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Em Belém/PB, idoso constrói parque de diversão com material reciclável para crianças da zona rural

Com quase 80 anos de idade, o sr. José Luiz, morador no Sítio Lagoa de Serra, município de Belém, no Agreste paraibano, resolveu construir, em harmonia com a natureza, um criativo parque de diversão feito com materiais recicláveis para atender as crianças de sua comunidade.
O parque de diversão, localizado no alto do sítio Lagoa de Serra, com uma bela vista panorâmica da lendária Serra da Copoaba, tornou-se uma alternativa de lazer para as crianças daquela localidade rural e adjacências, além de um atrativo turístico para os grupos que fazem trilhas ecológicas pela região:
“Eu tive a honra de conhecer esse guerreiro. Nós, da Associação de Bombeiros Civis [de Belém], incluímos o parque do seu Luiz em nossas atividades, como ponto de visita em nossas caminhadas ecológicas. Até ajudamos o mesmo de forma singela, doando tintas para que ele embeleze suas criações. Orgulho de nossa terra!”, disse o bombeiro civil Izaias Matias.
Confira algumas fotos do parque de diversão do Sr. José Luiz, no sítio Lagoa de Serra, em Belém (PB):

 

Por: Correio Belenense

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Japão constrói muralha contra tsunamis

muroO governo do Japão está construindo uma grande muralha para se proteger de tsunamis.

A construção terá 12,5 metros de altura e se estenderá por mais de 400 quilômetros na costa noroeste do país.

A muralha é feita de cimento e formada por uma cadeia de paredes menores e blocos que facilitam a construção.

A obra custou algo em torno de US$ 6,8 bilhões (mais de R$ 21 bilhões) e visa evitar um desastre parecido com o ocorrido em março de 2011, no qual um tsunami provocado por um terremoto no Oceano Pacífico destruiu comunidades costeiras e a usina nuclear de Fukushima, deixando um total de 19 mil mortos.

Os que são a favor do projeto afirmam que a muralha é uma espécie de mal necessário e alegam que a edificação ainda pode criar novos postos de trabalho. Estima-se que a construção do muro demore dois anos.

Os críticos da muralha afirmam que ela vai arruinar completamente a paisagem, prejudicar os ecossistemas marinhos e a indústria pesqueira local.

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Falsa segurança?

Segundo vários especialistas, a muralha pode reduzir a potência do impacto de um eventual tsunami e, desta forma, o dano causado pela onda. Mas, também pode criar uma espécie de falsa confiança.

Muitos dos que morreram ou desapareceram no último tsunami não prestaram atenção aos alertas de perigo.

Margarta Wahlstrom, diretora do Escritório da ONU para Redução de Riscos em Desastres, lembra que a falta de uma infraestrutura básica pode ser catastrófica quando países em desenvolvimento são atingidos por estes fenômenos. Mas a dependência extrema deste tipo de proteção pode fazer com que as pessoas se sintam seguras demais.

“Há uma fé exagerada na tecnologia como solução, apesar de tudo que aprendemos, nos mostra que o conhecimento e a intuição das pessoas é o que faz a diferença. A tecnologia, de fato, nos torna um pouco mais vulneráveis”, disse Wahlstrom durante uma conferência na semana passada em Sendai, Japão.

Akie Abe, esposa do primeiro-ministro japonês, Shinzo Abe, também fez críticas ao projeto.

Na opinião de Akie, a muralha fará com que os moradores das cidades costeiras não fiquem atentos aos sinais de um tsunami no futuro. Além disso, para ela, a manutenção desta muralha será cara.

Eficácia questionada

AP
Os críticos do projeto afirmam que a muralha dá uma sensação de falsa segurança

Outros duvidam até da eficácia da muralha.

“O mais seguro é que as pessoas vivam em locais mais elevados e que suas casas e locais de trabalho estejam em áreas diferentes. Se fizermos isto, não precisaremos de uma grande muralha”, disse à agência AP Tsuneaki Iguchi, prefeito de Iwanuma, cidade que ficou debaixo d’água no último tsunami.

As provas quanto à utilidade da muralha não são unânimes.

Em 2011, a localidade de Fudai, no noroeste da ilha, escapou das ondas graças a um sistema de comportas e um muro. Estas construções foram feitas graças a um prefeito do local que enfrentou um tsunami e fez com que a construção do muro fosse uma prioridade de seu governo.

O projeto, iniciado na década de 1970, foi muito criticado, classificado como um gasto desnecessário. Mas, graças a este projeto, Fudai se manteve de pé.

No entanto, na região de Kamaishi, na prefeitura de Iwate, um grande muro que demorou três décadas para ficar pronto a um custo de US$ 1,6 bilhões (mais de R$ 5 bilhões) desmoronou durante o tsunami de 2011 e deixou a cidade totalmente sem defesas.

Mas, apesar de as obras da grande muralha já estarem em andamento, o certo é que nenhum projeto de construção poderá eliminar totalmente a necessidade de proteção dos fenômenos mais violentos da natureza.

“O que quero destacar é que não importa o que as pessoas tentem criar, não vamos vencer a natureza. Por isso nós, humanos, temos que encontrar uma forma de coexistir com ela. É preciso fugir quando há perigo. O mais importante é salvar sua vida”, disse à agência de notícias AP Takeshi Konno, prefeito da cidade costeira de Rikusentakata.

 

BBC Brasil

Prefeitura de Bananeiras constrói plano estratégico de desenvolvimento econômico e social do município

encontroCom a finalidade maior de unificar as ações a serem desenvolvidas nas mais diversas áreas da administração municipal e visando oferecer a população um trabalho mais consistente e de resultados, o município de Bananeiras parte na frente e reúne os secretários municipais para à construção do plano de ações estratégicas, desenvolvimento econômico e social do município.

A reunião de trabalho com análises de planos por unidade gestora, adequação de novas proposituras, acontece no mini auditório do Hotel Serra Golfe em Bananeiras, se estendendo até amanhã. A aplicabilidade e coordenação são da BR CONSULT, empresa especializada em consultoria, treinamentos, capacitações, projetos e pesquisas.

Além de do compartilhamento das propostas para elaboração do plano, serão ainda analisados as necessidades e viabilidades de parcerias, prazos de execução e metas a serem alcançadas dentro da administração municipal, levando-se em consideração o plano inicial dos cem dias já elaborado pelos secretários municipais.

Ao fazer a abertura da reunião de trabalho, o Prefeito Douglas Lucena afirmou que seu governo não abrirá mão do planejamento dos feitos e ações.  “sem planejamento apenas reagiremos ao que acontece, e ser gestor de crises não é o perfil do administrador moderno”. È preciso planejar e fazer acontecer, motivando a comunidade a reagir e compartilhar com as ações da gestão municipal.

Na próxima quinta feira dia 28 de Fevereiro, será apresentada a sistematização das propostas e o consequente inicio das execuções, visto que o aludido plano contemplara os quatro anos da administração Douglas e Matheus.

Codecom- Bananeiras