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Gabriel Jesus tem lesão na coxa e deve ser desfalque contra o Flamengo

gabrielGabriel Jesus deve perder a decisão contra o Flamengo, nesta quarta-feira. O atacante sofreu uma lesão no músculo adutor da coxa esquerda, constatada em exame nesta segunda-feira. O Palmeiras ainda não divulgou o resultado, mas é improvável que o camisa 33 esteja à disposição nesta semana para a partida decisiva.

O problema ocorreu no jogo contra o Grêmio. Ele saiu da partida com dores no local e foi avaliado na chegada a São Paulo. O clube pode manter o mistério nesta terça, na reapresentação para o jogo contra o vice-líder.

Embora Gabriel tenha jogado três vezes em seis dias, o médico Rubens Sampaio havia dito em Porto Alegre que o problema não foi por desgaste. O clube fez uma engenharia complexa para deixá-lo apto a enfrentar o São Paulo, um dia depois de ser titular pela Seleção Brasileira. No Choque-Rei e nos dias seguintes, o jovem de 19 anos apresentou bons índices físicos, tanto que começou o jogo domingo.

“Muitos oportunistas podem começar a falar. Eu não deixei ele trabalhar nenhum dos últimos dias. Fisiologia do Palmeiras é muito boa. Se vier a ocorrer algum tipo de lesão, pode ser com qualquer um. Espero que ele jogue quarta-feira – dissera Cuca, depois do 0 a 0 com o Grêmio”, disse.

Gabriel é o artilheiro do Palmeiras no Brasileiro, com dez gols. Sem o jogador, Barrios pode ser a novidade para o duelo de quarta, no Allianz Parque. Rafael Marques e Erik são outras opções.

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Após cirurgia, Bottinelli retorna para o Couto e assiste ao treino do Coxa

Enquanto está impedido de correr pelo gramado, disputar a bola e dar mais um de seus dribles, o meia argentino Bottinelli se contentou em ir ao Estádio Couto Pereira e assistir ao treino do Coritiba. Durante a manhã deste sábado, o jogador foi o convidado especial durante o último trabalho do grupo, antes de enfrentar o Rio Branco-PR no domingo.

O jogador fraturou o tornozelo direito no dia seis de fevereiro, após um carrinho por trás do meia Lincoln. Botti precisou passar por uma cirurgia e ainda está de muletas. A expectativa é que daqui um mês, o meia inicie os trabalhos físicos. De acordo com o departamento médico, o tratamento está dentro do planejado.

– Estou muito tranquilo e me sinto bem. Agradeço ao carinho do torcedor e do grupo que me deu força nesse momento. O mais importante é ter calma e fazer uma boa recuperação para voltar e poder ajudar o Coritiba nessa temporada – disse Bottinelli ao site oficial do clube.

Ainda em recuperação, Bottinelli conversa com Marquinhos Santos no treino do Coritiba (Foto: Divulgação / Site oficial do Coritiba)Ainda em recuperação, Bottinelli conversa com Marquinhos Santos (Foto: Divulgação / Site oficial do Coritiba)
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Palmeiras sai na frente, Coxa empata, e rivais continuam mal no Brasileirão

Nem parece que há uma semana os rivais Coritiba e Palmeiras decidiam a Copa do Brasil em um Couto Pereira lotado, efervescente, cheio de festa. Nesta quinta-feira, no reencontro após o título da equipe paulista, os times se enfrentaram pelo Campeonato Brasileiro e ficaram no empate em 1 a 1 – ambos continuam mal na disputa por pontos corridos. Um jogo bem sem graça, daqueles que não ficarão marcados por muito tempo. O pontinho ganho para cada lado ficou de bom tamanho.

O Coxa saiu atrás, pressionou no segundo tempo e conseguiu o prêmio com um gol de Anderson Aquino. Pouco para quem jogava em casa e queria uma “vingança” do time que lhe tirou o título da Copa do Brasil. Com oito pontos, a equipe de Marcelo Oliveira continua sob risco, bem perto da zona da degola.

O Palmeiras, que teve a reestreia de Obina no fim do jogo, abriu o placar com Patrik, logo no início, e parecia não sentir tanta falta dos dez desfalques por lesões e suspensões – cinco deles titulares. O vacilo foi ter recuado no segundo tempo. O resultado leva a equipe de Luiz Felipe Scolari aos sete pontos, ainda na zona de rebaixamento do campeonato, mas uma posição acima do Bahia, que perdeu do Fluminense. Felipão, aliás, assistiu ao jogo das tribunas, já que estava suspenso.

Na próxima rodada, o Palmeiras enfrenta o Náutico no domingo, às 16h (de Brasília), na Arena Barueri. No mesmo dia, o Coritiba vai até Salvador enfrentar o Bahia, às 18h30m, em Pituaçu.

Patrick, Betinho e Emerson Coritiba x Palmeiras (Foto: Daniel Castellano / Ag. Estado)Coritiba e Palmeiras continuam mal das pernas no Brasileirão (Foto: Daniel Castellano / Ag. Estado)

Um trio de canhotinhos

Mesmo com dez desfalques por lesões e suspensões, o técnico Luiz Felipe Scolari surpreendeu na escalação – e nem ficou no banco de reservas, já que estava suspenso. O lateral-esquerdo Fernandinho, que já foi meia no início da carreira, foi deslocado para o meio-campo e formou um trio que, apesar dos nomes no diminutivo, deu um trabalho gigantesco à defesa do Coritiba. Pelo lado esquerdo do ataque, Fernandinho fez ótima parceria com Juninho e Mazinho – este último ele já conhecia dos tempos de Oeste de Itápolis.

Não demorou para dar certo. Logo aos cinco minutos, depois de boa jogada do trio, Mazinho encontrou outro diminutivo na área: Betinho. O autor do gol do título da Copa do Brasil, que se sente à vontade no Couto Pereira, fez o trabalho de pivô e deixou Patrik livre para finalizar de canhota, mesmo sendo destro: 1 a 0. Belo presente para o aniversariante do dia, que completou 22 anos nesta quinta. Campeão nacional no estádio há uma semana, o Palmeiras mais uma vez complicava a vida do Coxa.

Embolado no meio-campo, o time de Marcelo Oliveira custou a se armar pelo chão. Nos primeiros 20 minutos depois do gol, só bolas aéreas, todas devidamente afastadas pela defesa palmeirense. Na única que passou pelos zagueiros, Pereira cabeceou e fez o gol no rebote, mas tudo isso em posição de impedimento. O jogo começou a fluir quando Rafinha deixou de se esconder e resolveu ir para cima da marcação.

O Palmeiras ainda usava sua válvula de escape com Juninho, Mazinho e Fernandinho, sempre. Mas o Coxa passou a ter mais a bola nos pés, empurrando o rival para sua própria área. Aí, sim, boas chances apareceram com naturalidade. O problema para o Coritiba é que outro carrasco da Copa do Brasil vestia a camisa 1: Bruno. Uma bicicleta de Emerson e uma cabeçada à queima-roupa de Éverton Costa consagraram o goleiro no primeiro tempo.

Bruno goleiro Palmeiras x Coritiba (Foto: Daniel Castellano / Futurapress)Coritiba pressionou pelo alto, mas Bruno foi o destaque do jogo (Foto: Daniel Castellano / Futurapress)

Coxa martela e empata; Obina estreia

Marcelo Oliveira levou o Coritiba mais à frente. Com Anderson Aquino, deu um companheiro de ataque a Éverton Costa. Com Lincoln na vaga de Willian, adiantou o meio-campo e apostou na paciência para buscar o empate. Assim como no fim da primeira etapa, o time anfitrião encurralou o rival em seu campo de defesa, mas fez mais jogadas laterais e abriu espaços dentro da área.

O Palmeiras continuou confiando no contra-ataque, mas só chegou uma vez, com Mazinho, que dançou na frente da marcação e chutou longe. Daniel Carvalho, em mais uma atuação abaixo da média, deixou o campo com uma lesão muscular – rotina nas últimas semanas da equipe paulista. Felipe entrou em seu lugar e deu mais dinâmica, mas sem mudar tanto o panorama.

Isso porque o Coritiba martelava, martelava e martelava mais um pouco. Ayrton acertou o travessão, e Betinho, vital também na defesa, salvou dois chutes que tinham endereço certo. Um minuto depois, aos 22, não teve como segurar. Em mais uma jogada pelas laterais, a bola atravessou a área e parou no bom Thiago Primão, jovem da base do Coxa que entrou no segundo tempo. Ele cruzou na cabeça de Anderson Aquino: 1 a 1, e justiça feita pela insistência da equipe da casa.

Com o gol, a chance de “vingança” e mais 20 minutos pela frente, só deu Coritiba. Lá do alto, Felipão mandou o auxiliar Flávio Murtosa promover a reestreia de Obina, que segurou um pouco mais a bola no campo de ataque. O Coxa se afobou e errou passes fáceis na entrada da área. mas a vitória só não veio mesmo porque Bruno salvou mais uma vez, e o empate ficou justo para os dois lados. O Palmeiras foi bem no primeiro tempo, o Coxa respondeu no segundo. E os dois seguem na zona de risco do Brasileirão.

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Palmeiras usa maior trunfo, ‘goleia’ Coxa por 2 a 0 e fica perto do título

Falta para o Palmeiras, e a galera vibra na Arena Barueri! Momentos que fizeram da torcida, consciente do que seu time podia fazer, a melhor em campo. O Coritiba era muito superior enquanto o jogo estava 0 a 0. Superioridade difícil de ser traduzida em palavras, mas também em gols. Por isso os palmeirenses iam à loucura com a possibilidade de um cruzamento ou um chute de Marcos Assunção. Conhecem bem a equipe que têm…

O primeiro passe encontrou Jonas e Betinho agarradinhos. O árbitro decidiu dar pênalti. O gol de Valdivia foi uma bênção para o Palmeiras, que parecia estar de folga. Um castigo para o Coritiba, que pecou pela incapacidade de concluir as boas jogadas criadas. E uma bonita homenagem para Barcos. Na comemoração, o Mago virou Pirata, ergueu um braço e tapou o olho com o outro, assim como faz o argentino, operado nesta quarta por apendicite.

No segundo gol, já na etapa final, a bola foi caprichosa. Dos pés de Assunção, passou pelas costas de Lincoln e pela cabeça de Thiago Heleno antes de cair no coração dos mais de 28 mil palmeirenses na Arena. O Palmeiras não fez quase nada, mas quase tudo deu certo e o título da Copa do Brasil está muito próximo após a vitória por 2 a 0, na noite desta quinta-feira.

Valdivia, Palmeiras x Coritiba (Foto: Marcos Ribolli  / Globoesporte.com)Palmeiras e Coritiba fizeram jogo ‘pegado’ na Arena Barueri (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Destaque negativo para a arbitragem lamentável de Wilton Pereira Sampaio. Não deu faltas escandalosas, inventou outras, não teve critério ao distribuir cartões amarelos e, para concluir seu trabalho, ignorou pênalti de Marcio Araújo em Tcheco, já na reta final do confronto.

Na próxima quarta-feira, no Couto Pereira, o Coritiba terá de vencer por três gols de diferença para conquistar a Copa do Brasil pela primeira vez. O Verdão, em busca do bi, jogará por empate, ou derrota por diferença mínima. Se o Coxa ganhar por 2 a 0, o título será decidido nos pênaltis. Antes, pelo Brasileirão, compromissos fora de casa. No domingo, os paranaenses visitam o São Paulo, às 16h (de Brasília), e os paulistas enfrentam a Ponte Preta, às 18h30m.

Dos pés de Assunção, parte 1

Não foi preciso nem um minuto de jogo para ver a estratégia de Marcelo Oliveira: adiantar a marcação do Coxa e pressionar o adversário em seu campo de defesa. Deu certo. O Palmeiras não viu a cor da bola. Ou melhor, Bruno viu. E bem de pertinho. O contra-ataque parecia infalível quando Júnior Urso deixou Marcio Araújo para trás, mas o goleiro saiu com precisão e fez a defesa. Urso ficou uma fera, assim como Everton Ribeiro, que corria livre pelo meio e não recebeu a bola. Fome de Urso…

Betinho, substituto do hospitalizado Barcos, aparecia mais quando tentava ajudar a marcação do que em lances ofensivos, mais um sinal de que alguma coisa estava fora da ordem. Os desavisados poderiam pensar que o jogo era no Couto Pereira, já que o Coritiba perdia uma chance atrás da outra. Everton Costa, o mais adiantado, foi muito bem, não perdeu um domínio de bola, abriu espaço para os companheiros e quase teve seu calção tirado pelo marcador num lance que, por incrível que pareça, o árbitro Wilton Pereira Sampaio não marcou falta. Mas Everton não é aquele centroavante com faro de gol.

As chances caíram nos pés de Willian, Gil… E Bruno, ora com sorte, ora competente, garantia o placar em branco. Placar que foi mexido depois que o árbitro resolveu marcar pênalti de Jonas em Betinho. Valdivia, que já havia sofrido a falta que originou o cruzamento e a falta dentro da área, bateu com precisão:1 a 0. Mas já era como uma goleada para o Palmeiras!

Valdivia, Palmeiras x Coritiba (Foto: Marcos Ribolli  / Globoesporte.com)Valdivia homenageia Barcos na comemoração do gol (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)

Dos pés de Assunção, parte 2

O Palmeiras melhorou a marcação no meio de campo, parou de deixar que o adversário jogasse sozinho. A entrada de Lincoln no lugar de Everton Ribeiro tornou o Coritiba mais lento. Melhor para o Verdão, que aos poucos foi fazendo da Arena Barueri o caldeirão tão sonhado por Luiz Felipe Scolari, saudoso do Palestra Itália.

Mais uma falta na intermediária fez o torcedor se levantar e arregalar os olhos. Pareciam saber que a bola terminaria na rede. Só não esperavam que graças a um toque de cabeça de Thiago Heleno. Euforia total. 2 a 0. Goleada histórica!

Com um resultado importante no primeiro jogo, o Palmeiras já começou a se preocupar com o segundo quando Valdivia recebeu o segundo cartão amarelo. Expulso, não vai jogar no Couto Pereira. Menos pior que o outro lado também terá um desfalque importante. O zagueiro Emerson, líder da defesa, levou o terceiro amarelo.

Com um a mais, Marcelo Oliveira colocou Tcheco em campo, e o Coxa melhorou. Aos 32, ele teve a chance de marcar, mas foi derrubado por Márcio Araújo. Pênalti claro, ignorado pela arbitragem.

E a melhor oportunidade foi de quem entrou com a camisa verde. Maikon Leite recebeu um presentaço de Betinho e arrancou, arrancou, driblou o goleiro Vanderlei e se desequilibrou na hora de chutar. Na hora de garantir a vitória. Na hora de, talvez, garantir o troféu para a nova sala que ficará pronta no ano que vem.

Tudo bem, Maikon. Pelo menos garantiu emoção por mais uma semana. Esperança do Coritiba de reverter o placar dentro do que costumam chamar de “inferno verde”. Expectativa do Palmeiras de voltar a conquistar um título depois de quatro anos. E de poder colorir de verde uma cidade que anda preta e branca por demais.

Valdivia, Palmeiras x Coritiba (Foto: Marcos Ribolli  / Globoesporte.com)Valdivia apanhou, reclamou, provocou e foi expulso (Foto: Marcos Ribolli / Globoesporte.com)
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