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Humberto Costa é reconduzido à liderança do PT no Senado

Humberto Costa, líder do PT no Senado, tenta esvaziar a CPI mista da Petrobras (Antonio Cruz/ABr)
Humberto Costa, líder do PT no Senado, tenta esvaziar a CPI mista da Petrobras (Antonio Cruz/ABr)

A bancada do PT no Senado decidiu nesta quarta-feira (4) reconduzir o senador Humberto Costa (PT-PE) à liderança do partido na Casa. O parlamentar pernambucano, que ocupava o cargo desde 2013, deve ficar mais dois anos à frente das decisões da legenda no Senado. O PT tem 14 senadores em exercício, atrás apenas do PMDB, que tem 18.

“O entendimento da unanimidade da bancada é de que seria importante que eu pudesse continuar na condição de líder para enfrentarmos esse momento de dificuldade. Eu fiquei satisfeito com a demonstração de confiança e reafirmo meu compromisso de ser, como líder do PT, um defensor do ideário do partido, suas propostas e ao mesmo tempo procurar sempre contribuir para o êxito do nosso governo”, disse Costa ao final da reunião que o reconduziu à liderança da bancada.

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A atual legislatura do Senado teve início no último domingo (1º) com a base de apoio do governo rachada. Parte dos senadores governistas decidiu apoiar um candidato dissidente do PMDB, Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC), que se lançou na disputa contra o presidente Renan Calheiros (PMDB-AL), sem aval do seu próprio partido. O PT declarou apoio ao senador alagoano, que acabou reeleito com 18 votos a mais que Luiz Henrique.

Durante a reunião desta quarta-feira, os senadores petistas discutiram também os nomes que indicarão para presidir as duas comissões permanentes a que a bancada tem direito. Para a Comissão de Direitos Humanos, foi escolhido o senador Paulo Paim (PT-RS). Há disputa, porém, pela Comissão de Assuntos Econômicos entre os senadores Gleisi Hoffmann (PT-PR) e Delcídio Amaral (PT-MS). Caso ambos não entrem em consenso, poderá haver votação interna.

Outras lideranças
Os demais partidos do Senado também já definiram seus líderes, cuja função principal é unificar o discurso dos integrantes e fazer articulação com outras legendas. Eles também compõem o colégio de líderes – que tradicionalmente define a pauta de votações do plenário – e orientaram suas bancadas quanto ao voto.

Veja a relação de líderes do Senado:
PMDB – Eunício Oliveira (CE)
PSDB – Cássio Cunha Lima (PB)
PDT- Acir Gurgacz (RO)
PP – Benedito de Lira (AL)
DEM – Ronaldo Caiado (GO)
PSB – João Capiberibe (AP)
PR – Blairo Maggi (MT)
PSD – Omar Aziz (AM)
PTB – Fernando Collor (AL)

Até o momento, estão confirmados três blocos partidários: União e Força (PR, PTB, PRB e PSC), com Fernando Collor como líder; Democracia Participativa (PSB, PP e PPS), com liderança de Lídice da Mata (PSB-BA) e o bloco da oposição (PSDB e DEM), com Álvaro Dias (PSDB-PR) à frente.

G1

 

Filha de Paulo Roberto Costa recebeu R$ 500 milhões por engano

Paulo-Roberto-CostaUm cheque de R$ 500 milhões virou motivo de discórdia entre o Bradesco e Arianna Costa Bachmann, filha do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa. Na segunda-feira, o banco recorreu à Justiça para obter um mandado de busca e apreensão contra Arianna e, assim, receber de volta o cheque errado que havia emitido em nome dela há mais de um mês. Costa foi preso na Operação Lava-Jato e deverá entregar todo seu patrimônio à Justiça.

Na versão do advogado dela, Raphael Montenegro, tudo começou no dia 30 de dezembro, quando Arianna foi ao Bradesco do Largo da Carioca para sacar uma aplicação de previdência privada no valor de R$ 650 mil. Segundo ele, tratava-se de recursos que não estão bloqueados pela Justiça, apesar de Arianna figurar como beneficiária do acordo de delação premiada que o pai firmou com o Ministério Público Federal.

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Cheque de R$ 500 milhões entregue pelo Bradesco à filha de Paulo Roberto Costa – Raphael Montenegro Hirschfeld

Ainda de acordo com Montenegro, aquele era o último expediente bancário do ano, e Arianna solicitou dois cheques administrativos: um de R$ 150 mil e outro de R$ 500 mil. Guardou-os sem conferir. Só em 3 de janeiro, após as festas de fim de ano, ela percebeu que um deles tinha valor mil vezes maior que o original: R$ 500 milhões, em vez de R$ 500 mil.

O que poderia ser motivo de felicidade para muita gente, virou, segundo o advogado, uma dor de cabeça a mais para Arianna. O pai dela foi preso em março de 2014 depois que a Polícia Federal descobriu que ele estava destruindo provas com a ajuda de familiares. Arianna, uma irmã e seus maridos figuram como sócios de empresas usadas no esquema de corrupção operado por Costa. O ex-diretor obteve prisão domiciliar e livrou os parentes da cadeia ao se comprometer com a delação e a entrega do patrimônio fruto de sua ação criminosa. Todos os bens do ex-diretor estão bloqueados. Se a família for flagrada movimentando recursos ocultados da Justiça, os benefícios perderão efeito.

— A família já está muito fragilizada, com a intimidade devassada. Arianna ficou com medo de que esse cheque circulasse como indício de movimentação de dinheiro não declarado. Por isso, pedi uma reunião no Bradesco para garantir a solução do mal-entendido em vez de entregar o cheque na agência — contou Montenegro. — Dei uma cópia do cheque. O banco pediu tempo para fazer uma auditoria interna, alegando que não tinha como saber se ele havia sido adulterado. A troca ficou acertada para após a apuração.

A reunião foi realizada na segunda-feira, num escritório do Bradesco na Rua Senador Dantas. No mesmo dia, o banco pediu à Justiça a apreensão do cheque na casa de Arianna. O mandado foi autorizado na terça-feira, em regime de urgência, pelo juiz Luiz Felipe Negrão, da 3ª Vara Cível da Barra da Tijuca, onde ela mora. O magistrado registrou que “há prova inequívoca” de que Ariana solicitou o cheque no valor de R$ 500 mil e que tudo indica que houve erro de funcionários do banco. Ele suspendeu imediatamente os efeitos do cheque, mas negou o sigilo judicial solicitado pelo Bradesco. Ontem, antecipando-se a uma possível busca, o advogado entregou o cheque ao juiz.

Procurado pelo GLOBO, o Bradesco não quis comentar o caso. É o segundo erro cometido pelo banco envolvendo um personagem da Lava-Jato. No dia 23, o Bradesco atribuiu a um “erro humano” a informação equivocada enviada ao Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), em 2011, de um saque de R$ 200 mil do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

 

O Globo

Com delação premiada, Costa livra família da cadeia e terá escolta vitalícia

paulo roberto ex-diretorInédito em acordos de delação premiada no Brasil, o contrato firmado entre o ex-diretor de Abastecimento da Petrobras, Paulo Roberto Costa, e o Ministério Público Federal pode se transformar em uma arma letal contra a corrupção.

Costa ganhará uma pena branda. Mas, aos 60 anos de idade, abriu mão de uma fortuna estimada, por baixo, em R$ 65 milhões (montante já confiscado) e dos direitos legais e de privacidade para o resto da vida. Com escolta permanente, viverá como personagem jurado de morte e, assim que a delação foi concluída, poderá solicitar sua inclusão no programa de proteção federal, conforme prevê o contrato.

Os termos da delação confirmam aquilo que se falava nos bastidores: ele decidiu romper o pacto de silêncio que azeitava a indústria da propina entre os negócios da Petrobras e partidos políticos da base do governo – entre eles PT, PMDB e PP – para livrar sua família da cadeia.

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Além dele, figuram no contrato como beneficiários de acordos acessórios a mulher, Marici, as filhas Ariana e Shanni, e os genros, Humberto Sampaio Mesquita e Márcio Lewkowicz. Todos estão envolvidos no esquema, tanto como beneficiários da propina, quanto supostos autores dos crimes como lavagem de dinheiro, peculato e formação de quadrilha.

Em vez de cumprir atrás das grades a prisão preventiva, pelo acordo Paulo Roberto Costa ganhou um ano de prisão domiciliar – período em que andará de tornozeleira eletrônica e escolta da Polícia Federal. Depois, terá direito a cumprir as penas em regime aberto e, quando as sentenças se tornarem definitivas, em semi-aberto.

Os processos que possam aumentar a pena acima de 20 anos serão suspensos e as acusações novas que não tiverem sido objeto de investigação se tornarão inválidas. O MPF ainda se compromete a pedir, depois de dez anos, a prescrição de crimes, a extinção da punibilidade ou deixar de oferecer denúncia em casos que alterem a pena máxima.

Os familiares do ex-diretor de Abastecimento da Petrobras ganham prisão domiciliar na fase processual e, quando condenados a uma pena entre zero e dois anos no máximo, cumprirão no regime semi-aberto. A multa a ser aplicada a eles será em cima do mínimo legal. O MPF se comprometeu ainda a pleitear a substituição do regime fechado por restrição de direitos, a suspensão de inquéritos e outros processos que extrapolem condenação a dez anos, a volta do direito da prescrição e a concessão de regime aberto em eventuais novas condenações.

A sorte de Costa e de seus familiares, conforme estabelecido no acordo, depende do número de prisões, investigações, processos penais e ações cíveis a serem abertos, e do montante de dinheiro que for recuperado no Brasil e no exterior como desdobramento da Lava Jato.

 

Ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa silencia na CPMI da estatal no Congresso

Em troca, Costa autoriza acesso irrestrito a movimentações financeiras no exterior – mesmo em relação a ativos que não estejam em seu nome –, a documentos cadastrais, extratos, assinaturas, cartões de crédito, aplicações e identificação de depositantes e beneficiários de transações financeiras.

Ele também renuncia a todos os valores que forem localizados pelos órgãos de controle. Já abriu mão dos US$ 25,8 milhões que estão em nomes da mulher e das duas filhas na Suíça e dos US$ 2,8 milhões em nome dos genros nas ilhas Cayman.

Também desembolsará R$ 10 milhões para honrar a multa e a fiança impostas no acordo de delação, abrindo mão de recursos depositados no Banco do Brasil e de bens e valores em espécie que estão em seu nome, entre os quais, uma lancha de R$ 1,1 milhão, um terreno de R$ 3,2 milhões e o dinheiro apreendido em sua residência quando ele foi preso: R$ 762 mil, US$ 181 mil e € 10,8 mil.

O contrato permite que a Justiça vasculhe e repatrie valores mantidos em qualquer lugar do mundo em nome de dez offshores usadas pela quadrilha – Aquila Holding Ltda, Elba Service Ltda, Larose Holding S/A, Omega Partners S/A, Quinus Sevice S/A, Rock Canyon Invest S/A, Sagar Holding S/A, Santa Clara Private Equity, Santa Tereza Services Ltda e Sygnus Assets S/A. Os investigadores da Operação Lava Jato estimam que entre 2006 e 2014 Costa movimentou cerca de R$ 10 bilhões em propina.

Apontado no contrato como líder da organização que fraudou e superfaturou contratos para desviar recursos da Petrobras, Costa renunciou ao direito constitucional de se manter em silêncio, é obrigado a dizer a verdade e não poderá recorrer da sentença.

 

As rodadas de depoimentos a que vem sendo submetido há 70 dias terão efeito multiplicador nas operações pente-fino que miram os alicerces do poder. Pelo contrato, Costa se comprometeu a contar o que sabe sobre demais desvios na “administração pública direta ou indireta” envolvendo “pessoas físicas ou jurídicas que tenham se relacionado de algum modo” com órgãos do governo e, ainda, a ajudar na recuperação total ou parcial dos recursos desviados para subornar agentes públicos.

A cláusula 13 do contrato, obriga o delator a abrir, “sem malícia ou reservas mentais” – de forma “voluntária, ampla, efetiva e conducente” –, informações que identifiquem “todos os coautores” e revelem a “estrutura hierárquica e a divisão das tarefas” da organização criminosa que teria atuado também em outras áreas do governo federal.

Os casos de políticos com prerrogativa de foro (deputados, senadores, governadores e ministros), conforme o contrato, terão de ser denunciados pelo procurador geral da República, Rodrigo Janot, junto ao Supremo Tribunal Federal e ao Superior Tribunal de Justiça. As denúncias a serem encaminhadas ao STF estão centralizadas no gabinete do ministro Teori Zavascki.

As provas produzidas pela força-tarefa podem, conforme prevê o contrato, ser “emprestadas” a ações criminais em outros Estados e, inclusive, a processos que eventualmente estejam correndo em órgãos judiciais de outros países ou entidades estrangeiras.

O contrato de 16 páginas assinado por Costa, a advogada que mediou o acordo, Beatriz Catta Preta, e cinco procuradores do MPF paranaense, oferece garantias para uma cruzada contra a corrupção. Cerco idêntico só encontra paralelo em acordos internacionais de delação contra a corrupção, como a famosa Operação Mãos Limpas, na Itália da década de 1990.

IG

 

CPI Mista da Petrobras vai ao STF na terça para agilizar acesso a delação de Paulo Roberto Costa

cpiApós a reunião marcada pelo silêncio do ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa, os integrantes da CPI Mista que investiga irregularidades na empresa concentram suas atenções nos documentos referentes ao depoimentos que o ex-executivo deu após acordo de delação premiada firmado entre o acusado, o Ministério Público e a Polícia Federal.

Na tentativa de ter acesso às informações, os parlamentares vão se reunir nesta terça-feira (23), às 18h, com o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, e com o procurador-geral da República, Rodrigo Janot. Também deve participar do encontro o ministro Teori Zavascki, relator da ação judicial resultante da operação Lava Jato, que desarticulou o esquema de corrupção e desvio de dinheiro público do qual o doleiro Alberto Youssef e Paulo Roberto Costa são acusados de participar.

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Pressa

Na última reunião da CPI na quarta-feira (17), oposicionistas e aliados do governo concordaram com a importância de terem em mãos a íntegra das informações prestadas por Paulo Roberto, até porque parte delas já vazou por meio da imprensa e incriminou políticos.

— A Comissão deve ter como meta obter do Supremo o compromisso definitivo de ter acesso imediato a cada depoimento da delação premiada para que possa cumprir seu papel constitucional — cobrou o senador José Agripino (DEM-RN).

O líder do PSDB na Câmara, Antonio Imbassahy (BA), também cobrou do presidente da CPI Mista, senador Vital do Rêgo (PMDB-PB) acesso às informações:

— Enquanto esse material não chegar, praticamente esta CPMI nada vai poder fazer do ponto de vista de resultados práticos. Então, apelo, mais uma vez para que esses documentos cheguem o quanto antes. Só assim, poderemos avançar — afirmou.

O senador Humberto Costa (PT-PE) chegou até a ponderar que a ida ao Supremo pode ser inútil, se o conteúdo da delação não tiver chegado à Corte.

– Nossa ida ao STF agora pode ser inócua porque se há de fato um processo de delação, este é um acordo feito entre o depoente e o Ministério Público e a Polícia Federal. Portanto, só deverá chegar ao Supremo no momento em que estiver devidamente concluído. É possível que o Presidente do Supremo diga que ainda não está de posse desse processo – advertiu.

Requerimentos

A ida ao Supremo é o único compromisso formal da comissão nos próximos dias, visto que o presidente da CPI Mista, Vital do Rêgo (PMDB-PB) não definiu o dia da próxima reunião. Além de sessão administrativa para análise de centenas de requerimentos à espera de votação, estão pendentes mais oitivas de pessoas já convocadas para prestarem depoimentos, como o doleiro Alberto Youssef e a contadora dele, Meire Poza. Vital do Rêgo já pediu a prorrogação dos trabalhos da comissão por um mês. O prazo atual vai até o dia 7 de dezembro.

Agência Senado

Joaquim Barbosa suspende autorização de trabalho para Valdemar Costa Neto

Joaquim Barbosa (Foto Nelson Jr./SCO/STF)
Joaquim Barbosa (Foto Nelson Jr./SCO/STF)

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Joaquim Barbosa, suspendeu a autorização para que o ex-deputado Valdemar da Costa Neto dê expediente fora da prisão. Condenado por envolvimento com o mensalão, Valdemar está trabalhando num restaurante em Brasília.

Essa não é a primeira vez que Joaquim Barbosa suspende o benefício garantido a condenados por participação no mensalão. No entendimento dele, o trabalho externo somente pode ser autorizado após o cumprimento de um sexto da pena.

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Estadão

Secretario de Educação, Wolfhagon Costa, fala sobre I Semana Municipal de Incentivo a Leitura em Solânea

ofinhoEm entrevista nas principais emissoras de Radio do Brejo paraibano, o Secretario de Educação , Wolfhagon Costa, explanou como acontecera a I Semana Municipal de Incentivo a Leitura em Solânea. O mesmo afirmou que este evento ocorrera durante praticamente toda a semana, no período de 16 a 19 de Setembro, no Cine Teatro Municipal. Dentre os tópicos abordados destacou o Projeto Livro Viajante, o Aulão pré vestibular e o lançamento de livros.

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Wolfhagon Costa disse ainda, que este projeto tem o total apoio da Prefeitura Municipal de Solânea, onde o prefeito Beto do Brasil, não mede esforços no sentido de ampliar cada vez mais, acoes que culminem no melhoramento da educação municipal.

Fonte: Prof. Gederlandio A. Santos

Josenildo Costa é reeleito presidente do Sindicato dos trabalhadores Rurais de Solânea

josenildoO Sindicato dos Trabalhadores Rurais (STR) de Solânea, realizou no sábado (13/07) a eleição que reconduziu ao cargo o jovem Josenildo Costa Silva de 30 anos e Maria Dantas da Silva (Pixitita) como presidente e vice da entidade, O STR foi fundado em 1962 e tem 50 anos de luta em defesa do homem do campo. A Atual diretoria recebeu a aprovação nas urnas e confirmou o grande trabalho desenvolvido nos últimos quatro anos.

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Poucos sabem, mas a entidade possui aproximadamente 10 mil trabalhadores ligados ao sindicato de forma direta ou indireta, um eleitorado maior do que o de muitas cidades do Paraíba. A eleição foi através de chapa única que obteve 1.006 votos a favor e 42 votos em branco.

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Diretoria : Efetiva

Presidente- Josenildo Costa Silva

Vice- Presidente – Maria Dantas da Silva

1 Secretaria  – Maria do Céu Silva Batista de Santana

2 Secretaria – Josileide Marques da Cruz

1 Tesoureira  -Ana Lucia Costa Silva Sartunino

2 Tesoureira- Maria Izabel do Livramento Rocha

 

Suplentes da Diretoria

Luis Pereira de Souza

Sebastião José dos Santos

José Luiz da Silva Junior

Josefa Felix da Cruz

Conselhos Fiscal

Geraldo Gomes de Melo

Maria da Penha Batista  Pereira

Risonaldo Ferreira dos Santos

 

Suplentes  do Conselho  Fiscal

Margarida de Araujo Lima

Francisco da Silva

Maria de Lurdes da Silva

 

Delegados Representantes

Josenildo Costa  Silva

Maria do Céu Silva Batista de Santana

Ana Lucia Silva

 

Por Solanea Online

Couto assina projeto que retira nome “Presidente Costa e Silva” da ponte Rio-Niterói

 Tramita na Câmara Federal projeto de lei, assinado pelo deputado Luiz Couto (PT-PB) e mais dez parlamentares, que substitui o nome Presidente Costa e Silva – da ponte que liga os municípios Rio de Janeiro e Niterói – por Herbert de Souza (Betinho).

Couto afirma que a proposta tem origem na solicitação encaminhada por vários movimentos, em dezembro de 2011, aos membros da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM).

“Centro de Teatro do Oprimido (CTO); Coletivo RJ Memória, Verdade e Justiça; Grupo Tortura Nunca Mais/RJ; Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (IBASE); Instituto de Defensores de Direitos Humanos (IDDH); Instituto de Estudos e Religião (ISER); Instituto Frei Tito de Alencar; Justiça Global; e Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência, são algumas das entidades que enviaram o pleito a comissão”, citou o deputado.

Luiz Couto esclarece que o terceiro Plano Nacional de Direitos Humanos (PNDH-3) prevê que não mais sejam homenageadas, a partir do batismo de logradouros públicos com seus respectivos nomes, pessoas que notadamente tenham cometido crimes e perpetrado violações dos direitos humanos no período da Ditadura Civil Militar de 1964 a 1985.

“Nesse sentido, torna-se inaceitável que a popularmente chamada ponte Rio-Niterói seja oficialmente denominada de Presidente Costa e Silva, em homenagem a um chefe de Estado que foi um dos artífices do golpe militar, responsável por momentos dos mais sombrios da história brasileira, como o que se inicia com a edição do famigerado Ato Institucional nº 5 (AI-5)”, acrescenta.

Segundo Couto, tanto ele como os outros parlamentares acolheram, com convicção, a argumentação dos movimentos de que “Homenagear a ditadura é torturar a memória; homenagear Betinho é fazer justiça”.

O deputado explica que a escolha do nome do sociólogo Herbert de Souza (Betinho) deve-se à sua incansável luta pelos direitos humanos no período ditatorial, e pela sua condição de símbolo dos exilados e da anistia. “Portanto, a mudança na denominação da ponte Rio-Niterói será um marco histórico, um legado à cidadania, à democracia com justiça social e ao resgate da verdade e da memória”, complementa.

Chico Alencar (PSOL-RJ), Alexandro Molon (PT-RJ), Domingos Dutra (PT-MA), Erika Kokay (PT-DF), Deputado Ivan Valente (PSOL-SP), Janete Capiberibe (PSB-AP), Janete Pietá (PT-SP), Jean Wyllys (PSOL-RJ), Luiza Erundina (PSB-SP) e Padre Ton (PT-RO), foram os outros deputados que assinaram o projeto.

Ascom dep. Luiz Couto

Tudo preparado para a Festa de Aniversário da Loja Maçônica José Pessoa da Costa, da Cidade de Solânea


Contatos permanentes, tanto de Marçons quanto de pessoas outras, tem recebido, constantemente, o Professor Walmir Silva e demais membros encarregados pela organização da Festa de aniversário da Loja Maçônica José Pessoa da Costa, a realizar-se às 23 Horas, do dia 21 de Setembro, no Eco-Espzzzio Hotel, em Bananeiras.

Pronta para ser abrilhantada pela badalada Orquestra Super-Oara, uma das mais conceituadas de todo Norte-Nordeste Brasileiro, a Festa, entre outras coisas, servirá como uma espécie de Encontro social de significativa importância, na tradução serena dos princípios seqüenciados por aquela conceituada loja.

Objetivando colocar o evento à inteira disposição de todos, os organizadores estão disponibilizado as mesas, á preços bastante populares, podendo, inclusive, segundo os mesmos, serem adquiridas de forma parcelada com o próprio Walmir Silva e, tendo maiores
informações, através dos telefones 083.3363.3042 e 083.3363.2354.

Com 43 anos de fraternidade, a citada loja, segundo registra a sua própria história, foi fundada no dia 20 de Setembro do ano de 1969 e, conforme seus membros, desde então, tem prestado um trabalho de fundamental importância, na verificação de seus principais pontos de atividade.

Geraldo Belo para o focando a Notícia

Humberto Costa prega união no PT para disputa no Recife

Um dia depois de indicado pela direção nacional do PT para ser o candidato do partido à Prefeitura do Recife (PE), o senador Humberto Costa afirmou que vai procurar o atual prefeito, João da Costa (PT), e defenderá sua gestão na eleição municipal.

“Quero João da Costa na minha campanha. A questão que criou desacordo foi política. Meu questionamento nunca foi de ordem administrativa. Vou fazer a defesa da gestão dele na campanha”, disse.

O senador afirmou que não deixará o cargo para concorrer à prefeitura da capital pernambucana. “Quando começar a campanha, irei pelo menos uma vez por semana a Brasília para participar das coisas importantes do Senado. Não vejo incompatibilidade (…) estou vivendo o melhor momento da minha vida política, exerço um papel importante no Senado. Mas governar Recife é o maior desafio da minha vida.”

Se eleito, Humberto Costa deixará o mandato para o primeiro suplente Joaquim Francisco (PSB). Ex-prefeito do Recife, ex-governador de Pernambuco e ministro do Interior durante o governo de José Sarney, Francisco foi por muitos anos filiado ao PFL.

Deixou o partido e em 2009 filiou-se ao PSB, a convite do governador Eduardo Campos (PSB). “É um grande nome e, se assumir o Senado, votará com a base do governo da presidente Dilma Rousseff”, disse Humberto Costa.

Folha