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Repórter assaltada desabafa e critica ‘postura’ de comunicadores

Larissa-Fernandes-A jornalista Larissa Fernandes, da TV Paraíba, que teve celular roubado quando fazia matéria sobre a insegurança em Campina Grande, comentou, nesta segunda-feira (18),  sobre o drama vivido e lamentou a postura de alguns comunicadores que deram a entender de foi feito  sensacionalismo com o caso ocorrido na  última quarta-feira (13).

“A nossa indignação no ar não foi em busca de holofotes, nem pra questionar o fato de uma repórter ser assaltada até porque não me sinto diferente de ninguém, apenas não imaginei que algum bandido teria a coragem de me furtar estando com câmera e microfone ligados, e com a polícia a poucos metros de distância”, destacou.

Larissa Fernandes também falou o que sentiu ao passar por uma situação  que acontece com muitas pessoas no dia-a-dia.

“Quem acompanhou a reportagem viu como tudo aconteceu e pôde observar o meu desespero na hora. Vivenciei aquilo que tantas pessoas me relatam diariamente. Eu já tinha ouvido falar o quanto é ruim ser roubada, mas pude sentir essa sensação de impotência diante de uma violência que parece não ter mais controle na nossa cidade”, relatou.

Larissa disse ainda que após o fato, que repercutiu nacionalmente, foi  “bombardeada por mensagens e ligações” e virou  assunto nas redes sociais. Ela mostrou indignação com  o desdenho que o  assunto chegou a ser tratado

“Teve gente que  sorriu, como se fosse a coisa mais natural do mundo passar por isso. Teve quem disse que a culpa do furto foi minha por usar o celular no meio da rua. Acredite!  Mas, tem se tornado comum esse tipo de posicionamento onde a vítima se torna ré, infelizmente”,  respostou.

Roberto Targino – MaisPB

 

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DESABAFO: Proprietário de rádio admite que “toco” contamina comunicadores

Tarcísio-MarceloFalando em emissora de sua propriedade, localizada no município de Belém/PB, Tarcísio Marcelo fez um balanço do ano 2013 e divulgou metas e projetos para 2014. Entre as avaliações feitas, ele foi enfático ao dizer que no próximo ano acompanhará melhor a linha editorial do jornalismo da Rádio Talismã FM, ouvida na frequência 99,3.

Tarcísio Marcelo admitiu que errou ao deixar profissionais do microfone, em sua emissora, fugirem da linha editorial proposta na fase inaugural da empresa, e lamentou que alguns formadores de opinião se deixem contaminar com o famoso “toco” oriundo de agentes políticos.

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“O comunicador não pode criticar um prefeito só por que não recebe nada dele. Pelo contrário, o jornalista deve abordar todos os temas administrativos sem olhar, se é ou não, beneficiado pelo gestor”, alfinetou.

A precária redação gramatical e o nível de comprometimento de blogs e portais da região também mereceram observações de Tarcísio. Segundo ele, alguns proprietários de páginas noticiosas na internet deveriam se profissionalizar mais para não permitirem erros gritantes de português e evitarem que suas páginas virtuais se tornem apenas informativos de prefeituras.

O desabafo do Superintendente da Talismã se deu por ocasião do anúncio da nova metodologia jornalística da emissora.

No âmbito da imprensa o “toco” é toda a ajuda financeira que recebe um profissional para evitar comentar ou difundir uma opinião séria sobre um agente político ou sua autarquia, comprometendo a linha editorial da empresa em que trabalha, pois faz propagar apenas aquilo que lhe convém a fim de garantir a manutenção daquela vantagem monetária. O “toco” também promove a omissão da imprensa, que mesmo tendo conhecimento de causa, não divulga a verdade, prejudicando a população. Na linguagem típica da imprensa, “toco” também está associado aos termos “picaretagem ou prostituição jornalística”.

noticiapb

Arquidiocese de São Paulo terá edição do Seminário de Jovens Comunicadores

Entre os dias 31 de novembro e 2 de dezembro, a arquidiocese de São Paulo (SP) realizará uma edição local do Seminário de Jovens Comunicadores (promovido nacionalmente pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) no início deste ano, em Brasília). O evento, no contexto de preparação para a Jornada Mundial da Juventude Rio 2013, contará com a assessoria do padre italiano Antonio Spadaro (assessor do Pontifício Conselho para as Comunicações Sociais, da Cúria Romana, e editor responsável pela revista “La Civiltà Cattolica”).

Debatendo o tema “Nova Evangelização em tempos de rede”, o Seminário pretende colaborar na reflexão sobre os desafios e potencialidades das novas tecnologias de informação na transmissão da fé cristã católica.

Além das palestras do padre Spadaro, os jovens participarão de um debate com “personalidades” de redes sociais e, no domingo (2/12), após o almoço de encerramento, terão oportunidade de fazer um momento de convivência no Parque do Ibirapuera, com visita à exposição “Esplendores do Vaticano”. A participação no encontro deve ser solicitada através de inscrição e custa 50 reais.

Ainda no domingo, o cardeal Odilo Pedro Scherer, arcebispo de São Paulo, preside a celebração eucarística de encerramento do Seminário e terá oportunidade de compartilhar com os jovens as experiências vividas por ele durante o Sínodo dos Bispos sobre Nova Evangelização.

Faça sua inscrição aqui. As vagas são limitadas!

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CNBB

Rede social realiza, nos dias 25 e 26, Capacitação gratuita para Comunicadores Comunitários da Região Norte

 


Radiotube possibilita Downloads e Uploads de produções de áudios, vídeos, textos e spots, além de compartilhamento com Orkut, Twitter e Facebook

Idealizado pela ONG Criar Brasil, a rede social colaborativa, Radiotube (www.radiotube.org.br), é formada por pessoas que disseminam a informação sobre cidadania. Uma experiência que é desenvolvida no Brasil desde 2008 e que agora chega aos países da América Latina, com a versão em espanhol (www.radiotube.cc).

A rede social permite a construção de uma plataforma pessoal, que possibilita realizar Downloads e Uploads de produções de áudios, vídeos, textos além de entrevistas e spots. A partir da aplicação do conceito de construção coletiva do conhecimento, a rede se desenvolve como uma agência de notícias virtual, na qual, todos têm a possibilidade de produzir e compartilhar seus conteúdos a partir de suas realidades locais. Um espaço para rádios, TVs comunitárias, ativistas e movimentos da cidadania, meio ambiente e direitos humanos entre outros, disponibilizarem um olhar independente sobre temas tão importantes. Mais do que isso, para buscar material de qualidade para veicular em suas programações. A grande barreira para o crescimento da rede foi transposta com a criação da versão em espanhol. Com um click sobre a bandeira no alto da página, o internauta conhece produções em português ou espanhol. O Radiotube também implantou ferramenta de acessibilidade, para pessoas com baixa visão.

O projeto Radiotube atua também como um formador de produtores de mídia cidadã. Desde sua criação, já capacitou mais de 300 pessoas através de oficinas para produção de conteúdos de rádio e vídeo. A ideia é democratizar o acesso às novas ferramentas de tecnologia (smartphones, câmeras digitais e redes sociais), e assim formar novos comunicadores virtuais. Nas atividades, os participantes adquirem conhecimento para produzir um material de qualidade a partir equipamentos básicos. São spots, radionovelas, reportagens, stand-ups que se espalham a partir do Radiotube para sites, blogs, rede sociais, rádios e TVs comunitárias, comerciais de todo o Brasil e agora também da América Latina, no www.radiotube.cc. Com isso, a linguagem de produção é compartilhada e multiplicada por esses participantes e futuros colaboradores do Radiotube.

Capacitação 2012

Neste mês de setembro, nos dias 25 e 26, acontece na Região Norte a quinta Capacitação para Comunicadores Comunitários. O encontro será realizado em Belém (Pará) e pretende reunir produtores de conteúdos colaborativos do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantis. A iniciativa do Criar Brasil é direcionada para radialistas, jornalistas, lideranças locais, jovens e ativistas dos direitos da criança e adolescente.

As inscrições estão abertas, mas são limitadas, e podem ser feitas a partir do envio de email para radiotube@criarbrasil.org.br. Em Belém, em dois dias, o encontro, realizado em parceria com o Centro de Ensino Superior do Pará (CDI-CESUPA), na Avenida Governador José Malcher, 1963, bairro São Brás, vai discutir não só o papel do comunicador e as técnicas de produção, mas transformar os participantes numa equipe de produção integrada para a criação de materiais de rádio e de vídeo sobre os direitos da criança e do adolescente.

O www.radiotube.cc é uma iniciativa inédita, fruto de parceria com a Associação Mundial de Rádios Comunitárias (Amarc), que buscava uma plataforma para compartilhamento de conteúdos entre comunicadores dos países da América Latina. O projeto, que tem patrocínio do Programa Desenvolvimento e Cidadania, da Petrobras, conta com média de 40 mil acessos por mês, recebendo mais de três mil novos conteúdos mensalmente.

Assessoria de Imprensa para o Focando a Notícia

Dados revelam: 32 comunicadores foram assassinados na América Latina só este ano

Segundo dados da Comissão Investigadora de Atentados a Jornalistas (CIAP – por sua sigla em espanhol) da Federação Latino-americana de Jornalistas (FELAP – sigla em espanhol) nos primeiros sete meses de 2012 foram registrados os homicídios de 32 jornalistas na América Latina, além de quatro desaparições.

De 01 de janeiro até 31 de julho de 2012 ocorreram 32 mortes violentas de comunicadores em oito países: México apresenta o maior número com 12 mortes, seguido por Honduras com 6, Brasil com 7, Bolívia e Colômbia com 2, Argentina, Equador e Haiti com 1.

O caso de homicídio mais recente no Continente é o de Valério Luiz de Oliveira, locutor de Rádio Jornal no Estado de Goiás, Brasil, ocorrido em 5 de julho; Valério faleceu devido a seis tiros de arma de fogo de um motociclista que o esperava do lado de fora da rádio; o jornalista era muito questionado por suas opiniões esportivas e deixou três filhos.

De 2007 até hoje foram assassinados 20 jornalistas no Brasil, contando uma mulher entre as vítimas; em 2007 e 2008 foi assassinado um comunicador; em 2009 e 2010 foram dois; em 2011 o número se elevou a seis; e até 31 de julho deste ano foi registrada a morte violenta de sete jornalistas.

No México, o país mais perigoso para exercer o jornalismo na América Latina, foram mortos nos sete primeiros meses do ano 12 comunicadores e desde 2007 foram 77, nos quais contam 10 mulheres; 10 mortes violentas foram registradas em 2007; 11 em 2008; 13 em 2009; 17 em 2010 e 14 em 2011.

Em Honduras, o único país Centroamericano presente entre os dados da CIAP, foram mortos de maneira violenta 29 comunicadores de 2007 a 2012, onde a maioria dos homicídios, 24, se registrou logo após o golpe de Estado que tirou Manuel Zelaya do poder; a maioria dos crimes está na impunidade e o único que chegou até a justiça foi o caso de Alfredo Villatoro, assassinado em 9 de maio, pelo qual sete pessoas estão presas.

No Equador, nos últimos sete anos, foram assassinados cinco jornalistas, contabilizando uma mulher na lista; entre 2008 e 2010 se registraram dois homicídios e até agora este ano ocorreu um homicídio; entre 2007 e 2010 não consta a morte de nenhum profissional da comunicação.

O último caso transmitido no Equador foi o de Byron Baldeón, fotojornalista do diário Extra, que foi assassinado no último 01 de julho por dois indivíduos que estavam dirigindo uma motocicleta; Baldeón tinha presenciado e documentado o furto de um recipiente com televisores, onde estavam envolvidos nove policiais em serviço ativo, dois quais apenas três estão na prisão.

Além dos assassinatos, houve também vários atentados e ameaças de morte contra comunicadores, bem como sequestros, desaparições, disparos contra jornalistas, ataques com explosivos contra as sedes dos meios de comunicação, detenções ilegais e repórteres e correspondentes, encerramento de rádios comunitárias, entre outros.

A notícia é de Cerigua

Adital

Comunicadores populares produzem programates para radioweb e podcast

Nada como aliar conhecimentos na área radiofônica e das mídias digitais. Essa foi a proposta da Oficina de Radioeducativo Popular, promovida pela Associação Brasileira de Radiodifusão Comunitária, Abraço Ceará, em parceria com a Prefeitura Municipal de Fortaleza e o Cuca Che Guevara. O assunto escolhido para discussão e produção de conteúdo foi sobre o Orçamento Participativo.

Foram dois dias, totalizando 20 horas de troca de experiências entre moderadores de sites e locutores de rádios comunitárias da capital. Os participantes tiveram a oportunidade de entender melhor a diferença entre radioweb e rádio online, além de saber o que é podcast e brodcast.

Na manhã do primeiro dia, o coordenador executivo da Abraço Ceará, Ismar Capistrano, deu orientações sobre as técnicas para a produção de uma radioweb e podcasts. A assessora de imprensa do OP, Lívia Manzolillo, esteve presente para tirar dúvidas dos participantes. Após o almoço, servido nos espaços do Cuca, foi a vez do coordenador geral do OP, Davi Ferreira, conversar com os comunicadores. No dia seguinte, cada equipe fez seus roteiros, realizou entrevistas, escolheu seus locutores e deixou tudo preparado para a gravação, à tarde, no estúdio de rádio, do Cuca Che Guevara.

Em breve, o conteúdo produzido pelos comunicadores populares, durante a Oficina, estará disponível no site da Abraço Ceará.

Informações: Abraço-CE

Manual voltado para comunicadores auxilia na construção de jornalismo não sexista

Comunicação e Informação da Mulher – AC (Cimac), com o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) e o Instituto de Mulheres do Distrito Federal (Inmujeres – DF), lançou recentemente a segunda edição do manual “Para a construção de um jornalismo não sexista”. A publicação leva a jornalistas informações sobre a importância de se visibilizar as mulheres e reconhecê-las como protagonistas dos acontecimentos veiculados na mídia.

Ao percorrer México, América Central, Caribe e América do Sul, o relatório aponta que conseguiu encontrar nos meios de comunicação abordagens sobre a condição social das mulheres, contudo, percebeu que não há um olhar com perspectiva de gênero que seja preponderante nos meios de comunicação das regiões.

A partir disso, o relatório propõe o desenvolvimento de um jornalismo não sexista “que promova a igualdade entre os homens e as mulheres e a democratização dos meios de comunicação”. Um dos passos para esta mudança pode ser a renovação na linguagem utilizada nas matérias para que toda a população se veja retratada e se reconheça.

“Realizar um jornalismo não sexista exige um trabalho profissional com perspectiva de gênero que visibilize, desde uma linguagem sem estereótipos, a condição social em que vivem as mulheres”, explica o relatório relembrando que ainda é comum nos meios de comunicação encontrarmos estereótipos como imagens sensuais de mulheres públicas, enfoques conservadores sobre problemas de saúde sexual e reprodutiva e situações de violência.

Em oito capítulos, o manual aborda temas como ‘As mexicanas no campo do jornalismo nacional’ (Capítulo 1), em que se discorre sobre a luta das profissionais mexicanas para ganhar espaço na mídia como diretoras, editoras, colaboradoras, articulistas e repórteres. “Novas realidades para o tratamento das notícias” é o título do capítulo dois. Cimac mostra que os meios comunicativos são uma leitura da realidade, que por meio de temas, programações e notícias escolhidas definem a agenda política e social.

No capítulo três, ‘Discurso dos meios’, o relatório aborda os fatores que interferem na construção de uma notícia. “É possível mudar o sistema produtivo dos meios e fazer um espaço dentro do discurso midiático que dê o protagonismo às ações das mulheres?”, questiona Cimac neste capítulo. Na parte quatro: “A notícia não tem sexo, tem gênero”, o manual esclarece o que é a aplicação da perspectiva de gênero nas informações.

O capítulo cinco, ‘Colocar o A não basta’ trás uma abordagem sobre linguística e gênero. O seis, ‘Novos conceitos, novas palavras’, expõe como palavras e conceitos usados hoje se originaram na luta de mulheres para acabar com todas as formas de discriminação contra elas. ‘O jornalismo não sexista como uma especialização’ (parte sete) mostra como a introdução de perspectivas de gênero nas notícias “gera um aspecto inovador de olhar, de interpretar a realidade com outros olhos”.

Ao final dos sete capítulos, Cimac propõe exercícios práticos com o intuito de ajudar os/as profissionais a exercerem no di-a-dia um jornalismo não sexista. Tema semelhante ao do capítulo oito ‘Mudanças de estilo para realizar um jornalismo não sexista’, em que se apresentam propostas para ajudar o/a jornalista a não praticar discriminação linguística ao escrever uma notícia e a utilizar o masculino genérico.

O Manual completo pode ser visualizado em espanhol no link: http://www.cimac.org.mx/cedoc/publicaciones_cimac/hacia_la_construccion.pdf

Adital

Capacitação para Comunicadores Comunitários acontecerá em Brasília no mês de maio

Será realizada nos dias 08 e 09 de maio, em Brasília-DF, a Capacitação para Comunicadores Comunitáriospara o ano de 2012 do Radiotube, a rede social da cidadania por todas as ondas. A iniciativa do Criar Brasil é direcionada para radialistas, jornalistas, lideranças locais, jovens e ativistas dos direitos da criança e adolescente.

A intenção desta ação é capacitar 100 Produtores de conteúdos colaborativos nas cinco regiões do país e o programa terá como foco conteúdos relacionados à produção de rádio, produção de conteúdos colaborativos e realização de oficinas praticas (texto, sonoplastia e edição). O espaço também será destinado para refletir sobre a comunicação comunitária no Brasil.

O Radiotube.org.br

O projeto tem patrocínio do Programa Desenvolvimento e Cidadania, da Petrobras, e se transformou em referência para comunicadores de todo o país que, na prática, constituíram uma agência de notícias colaborativa, onde são compartilhadas produções de áudio, vídeo e texto abordando exclusivamente temas ligados à cidadania.

As inscrições serão limitadas e podem ser feitas a partir do envio de email para radiotube@criarbrasil.org.br

Informações:

Criar Brasil: (21) 2508-5204 – André Lobão ou Filipe Cabral

Adital