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Casos de dengue crescem aproximadamente 432% no País

Mesmo dois meses após o fim do verão, a doença no País ainda preocupa: do início do ano até o último dia 11, o total de registros foi 432% maior, ante o mesmo período de 2018. O salto foi de 144 mil casos prováveis de infecção para 767 mil suspeitas reportadas. As mortes pelo vírus também saíram de 88 a 222. O número de infectados explodiu em 20 Estados e no Distrito Federal.

Há quatro sorotipos do vírus. A epidemia e a incidência maior nesses Estados são explicadas pela disseminação do tipo 2, diz o coordenador-geral dos Programas Nacionais de Controle e Prevenção da Malária e das Doenças Transmitidas pelo Aedes do Ministério da Saúde, Rodrigo Said. “As últimas epidemias foram pelos vírus 1 ou 4”, diz.

“Esse sorotipo (2), que circulava pouco e por isso havia pequena proteção imunológica, voltou agora e deixou a população mais suscetível.”

O clima, segundo Said, também tem papel importante. Chuvas intensas nas últimas semanas fizeram larvas do mosquito transmissor, o Aedes aegypti, eclodirem. Além disso, temperaturas mais altas criam condições favoráveis ao inseto.

“Enquanto não esfriar para valer, os casos vão continuar”, diz Regiane de Paula, do Centro de Vigilância Epidemiológica da Secretaria da Saúde de São Paulo. O fenômeno climático El Niño, segundo ela, está fazendo com que o frio demore mais a entrar este ano no Sudeste.

Com a expectativa de inverno tardio e curto, cresce a necessidade de manter ações contra criadouros de Aedes. Segundo o ministério, mais de 80% dos mosquitos vêm de áreas residenciais. Outras cidades mantiveram no outono o uso do inseticida (fumacê). A estratégia, para matar o Aedes adulto, é considerada menos eficaz que eliminar a água parada, que evita o nascimento do transmissor.

O ministério diz ter 300 mil litros de inseticida vencidos e que, segundo informações preliminares recebidas esta semana, não estão adequados para uso. Segundo Said, as amostras desse produto foram encaminhadas a um laboratório credenciado, mas as respostas recebidas esta semana não foram favoráveis ao uso do produto.

Distrito Federal

Tão logo apareceram os primeiros sintomas, a ex-senadora Marina Silva (Rede) procurou um hospital em Brasília. As dores fortes pelo corpo e na cabeça ajudaram a antecipar o diagnóstico confirmado mais tarde por exame: dengue. Na capital do País, onde as ocorrências aumentaram mais de 1.200%, o governo espalhou seis postos temporários em áreas de maior incidência. Lá, são aplicados testes e há assistência prestada por médicos, enfermeiros e técnicos.

Infectada pela segunda vez por dengue, Marina ficou três dias internada na última semana. No Twitter, lembrou ser “mais uma entre milhares”. Segundo a assessoria de imprensa da ex-senadora, ela passa bem.

A nova infecção, como ocorreu com Marina, traz risco ainda maior. “A disposição sucessiva ao vírus e uma segunda infecção podem ocasionar manifestações mais graves e até óbito”, alerta Said, do ministério.

Cuidado e riscos

Prevenção: A maioria dos focos de Aedes está em casas. É importante evitar acúmulo de água em garrafas, vasos, calhas, lajes e piscinas, onde ele coloca ovos.

Condições: A permanência de chuvas e temperaturas mais altas favorece a reprodução do mosquito e leva à necessidade de ficar atento aos criadouros mesmo após o verão.

Sintomas: Dores no corpo e de cabeça, cansaço, febre alta e manchas na pele são comuns entre os infectados. Em casos mais graves, pode haver sangramento por nariz ou boca, além de vômito contínuo.

Outras doenças: Aedes também transmite os vírus da zika e da chikungunya, cujos sintomas podem se confundir com os sinais da dengue.

 

 

wscom

 

 

Crimes virtuais crescem mais de 220% em João Pessoa, aponta Polícia Civil

internetOs crimes virtuais cresceram cerca de 226% na capital paraibana, quando comparados o período entre 2014 e 2016. Os dados são da Delegacia de Defraudações e Falsificações de João Pessoa e mostram uma realidade nada agradável: além da insegurança nas ruas, é preciso ficar atento aos crescentes roubos digitais.

Em 2014, a capital paraibana registrava 54 ocorrências deste tipo, passando para 94 no ano seguinte e chegando a 183 em 2016. O titular da Delegacia de Defraudações e Falsificações, Lucas Sá, disse que esse tipo de crime cresce porque as quadrilhas atuam de formas variadas e cambiantes.

“Existem muitas modalidades de golpes e quase todo mês percebemos novas técnicas sendo criadas. As mais comuns são os anúncios falsos, onde a vítima compra um produto que não existe, e o hackeamento de dados, quando se rouba os dados bancários do consumidor”, explica o delegado.

Ambas, destaca Lucas Sá, aproveitam-se da inocência ou falta de atenção do usuário que busca comprar online. “Muita gente entra em um site de compras, pega o contato do vendedor e negocia direto com ele. Fazem depósito ou pagam um boleto, aproveitando uma promoção, quando na verdade não há produto a ser comprado. Por isso é importante verificar o CNPJ da empresa, tentar falar com o Serviço de Atendimento ao Cliente (SAC), verificar a credibilidade do vendedor”.

Em páginas de compra onde há vendedores variados, como Mercado Livre e OLX, por exemplo, é possível verificar a reputação dos vendedores. Muitas páginas também oferecem mecanismos mais seguros de compra, como o PagSeguro, que só libera o valor negociado quando o consumidor indica que o produto foi recebido conforme o combinado.

Exemplo do espaço de qualificação do vendedor no Mercado Livre

Outra problemática que fomenta as fraudes online é a rápida disseminação das informações típica dos dias de hoje. Muita gente tem compartilhado links maliciosos, os chamados malwares, sem nem perceber que estão, na verdade, transmitindo vírus.

“Muita gente clica em um link que não conhece, abre emails desconhecidos e acabam tendo seus dados roubados. Há também aqueles que, sem querer, acabam enviado os links para colegas do Whatsapp ou Facebook. Acreditam nos links que recebem e acabam os disseminando. Por isso é sempre preciso desconfiar do que recebe e nunca clicar em links desconhecidos”, destaca o delegado de Defraudações e Falsificações, Lucas Sá.

Não só os consumidores são prejudicados por esses esquemas. Empresas também têm sido cada vez mais afetadas pelos crimes online. “Muitos hackers têm invadido o sistema das empresas, como academias de ginástica e escritórios. Só no último mês registramos 10 casos em João Pessoa. Os invasores bloqueiam dados da empresa e dizem que só liberam o servidor quando receberem certa quantia em dinheiro. Muita gente paga, mas dificilmente recebem os dados de volta. Perdem o dinheiro e os dados”, disse o delegado.

Nestes casos, o titular de Defraudações orienta que os empresários não respondam tais chantagens e tomem medidas de precaução.

“É preciso investir em segurança, fazer backup das informações da empresa. Muitas fazem em HD externo e deixam conectados ao servidor, o que não adianta de nada, já que assim pode ser invadido. O mais seguro é salvar esses dados na nuvem” – destaca Lucas Sá

Denúncias podem acelerar investigações

Além de crescentes, os crimes virtuais são muito difíceis de serem investigados. Isto porque muitas vezes a Polícia Civil encontra obstáculos legais para iniciar a resolução dos crimes. “Toda informação virtual é protegida pelo sigilo telemático. Às vezes a polícia não consegue investigar porque a legislação determina que qualquer informação só seja liberada com autorização judicial. E isso leva meses e até anos. Uma fraude que poderia ser descoberta naquele momento acaba por demorar meses”, disse Lucas Sá.

Por isso, destaca o delegado de Defraudações e Falsificações, quem é lesado deve registrar as ocorrências. “Precisamos das denúncias porque elas podem ajudar a justiça a ter mais celeridade na liberação dessas informações. Se chega uma única pessoa vítima de fraude será mais difícil os dados serem divulgados. Mas se muitas pessoas denunciam, há maior chance da justiça liberar o acesso aos dados, porque mostra a gravidade do problema”, disse Lucas Sá.

Dicas para não cair em golpes:

Comprar em sites e páginas de vendas nem sempre é fácil, uma vez que várias condicionantes devem ser analisadas antes da efetivação das transações. Pensando nisso, o Portal MaisPB separou algumas dicas que todo consumidor virtual deve  levar em consideração antes de negociar online.

Em primeiro lugar, você precisa conhecer os certificados digitais e os selos de segurança usados no e-commerce. Eles servem para identificar que aquela página passou por uma análise realizada por determinada certificadora digital e apresenta menos riscos a quem compra. Alguns destes selos são: Internet Segura, Site Blindado, SSL Blindado, Certisign, entre outros. As imagens dos certificados (veja imagem abaixo) geralmente são encontradas no rodapé ou topo dos sites.

Outra forma de identificar a segurança de uma página é analisando sua reputação. O Ebit (https://www.ebit.com.br/) é uma empresa especializada em classificar a relação entre consumidores e empresas de compras online. As informações utilizadas para a qualificação das lojas são coletadas e calculadas por meio de pesquisas de satisfação de compra e de pós-venda das lojas conveniadas à Ebit. Os consumidores avaliam cada um dos 10 quesitos sobre a empresa com notas de 1 a 5.

Após a nota, dada pelos clientes ao finalizar a compra e receber o produto, a loja virtual recebe “medalhas” que classificam sua reputação. Elas podem ser: “Diamante“, quando 85% dos clientes dizem que voltariam a comprar naquela loja; “Ouro“, quando 80% dos clientes dizem que voltariam a comprar naquela loja;”Prata“, quando 75% dos clientes dizem que voltariam a comprar naquela loja; “Bronze“, quando 70% dos clientes dizem que voltariam a comprar naquela loja.

O delegado de Defraudações e Falsificações, Lucas Sá, reforça que atenção e cuidado são as principais armas para não cair nesse tipo de armadilha. “É importante verificar a estrutura do site e as respostas que ele dá ao cliente. Quando você compra em sites seguros, todo movimentação da compra, da escolha dos produtos até a geração do boleto, é enviado ao seu email. No site falso você finaliza o pedido, emite o boleto e não recebe resposta”.

Lucas Sá defende ainda que às vezes é mais importante investir em plataformas que a maioria das pessoas já conhecem. “Muitos desses sites falsos são novos, abertos há pouco tempo. Abrem e fecham em dois meses, quando as primeiras compras começam a serem pagas. Por mais que se tenha a ideia de uma aparente economia, é mais aconselhável comprar em sites mais antigos e confiáveis”.

Beto Pessoa – MaisPB

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Microempresas crescem e registram 89% das novas inscrições na Paraíba

economiaCerca de 89% do total das novas empresas inscritas na Paraíba em 2016 são de micro e pequenos negócios, fechando o ano com 97.055 novos estabelecimentos, os quais representaram um faturamento de até R$ 3,6 milhões. De acordo com o Núcleo de Manutenção Cadastral da Secretaria de Estado da Receita (SER), o estado teve um crescimento de mais de 4% no número de inscrições de empresas, encerrando 2016 com 108.566 empresas ativas,  diante de 104.360 estabelecimentos no ano anterior – ou seja, 4.206 novas inscrições.

As empresas do regime normal encerraram o ano com 8.311 estabelecimentos, sendo 7,66% das novas inscrições. O restante das inscrições ficaram com outros estabelecimentos e com a substituição tributária, com participação de 2,95%.

Entre as atividades econômicas de maior representatividade na Receita Estadual que tiveram maiores expansões em número de inscrições, nos doze meses de 2016 sobre o ano anterior, foram os setores de serviços, com crescimento de 8,42% e do atacado, com 4,17%.

Enquanto isso, o comércio, que tem a maior participação de inscrições na Receita Estadual, 68,28%, teve crescimento de 3,38%. A indústria tem a segunda representação do total de inscrições do Estado, com 13,78% do total de inscrições, totalizando 14.963 estabelecimentos. Já a agropecuária tem o menor número de estabelecimentos, sendo 2.026, e a menor participação.

Na distribuição dos estabelecimentos nos cinco núcleos da Receita Estadual, a 1ª região, que tem como sede João Pessoa, fechou 2016 com de 46.727 empresas ativas, o que representa 43,58% do número de contribuintes de ICMS do Estado.

Em segundo lugar ficou a 3ª região, que tem sede em Campina Grande, com 26.565 estabelecimentos com inscrição estadual, representando 24,77% do total. A 2ª região, que tem sede em Guarabira, concentra o terceiro maior volume de inscrições ativas no Estado, com 12.055, com participação de 11,24%. Enquanto Sousa, do 5º núcleo, teve 11.836, e Patos, do 4º núcleo, teve 10.002, e representam 11,04% e de 9,32% do total, respectivamente.

G1

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Denúncias de violência contra a mulher durante Carnaval crescem 174% em comparação a 2015

denunciaO pré-Carnaval e o Carnaval deste ano renderam quase três vezes mais denúncias de violência contra a mulher do que o mesmo período do ano passado. O dado é do Ligue 180, a Central de Atendimento à Mulher em Situação de Violência.

Entre os dias 1º e 9 de fevereiro foram 3.174 relatos de agressão. O aumento é de 174% em relação ao registrado em 2015, quando foram feitas 1.158 denúncias entre os dias 10 e 18.

Do total de denúncias de violência neste ano, 59,89% (1.901) corresponderam à violência física; 33,27% (1.056) à violência psicológica; 8,79% (279) ao cárcere privado; 8,38% (266) à violência moral; 3,9% (124) à violência sexual; 2,67% (85) à violência patrimonial; e 0,09% (03) ao tráfico de pessoas.

Como a Folha mostrou na quinta-feira (11), o Carnaval deste ano foi marcado por campanhas que se popularizaram nas redes sociais pedindo que as mulheres fossem respeitadas, esclarecendo a diferença entre paquera e assédio e até ensinando um passo a passo para homens sobre como “não ser um canalha” durante a festa.

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Apesar dos esforços, houve relatos de agressões no Rio, São Paulo e Salvador.

De acordo com os dados do Ligue 180, metade dos casos foram encaminhados para autoridades policiais e Ministério Público, a pedido da denunciante.

Os Estados de onde mais partiram denúncias, em ordem decrescente, foram: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Bahia.

Neste ano, houve um aumento de 206% nos casos de violência física relatados ao órgão, em relação a 2015.

Os dados destes pré-Carnaval e do Carnaval também apontam que os relatos dos outros tipos de violência dispararam— aumento de 185% nos casos de violência psicológica; 1.113% de cárcere privado; 280% de violência moral; 148% de violência sexual; 286% de violência patrimonial; e 200% de tráfico de pessoas.

 

 

Folha

Viagra está entre os falsificados que mais crescem no Brasil

viagraTelefonemas de consumidores de paladar exigente soaram o alarme. Seu champanhe preferido, o francês Veuve Clicquot, tinha um sabor distinto. E uma investigação acabou deixando muita gente com um gosto amargo na boca. Afinal, o que era vendido numa loja de São Paulo como uma das mais refinadas bebidas do mercado era, na verdade, um prosecco argentino de cerca de R$ 35 disfarçado com o famoso  rótulo amarelo, segundo Rodolpho Ramazzini, advogado e diretor de comunicação da Associação Brasileira de Combate à Falsificação.

O Brasil representa 10% dos US $ 500 bilhões do mercado mundial de contrabando a cada ano. O Veuve Cliquot estava sendo vendido como legítimo em algumas lojas da capital paulista por R$ 290 até que o importador foi identificado e preso. Houve no ano passado 1.200 operações conjuntas entre polícia e associações para reprimir um número cada vez maior de itens falsificados no país. E isso porque muitos consumidores estão sentindo o aperto da inflação, prevista para subir a 7,5% este ano — acima do teto da meta de 6,5% do governo —, o que faz muitos produtos falsificados parecerem mais baratos e atraentes. De Viagra a Lacoste, as reproduções parecem um bom negócio.

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— Estamos perdendo a luta contra o contrabando. Nossas fronteiras são abertas e nossas portas estão abertas a produtos ilegais. Isso fere o país, as indústrias estabelecidas e a geração de emprego formal — afirmou Rodolpho Ramazzini.

Segundo ele, os cigarros ilegais produzidos no Paraguai representam a maior fatia de produtos piratas vendidos no Brasil, numa invasão que gera perdas estimadas em R$ 4,5 bilhões por ano. Seria necessário aumentar os recursos para monitorar os 16 mil quilômetros de fronteiras terrestres do Brasil, atualmente supervisionados em 36 pontos, além de baixar os impostos na indústria nacional para conter o problema, alega.

180 Graus

Casos de AIDS crescem na população idosa; estimulantes sexuais são os vilões desse aumento

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Os casos de AIDS estão crescendo na população idosa.  De acordo com dados da Secretaria de Estado da Saúde (SES),  no período de 2008 a 2014 foram registrados  231 casos em homens e 118 em mulheres.  A faixa etária mais atingida é de 50 a 59 anos para ambos os sexos.

A Gerente operacional de DST/AIDS  e Hepatites Virais da SES, Ivoneide Lucena Pereira explica que esse aumento está relacionado com o advento dos medicamentos estimulantes sexuais. “ Como  essas pessoas  não tem a cultura do uso da camisinha em todas  as relações sexuais essa população vem se tornando uma população muito vulnerável levando em conta ainda que muitos trabalhadores de saúde  não solicitam os testes anti- HIV para essa população, uma vez que não fazem nenhuma relação de que essa população idosa tenha relações sexuais, sendo esse um grande erro, pois os dados nos apresenta outra realidade”, comentou.

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Ela explica que as DSTs não são doenças de notificação compulsória, somente a sífilis adquirida, a sífilis em gestantes e a sífilis congênita. As outras DSTs são tratadas de acordo com os sintomas e na atenção básica.

Esse ano de 2014 foram registrados 206  casos de AIDS sendo 152 casos em pessoas do sexo masculino e 54 casos em pessoas do sexo feminino.

Os locais de atendimento para AIDS/HIV são o Hospital Clementino Fraga e o Hospital Universitário Lauro Wanderley (HU), em João Pessoa, o Hospital Universitário Alcides Carneiro e o Serviço de Atendimento Especializado (SAE), em Campina Grande, os SAE Municipais de Santa Rita, Cabedelo e Patos, além da 9ª Gerência Regional de Saúde, em Cajazeiras.

Ela lembrou que no decorrer dos anos  aconteceram muitos avanços, principalmente com relação ao diagnóstico por meio do teste rápido que é feito  gratuitamente nos serviços de saúde de  referência e o resultado pode sair em vinte minutos.

Com relação ao tratamento, Ivoneide Lucena explica que (independente da carga viral e das células de Defesa)  o mesmo  já inicia após o diagnóstico com uso anti-retrovirais. O tratamento é gratuito e acompanhado pelo infectologista de acordo com a necessidade de cada indivíduo acometido. “O tratamento, assim como o diagnóstico  são realizados na rede Pública de Saúde”, destacou.

A gerente disse ainda que no decorrer desses anos as medicações sofreram mudanças e  aprimoramentos, de forma a ser menos  agressiva, reduzindo as dosagens, desconforto e stress desses pacientes.

“Sabe-se que AIDS não mata, o que mata são as doenças oportunistas, associada quase sempre com o abandono do tratamento. Inclusive, se o paciente segue corretamente as orientações do profissional médico, infectologista e tomar corretamente a medicação,vive, tranquilamente sem grandes intercorrências, já do contrário,  tem sérios problemas, ocasionando em um  maior número de internações e óbitos nos serviços de referências.

Estima-se que é ainda maior o número de pessoas acometidas pelo Vírus  e/ou doença, porém são subnotificados, isso significa dizer que muitos  não tem o seu diagnóstico ou  têm e não querem tratar,  já que  não podemos obrigar a realizar o teste  e muito menos  aderir ao  tratamento. HIV/AIDS, está presente em todo o Estado da Paraíba, independente da Classe Social.

Medicação –

AZT chegou em 1986, primeira droga com alguma eficácia no tratamento da Aids. Depois surgiram o DDI e a Estavudina, todas prescritas isoladamente, mas com impacto discreto sobre a doença. O AZT é fabricado no Brasil desde 1993. Existe 3 apresentações : Cápsulas 100mg, Solução Oral e Injetável.  Desde 1996, o Brasil distribui gratuitamente o coquetel anti aids para todos que necessitam do tratamento.

Atualmente existem 22 tipos de Antirretrovirais com 40 apresentações, divididos em 6 classes. Para combater o HIV é preciso utilizar 3 ARVs combinados, sendo 2 medicamentos de classes diferentes, que poderão ser combinados em um só comprimido.

Entre as novidades está  O Tenofovir ( TDF ) 300mg + Lamivudina ( 3TC) 300mg em um único comprimido, o chamado 2 em 1. Já disponível na Paraíba. Aproximadamente 75 mil   pacientes no Brasil fazem uso do tenofovir( 01 comprimido ao dia) e Lamivudina ( 02 comprimidos ao dia ). No início de 2015 será disponibilizado o 3 em 1 ( Tenofovir + Lamivudina + Efavirenz ).

Paulo Cosme

Em um ano, denúncias de crimes contra a administração pública crescem 20,5%

lavagem-de-dinheiroO número de inquéritos policiais e termos circunstanciados recebidos pelos MPs (Ministérios Públicos) do país por crimes contra a administração pública cresceu 20,5% em 2013, em comparação ao ano anterior, segundo dados apresentados nesta segunda-feira (15), em relatório do CNMP (Conselho Nacional do Ministério Público).

Os dados foram publicados no documento “Ministério Público – Um Retrato” e incluem números dos MPs Estadual e do Distrito Federal e Territórios. Foi o terceiro anuário lançando pelo órgão e traz um raio x completo sobre a atuação dos MPs.

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Segundo os dados, em 2013 foram 256.910 inquéritos e termos por crimes contra a administração pública recebidos. No ano anterior, tinham sido 213.041.

Dos inquéritos e termos recebidos no ano passado, porém, menos de 10% resultaram em denúncias: 24.028 ao todo.

A maioria dos recebimentos foram dos MPs dos quatro Estados do Sudeste, com 167 mil casos. O Sul teve 31.046 inquéritos e termos remetidos; Centro-Oeste, 34.713; Nordeste, 14.685; e Norte, 9.471.

O número de inquéritos civis e procedimentos preparatórios para casos de improbidade adminsitrativa também cresceu 18% em 2013, com 33.393 casos instaurados –Em 2012, foram 28.267 inquéritos abertos. No ano passados, os MPs expediu 1.372 recomendações.

Números totais

Segundo os dados do anuário, os MPs receberam, somando todas as áreas, 9.095.790 de termos e inquéritos policiais, contra 5.344.972 em 2012.

O maior número de casos são na área de crime contra o patrimônio, com 1.445.930 de termos ou inquéritos recebidos. Já lesões corporais foram 864.879 e crimes contra a vida, 529.828.

Em nota publicada no site da entidade, o presidente do CNMP, Rodrigo Janot, disse que a coleta de números integra um banco de dados se serve para nortear a atuação dos MPs.

“Além de ser ferramenta para a reflexão, a autocrítica e o planejamento institucionais, certamente permite melhor compreensão do Ministério Público pela sociedade brasileira, destinatária de nossa atuação”, disse.

Uol

Crescem casos de divórcio devido ao consumo de álcool pelas mulheres

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Há muito tempo, as mulheres buscam igualdade entre os gêneros e estão conquistando isso em todas as searas, mesmo nas negativas. Segundo matéria publicada no jornal Daily Mail, vem crescendo o número de pedidos de divórcio feitos pelos maridos devido ao hábito das mulheres de consumir álcool e, em alguns casos, acusações de alcoolismo.

 

A informação veio do escritório Slater & Gordon que aponta crescimento de 70% nos casos nos últimos cinco anos. A advogada Amanda McAlister diz que cuida de 40 a 50 casos anualmente no qual os homens estão insatisfeitos com a bebedeira das companheiras. “A tradicional imagem do homem passando longas horas no bar e as mulheres que ficavam cuidando das crianças é menos comum do que há apenas 10 ou 15 anos”, disse.

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Entre as reclamações encontram-se saídas com as amigas, algumas que chegam a ir até às 4h da manhã. Outros dizem que as mulheres ficam bebendo em casa e culpam o estresse ou a depressão. Há relatos de companheiras que bebem às escondidas, mas os homens acabam encontrando garrafas vazias pela casa ou no lixo.

 

A advogada conta que inicialmente os homens chegam ao escritório e apontam um motivo diferente para o pedido de divórcio, como o fato de a mulher não trabalhar ou não ajudar em casa. “Ao longo do processo descobrimos que é porque ela está frequentemene bêbada ou de ressaca”, disse Amanda.

 

Ponto a Ponto Ideias

Candidaturas que defendem as causas LGBT crescem no país

Em 1996, um grupo de oito ativistas gays resolveu dar visibilidade às demandas da população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) junto ao Legislativo, e se candidataram nas eleições municipais daquele ano. Dezesseis anos mais tarde, em 2012, há 155 candidaturas LGBT, representando um aumento de 1.937,5%.

Há uma candidatura (gay) ao cargo de prefeito de João Pessoa e 154 candidaturas a vereador(a) em 24 dos 26 estados (não há eleições no Distrito Federal), faltando apenas os estados do Acre e do Mato Grosso. São 85 candidaturas de gays, 25 lésbicas, 24 transexuais, 16 travestis, 4 bissexuais e 1 drag queen.

Os estados com mais candidaturas LGBT incluem a Bahia com 34, seguida de São Paulo com 27, Minas Gerais com 18 e Rio Grande do Sul com 12.

As candidaturas também são diversificadas em termos dos partidos políticos. São 24 partidos ao total, desde o PSC e os Democratas até o PSTU. Os partidos com mais candidaturas LGBT são o PT (27), o PSOL (19), o PSB (15), o PCdoB (134), o PV (9), o PSDB (6) e o Democratas (3).

Toni Reis, presidente da Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – ABGLT, salienta que “embora tenhamos feito essa lista de candidaturas LGBT e aliadas à causa LGBT com o objetivo de orientar o eleitorado LGBT, é importante que as pessoas procurem conhecer a história de luta e as propostas dos/das candidatos/as antes de votar neles”.

Mais informações identificando as candidaturas, cargos pretendidos, município, estado, partido e contatos estão disponíveis em www.abglt.org.br.

Adital

Denúncias por erro médico crescem na PB e CRM estuda realizar avaliação profissional

Após constantes denúncias de erro médico, o Conselho Federal de Medicina (CFM) pretende realizar uma avaliação profissional para verificar o nível de conhecimento dos médicos. Dados do Conselho Regional de Medicina da Paraíba indicam que as denuncias por erros médicos são comuns no Estado e vem crescendo.

Em 2011, foram 11 denuncias em relação a erros médico e nos 7 primeiros meses desse ano, 8 pacientes registraram a má conduta profissional. O principal erro cometido pelos médicos esta exatamente na hora de realizar algum tipo de cirurgia.

Para que os casos envolvendo erros médicos não continuem aumentando, o Conselho Federal de Medicina estuda a possibilidade de realizar um exame semelhante ao da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) para regular a entrada de formados em Medicina no mercado de trabalho.

Segundo José Mário Espínola corregedor do CRM/PB, o Conselho Federal de Medicina defende que o processo avaliaria continuadamente as escolas médicas, o processo pedagógico e o produto, para que o estudante tenha a melhor formação possível.

“O CFM defende esse projeto para que se tenha uma idéia não apenas da qualidade do médico como da qualidade do ensino no qual o profissional está submetido” disse

Espínola orienta aos familiares dos pacientes, que foram vítimas de algum erro médico, façam a denúncia por escrito e com identificação no Conselho de Medicina para que sejam apuradas as circunstâncias.

Tarcísio Timóteo