol, Tárcio Teixeira, informou ao TRE que possui R$ 252.928,00. Antônio Radical (PSTU), candidato ao governo, não aparece na relação de candidatos com bens declarados pelo TRE paraibano.

Senadores

De acordo com os dados do TRE, o candidato a senador que possui o maior patrimônio é o ex-governador e candidato ao senado José Maranhão (PMDB). O peemedebista tinha, em 2010, R$7.429.880,68 em bens. Para 2014, Maranhão declarou que seu patrimônio somava R$ 8.830.629,26. Com base nesses dados se constata que o ex-governador obteve um acréscimo de R$ 1,4 milhões em quatro anos, ou 18,8%.

O deputado federal e candidato ao senado Wilson Santiago (PTB), declarou em 2010, que seus bens somavam R$ 659.809,28. O postulante ao senado federal informou ao TRE que possuía em 2014, R$ 715.666,46 em patrimônio. Um acréscimo de mais de 55 mil reais, ou 8,46%.

Jony Melo do Blog do Gordinho

Inclusão de lucros da Máfia no PIB deve aumentar taxa de crescimento na Itália

cigarroO faturamento com atividades ilegais como tráfico de drogas, extorsão, prostituição e contrabando de cigarros e bebidas alcoólicas deverá ser incluído regularmente no Produto Interno Bruto (PIB) da Itália, levando a economia a crescer mais que o esperado em 2014.

O anúncio de que o instituto italiano de estatísticas Istat está se preparando para incluir uma estimativa da economia ilegal no PIB do país a partir deste ano causou polêmica.

“PIB vai crescer em mais de 10%”, noticiou eufórico o jornal italiano Il Giorno em sua primeira página, exagerando o impacto da medida. “Com a ajuda da Máfia, nós passaremos de país em crise a locomotiva da Europa”, ironizou o editorialista Roberto Coscetti no blog “Italians”, do jornal Corriere della Sera.

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No entanto, o ministério italiano das Finanças frustrou as expectativas mais otimistas dizendo que o impacto na economia deverá ser mínimo, sem especificar uma cifra.

Na verdade, a adição da economia criminosa ao PIB da Itália não é uma idéia tão nova assim. Em 1987 o país já tinha incluído um valor estimado nos cálculos, o que resultou em um crescimento estatístico de 18% de um ano para outro.

A novidade é que agora esse valor vai ser estimado de acordo com regras da União Européia (UE), mais especificamente do Sistema Europeu de Contabilidade (European System of Accounts, em inglês, abreviado ESA). Esse organismo é responsável por harmonizar os sistemas contábeis na UE.

A medida é exigida não só pelo ESA, mas também pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), organismo internacional que estimula o progresso econômico e o livre comércio. O argumento é que, apesar de serem ilícitas, atividades como tráfico de drogas e contrabando acabando gerando um valor para a economia.

Estimativa difícil

As regras exatas para o cálculo, propostas pelo ESA, deverão ser divulgadas no fim do ano e estão sendo aguardadas com muita expectativa.

O tamanho da economia ilícita na Itália é objeto de grande discussão, já que é difícil estimar o que não passa por nenhum livro contábil. Os métodos para chegar às estimativas variam muito. A maioria delas se baseia em apreensões feitas pela polícia.

Um método comum é, por exemplo, multiplicar as capturas de drogas por dez e calcular seu valor de acordo com os preços de mercado. Alguns estudos preferem não incluir atividades difíceis de quantificar, como jogos de azar, corrupção ou extorsão.

Um estudo de 2012 feito para o Banco Central italiano estimou que o faturamento total do crime organizado equivaleria a 10,9% do PIB, ou cerca de 150 bilhões de euros. Já um estudo mais novo para o Ministério do Interior redimensiona esse número para cerca de 1,7% do PIB.

Consequências concretas

O faturamento de organizações mafiosas como Camorra e ‘Ndraghetta equivale a cerca de 0,7% do PIB, revelou um estudo do centro acadêmico de pesquisas Transcrime, da Universidade de Milão. O estudo diz também que a Máfia é responsável por cerca de metade das atividades do crime organizado no país.

Seja qual for o método aplicado, um crescimento do Produto Interno Bruto poderá ter consequências concretas para a economia italiana – positivas e negativas.

Por um lado, isso diminuiria os subsídios recebidos da União Européia (UE). Mas, por outro, poderia ajudar o país a ficar com seu endividamento dentro do limite imposto pela UE.

A Itália está em crise e acaba de sair de uma recessão que durou cinco anos. Segundo a OCDE, o PIB do país deverá volta a crescer em 2014, mas apenas em 0,5% – sem a inclusão da economia ilegal.

BBC Brasil

Viber encerra ação de ligações gratuitas com crescimento de 60% no Brasil

viberA Viber anunciou nesta semana que encerraria a ação de ligações gratuitas e ilimitadas para telefones fixos no Brasil, depois de nove semanas no ar.

A ação foi anunciada em fevereiro, pouco tempo depois da empresa começar as suas operações no país, e resultou em um aumento da sua base de usuários de 60%, que saltou de 10 milhões no início do ano para os atuais 16 milhões.

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A empresa aproveitou o momento de dúvida de alguns usuários logo após o anúncio feito pelo Facebook da aquisição do WhatsApp, principal concorrente do Viber e líder do mercado de mensagens intantâneas.

“Havia muita insegurança sobre o futuro do WhatsApp em relação à privacidade e outras questões, e a gente começou a experimentar uma taxa acelerada de crescimento no Brasil”, afirmou o Country Manager do Viber no país, Luiz Felipe Barros, ao Canaltech. “Alguns dias depois o WhatsApp ficou horas fora do ar e isso fez muitas pessoas baixarem o Viber”.

No mundo, o aplicativo cresceu sua base de 300 milhões para 400 milhões de usuários no mesmo período.

De acordo com dados divulgados pela empresa, os usuários brasileiros fizeram mais de 40 milhões de ligações que somaram 170 milhões de minutos durante a ação. O aplicativo também viu um crescimento no envio de mensagens de texto, principal percentual de uso do app, e em grupos, que aumentou em uma média de 25% por semana.

Com o fim da ação, o recurso que que permite ligações para telefones fixos e móveis, o Vibe Out, volta a ser pago no país. As funções de envio de mensagens, conversas em grupo e ligações VoIP de Viber para Viber continuam gratuitas.

Estratégia de crescimento

De acordo com Barros, a empresa já tem outras iniciativas de marketing planejadas para sustentar o crescimento do aplicativo, que agora conta com uma equipe de cinco pessoas na operação brasileira.

No segundo semestre, a empresa deve começar a implantar uma estratégia de games casuais dentro da plataforma, que visa não só expandir o número de usuários, mas trazer receitas através de compras dentro do app (In-App Purchase). De acordo com o executivo, os jogos serão uma parte separada dentro do app e não deverão incomodar usuários que não quiserem interagir.

O Viber também prevê umas série de recursos locais, como stickers (adesivos customizados para ilustrar as mensagens de texto.  Os stickers fazem parte também da estratégia de monetização da plataforma, já que algumas opções de adesivos são pagas.

Outras iniciativas como a ação de ligações gratuitas não são descartadas, mas não estão previstas para os próximos meses. “Os dados foram fanstásticos, mas a gente quer trazer novidades para o público também”, comenta Barros.

Canal Tech

 

São Paulo registra maior crescimento da frota de carros em três anos

São Paulo registra recordes históricos de congestionamento em 2013: mais de 300 km  de filas (Foto: Arquivo/Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo)
São Paulo registra recordes históricos de
congestionamento em 2013: mais de 300 km
de filas (Foto: Arquivo/Daniel Teixeira/Estadão
Conteúdo)

Mais de 130 mil novos automóveis foram registrados na cidade de São Paulo em 2013, o maior crescimento da frota em três anos. Com isso, a capital fechou o ano com 5,4 milhões de carros. A cidade tem hoje 11,8 milhões de habitantes – o que significa uma média de um carro a cada duas pessoas.

O número de registros interrompe uma trajetória de queda. Em 2010, foram incorporados pela cidade 140 mil novos automóveis; em 2011, 120 mil; e em 2012, 102 mil.

O levantamento, feito pelo G1 com base nos dados do Departamento Estadual de Trânsito (Detran) de São Paulo, revela ainda que a frota de carros cresceu em um ano em ritmo mais acelerado que a de outros veículos. O número de novas motos, por exemplo, ficou em 33 mil (neste mês, a marca de 1 milhão foi atingida). Ao todo, São Paulo tem 7,6 milhões de automóveis, motos, ônibus, caminhões, entre outros.

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Para o economista Samy Dana, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), a disponibilidade de crédito, o tamanho da população economicamente ativa e o aumento da renda são fatores que ajudam a explicar o aumento da frota de carros.

Ele cita o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) reduzido como um dos fatores de estímulo. Várias montadoras fizeram do aumento do imposto previsto para janeiro um chamariz para vender seus carros no fim do ano.

Já o prefeito Fernando Haddad diz que o término do contrato de inspeção veicular com a Controlar em outubro fez com que motoristas deixassem de buscar atalhos para fugir do teste e da taxa de R$ 47,44, já que muitos registravam o carro em cidades vizinhas no endereço de familiares. Segundo ele, é possível perceber uma curva mais acentuada de registros nos últimos meses na capital.

Apesar de dizer que a prioridade de seu governo é com o transporte público – foram criadas mais de 200 km de faixas exclusivas de ônibus em seu mandato –, Haddad afirma que o aumento de registros é motivo de comemoração, já que a administração municipal fica com 50% do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) dos carros da cidade.

Contraste
Enquanto a cidade registrou um aumento expressivo na frota, no estado houve queda em relação a anos anteriores. Segundo dados do Detran, o crescimento da frota de automóveis no estado de São Paulo foi 2,72% menor em 2013, com 758,2 mil novos registros – ante 779,5 mil em 2012. O estado tem 26 milhões de veículos.

otoristas enfrentam trânsito na Marginal Tietê, sentido Rodovia Ayrton Senna, na altura da ponte do Limão, na zona norte de São Paulo, nesta sexta-feira. (Foto: Daniel Teixeira/Estadão Conteúdo)São Paulo registra recordes históricos de
congestionamento em 2013: mais de 300 km
de filas (Foto: Arquivo/Daniel Teixeira/Estadão
Conteúdo)

O Detran explica que a frota muda constantemente, já que, além de veículos incorporados, há registros que são transferidos de município e outros que são excluídos, em casos de perda total por acidente, por exemplo.

País
No país, mesmo com o IPI mais baixo durante todo o ano, houve uma freada nas vendas de carros em 2013. Foi a primeira baixa desde 2003, depois de uma sequência de dez anos de forte crescimento. De acordo com os dados da Federação dos Distribuidores de Veículos (Fenabrave), 3,6 milhões de carros foram emplacados no ano passado – um recuo de 1,6% em relação a 2012.

 

Márcio PinhoDo G1 São Paulo

Caixa registra crescimento de 35% no financiamento de veículos

carros-popularesO Crédito Auto CAIXA registrou, até novembro de 2013, um crescimento de 35% no volume de contração em relação ao realizado em todo o ano passado, mesmo período em que o mercado apresentou uma retração de 10%. Com R$ 2,2 bilhões em contratações em 2013, a carteira de veículos da CAIXA ultrapassou a marca de R$ 3 bilhões, crescimento de 56% no ano.

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Em novembro, o Crédito Auto CAIXA teve o segundo melhor volume de contratações do ano, 36% superior ao registrado em outubro. Os resultados da carteira foram alavancados pelo Salão Auto CAIXA, realizado entre 21 e 23 de novembro, que contou com a participação de mais de 1.400 concessionárias de todo país. Para garantir que o cliente realizasse o melhor negócio na compra de seu veículo, foram destacados mais de 4 mil gerentes.

O superintendente nacional de Veículos da CAIXA, Jorge Pedro de Lima Filho, destaca a importância dos salões de automóveis para a consolidação da marca CAIXA no setor. “O Salão Auto CAIXA gera grande movimentação nas concessionárias envolvidas, garantindo ampla divulgação da nossa linha de financiamento”, explica. “Por isso, a CAIXA deve continuar realizando dois salões anuais, com abrangência nacional e presença de gerentes nas concessionárias”.

Os resultados, segundo Jorge Pedro, consolidam uma parceria permanente com as concessionárias, que oferecem um atendimento diferenciado aos clientes da CAIXA. “Precisamos destacar, também, a atuação do Banco PAN, que tem sido o braço comercial da CAIXA nesse mercado tão competitivo”, afirma. “Apresentando as melhores condições do mercado, com prazos e taxas muito competitivas, a CAIXA garante a fidelidade de clientes e concessionárias”, completa.

Assessoria

Pesquisa Ibope mostra crescimento de Dilma, que venceria no primeiro turno em 2014

dilmaA presidenta Dilma Rousseff (PT) subiu de 30% para 38% das intenções de voto, aumentando de 8 para 22 pontos a vantagem sobre Marina Silva (Rede Sustentabilidade), que foi de 22% para 16%. Os dados constam de pesquisa do Ibope feita em parceria com o jornal O Estado de S. Paulo, divulgado na noite de dessa quinta-feira (26). Em dois cenários, Dilma venceria no primeiro turno.

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No primeiro, que inclui o senador Aécio Neves (PSDB), Dilma foi a 38%, ante 30% em julho, Marina caiu de 22% para 16%, o tucano foi de 13% para 11% e o governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), de 5% para 4%. Segundo a pesquisa, 31% dos entrevistados se disseram sem candidatos, 15% afirmaram sua intenção de votar em branco ou nulo e 16% não souberam responder.

Os números oscilam pouco com a inclusão de José Serra (PSDB). Dilma vai a 37%, Marina tem 16%, Serra fica com 12% e Campos, com 4%. Outros 30% dizem não ter candidato, 14% falam em votar branco ou nulo e 16% não sabem.

Em um cenário estimulado para o segundo turno, Dilma venceria Marina por 43% a 26%. Em julho, ainda sob o impacto das manifestações de rua, as duas estavam tecnicamente empatadas, com 35% e 34%, respectivamente. A presidenta também venceria Aécio ou Serra (45% a 21%) e Campos (46% a 14%).

A pesquisa foi feita dos dias 12 a 16, em todas as regiões. Foram entrevistados 2.002 eleitores. Segundo o instituto, a margem de erro máximo é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, com intervalo de confiança de 95%.

 

 

Redação RBA

Vendas do comércio da Paraíba registram 2º maior crescimento do país em abril

comercioO volume de vendas do varejo paraibano volta a registrar a segunda maior taxa do país em abril. Pesquisa Mensal do Comércio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revela que o setor cresceu 13,7%, quando comparado ao mesmo período do ano passado, enquanto nacionalmente a taxa foi de apenas 1,6%. Além de maior crescimento entre os nove estados do Nordeste, a Paraíba foi superada no país apenas pelo estado de Roraima, em abril (15,6%).

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Na comparação com março, na taxa livre de influências sazonais (típicas de cada período), as vendas do comércio paraibano (1,4%) foram também superiores às do país (0,5%). Entre os estados do Nordeste, a Paraíba registrou o terceiro lugar em taxas. Os estados de Alagoas (2,7%) e da Bahia (2,4%) registraram os maiores percentuais.

No encerramento do primeiro trimestre deste ano, o comércio varejista paraibano já havia registrado o terceiro melhor crescimento do país e o segundo maior do Nordeste. O índice ficou atrás apenas de outras duas unidades da federação: Mato Grosso do Sul (12,3%) e do Rio Grande do Norte (10,7%), mas bem acima da média do país que obteve alta de 4,5%.

Segundo analistas do mercado e do IBGE, o comércio da Paraíba é considerado um dos setores mais dinâmicos da economia paraibana nos últimos anos. A inclusão de pessoas no mercado de consumo com os programas sociais acrescido do fortalecimento do mercado de trabalho e também do aumento do salário mínimo vêm impulsionando as vendas do setor.

No acumulado de janeiro a abril deste ano, a expansão do volume de vendas foi de 9,8% no setor na Paraíba, a segunda melhor taxa do Nordeste, ficando atrás apenas do Rio Grande do Norte (10,1%). Já o país acumula taxa mais modesta no quadrimestre (3%).

 

Ranking de volume de vendas do comércio em abril e no acumulado do ano

Estados % de vendas abril Taxa de crescimento no ano
Roraima 15,6 7,0
PARAÍBA 13,7 9,8
Mato G. do Sul 13,2 13,2
Rio G. do Norte 11,6 10,1
Rondônia 10,2 6,7
Amapá 8,2 4,7
Maranhão 7,3 6,0
Ceará 4,6 4,6
Sergipe 4,6 3,3
Pará 3,9 4,9
Piauí 3,9 0,7
Espírito Santo 3,6 3,5
Pernambuco 3,5 4,4
Mato Grosso 3,4 4,8
Alagoas 3,1 3,0
Rio de Janeiro 2,8 4,3
Rio G. do Sul 2,4 3,5
Acre 1,9 2,5
Bahia 0,9 0,2
Paraná 0,7 3,2
São Paulo 0,4 2,8
Distrito Federal 0,1 0,8
Minas Gerais -0,3 0,1
Amazonas -0,6 1,2
Goiás -0,7 2,9
Santa Catarina -3,4 0,1
BRASIL 1,6 3,0

Fonte: Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE

Secom – PB