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Prefeito de Solânea adere a consórcio nacional para compra de vacinas contra covid-19

O prefeito de Solânea, Kayser Rocha, aderiu nesta terça-feira (02) ao consórcio de municípios, organizado pela Frente Nacional dos Prefeitos (FNP), que tem o objetivo negociar, diretamente com laboratórios, a compra de vacinas contra à COVID-19.

“Estamos buscando alternativas viáveis para termos mais agilidade no nosso plano de vacinação. Caso os impasses do governo federal com os estados não sejam resolvidos para fazer com que as vacinas cheguem à população”, justificou Kayser.

Solânea vem seguindo o Plano de Vacinação Municipal a partir do quantitativo de vacinas recebidas através da Regional de Saúde ligada ao Governo do Estado. Na fase atual, estão sendo imunizados idosos de 80 a 89 anos.
Através do consórcio também será facilitada a aquisição de imunizantes, medicamentos, equipamentos e insumos para enfrentamento à Covid-19.

Fonte: Assessoria

Brasil chega a quase 154 mil mortes pela Covid-19, aponta consórcio de imprensa

O Brasil registrou 195 novas mortes pela Covid-19 e 8.874 casos da doença neste domingo (18). O país, com isso, chegou a 153.885 óbitos e a 5.232.541 pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Nos finais de semana e nas segundas-feiras, os números do consórcio costumam ser mais baixos por causa de atrasos de notificações nas secretarias.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 483, o que representa um cenário de queda em relação à média de 14 dias atrás. Recentemente, o país chegou a estar em situação de queda da média, mas, em seguida, retornou ao patamar de estabilidade dos dados de mortes.

Com 230 óbitos registrados nas últimas 24 horas, os dados do governo federal mostram que o Brasil tem 153.905 mortes confirmadas pela Covid-19 até este domingo (18), segundo boletim do Ministério da Saúde.

O balanço aponta 10.982 novos casos, totalizando 5.235.344 registros da doença no país. O estado de São Paulo ainda soma o maior total de registros -são 38.020 mortes e 1.063.602 casos até este domingo. Em seguida, com relação a mortes, aparecem Rio de Janeiro (19.765), Ceará (9.210) e Pernambuco (8.487).

O governo avisa, entretanto, que os dados deste domingo são parciais porque houve um problema no sistema na atualização dos dados de quatro estados: Rondônia, Pernambuco, Paraíba e Goiás. “Os dados estão preservados, e serão atualizados no boletim [de segunda-feira, 19]”, diz o ministério.

Os dados mostram ainda que há 4.650.030 pessoas recuperadas da doença e 2.362 mortes em investigação.

O Brasil tem uma taxa de 73,2 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos (218.448 ), e o Reino Unido (43.519 ), ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 66,9 e 65,5 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente. O país também já ultrapassou a taxa da Itália de mortes por 100 mil habitantes (60,3).

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

 

FOLHAPRESS

 

 

Brasil supera 100 mil mortes por Covid-19, segundo consórcio de veículos de imprensa

O Brasil superou neste sábado (8) a triste marca de 100 mil mortes pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), segundo levantamento do consórcio de veículos de imprensa a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde. O total de óbitos registrados é de 100.240, com 2.988.796 casos de Covid-19.

A primeira vítima foi uma mulher de 57 anos, que morreu em São Paulo em 12 de março – a morte foi divulgada no dia 17 daquele mês. Desde então, foram menos de cinco meses até a marca de 100 mil mortes. A Covid-19 deixou mortos em 3.692 dos 5.570 municípios brasileiros, ou 66,2% do total.

O Brasil é o segundo país em todo o mundo a atingir esse indicador com o Covid-19: em maio, os Estados Unidos chegaram a mais de 100 mil mortos, de acordo com dados da Universidade Johns Hopkins. Hoje, são mais de 160 mil vítimas nos EUA. Da primeira morte, em fevereiro, à de número 100 mil, em 27 de maio, se passaram pouco mais de três meses.

Os números que colocam o Brasil em destaque negativo já superam o total de mortos em eventos como a Gripe Espanhola e a Guerra do Paraguai. Em outro comparativo, é possível apontar que apenas 324 dos 5.570 municípios brasileiros tinham, em 2019, mais de 100 mil habitantes, segundo o IBGE.

Famílias impactadas

São também, no mínimo, 600 mil pessoas impactadas: segundo estudiosos, o luto pode atingir de seis a dez pessoas por família. A pandemia impôs um sofrimento sem precedentes para centenas de milhares de brasileiros, que perderam entes queridos muitas vezes sem poder se despedir — velórios e enterros passaram a ter restrições para reduzir a possibilidade de transmissão do vírus.

São histórias tristes como a do casal Francisca, 64 anos, e José Ariston, 69 anos, do Distrito Federal, que estavam juntos havia 42 anos e morreram na última semana com 14 horas de diferença. Nenhum dos dois pôde ser velado; foram enterrados no cemitério do Gama. A família acompanhou o sepultamento a distância. Rose Castro, de Marília, o interior de São Paulo, tampouco pode estar com a família no enterro do pai, Orioswaldo.

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Francisca Vieira Lima e José Ariston Nogueira de Lima, vítimas da Covid-19, no DF — Foto: Arquivo pessoal

Ou de Flávia Carvalho, que morreu em 15 de julho em Teresina, no Piauí, deixando o marido e cinco crianças pequenas: Maria Cecília, que nasceu pouco antes de a mãe morrer, Isadora, de 2 anos, João Lucas e Miguel, de 3 anos, e Gerson, de 5 anos. Desempregado e com cinco filhos para criar, o homem ganhou a ajuda de vizinhos, que organizaram uma campanha para ajudá-lo.

Flávia Carvalho, 29 anos, morreu vítima da Covid-19 em Teresina — Foto: Arquivo Pessoal/Flávia Carvalho

Flávia Carvalho, 29 anos, morreu vítima da Covid-19 em Teresina — Foto: Arquivo Pessoal/Flávia Carvalho

Uma das questões que a pandemia impõe é como lidar com a dimensão das mortes. “Existe uma máquina de insensibilidade, e a gente tem o tempo todo o trabalho de reverter essa máquina de insensibilidade”, disse o psicanalista Tales Ab’Saber ao podcast O Assunto sobre as 100 mil mortes. “Se a gente fizer uma reflexão, a Guerra do Vietnã matou 59 mil pessoas em dez anos. A gente tem 100 mil brasileiros mortos em quatro, cinco meses.”

G1

 

Dados do consórcio de imprensa mostram que Paraíba está entre os 11 Estados que estabilizaram mortes por Covid-19

Os dados sobre a evolução no novo coronavírus no Brasil, divulgados ontem à noite no Jornal Nacional pelo consórcio de veículos de imprensa, mostram que a Paraíba está entre os 11 estados brasileiros que apresentam estabilidade no número de mortes causados pelo vírus.

Segundo afirmou ao JN, Marcelo Otsuka, coordenador do Comitê de Infectologia Pediátrica da SBI., os especialistas descobrem quando os números da doença estão aumentando, diminuindo ou em estabilidade a partir do tempo de incubação do novo coronavírus.

,Os especialistas recomendam comparar a média móvel de hoje com a de 14 dias atrás. Esse é o modelo adotado, por exemplo, pelo jornal americano “The New York Times”.

Segundo os infectologistas, a dinâmica da infecção é 5 dias de período de incubação, 7 dias para a pessoa procurar assistência médica. Então em média de 12 a 14 dias, você pode ter variações importantes desde o primeiro contato.

“Quando a gente faz essa curva, a gente entende se essa curva está aumentando muito ou pouco. Se ela estiver num aumento muito importante, significa que a gente não tem nenhum controle da doença. Se a gente tem uma transmissão mais baixa, significa que a gente consegue ou está conseguindo controlar a doença”, diz Otsuka.

Assim, vai ser possível identificar mais claramente os estados que estão conseguindo combater a doença e também onde a pandemia está fora de controle.

Desde que a Organização Mundial de Saúde (OMS), decretou o novo coronavírus como pandemia, a Paraíba já confirmou 57.614 ,contaminação pelo vírus segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta quinta-feira (9). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 1.196 no estado desde o início da pandemia. Já são 218 cidades da Paraíba com casos registrados da doença.

Foram registradas mais 25 mortes em decorrência do coronavírus desde o último boletim. A cidade de João Pessoa é o epicentro da doença no Estado e passou das 400 mortes por Covid-19 na quinta-feira (9), conforme os dados divulgados pela SES. Quase 90% dos bairros de João Pessoa já registraram mortes causadas pelo novo coronavírus.

Severino Lopes
PB Agora

 

 

Cientistas do Consórcio Nordeste dizem que pico da pandemia não será antes de junho e propõem planejamento para lockdown

As simulações matemáticas realizadas pelo Comitê Científico do Consórcio Nordeste mostram que os picos do número diário de novos casos da COVID-19 e de mortes não serão atingidos antes do mês de junho. A informação está no Boletim do comitê que foi divulgado nessa terça-feira (5).

Os gráficos que acompanham a evolução dos casos da doença têm curva ascendente em todos os estados do Nordeste.

O Comitê, dada a gravidade e aceleração do contágio, recomenda aos Estados que estabeleçam critérios objetivos para decretação de lockdown, associando, a eles, medidas legais, políticas e de segurança que deem sustentação à eventual ocorrência.

Os Estados do Nordeste do Brasil deverão decretar lockdown quando os números de leitos hospitalares tenham superado 80% de ocupação e, ao mesmo tempo, a curva de casos e de óbitos seja ascendente.

De acordo com o documento, o lockdown é eficaz para reduzir a curva de casos e dar tempo para reorganização do sistema. É sabido que países que o implementaram, conseguiram sair mais rápido do momento mais crítico.

O texto também explica que, num lockdown, todas as entradas do perímetro determinado são bloqueadas por profissionais de segurança e ninguém deve ter permissão de entrar ou sair sem justificativa plausível.

É importante considerar, portanto, que a decretação de lockdown deverá ser feita em comum acordo com demais forças políticas e de segurança, sendo necessário, para isso, o envolvimento das forças armadas e polícias estaduais.

 

clickpb

 

 

Consórcio Intermunicipal garante arquiteto para famílias de baixa renda

Prefeitos de 12 cidades paraibanas reuniram-se, na tarde da última terça-feira (23), em Bananeiras, para a escolha dos dirigentes do Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Urbano (Cimdurb), instrumento necessário às ações do Programa de Defesa do Estatuto das Cidades (Decide). João Francisco Batista de Albuquerque, prefeito de Areia, foi eleito presidente do Cimdurb por aclamação de seus pares.

Ideia do presidente do Tribunal de Contas da Paraíba, conselheiro Arnóbio Viana, o Programa Decide contribui com os esforços para a implantação do Plano Diretor das  cidades inscritas no Circuito do Frio, um corredor turístico há muito existente na Zona do Brejo paraibano.

O propósito é promover a adequação das cidades serranas – procuradas pelo clima ameno, engenhos de açúcar e aguardente, culinária e manifestações culturais – ao desenvolvimento do turismo com suas oportunidades de emprego e renda.

A contribuição do TCE envolve, também, neste momento, o levantamento aerofotogramétrico de áreas urbanas, com drones e técnicos vinculados à sua Auditoria, providência útil à execução do Plano Diretor, uma exigência legal, nas cidades onde isso ainda inexista.

O Consórcio agora formalizado permitirá o fornecimento gratuito, pelas Prefeituras, de arquiteto para casas pertencentes a famílias com renda mensal de até três salários mínimos, conforme prescreve a Lei Federal 11.888, de 2008.

“É providência que serve à ocupação regular do solo e ao disciplinamento de ruas e calçadas. É preciso evitar as casas de cabeça de pedreiro que podem trazer riscos à segurança dos ocupantes, enquanto enfeiam as cidades, muitas vezes, em prejuízo dos programas de desenvolvimento turístico, como é o caso das inscritas no Circuito do Frio”, considera o conselheiro Arnóbio Viana.

Ele pretende, depois disso, levar a experiência a outras regiões do Estado, onde o problema se repete em idênticas proporções. A seu convite, o arquiteto Expedito de Arruda, um dos nomes mais respeitados da arquitetura regional, coordena o recém-implantado Programa Decide.

O encontro desta terça-feira, no Auditório do Campus III, da Universidade Federal da Paraíba, para a eleição dos dirigentes do Cimdurb, foi antecedido por três outros, um dos quais, na sede do TCE, em João Pessoa, com os presidentes das Câmaras de Vereadores, de cuja aprovação o projeto dependia.

Tanto o presidente do TCE quanto o coordenador do Decide enalteceram prefeitos e vereadores pela imediata compreensão da importância do Programa para o desenvolvimento de cada um dos seus municípios.

ESCOLHIDOS – As escolhas do vice-presidente (o prefeito de Solânea, Kayser Nogueira Pinto Rocha) e do secretário do Cimdurb (o de Bananeiras, Douglas Lucena Moura de Medeiros) deram-se, também, por aclamação, sem distribuição de chapas.

Nos três casos, os prefeitos reunidos no Auditório do Campus III, da UFPB, limitaram-se a erguer as mãos em sinal de aprovação a cada nome então indicado.

“Estou, aqui, apenas como expectador, como testemunha do primeiro passo de um projeto fadado a ser grande”, comentou o conselheiro Arnóbio Viana.

O prefeito João Francisco falou da honra de presidir o Consórcio e da satisfação dele e de seus pares em ter o Tribunal de Contas como aliado da boa administração pública.

“O que temos, aqui, acima de tudo é uma irmandade é um esforço coletivo para o progresso da nossa região”, disse. O encontro foi aberto pelo prefeito de Bananeiras, o anfitrião. Douglas Lucena definiu como “uma iniciativa de vanguarda e sem precedentes regionais, ou nacionais, o que então ali se celebrava.

Compõem, ainda, o Consórcio Intermunicipal de Desenvolvimento Urbano os prefeitos de Arara (José Ailton Pereira da Silva), Casserengue (Genival Bento da Silva), Matinhas (Maria de Fátima Silva), Pilões (Maria do Socorro Santos Brilhante), Remígio (Francisco André Alves) e Serraria (Petrônio de Freitas Silva).

PB Agora

 

 

Instituições de 11 países formam consórcio para estudar o vírus Zika

Foto: Agência Brasil
Foto: Agência Brasil

Foi lançada nessa sexta-feira (21), no Recife, uma rede de enfrentamento ao vírus Zika na América Latina, formada por 25 instituições de saúde pública de 11 países. O ZikaPlan pretende somar os esforços de pesquisadores para investigar elementos ainda desconhecidos do vírus e da sua relação com malformações em bebês.

O projeto foi lançado durante um congresso sobre o tema realizado na Universidade de Pernambuco (UPE), uma das instituições a participar da rede. Além da UPE, o Brasil contará com outras quatro organizações no grupo: Universidade de São Paulo (USP), Instituto Butantã, Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Associação Técnica–Científica de Estudo Colaborativo Latino Americano de Malformações Congênitas.

As demais instituições são de 11 países da América Latina, América do Norte, África, Ásia e Europa: Colômbia, Cuba, Bélgica, França, Holanda, Suécia, Suíça, Reino Unido, Coréia do Sul, Senegal e Estados Unidos.

A iniciativa foi criada a partir da chamada do fundo de investimento em pesquisas Horizon 2020, da Direção Geral de Pesquisa e Inovação da Comissão Europeia. O ZikaPlan vai receber €11,5 milhões do programa de pesquisa da Horizon 2020, e deve atuar durante quatro anos.

Pesquisa
O consórcio ZikaPlan vai investigar a doença, além de buscar meios de prevenir a disseminação e educar populações afetadas pelo vírus. Entre os aspectos a serem estudados está a associação do zika com complicações neurológicas, inclusive malformações graves como a microcefalia. Estratégias de vacinação, diagnóstico e formas de controle do mosquito vetor do vírus também vão ser exploradas para contribuir na tomada de decisão do poder público.

A rede vai trabalhar em conjunto com outros dois consórcios também financiados pela União Européia: ZIKAction e ZikAlliance. Os três consórcios criarão órgãos comuns para o gerenciamento global dos programas científicos, comunicação e questões éticas, regulatórias e legais.

A direção executiva do ZikaPlan é composta pela professora Annelies Wilder-Smith, representante da Universidade de Umeå, que será a diretora; o professor Eduardo Massad, diretor substituto, representante da Universidade de São Paulo; e mais 15 lideranças de grupos de trabalho de instituições parceiras. Conselhos consultivos independentes – éticos, científicos e industriais – darão apoio a essa direção.

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Bananeiras sediará oficina sobre resíduos e consórcio

 
AMMApós ser adiada, a oficina sobre resíduos e consórcio, será realizado nesta quarta-feira, 14 de Maio, às 09h00, no Espaço Cultural Oscar de Castro, em Bananeiras, no brejo da Paraíba. O evento será uma oportunidade dos municípios se organizarem para as questões dos lixões e deve tratar dos objetivos trazidos pela Política Nacional de Resíduos Sólidos e na expectativa de superar as dificuldades encontradas para o cumprimento da Lei N° 12.305/2010 que instituiu essa Política.

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A oficina será uma forma de contribuir para o cumprimento da Lei Federal e deve contar com a participação de prefeitos, vereadores, assessores jurídicos e representantes de secretarias ligadas à limpeza urbana e meio ambiente de município do Brejo da Paraíba.
 
De acordo com técnicos da Secretaria dos Recursos Hídricos, do Meio Ambiente e da Ciência e Tecnologia – Serhmactdo -, durante o processo de construção do Plano Estadual de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, em muitos municípios paraibanos, foi possível identificar carências e dificuldades, quanto à implementação dos instrumentos de gestão de que trata a Lei que instituiu a Política Nacional de Resíduos Sólidos.
 
A oficina será uma forma de contribuir para o cumprimento da Lei Federal e deve contar com a participação de prefeitos, vereadores, assessores jurídicos e representantes de secretarias ligadas à limpeza urbana e meio ambiente de município do Brejo da Paraíba.
 
Sobre a Lei
 
A Política Nacional de Resíduos Sólidos – Lei nº 12.305/2010, aprovada pelo presidente Lula em 2 de agosto de 2010, vem para disciplinar a coleta, o destino final e o tratamento de resíduos urbanos, perigosos e industriais, entre outros. O texto da lei estabelece diretrizes para reduzir a geração de lixo e combater a poluição e o desperdício de materiais descartados pelo comércio, pelas residências, pelas indústrias, por empresas e hospitais.
 
Imagem ilustrativa
CODECOM-Prefeitura de Bananeiras/PB

Consórcio de chineses e Eletrobrás vence leilão de linha de Belo Monte

Grupo apresentou proposta de remuneração 38% menor que o teto (Foto: Darlan Alvarenga/G1)
Grupo apresentou proposta de remuneração 38%
menor que o teto (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

O consórcio IE Belo Monte, formado por Furnas Centrais Elétricas S.A. (24,5%), State Grid Brazil Holding S.A. (51%) e Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. – Eletronorte (24,5%), foi o vencedor do leilão da linha de transmissão que irá escoar a energia produzida pela hidrelétrica de Belo Monte, no Pará, para a região Sudeste. O grupo ofereceu uma proposta de remuneração anual de R$ 434.647.038, 38% menor que o teto fixado pelo governo.

Furnas e Eletronorte são empresas subisidiárias da Eletrobrás, estatal brasileira do setor elétrico. Já a State Grid é uma estatal chinesa, que está no Brasil desde 2010, quando adquiriu sete companhias nacionais de transmissão de energia.

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O deságio em relação ao teto de remuneração fixado pelo governo, de 38%, ficou bem abaixo dos leilões de transmissão realizados pela Aneel em 2013, que resultaram em ofertas com deságio médio de 24,14%, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), responsável pelo leilão desta sexta-feira (7).

A obra é considerada uma das mais importantes para o setor elétrico e demandará investimento estimado em R$ 5,1 bilhões.

A linha de 2,1 mil quilômetros de extensão terá capacidade para transmitir 4 mil megawatts (MW) de energia, ligando as subestações de Xingu (PA) e Estreito (MG), passando pelos estados do Pará, onde está sendo construída a hidrelétrica de Belo Monte, Tocantins, Goiás e Minas Gerais.

A energia será entregue na subestação de Xingu pela concessionária da usina, e então transportada até Estreito pela obra leiloada nesta sexta. A partir desse ponto, a energia será distribuída por outras linhas para os estados da região Sudeste.

Grupo apresentou proposta de remuneração 38% menor que o teto (Foto: Darlan Alvarenga/G1)Grupo apresentou proposta de remuneração 38%
menor que o teto (Foto: Darlan Alvarenga/G1)

Três consórcios participaram da disputa. A abertura dos envelopes foi feita na BM&FBovespa, em São Paulo.

Veja as propostas recebidas:
– Abengoa Construção Brasil Ltda – R$ 620.423.600,00 (11,49% de deságio)

– Consórcio BMTE – Transmissora Aliança de Energia Elétrica S.A (50%) e Alupar Investimento S.A. (50%) – R$ 666.482.160,00 (4,93% de deságio)

– Consórcio IE Belo Monte – Furnas Centrais Elétricas S.A. (24,5%), State Grid Brazil Holding S.A. (51%) e Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A. (24,5%) – R$ 434.647.038,00 (38% de deságio)

Regras
Pelas regras estabelecidas, vencia o leilão quem aceitasse receber o menor valor pela construção e operação das linhas ao longo da concessão, a chamada Receita Anual Permitida (RAP), que é recebida a partir da operação comercial.  O edital tinha fixado o teto em R$ 701 milhões.

O prazo de concessão é de 30 anos e a linha deverá entrar em operação no prazo de até 46 meses após a assinatura do contrato.

Essa vai ser a primeira linha de transmissão do país com tensão de 800 kv, que permite menor perda de energia durante o transporte. Ela também terá capacidade de transmissão de 4 mil megawatts (MW).

Os mais de R$ 5 bilhões em investimentos previstos incluem a compra e instalação de 28 transformadores, cada um com 450 toneladas, 25 mil quilômetros de fios e 4,5 mil torres que sustentam os cabos. De acordo com a Aneel, a obra deve gerar 12,5 mil empregos diretos.

No final do mês passado, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou que as condições de financiamento para a linha de transmissão de Belo Monte também serão mais favoráveis do que aquelas oferecidas em leilões anteriores.

A hidrelétrica de Belo Monte deve entrar em operação em fevereiro de 2015 – previsão do consórcio Norte Energia, responsável pelo empreendimento. A conclusão das obras, porém, é prevista para janeiro de 2019. Com investimento estimado em R$ 28,9 bilhões, a usina terá potência de 11.233 MW e deve gerar 4.571 MW médios.

G1

Reunião com prefeitos da região apresenta o Consórcio Público de Destinação de Resíduos Sólidos da Borborema

reuniãoO Prefeito Melchior Batista (Chió) esteve reunido na segunda, 23/09, com os prefeitos da região, onde na oportunidade foi apresentada a proposta de funcionamento do consórcio público de destinação de resíduos sólidos da Borborema aos vereadores de Remígio. Estiveram presentes os prefeitos Melchior Batista (Remígio), Anderson Monteiro Costa (Esperança), Humberto Santos (Algodão de Jandaíra), Maria do Socorro Cardoso (Lagoa de Roça), José Tadeu Sales de Luna (Lagoa Seca), Kléber Morais (Alagoa Nova), Jairo Herculano de Melo (Montadas), Maria de Fátima Silva (Matinhas) e Cícero Pedro Meda de Almeida (Areial), além dos vereadores do município de Remígio, assessores e colabores.

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O consórcio público de destinação de resíduos sólidos da Borborema visa à criação e manutenção de um aterro sanitário conjunto entre estes municípios, a fim de ofertar um local adequado para tais detritos. Todas as cidades envolvidas buscam viabilizar estas ações para o desenvolvimento socioambiental e assim proporcionar aos cidadãos maior qualidade de vida. A escolha da sede onde será implantado o aterro sanitário dependerá de vários fatores, entre eles localização geográfica, tipo de solo, distância em quilômetros contra risco de contaminação etc.

Considerada uma revolução em termos ambientais, a Política Nacional de Resíduos Sólidos, aprovada em 2010 (projeto de lei nº 12.305), quer mudar a logística do lixo no Brasil. Depois de 21 anos de discussões no Congresso Nacional, um dos maiores desafios propostos pela lei é que até 2014 o país não tenha mais lixões. Porém, algumas cidades brasileiras não têm condições financeiras, nem físicas para criação de um aterro sanitário. Este consórcio para criação desse aterro é uma saída encontrada por muitos municípios brasileiros para erradicar os “lixões” e não para criar novos lixões.

 

(SECOME/PMR)