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Dez recebem alta e dois continuam internados após acidente entre carro e ônibus na PB

(Foto: Jackson Rondineli/TV Paraíba)

Das 12 vítimas que deram entrada no Hospital de Emergência e Trauma de Campina Grande, após um acidente entre um ônibus e um carro na BR-230, em Soledade, no Cariri paraibano, 10 já receberam alta médica até 7h (horário local) desta sexta-feira (22) e duas continuam internadas. O acidente ocorreu na manhã desta quinta-feira (21) e deixou um casal morto.

Segundo a assessoria de imprensa do Hospital de Trauma de Campina Grande, continuam internados um jovem de 19 anos, que é filho do casal que estava no carro, e o motorista do ônibus de 24 anos. Entre as outras 10 vítimas que receberam alta, 9 estavam no ônibus e a outra é uma criança de 10 que também é filho do casal que estava no carro.

O acidente ocorreu na BR-230, quando um carro de passeio bateu de frente com um ônibus de turismo. No carro estava uma família com pai, mãe e dois filhos. Os pais morreram na hora. O filho mais velho teve uma fratura e por isso continua internado.

A família viajava no carro de São Paulo, com destino a Olivedos e não havia parado para dormir. O pai e o filho mais velho revezavam a direção. A suspeita da Polícia Rodoviária Federal (PRF) é de que o pai, que dirigia o carro no momento, tenha cochilado ao volante e invadido a pista contrária.

Depois do acidente, o velocímetro do carro ficou parado na marca de 200 km/h, mas, segundo a PRF, isso não significa que o carro estava trafegando a essa velocidade, no momento do acidente, pois pode haver pane no equipamento, com o impacto .

No ônibus, que havia saído de Juazeiro do Norte, no Ceará, com destino a Itapororoca, na Paraíba, estavam o motorista e cerca de 50 passageiros. Com o impacto o carro ficou destruído e o ônibus saiu da pista. As vítimas foram socorridas em uma ação conjunta do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), Corpo de Bombeiros e carros de Secretarias de Saúde de municípios do Cariri.

A família que estava no carro havia saído de São Paulo na tarde da última terça-feira (19) e já haviam trafegado mais de 2 mil quilômetros. Eles pretendiam chegar a Olivedos para passar o natal com a família e sofreram o acidente a cerca de 20 quilômetros do fim da viagem. Parentes que viajavam em um carro logo atrás viram o momento em que o carro invadiu a pista contrária e bateu de frente com o ônibus.

Ônibus ficou com a frente parcialmente destruída após acidente na BR-230, próximo a Soledade, na Paraíba (Foto: Jackson Rondineli/TV Paraíba)

Ônibus ficou com a frente parcialmente destruída após acidente na BR-230, próximo a Soledade, na Paraíba (Foto: Jackson Rondineli/TV Paraíba)

G1

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Protestos contra Donald Trump continuam em cidades dos Estados Unidos

protestoPela quinta noite consecutiva, manifestantes voltaram a marchar nesse domingo (13) pelas ruas das principais cidades norte-americanas em protesto contra as políticas de Donald Trump, o empresário que ganhou as eleições para a presidência dos Estados Unidos na última terça-feira (8). A vitória de Trump ocorreu depois de uma campanha eleitoral em que ele prometeu expulsar imigrantes sem documentos e construir um muro na fronteira com o México.

Os manifestantes fizeram protestos no centro de Nova York, em Los Angeles e em San Francisco, no estado da Califórnia, e na Filadélfia, maior cidade do estado da Pensilvânia.

Em Nova York, os manifestantes gritaram refrãos contra as políticas do novo presidente. Um dos cartazes, no meio da multidão, dizia: “O ódio não nos fará grandes”. Na Filadélfia, os manifestantes gritaram palavras de ordem a favor da democracia e carrregaram cartazes com os dizeres: “Donald Trump tem de ir”.

Em Los Angeles, os manifestantes se reuniram nas proximidades da sede local da rede de televisão CNN e, em San Francisco, 8 mil pessoas marcharam pelo centro da cidade cantando “O amor supera o ódio”. Em Oregon, a polícia informou que prendeu 71 pessoas no início do domingo durante os protestos contra Trump em Portland, a maior cidade do estado. Os manifestantes foram acusados de “má conduta” pela polícia.

Agência Brasil

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Como bancos latino-americanos continuam lucrando muito, apesar da crise

lucroOs bancos na América Latina parecem ter encontrado a fórmula dos sonhos no mundo dos negócios: ganhar cada vez mais dinheiro, mesmo em tempos de vacas magras.

No Brasil, o lucro conjunto dos quatro maiores bancos cresceu 46% no primeiro semestre deste ano ante o mesmo período de 2014, apesar de o país enfrentar uma recessão e um escândalo de corrupção envolvendo a Petrobras e o governo federal.

No México, os lucros do setor bancário aumentaram quase 14% entre janeiro e junho deste ano na comparação com a primeira metade de 2014 – ou seja, cinco vezes mais que a taxa de expansão do PIB (Produto Interno Bruto) local.

Algo parecido ocorre em outras nações latino-americanas com economias em desaceleração.

Bancos de países como Colômbia, Equador, Paraguai e Uruguai registraram mais ganhos nos primeiros seis ou sete meses de 2015 do que em períodos iguais do ano passado.

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A tendência se estende a países que passam por estagnação econômica desde 2014 e onde os governos adotam bandeiras de esquerda.

Bancos da Argentina e da Venezuela ocuparam os 10 primeiros lugares de um ranking regional de retorno sobre capital, divulgado pela publicação especializada The Banker em novembro.

Ainda que em geral a bonança tenha começado há tempo para a banca latino-americana, quando a economia regional avançava a pleno vapor, os resultados atuais chamam a atenção de especialistas.

“O lucro, devo dizer, é um pouco surpreendente”, reconhece Claudio Loser, ex-diretor para a América Latina do Fundo Monetário Internacional (FMI), em conversa com a BBC Mundo, o serviço em espanhol da BBC.

Então como explicar isso? E quanto mais essa festa bancária pode durar?

Negócio redondo
A despeito das características de cada sistema financeiro, que variam por tamanho e regulação, os latino-americanos têm pontos em comum, apontam analistas.

Um deles é que costumam cobrar juros altos pelo crédito ao consumo (no Brasil, por exemplo, a taxa anual para cartões de crédito acaba de atingir 350,79%).

“Você pode observar taxas de lucros muito altas (dos bancos latino-americanos) porque eles tiveram acesso a fundos muito baratos e emprestaram a taxas altas” diz Loser, diretor da consultoria Centennial Latin America, em Washington.

Os créditos ao consumo chegaram a crescer cerca de 20% por ano na região durante a última década, devido à expansão histórica da classe média, que atingiu 181 milhões de pessoas ou 34% da população total.

A quantidade de latino-americanos adultos com conta bancária passou de 39% do total de 2011 a 51% no ano passado, de acordo com o Banco Mundial.

Arturo Sánchez, analista de crédito da Standard & Poor’s (S&P) no México, avalia que as taxas de juros sobre o crédito na região refletem o risco assumido pelos bancos, que até agora, no entanto, evitar lidar com a alta inadimplência.

“Os resultados líquidos se mantivem graças à capacidade dos bancos na América Latina de, em geral, manter níveis manejáveis de carteiras vencidas e perdas de crédito”, apontou Sánchez.

Ele acrescenta que isso permitiu aos bancos evitar aumentos nas provisões, dinheiro destinado a absorver eventuais perdas por exposição ao crédito, o que deixa margens significativas para os lucros.

Trata-se, portanto, de um ciclo que parece se fechar de maneira quase perfeita para os bancos da região.

Mais juros, mais dinheiro
Ao mesmo tempo há circunstâncias específicas em alguns países que impulsionam o negócio financeiro.

Na Argentina e na Venezuela, por exemplo, o alto retorno dos bancos sobre o capital é atribuído aos elevados índices de inflação, que empurram os juros para cima.

O Brasil tem uma das taxas de juros real (descontada a taxa de inflação dos juros nominais) mais altas do mundo, que superou 9% na semana passada, quando a S&P retirou o país da categoria de grau de investimento.

E se juros altos pressionam o custo de captação do dinheiro para todos, os bancos tendem a driblar o problema ao repassar esse custo aos clientes.

As quatro maiores instituições bancárias brasileiras (Bradesco, Santander, Itaú e Banco do Brasil) registraram lucros equivalentes a US$ 8,7 bilhões no primeiro semestre.

“Os bancos do Brasil são muito líquidos, estão ancorados em títulos públicos do governo e a taxa de juros subiu muito: isso também dá lucros de tesouraria”, afirma João Augusto Frota Salles, analista da consultoria Lopes Filho, no Rio de Janeiro.

E agora?
Especialistas afirmam, contudo, que o panorama está mudando para a banca latino-americana.

A agência S&P, por exemplo, rebaixou a nota dos principais bancos do Brasil na semana passada, um dia após retirar do país o selo de bom pagador.

Em busca de recursos fiscais, o Brasil busca agora subir os impostos aos lucros bancários, o que, na avaliação da agência de análise de risco Fitch, pode desacelerar o crédito e, segundo políticos de oposição, impor mais custos ao consumidor final.

O recuo da economia e do crédito ameaça os ganhos do setor bancário na região  (Foto: BBC World Service)O recuo da economia e do crédito ameaça os ganhos do setor bancário na região (Foto: BBC World Service)

Também se nota em outros países essa mudança de ventos que chegou com o enfraquecimento da economia e do consumo.

Os lucros bancários se desaceleraram no primeiro semestre no Chile e na Costa Rica, caindo 13% e 19%, respectivamente, na comparação com o mesmo período de 2014.

Especialistas descartam que existam problemas graves no horizonte da região, que, em geral, elevou a supervisão bancária e diminuiu riscos após crises no passado.

Apontam, porém, que a rentabilidade dos bancos latino-americanos poderá cair à medida que as economias forem perdendo vigor e aumentando suas carteiras vencidas e créditos de difícil recuperação.

“Não esperamos que isso irá ocorrer em níveis alarmantes e nem que colocará em xeque os sistemas financeiros da América Latina”, disse Sánchez, “mas acreditamos, sim, que irão começar a se deteriorar um pouco de forma gradual.”

G1

Matriculas para o ano letivo 2015 continuam abertas nas escolas municipais de Solânea

 

matriculas_abertasComeçaram no dia 24 de novembro e continuam durante todo o mês de dezembro, as matriculas automáticas para os alunos veteranos nas escolas da Rede Municipal de Ensino.

A Secretaria Municipal de Educação (SME) adverte que as matriculas da rede, só será efetivada, mediante a assinatura dos pais ou responsáveis, na ficha de matricula, para os menores de 18 anos. Para os maiores de 18 anos, a ficha será preenchida pelo próprio aluno (a).  No período de 02 a 30 de janeiro, das 08h as 11h (manhã) e das 13h as 16h(tarde) todas as Escolas da Rede Municipal de Ensino ( Na zona rural e urbana) estarão abertas para matriculas dos alunos novatos, podendo continuar todo o ano letivo.

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O governo municipal garante vaga para todos os alunos (as). As aulas começarão dia 09 de fevereiro, no período diurno e noturno.

“O Planejamento do ano letivo 2015, ocorrerá nos dias 02 a 05 de fevereiro, e no dia 06, todo o corpo docente, gestores e funcionários estarão nas escolas organizando o dia da acolhida de seus alunos, para recebê-los no dia 09”. Informou a secretária de educação Sildete Fabrício.

A orientação da secretária, é que o primeiro dia de aula, 09/02, cada escola se organize para receber seus alunos, convidando a comunidade, com o objetivo de acolher os estudantes e compartilhar as atividades educativas que foram planejadas para o ano letivo de 2015.

 

Secretaria Municipal de Educação

Solânea Cidade do Bem

Sete concursos continuam abertos na PB, com 232 vagas e salários de até R$ 8 mil

concurso

Pelo menos sete concursos estão com inscrições abertas para 232 vagas na Paraíba, com oportunidades para quem tem nível fundamental, médio ou superior. As remunerações variam de R$ 724 a R$ 8048,77 e algumas inscrições seguem até agosto.

 

Defensoria Pública

 

A Defensoria Pública da Paraíba seleciona para 20 vagas destinadas a bacharéis em Direito e o salário inicial é de R$ 7.109,51.

 

As inscrições seguem até o dia 29 de julho e devem ser feitas através do site da FCC Concursos. A taxa de inscrição custa R$ 240.

 

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De acordo com o edital, as provas objetivas estão previstas para serem aplicadas no dia 31 de agosto, a discursiva está prevista para acontecer no dia 2 de novembro. Já no dia 23 de janeiro acontece a prova oral e de 20 a 24 de março a tribuna.

 

IFPB

 

O Instituto Federal de educação da Paraíba tem 63 vagas para professores conteudistas, com remuneração de R$ 48,28 por hora-aula.

Segundo consta no edital, os interessados devem ter licenciatura em Letras com habilitação para Língua Portuguesa na modalidade à distância e efetuarem a inscrição até o dia 18 de julho.

O IFPB também oferece mais 64 vagas para Tutor a Distância, com nível superior em Direito, Administração, Pedagogia ou qualquer curso de nível superior com pós-graduação (concluída ou em andamento) na área específica ou em Educação, conforme Tabela de Áreas do Conhecimento (CAPES).

O edital pode ser conferido aqui e as inscrições podem ser feitas até o dia 31 de julho.

 

Taperoá

 

A Prefeitura Municipal de Taperoá, a 216 km de João Pessoa, oferece 81 vagas para vários cargos para quem tem nível fundamental, médio ou superior.

As remunerações vão de R$ 678,00 e R$ 1.262,62, para carga horária de 24h, 30h ou 40 horas semanais. As inscrições custam R$ 39 (fundamental incompleto), R$ 49 (médio profissional), R$ 53 (médio) e R$ 64 (superior), vão até o dia 18 de julho e podem ser feitas pela internet.

 

UFCG

 

A Universidade Federal de Campina Grande tem cinco vagas para professores, com diferentes remunerações e prazos de inscrições.

Para a vaga de professor adjunto, o edital traz que será selecionado um professor doutor na área de Ciências Agrárias para Pombal, a 371 km de João Pessoa, com remuneração de R$ 3804,29. As inscrições devem ser feitas até 31 de julho.

Para outra vaga de professor adjunto, a UFCG seleciona alguém que tenha graduação em Psicologia e doutorado em Psicologia para atuação no Centro de Ciências Biológicas e da Saúde em Campina Grande, a 125 km de João Pessoa.

Para esse cargo, a remuneração é de R$ 8.048,77 e as inscrições devem ser feitas até o dia 8 de agosto, segundo consta no edital.

Mais duas vagas para professor são oferecidas pela UFCG, dessa vez para o campus de Cajazeiras, a 468 km de João Pessoa.

De acordo com o edital, o candidato deve ter graduação em Letras – Libras ou graduação em Letras, Pedagogia ou Fonoaudiologia e certificado do Prolibras, reconhecidos pelo MEC e especialização em Libras ou áreas afins.

A remuneração oferecida é R$ 4.412,51 e as inscrições devem ser feitas até o dia 31 de julho.

Todas as informações referentes aos concursos da UFCG podem ser acompanhadas no site da instituição.

 

 

Portal Correio

Bbom tem recurso negado pela Justiça e R$ 300 milhões do grupo continuam congelados

bbomNa sexta-feira (20), o Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) negou provimento ao pedido de liminar no agravo de instrumento interposto pelo grupo Bbom. O objetivo era suspender os efeitos da liminar da Justiça Federal em Goiás que levou ao bloqueio de cerca de R$ 300 milhões em julho deste ano.

Os bens da empresa haviam sido bloqueados em ação cautelar, no mês de julho deste ano. Na época, as atividades do grupo foram suspensas por decisão judicial. O congelamento do esquema BBom foi resultado de uma força-tarefa nacional formada pelo MPF e pelos MP estaduais (entre eles, o de Goiás). O caso soma-se a outras investigações de pirâmides financeiras pelo país como no caso da TelexFree.

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A prática de pirâmide financeira é proibida no Brasil, configurando crime contra a economia popular (Lei nº 1.521/51). Para o MPF, a BBom é um exemplo dessa prática criminosa, já que os participantes seriam remunerados somente pela indicação de outros indivíduos, sem levar em consideração a real geração de vendas de produtos.

Saiba a diferença entre marketing multinível e pirâmide financeira

Na Bbom, o produto que supostamente sustentaria o negócio das empresas seria um rastreador de veículo. Segundo o MPF, assim como em outros casos de pirâmide financeira, trata-se de uma “isca”para recrutar novos associados, No sistema adotado pela Bbom, os interessados associavam-se mediante o pagamento de de um valor de adesão que variava dependendo do plano escolhido (bronze – R$ 600,00, prata – R$ 1.800,00 ou ouro – R$ 3.000,00), obrigando-se ainda a atrair novos associados e a pagar uma taxa mensal obrigatória (referente ao comodato do aparelho, que não era entregue) no valor de R$ 80,00 pelo prazo de 36 meses. O mecanismo de bonificação aos associados era calculado sobre as adesões de novos participantes. Quanto mais gente era trazida para a rede, maior era a premiação prometida.

Agência Brasil

Entrevista Lucio Costilla: latinos estão mais autônomos, mas continuam dependentes

luciocostillasApesar do visível fortalecimento institucional da América Latina no cenário político e econômico internacional, os países da região ainda não conseguiram romper com a dependência das grandes potências. Com exceção do México, Colômbia e Panamá, que ainda mantêm uma profunda relação de submissão aos Estados Unidos, as nações latino-americanas têm hoje mais autonomia para definir políticas internas, possuem governos mais progressistas. Ainda assim, não conseguiram vincular essa autonomia interna na mesma proporção de sua emancipação.

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Em entrevista a Adital, o professor titular do Centro de Estudos Latino-Americanos da Universidade Autônoma do México (Unam) e atualmente professor visitante da Universidade Federal do Ceará (UFC), no Brasil, Lucio Oliver Costilla traça um panorama da reconfiguração por que passaram os Estados latino-americanos, após as crises do socialismo e, mais recentemente, das grandes economias capitalistas. Da extrema relação de dependência, como no caso do México, ao chamado sub imperialismo do Brasil na América do Sul, ele avalia que a grande novidade é que os Estados e o capital estão tendo que competir com a sociedade pela gestão do que é público. A Bolívia teria sido o país que mais perto chegou de uma verdadeira refundação.

Costilla participou, esta semana, do seminário “América Latina: reconfiguração do Estado no contexto contemporâneo da política”, promovido pela Rede Universitária de Pesquisadores sobre a América Latina (Rupal), em Fortaleza.

Adital: Na sua opinião, qual é hoje o papel das nações latino-americanas diante de um cenário em que os regimes socialistas ruíram, não deram certo, e os regimes capitalistas estão passando por uma grave crise, tanto política como econômica? Como o senhor enxerga que eles estão posicionados diante disso?

Lucio Costilla: Eu acho que os países estão procurando mudanças, mas não têm um caminho certo. Estão procurando mudanças na relação Estado-sociedade, colocando o público no centro, o que é o mais importante. Já não tem mais um modelo pré-estabelecido, não tem um sujeito especial que seja condutor das lutas. O importante é que, sobretudo nas últimas décadas, nos últimos 15 anos, os países estão colocando no centro das lutas sociais a concepção de que a sociedade tem que se apropriar do que é público. A coerência e a profundidade dessa postura é muito mais importante que qualquer modelo de transformação social. Porque, na verdade, esse é o sentido profundo da crítica ao domínio do capital.

A: O senhor acha que o papel do Estado está sendo reconfigurado? O Estado enquanto condutor das políticas?

LC: Está sendo reconfigurado pela participação das sociedades, mas ainda é um Estado que mantém a condução burocrática e o núcleo duro de políticas de ajustes, sempre em posição de concorrência dentro da órbita do capital. Porém, houve mudanças, sobretudo na América do Sul, mudanças importantes que podem ser chamadas de retorno à regulamentação do Estado na política e na economia.

A: Com a diferença que agora a sociedade está assumindo um controle maior, é isso?

LC: Exatamente, a diferença é que agora a sociedade está começando a disputar o que é público. Já não é somente como na época do desenvolvimentismo, quando a sociedade acreditava que a burocracia tinha a verdade, tinha a condução. Eu acho que essa mudança histórica da sociedade disputar o público, perante a condição dos políticos, perante a condução da burocracia, é uma mudança histórica fundamental.

A: Então, os Estados ganharam ou perderam terreno?

LC: De fato, o que aconteceu é que, nas duas últimas décadas do século passado, os Estados se entregaram a políticas de valorização do grande capital transnacional, ao domínio quase total do mercado, quer dizer, deixaram de ser representantes das nações e dos povos. Isso foi à origem da crise política que ocorreu na primeira década do século XXI, que levou ao extremo a ebulição da sociedade, a desintegração do controle social. A pobreza aumentou o dobro, a instabilidade econômica começou a dominar.

A: Os Estados estão retomando seu papel?

LC: As sociedades é que exigiram que os Estados fossem de novo representantes das nações e dos povos, esta é a diferença. Apareceram forças políticas que aceitaram atender a essa reclamação e promoveram o retorno do Estado como entidade reguladora da política e da economia. Só que a partir de um projeto de forças políticas e de particulares e não de atender às reivindicações que a sociedade já estava colocando. Aí começou uma tensão entre Estados e sociedade. Houve um tempo que essa tensão parecia dominada pelas forças políticas, a partir do crescimento econômico e das políticas sociais. O crescimento econômico na América do Sul foi o maior do mundo.

B: Só isso não adiantava mais?

LC: Não, porque esse crescimento econômico, o maior acesso das camadas ao consumo e ao emprego, não estavam criando uma cidadania com direitos claros, sobretudo, diretos para definir as política públicas. Então, essa situação, fez a tensão crescer. Por exemplo, no caso da saúde, esta não foi colocada como uma política estruturante. Mas apenas como acesso da população à saúde privada. Essa dificuldade gerou uma submissão do direito a saúde ao interesse do mercado.

A: Na América Latina, quem são, em sua opinião, os países que estão puxando esse posicionamento, essa liderança, com o Estado atuando como mediador do controle social? Quais Estados mais avançados e desenvolvidos nesse projeto?

LC: Eu acho que houve experiências diversas. O país que mais se aprofundou no inicio desse processo foi a Bolívia, porque abriu espaço para uma refundação da sociedade boliviana. Permitiu que houvesse uma transformação do Estado Republicano liberal num Estado plurinacional, com participação comunitária. Mas essa refundação do Estado na Bolívia e nos outros países não aconteceu como consequência de uma verdadeira transformação da sociedade. Todos os processos, inclusive na Venezuela, foram processos de compromissos. Crescer não depende só da vontade dos dirigentes, da sociedade, mas às vezes da relação de forças que não permitem medidas mais radicais.

A: Se fala muito nas nações bolivarianas, a Venezuela, Bolívia e Equador liderando esse projeto. Como é que a gente pode definir esses governos em sua opinião?

LC: Eu acho que eles são governos que colocaram na pauta o interesse de refundar as sociedades e os Estados.

A: Isso não quer dizer que eles tenham conseguido…

LC: É essa é a questão. Eles colocaram na pauta e isso foi muito bom. Porque outros países, como a Argentina, Uruguai, Brasil, colocaram o retorno do Estado, mas não para refundar a sociedade e as instituições. Eles mantiveram as velhas instituições, enfatizando a questão de criar novas políticas, novas regulamentações, mas não de transformar as instituições.

A: O que chegou mais perto foi a Bolívia?

LC: O que chegou mais perto foi a Bolívia porque atendeu a revindicações históricas de integrar sociedades, não só culturas, mas sociedades, formas produtivas, modos de ver o mundo dentro do Estado. Quer dizer, realmente, mudou o Estado oligárquico boliviano para se tornar um Estado mais amplo. Os demais tiveram processos de ampliação do poder do Estado, mas não mudaram o padrão de acumulação de riquezas. E essa questão fez com que logo eles começassem a ter dificuldades e limites. Por exemplo, a manutenção dos modelos extrativistas, do padrão extrativista na Bolívia e Equador, logo criou uma dificuldade.

A: Tanto que o Rafael Correa há poucos dias já cedeu a exploração de petróleo no Parque Yasuní…

LC: Exatamente, já aceitou que não é possível desenvolver uma política sem colocar o extrativismo no meio. Na Venezuela, por exemplo, a obtenção de recursos através da indústria petroleira, baseada no mercado mundial, na exploração dos recursos naturais, continua como a principal forma de acumulação.

A: A posição internacional da América Latina em relação à política e economia principalmente melhorou nas últimas décadas?

LC: Melhorou com certeza.

A: Hoje a América Latina tem mais força?

LC: Tem mais força. Tem maior autonomia para definir políticas internas do que antes, mas não em todos os países. O México, por exemplo, não desenvolveu essa capacidade de autonomia, ao contrário,entrou numa situação de maior subordinação às políticas e à economia dos Estados Unidos. Mas vários outros países, realmente, definiram o que fazer com o gasto público, que políticas sociais têm prioridades, como planejar investimentos públicos, como se posicionar perante a dívida externa. Quer dizer, desenvolveram com maior autonomia a suas políticas. Eu acho que isso foi o mais importante.

A: Com exceção somente do México?

LC: Com exceção do México, da Colômbia, do Panamá. Que dizer, nem todos os países da América Latina conseguiram romper com a dominação.

A: Principalmente romper com a dependência?

LC: Exatamente. Porém, nenhum dos países latino-americanos conseguiu romper totalmente com a dependência. Alguns tiveram uma virada progressista, desenvolveram uma política de transição, para possibilitar o retorno do Estado, essa maior participação da sociedade em assuntos públicos, mas não conseguiram vincular isso a uma emancipação. Quer dizer, a emancipação ficou fora, ficou para outro dia. Então, isso fez com que o padrão de acumulação não fosse tocado, o domínio do capital, os interesses do capital, não fossem tocados. O que fez ficar mais longe a possibilidade de uma emancipação. Emancipação em qual sentido? De realmente resolver as profundas contradições da sociedade. No fim de 2010, parecia que esse ciclo de medidas progressistas, do retorno do Estado, de uma maior autonomia, tinha quase acabado. Parece mesmo que esse ciclo já terminou. O que pode ser feito agora está nas mãos das sociedades, que não deixaram de colocar em pauta sua participação nos assuntos públicos.

A: Então, o senhor quer dizer, a dependência ainda não acabou?

LC: Não, não acabou!

A: O que houve foram ações pontuais, é isso?

LC: Realmente, hoje, há mais políticas voltadas à universalização e ao social. Mas a dependência não acabou porque o padrão da acumulação é muito importante para resolver essa questão da dependência, que é o que a gente gostaria. E por que? Porque o padrão de acumulação continuou baseado na rentabilidade, na indústria extrativista, voltada para a produção especializada e para a exportação de commodities. O único país com mais opções de acabar com a dependência é o Brasil, que tem um mercado grande, próprio e que investiu um pouco na indústria interna e numa política para entrar na concorrência regional. Mas dentro desse processo criou-se uma política chamada de sul imperialismo brasileiro. Quer dizer, uma política voltada para a apropriação dos recursos naturais e dos investimentos dos países vizinhos. Só que com uma forte presença estatal, que é a única coisa que realmente detém esse processo de expansão do domínio.

A: O senhor acha que guardadas as devidas proporções da América do Sul, o Brasil, hoje, aparece como sub-império dentro da América do Sul?

LC: Aparece sim como um sub império. A única questão é que o Estado cria limites para esse império. Se fosse um outro governo, outras políticas, essas políticas de potência, de domínio, de imposição, seriam estimuladas.

A: O senhor acha que os movimentos sociais latino-americanos estão mais fortes?

LC: Eles ainda têm uma grande força. Por exemplo, na Bolívia, as comunidades indígenas ainda se movimentam com muita força. Os movimentos sociais de bairros na Argentina ainda se movimentam. E o que vem acontecendo no Brasil, desde junho, também demonstra a força da sociedade, sobretudo da juventude, que tem condição de se expressar publicamente, de reclamar direitos e exigir participação nas decisões públicas. Existem muitas temáticas que a juventude está questionando, como assuntos que não devem ser decisão da burocracia, como o gasto público para servir a interesses privados. Quando a juventude reclama de transporte geral, pelo passe livre; quando a juventude reclama avaliação das políticas de gasto público para os jogos da Copa do Mundo, estão na verdade reclamando um diálogo com a sociedade dos responsáveis por esses gastos. Então, nesse sentido, podemos dizer que as ações coletivas ainda estão vivas.

A: Mas já foram mais fortes? Principalmente em comparação com os movimentos sociais da América Latina nas décadas de 1970 e 1980, quando esses movimentos, por serem muito reprimidos, tinham uma luta mais forte, mais violenta.

LC: Nesse ponto temos aí que ter muito cuidado! Violência não quer dizer Fortaleza. É diferente. Violência pode ser feita com submissão a grandes oligarquias, por exemplo.

A: Os movimentos indígena, camponês, eram muito fortes naquela época, em plena ditadura. A impressão que temos, ao menos no Brasil, é que os movimentos sociais meio que se calaram, não sei se por conta do atual governo, de tendência progressista. Por exemplo, a gente não vê mais o MST (Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra) com aquela força toda. Aí eu lhe pergunto, será que eles estão se rendendo?

LC: Não, esses movimentos tinham uma definição política e interesses setoriais mais claros que agora. Essa definição política significou ganhos e perdas. Mas eu acho que a diferença hoje é que esse movimento pela coisa pública, chamemos assim, é mais fraco em definições políticas e mais forte no sentido de que está colocando um reivindicação que é difícil de impedir. É a exigência da sociedade de participar das decisões principais.

A: É menos localizado?

LC: É menos localizado e mais difícil de combater. E pode ser mais indefinido politicamente do que definido, mas expressa um grande horizonte de possibilidades.

A: Por exemplo, no México, eu me lembro que até 10 anos atrás o movimento zapatista ainda era muito forte. Enfim, como é que isso hoje? Como é que os movimentos sociais do México estão atuando?

LC: É interessante fazer uma diferença entre manifestações populares e movimentos sociais. Porque os movimentos sociais já têm uma carga política mais forte de construção de sujeitos com organização e consciência. Já as manifestações populares pela coisa pública, por exemplo, pelos direitos, é outra coisa. Como estão os movimentos sociais? Eu acho que estão vivendo um período de resistência, resistência para não morrer. Porque as políticas estatais têm sido muito agressivas para impor essa dominação do mercado e a algumas dessas políticas têm sido militarizadas. Por exemplo, a segurança pública do México é militarizada. Então, isso gera mudanças na vida social, tem resultados nos movimentos sociais.

A: Mas é correta a minha impressão, realmente houve um enfraquecimento?

LC: Houve um enfraquecimento, também porque existem novos fenômenos que a sociedade ainda não entende. Por exemplo, o domínio do narcotráfico na metade dos estados do país é uma realidade. E esse domínio cria temor na sociedade, cria uma decomposição das instituições. Nessas condições, os movimentos sociais existem como resistência. Estão subsumidos em uma situação de violência que não conseguem entender e superar. E parece que vai ser difícil uma superação. Alguns movimentos sociais estão aparecendo agora pelas políticas estatais que contrárias a direitos adquiridos. Por exemplo, contra o direito de trabalho dos professores do ensino fundamental, o governo mexicano aprovou uma lei para introduzir critérios comerciais e transnacionais na avaliação dos educadores. Esses critérios desconhecem toda a realidade dos educadores e o processo histórico da educação no México. É apenas um veiculo das concepções da burocracia. Portanto, os professores estão lutando contra isso, porque sabem que será uma política que vai piorar a educação e a situação dos trabalhadores.

A: Há movimentos contra as privatizações também?

LC: Também. Acrescentamos ainda os movimentos pela defesa dos recursos naturais, da energia pública.

A: Eu não sei se o senhor acompanhou o processo das privatizações que houve no Brasil na década de 90. Empresas de mineração, de telefonia, algumas empresas de geração de energia. Enfim, várias delas foram privatizadas. Isso ta acontecendo hoje no México, também?

LC: Está acontecendo sim. Está ocorrendo desde 1988. Agora, se aprofunda e se legaliza porque já foi privatizado quase tudo. Restam apenas as empresas públicas de produção de petróleo e alguns serviços como saúde e educação. Mas já misturado com o privado. Agora se dá a última ofensiva para privatizar tudo que é público. Essa é a marca do novo governo, legalizar e regulamentar a privatização do público.

A: Como ficará a situação da Pemex (Petróleos Mexicanos)?

LC: O governo está querendo entregar os recursos petrolíferos para empresas internacionais, o que não vai ser fácil. Primeiro, por causa da resistência, tendo em vista que o caráter público do petróleo, da energia, é uma conquista política da sociedade desde os anos 1930. Quanto à decisão do governo de entregar esses recursos às empresas privadas, a população está sentindo que é grave e vai deixar o país como ficou a Argentina, totalmente desprotegido.

A: O México, hoje, é um Estado menos soberano?

LC: Eu acho que perdeu soberania militar, porque as políticas militares já não são decididas no México. Parte da política contra o narcotráfico, contra o terrorismo e de controle e segurança do exército está nas mãos dos Estados Unidos. Perdeu a soberania econômica por causa do Tratado do Livre Comércio com os EUA. Atualmente, 95% da produção e comercialização do México estão voltadas para o mercado estadunidense. Quer dizer, não existe uma diversificação que permita capacidade de autonomia e negociação. É uma política de servir a indústria e a economia dos EUA. E a soberania política diminuiu muito, porque um governo sem capacidade econômica, sem capacidade de definir suas próprias políticas, fica refém.

A: A perspectiva para melhorar seria romper ou pelo menos reduzir drasticamente a submissão aos Estados Unidos?

LC: É, reduzir não quer dizer romper. E não tem nem como, nem é preciso. O que é preciso é gerar autonomia dentro dessa relação. Estabelecer limites, estabelecer políticas próprias dentro dessa relação.

A: O Brasil seria um exemplo para o México?

LC: Seria um exemplo sim.

A: Até por conta das dimensões, porque são os dois maiores países da América Latina.

LC: Exatamente. Só que teríamos que colocar em pauta também o padrão da acumulação, que aqui não foi colocado em pauta. Porque também se fala muito do exemplo do Brasil, do estímulo às políticas autônomas internacionais e do Brics (bloco dos países em desenvolvimento), dos projetos de integração latino-americana, mas não foi colocado em questão esse padrão de acumulação que limita muito as possibilidades do Brasil. Seria um exemplo, mas aproveitando a experiência brasileira, o México deveria colocar em questão a criação de uma nova economia social e uma economia estatal que criasse uma capacidade para ter uma verdadeira autonomia. Nós temos que aprender a lição de que essas políticas públicas devem ser criadas em diálogo com a sociedade. Eu sempre falo que nós temos que olhar a experiência da América do Sul, não para repetir. Temos que enxergar as limitações das políticas que foram aplicadas aqui para ter um desenho melhor dessas políticas.

A: Uma impressão que eu tenho é que o México está cada vez menos latino-americano, por causa da sombra dos Estados Unidos.

LC: Interessante a sua colocação! No México, a elite política está criando uma ideia de que o país tem que ser aproximar dos Estados Unidos até assimilar a cultura deles. Mas a resistência popular a isso é muito forte. O México tem uma cultura popular vinculada com a América Latina, e não com os Estados Unidos. Portanto, existe muita resistência a esse projeto das elites. Só que para o exterior o que aparece é o projeto das elites, como se fosse o modo de ver todo o país, e isso não é verdade. Muitos estrangeiros quando chegam ao México se surpreendem com a força da língua, da cultura, das referencias do imaginário mexicano, que são mais próximos da América Latina que dos Estados Unidos. Então, isso que vocês veem não é verdade para a sociedade e é verdade para as elites.

 

 

Adital

Continuam inscrições para a Jornada Mundial da Juventude Rio 2013: confira as vantagens

JMJ-Rio-2013Com a proximidade da Jornada Mundial da Juventude Rio2013, os peregrinos correm contra o tempo para conseguir efetuar as suas inscrições. Até o início de maio, mais de 215 mil pessoas de todo o mundo já se inscreveram, a maioria brasileiros e latino americanos. Apesar de não ser obrigatória, existem várias facilidades para quem se inscreve como peregrino.

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Todos os inscritos receberão o kit peregrino e um seguro, benefícios presentes em todos os pacotes. O Kit contém diversos acessórios inéditos e exclusivos. Também terão entrada franca nos eventos do Festival da Juventude, que será realizado em várias áreas do Rio de Janeiro entre 22 e 26 de julho.

Também há uma grande vantagem no quesito alimentação. Na inscrição, o peregrino pode escolher um pacote, e receberá um cartão para comer em restaurantes, lanchonetes e bares credenciados. Haverá também locais com a oferta do Menu Peregrino, uma refeição completa (prato principal, bebida e sobremesa), que cabe dentro do orçamento diário do cartão. Os locais estarão sinalizados e seus endereços disponíveis no Guia do Peregrino e no aplicativo para smartphones e tablets.

Garantir o transporte com um dos pacotes da Jornada também é vantagem no bolso. O peregrino que se inscreve nesse pacote recebe um cartão-transporte para a utilização do transporte público do Rio de Janeiro durante a JMJ. O cartão pode ser usado em ônibus (exceto em ônibus executivos com ar-condicionado), metrôs, trens e barcas. A validade se estende até às 10h do dia 29 de julho.

Vale lembrar que os ônibus fretados não poderão circular no Rio de Janeiro durante a JMJ. A medida foi tomada pelos organizadores para evitar congestionamentos e permitir maior fluidez no trânsito. Por este motivo, os ônibus precisam ser cadastrados. O Setor Nacional vai distribuir os veículos nos “bolsões” de estacionamento localizados nos bairros de Paciência e Recreio dos Bandeirantes, onde os ônibus ficarão guardados até o final da Jornada.

De acordo com a rota indicada no ato da inscrição do veículo, as caravanas precisarão se dirigir para um dos três pontos de apoio em municípios próximos ao Rio de Janeiro. É nesses pontos, que ficam em Cachoeira Paulista (SP), Casimiro de Abreu e Itaipava (RJ), que o coordenador do grupo saberá o local para o qual o ônibus precisa se dirigir ao entrar na cidade sede da JMJ.

Hospedagem

Os peregrinos podem optar pela inscrição com hospedagem oferecida pela JMJ Rio2013. Os grupos que escolherem a hospedagem da Jornada devem levar consigo saco de dormir e colchonete e poderão ser hospedados em casas de família, centros paroquiais, escolas públicas e particulares, universidades, ginásios poliesportivos, casas de festas e centro comunitários. Todas as estruturas estarão equipadas com água, chuveiros e banheiros. O valor do pacote com hospedagem sai mais barato do que pagar diárias em albergues, pousadas e hotéis numa cidade turística como o Rio de Janeiro.

Já o pacote completo é a grande sacada para quem quer economizar nos dias em que o Papa Francisco estará no Rio. Ao fazer a sua inscrição pelo pacote A1 (que compreende a semana completa do evento), ou B1 (só para o fim de semana), o peregrino garante a alimentação, hospedagem, transporte, Kit Peregrino e seguro para todo o evento.

E para quem deseja participar só da Vigília e da Missa de Envio da JMJ Rio2013, que acontecerão nos dias 27 e 28 de julho, em Guaratiba, os peregrinos inscritos terão acesso às ilhas exclusivas, de melhor localização no Campus Fidei com relação ao palco onde estará o Papa Francisco.

Para fazer o cadastro dos ônibus fretados, clique aqui.

Para fazer a inscrição na JMJ Rio 2013, clique aqui.

 

 

CNBB

Dona Inês PB: buscas por senhora desaparecida há 4 dias continuam


Desaparecida há cerca de 4 dias, Dona Lourdes não foi vista por praticamente ninguém depois que saiu caminhando aparentemente sem destino. A procura por Dona Lourdes está sendo feita nas proximidades da comunidade quilombola Cruz da Menina, em Dona Inês.

Nessa terça-feira (13) uma sandália pertencente a idosa, segundo familiares, foi encontrada numa estrada que dá acesso ao município de Riachão. Incansável, o capitão Silva Ferreira, tem sido um guerreiro nesse trabalho que também vendo sendo desempenhado por familiares, amigos e conhecidos de dona Lourdes. Cerca de cem homens participa da equipe de buscas.

Quando do seu desaparecimento, a família da anciã desconfiava do companheiro dela, Enoque Matias da Costa, que tem cerca de 50 anos de idade. A polícia fez as averiguações de praxe e por precaução, mantém Enoque na delegacia local. Pois dada a revolta de alguns, a PM teme que algo possa ser feito contra a integridade física dele. Não há nada que incrimino o companheiro dela, disse Silva Ferreira.

Fonte: Facebook Dona Inês

Focando a Notícia

Bombeiros continuam buscas por vítimas de naufrágio

Hildebrando Carvalho

Um bote do Corpo de Bombeiros e outro da Marinha continuam percorrendo a costa paraibana na manhã desta segunda-feira (8) em busca de duas das nove vítimas do naufrágio de um barco de pesca pernambucano que explodiu na última quarta-feira (3). Duas motos do Corpo de Bombeiros estarão revistando toda a praia e uma aeronave da Polícia Rodoviária Federal poderá ser usada se o tempo permanecer bom.

O Major Eric, comandante do Batalhão de Buscas e Salvamentos informou que no sábado (6) foram encontrados caixotes boiando que possivelmente seriam da embarcação nas proximidades da área onde teria ocorrido a explosão, ou seja, a cerca de 40 milhas da costa.

As equipes de buscas ainda acreditam que possam encontrar sobreviventes,  por eles serem pescadores e estarem acostumados à vida no mar.

Dos sete pescadores resgatados com vida, um deles, Ramiro Freire Júnior,de 31 anos, o primeiro a ser encontrado, recebeu alta ao meio dia de ontem (7). Os outros seis continuam internados e o estado de saúde deles permanece regular, conforme boletim divulgado pelo Hospital de Trauma da Capital.

portalcorreio