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Obama pede à Coreia do Norte que pare com ‘atitude agressiva’

Foto: AFP
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O presidente americano, Barack Obama, pediu nesta quinta-feira à Coreia do Norte que detenha sua “atitude agressiva”. A declaração foi feita durante um encontro na Casa Branca com o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon.

 

“Os Estados Unidos darão todas as medidas necessárias para proteger seu povo e cumprir as obrigações em virtude de nossas alianças na região”, disse o presidente durante breve discurso no Salão Oval. “Estamos de acordo que agora é o momento para que a Coreia do Norte ponha fim ao tipo de atitude agressiva que vem tendo”, afirmou Obama.

 

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Embora o presidente americano tenha dito que Washington continuará tentando “de trabalhar para resolver alguns destes assuntos de forma diplomática”, deixou claro que seu país estará pronto para defender qualquer eventualidade e defender seus aliados.

 

Segundo o presidente, “é importante para a Coreia do Norte, como para qualquer outro país do mundo, observar as regras e normas básicas”.

 

 

Mais cedo nesta quinta-feira, o grupo de chanceleres do G8, inclusive o secretário de Estado americano, John Kerry, condenaram duramente o regime de Pyongyang por seu programa nuclear, advertindo que seria objeto de mais sanções caso lance um míssil.

 

A Coreia do Norte ameaçou lançar ataques nucleares contra territórios dos Estados Unidos e seus aliados no nordeste da Ásia, em represália às sanções impostas pela ONU a partir do teste nuclear que realizou em dezembro passado.
AFP

EUA e República da Coreia elevaram tensão na península coreana

Ao aumentar o estado de alerta na Península Coreana, os Estados Unidos e a República da Coreia e os Estados Unidos aumentaram ainda mais o clima de tensão na região, segundo opinaram especialistas na quarta-feira (10) em Seul.

CNN

Tanques sul-coreanos na fronteira Tanques sul-coreanos na fronteira com a Coreia Popular, em base militar com forças dos EUA

O objetivo do Comando das Forças Combinadas é intensificar o controle de vigilância (do nível três ao dois em uma escala de cinco a um) e aumentar o número de pessoas do serviço de inteligência na ativa, disse a agência da República da Coreia Yonhap.

Dois destróieres Aegis com radar SPY-1, que pode rastrear até cem alvos até mil quilômetros de distância, permanecem em estado de alerta na costa leste e oeste da península, acrescentou a fonte.

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O Exército da Coreia do Sul também opera o sistema de radar terrestre de defesa contra mísseis Green Pine e a aeronave de alerta Peace Eye está pronta para ser usada, sob um estado intensificado de prontidão militar, segundo fontes militares citadas pela Yonhap.

As tensões na região aumentaram nas últimas semanas devido à realização de manobras militares em grande escala por parte dos Estados Unidos e da República da Coreia.

O governo da Coreia Popular reitera que a responsabilidade desta grave situação recai sobre os Estados Unidos, por terem promovido sanções contra país e ensaios militares nas áreas próximas ao norte da península.

Nos últimos dias tem voado sobre a zona vários bombardeiros estratégicos B-52, os bombardeiros furtivos Stealth B-2 e o caça interceptador F-22 Raptors, além da movimentação de submarinos atômicos e destróieres avançados.

O Pentágono também ativou operações de radares antimísseis e um reforço de suas tropas estabelecidas na República da Coreia, Guam e outras áreas da região.

Pionguiange argumenta que os objetivos dessa mobilização bélica, em caso de uma agressão, são o de destruir a infra-estrutura, desmontar o regime socialista e impedir o desenvolvimento econômico e tecnológico.

Fonte: Prensa Latina

Coreia do Norte põe tropas em posição de combate e mira EUA

A Coreia do Norte colocou nesta terça-feira (26) suas tropas em posição de combate, com armas apontadas para alvos americanos em Guam (na Oceania), no Havaí, e também no continente dos Estados Unidos.

O governo norte-coreano ordenou que suas unidades de mísseis estratégicos estejam prontas para disparos.

“O comando superior do Exército Popular da Coreia declara que todas as tropas de artilharia, incluindo as unidades de mísseis estratégicos e as unidades de artilharia de longo alcance devem estar em preparadas para combate de classe ‘A’”, informa comunicado da Agência Central de Noticias Coreana, a “KCNA”.

Líder norte-coreano Kim Jong-un supervisiona exercício militar de suas tropas. (Foto: KCNA / Via Reuters)Líder norte-coreano Kim Jong-un supervisiona exercício militar de suas tropas. (Foto: KCNA / Via Reuters)

A nova ameaça é represália aos novos sobrevoos de caças americanos sobre a península coreana, durante exercícios conjuntos com a Coreia do Sul.

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A KCNA informou que as unidades de artilharia da Coreia do Norte também têm na mira alvos da Coreia do Sul.

“Mostraremos a dura reação de nossa Exército e povo”, diz a nota norte-coreana. “Para salvaguardar através de ações militares nossa soberania e dignidade”, acrescenta o comunicado.

Horas antes, a agência destacou que o líder norte-coreano Kim Jong-un dirigiu pessoalmente exercícios de defesa com fogo real na costa leste do país.

Tropas norte-coreanas fazem treinamento de chegada e defesa de costa em praia não identificada do país. Em meio ao momento de tensão internacional, o país colocou suas tropas em posição de combate, com armas apontadas para alvos americanos. (Foto: AFP/KCNA)Tropas norte-coreanas fazem treinamento de chegada e defesa de costa em praia não identificada do país. Em meio ao momento de tensão internacional, o país colocou suas tropas em posição de combate, com armas apontadas para alvos americanos. (Foto: AFP/KCNA)

Pyongyang já havia ameaçado na quinta-feira passada atacar as bases militares americanas no Japão e Guam, como resposta aos voos de treinamento dos caças americanos B-52 na Coreia do Sul.

O ministro sul-coreano da Defesa, Kim Kwan-jin, ordenou as tropas a responder com dureza a qualquer agressão.

Segundo um porta-voz do ministério da Defesa da Coreia do Sul, “até o momento não houve nenhum movimento de tropas excepcional”.

A presidente sul-coreana, Park Geun-hye, advertiu a Coreia do Norte que o “caminho para sobreviver” inclui o abandono dos programas nucleares e de mísseis, em uma cerimônia em memória aos marinheiros da corveta ‘Cheonan’.

Em março de 2010, 46 marinheiros sul-coreanos morreram em um ataque contra a corveta “Cheonan”, atribuído por uma investigação internacional a Pyongyang, que nega.

A China, principal aliada da Coreia do Norte, afirmou “esperar que as partes atuem com moderação para atenuar a tensão.

Apesar do lançamento com êxito de um foguete de longo alcance em dezembro – que a Coreia do Sul e seus aliados consideraram um teste de míssil balístico -, analista acreditam que Pyongyang ainda precisa de muitos anos para desenvolver um verdadeiro míssil intercontinental que possa atingir o território dos Estados Unidos.

Havaí e Guam também estariam fora do alcance de seus mísseis de médio alcance, que no entanto seriam capazes de atacar as bases militares americanas na Coreia do Sul e Japão

O líder norte-coreano Kim Jong-Un realizou nas últimas semanas visitas de inspeção a unidades de forças que estão posicionadas perto da linha divisória com a Coreia do Sul.

A linha divisória de fato (a chamada Linha Limítrofe Norte) entre os dois países não é reconhecida por Pyongyang, sob a alegação de que foi unilateralmente determinada pelas forças da ONU depois da guerra da Coreia, entre 1950 e 1953.

No sábado, a agência oficial KCNA informou que Kim, que fez uma visita de inspeção a uma unidade das forças especiais, ordenou uma ação “na velocidade da luz” no caso do início de uma guerra.

Mísseis são disparados em treinamento do Exército da Coreia do Norte, sob vistoria de Kim Jong-un. (Foto: AFP/KCNA)Mísseis são disparados em treinamento do Exército da Coreia do Norte, sob vistoria de Kim Jong-un. (Foto: AFP/KCNA)
G1