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Jovem é levado para o Trauma com copo no ânus

Hospital-de-TraumaUm jovem foi socorrido ato Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, em João Pessoa, para retirada de um copo introduzido no ânus.

No hospital, ele teria sentado sobre o copo de propósito, mas o objeto acabou quebrando.

Ele foi até a Unidade de Pronto Atendimento de Cruz das Armas pedir ajuda e posteriormente levado para o Trauma.

MaisPB

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Os arautos do caos e a sua tempestade em copo d’água

copoOs arautos do caos – a oposição neoliberal e conservadora – não param de profetizar sobre a “tempestade perfeita” que estaria prestes a desabar sobre a economia brasileira. Dia e noite, eles nos bombardeiam, pela mídia, com previsões catastrofistas. Dizem que a inflação está à espreita, que as expectativas de crescimento econômico são pífias, que o desemprego está aumentando, as contas públicas estourando e a dívida crescendo.
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Quem lê tanta notícia negativa tem razão para se assustar. Mas, quando se olha de perto os números reais da economia, percebe-se facilmente que estamos diante de uma situação totalmente diversa, com estabilidade, crescimento e queda do desemprego, mesmo dentro de um quadro de crise internacional persistente.

De onde se conclui que a questão fundamental é de natureza política, não econômica. O fato é que os conservadores buscam interditar o debate sobre a política econômica, classificando como “populista” qualquer desvio da ortodoxia econômica.

Vamos, então, aos números. De acordo com apresentação feita em abril passado pelo Presidente do Banco Central do Brasil  ao Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social verifica-se uma tendência de estabilidade nos principais indicadores econômicos da economia brasileira.

Desde a crise financeira, o crescimento real do Produto Interno Bruto (PIB), por exemplo, tem sido constante. Se considerarmos 100 o índice de dezembro de 2007, ele apresenta uma curva ascendente desde 2009, atingindo 117,7 no 4º trimestre de 2013. É mais ou menos a mesma curva da Coreia do Sul. Para se ter uma ideia, o México, que também ostenta um PIB crescente, atingiu o índice 110,2, os EUA, 106,3. Já na a área do Euro o índice é de 97,9.

Em relação ao desemprego, podemos verificar um verdadeiro mergulho, do pico de cerca de 13% em 2003 para 5% no final do ano passado. Segundo os parâmetros internacionais, esse índice configura praticamente uma situação de pleno emprego.

Já as reservas internacionais estão estabilizadas no patamar de US$ 378 bilhões desde 2012, enquanto que a dívida externa líquida ficou em US$ 92,7 negativos no mesmo período, ou seja, somos credores externos  líquidos. Quanto aos investimentos estrangeiros diretos, desde 2011 eles estão na faixa dos US$ 66 bilhões ao ano. Podemos supor, sem medo de errar, que se o capital externo tivesse a mesma percepção que alguns setores do empresariado brasileiro, não se arriscaria a continuar investindo no Brasil.

No que diz respeito à política fiscal, a redução da dívida líquida do setor público prossegue com sua longa trajetória de queda, de 39% em 2010 para cerca de 33% do PIB em 2013. Esse resultado vem sendo obtido em razão de um superávit primário acima da média dos países do G-20 (Grupo dos 20). Enquanto em 2013 o Brasil atingiu um superávit primário de 1,9% do PIB, outros países do grupo tiveram déficit, como Japão (-8,8); Reino Unido (-4,7%); EUA (-3,6%); França (-2,0%) e México (-1,2%). Entre os que tiveram superávit primário, a Itália atingiu 2% e a Alemanha, 1,7%.

E a inflação? Longe de estar fora de controle, a projeção para o Índice de Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) mostra que, do pico de quase 17% em dezembro de 2002, esse índice caiu consideravelmente e vem se mantendo estável, apesar de toda pressão, inclusive internacional, em torno de 6%. É sempre bom lembrar que Lula recebeu de FHC uma inflação de mais de 12% ao ano. É de se imaginar o tamanho escarcéu que a oposição, os neoliberais e a direita fariam se, nos governos Lula e Dilma, o IPCA chegasse perto de tal patamar.

A imagem do caos econômico ventilada pela oposição conservadora não é a tempestade perfeita, mas uma tempestade em copo d’água – na verdade, é uma tentativa de constranger o governo federal a abandonar os mecanismos de política econômica voltados ao desenvolvimento econômico sustentável e inclusivo, voltando a subordinar as ações do Estado às necessidades do capital financeiro, principalmente especulativo.

(*) Deputado federal (PT-PA), vice-líder do governo no Congresso Nacional.

Créditos da foto: Arquivo
cartamaior

Um copo de suco de tomate por dia pode ajudar a prevenir câncer de mama

Foto: Getty Images
Foto: Getty Images

Para quem gosta de suco de tomate, um incentivo a mais para apreciá-lo: estudo da Universidade de Rutgers, nos Estados Unidos, descobriu que um copo da iguaria por dia pode ajudar a prevenir câncer de mama. Os dados são do jornal Daily Mail.

 

O levantamento avaliou níveis hormonais de 70 mulheres a partir dos 55 anos, antes e depois do aumento do consumo de tomate por 10 semanas. Todas tinham excesso de peso ou parente próximo com câncer de mama, colocando-as em maior risco da doença.

 

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Constatou-se que o alimento aumenta em até 9% os níveis do hormônio adiponectina, envolvido na regulação das taxas de gordura e obesidade. O benefício vem do licopeno, que dá a cor vermelha ao tomate.

 

“Os resultados demonstram a importância de ideias de prevenção da obesidade. Consumir uma dieta rica em tomates teve um impacto maior sobre os níveis de hormônio em mulheres que mantiveram um peso saudável”, afirmou a cientista Adana Llanos.

 

Yinka Ebo, do Instituto de Pesquisa do Câncer do Reino Unido, comentou que é improvável que comer qualquer alimento específico tenha um grande impacto na prevenção do câncer. “Não há necessidade de começar a estocar os tomates. As mulheres podem reduzir o risco de câncer de mama por meio da manutenção de um peso saudável, beber menos álcool e ser fisicamente ativas”, finalizou Yinka.

 

 

Ponto a Ponto Ideias

Um copo de leite por dia durante a gestação influencia na estatura da criança

Crédito: Shutterstock
Crédito: Shutterstock

Rico em cálcio, vitaminas e proteínas, o leite é um alimento completo e ótimo para garantir os nutrientes do dia a dia, sendo que, durante a gravidez, ele pode ser ainda mais importante. Isso porque foi revelado em uma pesquisa que a ingestão de um copo diário da bebida durante a gestação faz com que os bebês se desenvolvam melhor e se tornem adultos mais altos.

Além disso, o estudo mostrou que ao final da adolescência essas crianças também tinham níveis mais elevados de insulina na corrente sanguínea, o que sugere que eles eram menos propensos a contrair diabetes tipo dois.

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A equipe de cientistas monitorou os bebês nascidos no final dos anos oitenta e descobriu que a altura deles durante a adolescência estava diretamente relacionada com a quantidade de leite que as suas mães consumiram quando eles ainda estavam no útero. Apesar

Processo de pesquisa

Os especialistas em nutrição da Islândia, Dinamarca e Estados Unidos queriam saber se os benefícios observados nos primeiros estágios de vida obtidos pelo consumo de leite foram estendidos nos anos posteriores. Então, eles acompanharam os bebês nascidos de 809 mulheres na Dinamarca em 1988 e 1989, depois de monitorar a quantidade de leite que as mulheres tinham consumido durante a gravidez.

Os bebês foram pesados e medidos logo após o nascimento e novamente quase 20 anos depois. Os resultados mostraram que os adolescentes mais altos eram filhos de mães que tinham bebido mais de 150 mililitros por dia durante a gravidez, em comparação com crianças nascidas de mulheres que bebiam menos ou nenhuma quantidade de leite.

Outra pesquisa publicada no início deste ano também comprovou que mulheres grávidas podem aumentar o QI de seus bebês bebendo mais leite, pois o alimento é rico em iodo, uma substância importante para o sistema neurológico e para a tireoide, que tem um efeito direto no desenvolvimento do cérebro do feto.

 

 

todaela

Noivo coloca copo no bolso, tropeça e morre em festa de casamento

O casamento do sargento da Marinha Fábio Gefferson dos Santos Maciel, de 33 anos, durou menos de seis horas. Ele ouviu o “sim” da noiva por volta das 20h30m do domingo (18), no Clube Nautilus, na Ilha do Governador, diante de cerca de 200 convidados. Ao sair da festa, correu, brincando com uma das madrinhas, e tropeçou.

Uma tulipa, guardada no seu bolso esquerdo, quebrou e fez um corte na veia femural. O sargento não resistiu ao ferimento e morreu às 2h16m da madrugada desta segunda-feira, a caminho do Hospital Paulino Werneck, também na Ilha. De acordo com o cirurgião vascular Eduardo Fávero, o militar poderia ter sobrevivido se tivesse recebido um atendimento de emergência por um especialista.

Fábio planejava o casamento desde o começo do ano, quando começou a construir uma casa na Ilha, para morar com a noiva. A obra ficou pronta há uma semana. Familiares dele vieram de Manaus, de avião, só para assistir à cerimônia.

Segundo uma amiga do casal, a viúva estaria inconsolável, dizendo toda hora “só quero o meu marido de volta”.

Extra

Londres, dia 5: uma questão de copo metade cheio ou metade vazio

Coreanas comemoram, brasileiras lamentam: nova derrota do Brasil (Foto: Agência Reuters)

Hardy chega a irritar de tão pessimista. É aquela hiena do desenho animado Lippy e Hardy que fica sempre vaticinando que tudo há de dar errado. “Oh, céus, oh, vida, oh, azar”, diz ela o tempo todo. Fosse brasileira, ela terminaria esta quarta-feira lembrando que Tiago Camilo não ganhou medalha no judô, que Cesar Cielo não passou do sexto lugar nos 100m livre, que a seleção feminina de basquete perdeu mais uma, que as meninas do vôlei foram atropeladas pela Coreia do Sul. Pior: em mais um dia sem medalhas em Londres, avisaria: “E se Neymar for atropelado por um daqueles ônibus vermelhos? E se Cielo escorregar na beira da piscina na hora de largar pros 50m? E se Maurren Maggi tropeçar em um buraco quando for saltar?”. É uma pessimista incorrigível a hiena.

Pollyanna chega a irritar de tão otimista. É aquela personagem de um famoso livro infanto-juvenil (chamado justamente “Pollyanna”), escrito pela americana Eleanor H. Porter, que sempre vê o lado bom das coisas. Órfã, a menina brinca do chamado “jogo do contente”, ensinada por seu pai. A ideia consiste em sempre buscar, por pior que seja a situação, uma perspectiva positiva. Fosse brasileira, ela fecharia esta quarta-feira observando que a seleção masculina de futebol venceu, que as duplas de vôlei de praia seguem fortes, que o boxeador Robenílson Vieira de Jesus está a uma vitória do pódio. Questionada sobre os quatro dias seguidos sem medalhas, ela lembraria que muito está por vir, que temos Neymar, Cielo e Maurren, que ainda ouviremos muito o hino nacional.

Leandro Damião marca gol do Brasil contra a Nova Zelândia (Foto: Reuters)Leandro Damião completa para o gol na vitória de 3 a 0 sobre a Nova Zelândia (Foto: Reuters)

No quinto dia de competições em Londres, o desempenho brasileiro coloca em discussão aquele velho papo do ponto de vista, do copo metade cheio ou metade vazio. Por exemplo: Sergio Sasaki. De duas, uma: ou o vemos como não mais do que o décimo colocado no individual geral de ginástica artística, ou o vemos como o primeiro brasileiro a chegar a uma final olímpica na disputa. É uma questão de ser Hardy ou ser Pollyanna, afinal.

Entre otimistas e pessimistas, o fato é que a delegação verde-amarela segue restrita às três medalhas conquistadas na sexta-feira. Com isso, caiu um pouco mais no quadro geral de conquistas. Está em 17º.

Copo metade cheio

Três jogos, três vitórias, três gols em cada um deles. A seleção brasileira encerrou bem sua participação na primeira fase do torneio masculino de futebol. Nesta quarta-feira, venceu a Nova Zelândia por 3 a 0, em jogo muito tranquilo. Danilo, Leandro Damião e Sandro fizeram os gols do duelo. As notas negativas foram a expulsão de Alex Sandro e o gol vivo desperdiçado por Neymar. Ele recebeu de Marcelo na área, livre, e mandou por cima. Depois da partida, o atacante disse que foi o gol mais perdido da carreira dele. Nas quartas de final, o adversário brasileiro será Honduras – sábado, em Newcastle.

O handebol também anima. A seleção feminina disputou sua terceira partida e alcançou sua terceira vitória na competição. Desta vez, a vítima foi a Grã-Bretanha, por 30 a 17. O Brasil, com duas rodadas de antecedência, está garantido nas quartas de final. Floresce a confiança por medalhas.

E o mesmo vale, em grau ainda maior, para o vôlei de praia. Juliana e Larissa seguem sem perder um set sequer nas Olimpíadas de Londres. Desta vez, fizeram 2 sets a 0 (21/12 e 21/18) sobre as tchecas Klapalova e Hajeckova. Ricardo e Pedro Cunha também mantiveram os 100% de aproveitamento ao bater Binstock e Reader, do Canadá, por 2 a 0 (21/18 e 24/22).

No boxe, Robenílson Vieira de Jesus também fez bonito. Venceu Sergey Vodopiyanov, da Rússia, e avançou às quartas de final entre os pesos-galos (até 56kg). O triunfo foi por 13 a 11. O brasileiro está a uma vitória do pódio. Ele volta ao ringue no domingo, contra o cubano Lázaro Alvarez.

Robenilson Vieira na luta de boxe em Londres contra o russo Sergey Vodopiyanov (Foto: Reuters)Robenilson Vieira vence o russo Sergey Vodopiyanov: a uma luta do pódio (Foto: Reuters)

Na natação, a boa notícia foi a classificação de Thiago Pereira para a final dos 200m medley. Ele já garantiu a prata nos 400m da categoria. Agora, encara gigantes como Michael Phelps e Ryan Lochte em busca de outro ouro.

O tênis brasileiro também teve uma vitória expressiva. Bruno Soares e Marcelo Melo completaram a partida iniciada na terça-feira e bateram os tchecos Berdych e Stepanek por 2 sets a 1, parciais de 1/6, 6/4 e 24/22. O encontro entre as duplas teve 4h21m de duração.

Copo metade vazio

Foi uma pancada. A seleção feminina de vôlei fez quase nada em quadra e acabou engolida pela Coreia do Sul: 3 sets a 0, parciais de 25/23, 25/21 e 25/21. As atuais campeãs olímpicas perderam os dois últimos jogos que disputaram. Correm sério risco de sequer avançar para a próxima fase.

E o basquete feminino segue decepcionando. Desta vez, perdeu para a Austrália por 67 a 61. Foi a terceira derrota em três jogos. A classificação para a próxima fase está seriamente ameaçada. Não por acaso, as atletas caíram no choro depois de mais um insucesso. É preciso vencer Canadá e Grã-Bretanha para se classificar e possivelmente pegar os Estados Unidos nas quartas de final. É a crônica de uma morte anunciada.

basquete brasil choro derrota austrália Londres 2012 (Foto: Agência Reuters)Brasileiras choram após derrota para a Austrália no basquete (Foto: Agência Reuters)

No judô, Tiago Camilo foi longe, mas não o bastante para chegar ao pódio. Ele terminou em quarto na categoria médio. Perdeu nas semifinais para o sul-coreano Song Dae-Nam e depois foi derrotado na disputa do bronze pelo grego Ilias Iliadis. Maria Portela, também da categoria médio, caiu já na primeira luta – levou wazari e ippon da colombiana Yuri Alvear.

Cesar Cielo, Londres 2012 (Foto: Agência EFE)Cesar Cielo não consegue medalha nos 100m
livre (Foto: Agência EFE)

A natação deixou o gosto de medalha nos brasileiros, mas Cesar Cielo não conseguiu ficar entre os três melhores na final dos 100m livre. Viu o americano Nathan Adrian vencer a prova, com o australiano James Magnussen em segundo e o canadense Brent Hayden em terceiro. Cielo virou na liderança nos primeiros 50m, mas não conseguiu manter o ritmo.

Outros três brasileiros foram eliminados precocemente nas piscinas. Leonardo de Deus caiu nas semifinais dos 200m costas, Daynara de Paula parou na primeira fase dos 100m borboleta e Henrique Rodrigues não conseguiu vaga na final dos 200m medley.

Na vela, em dia sem regata para Robert Scheidt e Bruno Prada, os brasileiros foram discretos. Ricardo Winicki, o Bimba, não manteve o ritmo da primeira prova do dia e terminou as disputas desta quarta na 12ª colocação geral, com 52 pontos perdidos. Bruno Fontes, na classe Star, teve um décimo e um 27º lugares e caiu dois postos na classificação – é o 13º agora. Adriana Kostiw manteve 21º lugar na Radial, e Patrícia Freitas é a 13ª na RS-X.

Uma questão de espírito esportivo

Árbitro conversa com Xiaoli/Yang, da China, e Jung/Kim, da Coreia do Sul, no badminton (Foto: Reuters)Duplas de China e Coreia do Sul estão entre as
eliminadas (Foto: Reuters)

A falta de espírito esportivo fez quatro duplas de badminton serem afastadas dos Jogos Olímpicos nesta quarta-feira. As chinesas Wang Xiaoli e Yu Yang, as indonésias Greysia Polii e Meiliana Jauhari, e as sul-coreanas Jung Kyung-eun, Kim Ha-na, Ha Jung-eun e Kim Min Jung foram acusadas de fazer corpo mole para perder suas partidas e, assim, ter um caminho mais fácil nas fases seguintes. A repercussão foi muito negativa, e a Federação Internacional de Badminton decidiu punir as atletas.

Decisão oposta acontece na esgrima. Dirigentes da federação que comanda o esporte querem entregar uma medalha especial à sul-coreana Shin A Lam, que na segunda-feira causou comoção ao cair no choro depois de se sentir injustiçada por uma decisão da arbitragem. Ela esperou sentada, durante uma hora, o parecer sobre a apelação de seu treinador contra o resultado da semifinal diante da alemã Britta Heidemann. Mas ficou sem a vaga mesmo assim. E já avisou: não quer saber de medalha como homenagem.

Shin A Lam lamenta derrota na esgrima (Foto: AFP)

Para os donos da casa, o dia foi especial. O ciclista Bradley Wiggins alcançou o posto de britânico com mais medalhas na história das Olimpíadas ao conquistar o ouro na prova do contrarrelógio em Londres. Com sete pódios nos Jogos, ele superou o remador Steve Redgrave, que tem seis medalhas.

Alegria para uns, dor para outros. O sul-coreano Jaehyouk Sa, de 27 anos, protagonizou a pior cena da quarta-feira ao quebrar seu braço direito na tentativa de erguer 158kg no levantamento de peso. Ele caiu gritando no chão e logo foi atendido. Doeu só de ver…

Jaehyouk Sa, Coreia do Sul, Levantamento de Peso (Foto: Agência Reuters)Jaehyouk Sa, da Coreia do Sul, quebra o braço no levantamento de peso (Foto: Agência Reuters)
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