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Polícia interrompe festa com pessoas contaminadas com a Covid-19 na PB

Uma aglomeração de pessoas foi interrompida na noite deste sábado (6), em Campina Grande, pela Polícia Militar. Cerca de 10 pessoas faziam uma festa no Complexo Aloísio Campos, quando as equipes chegaram e constataram que quatro delas estavam com Covid-19. Os contaminados foram conduzidas para a Central de Polícia, em ambulâncias, por se recusarem a sair do local.

Os policiais chegaram ao local através de uma denúncia anônima feita ao Centro Integrado de Operações (Ciop). A queixa falava sobre cerca de 10 pessoas, algumas fazendo uso de bebida alcoólica e outras afirmando que testaram positivo para o novo coronavírus. Ao chegar no local, a Polícia Militar constatou o fato e as pessoas contaminas apresentaram o exame de confirmação da doença.

As pessoas foram orientadas a se isolar. Seis delas obedeceram a ordem, mas as contaminadas se recusaram. Quatro viaturas foram acionadas para apoio e, depois, equipes do Corpo de Bombeiros com ambulâncias, para fazer o transporte seguro dos contaminados até a delegacia, já que, dentro da viatura, poderia ocorrer contaminação. Segundo informações da Polícia Militar, o delito cometido foi crime de desobediência de medidas sanitárias.

Policiais militares do 10º Batalhão da equipe que teve o primeiro contato com o grupo foram isolados por questões de segurança.

Denúncias sobre este tipo de infração podem ser feita pelo 190. Ainda de acordo com a PM, este tipo de queixa tem sido a mais registrada em Campina Grande, em especial, durante os fins de semana.

Campina Grande é a segunda cidade da Paraíba com mais casos confirmados de Covid-19, 2.473, segundo dados deste domingo (8). Já foram registradas 44 mortes pela doença no município.

G1

 

OMS estima 2 milhões de mortes por comida e água contaminadas

saude-01No Dia Mundial da Saúde lembrado hoje (7), a Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou para a importância da segurança alimentar. A estimativa do órgão é que, todos os anos, 2 milhões de pessoas morrem após ingerir comida e água contaminadas.

Os dados mostram que, em 2010, ocorreram pelo menos 582 milhões de casos de 22 tipos de doenças de origem alimentar, além de 351 mil óbitos associados a esse tipo de problema. Os agentes responsáveis pela maioria das mortes são a bactéria salmonella (52 mil mortes), a bactéria E.coli (37 mil mortes) – a Escherichia Coli, que habita normalmente o intestino humano e o de alguns animais – e o norovírus (35 mil mortes).

Os números indicam que a África é a região onde foi identificado o maior número de casos de doenças de origem alimentar, seguida do Sudeste da Ásia. Mais de 40% das pessoas atingidas por essas enfermidades, em 2010, eram crianças menores de 5 anos.

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Dia Mundial da Saúde: médicos em todo o país protestam

Em nota, a diretora-geral da OMS, Margareth Chan, destacou que a produção de alimentos sofreu um forte processo de industrialização, com distribuição globalizada, e que tais mudanças abrem caminho para a contaminação por bactérias, vírus, parasitas e produtos químicos.

“Um problema local de segurança alimentar pode rapidamente se tornar uma emergência de ordem internacional. A investigação de um surto de doença de origem alimentar é muito mais complicada quando uma única embalagem de alimento contém ingredientes de diversos países”, disse Margareth Chan.

Ainda de acordo com a OMS, alimentos contaminados podem provocar mais de 200 tipos de doenças, desde diarreia até o câncer. Alguns exemplos de alimentos considerados não seguros incluem os mal cozidos de origem animal, frutas e vegetais contaminados por fezes e mariscos contendo biotoxinas.

O órgão cobrou que os esforços para prevenir surtos de doenças de origem alimentar sejam reforçados por meio de plataformas internacionais como a oferecida pela Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação que garante comunicação efetiva e rápida em meio a emergências alimentares.

“O público tem papéis importantes na promoção da segurança alimentar, desde praticar a higiene correta dos alimentos e aprender a tratar alimentos específicos que podem ser perigosos [como frango cru] até ler os rótulos das embalagens ao comprar e preparar os alimentos”, destacou a OMS.

Agência Brasil