Arquivo da tag: comprado

PRF recupera carro roubado que condutor diz ter comprado no site OLX

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) na Paraíba apreendeu um carro roubado que o condutor disse ter adquirido no site OLX. A apreensão foi feita no posto da PRF em Bayeux, na região metropolitana de João Pessoa, neste domingo (1).

O motorista informou que comprou o carro há dois meses. O veículo estava adulterado, segundo informações do núcleo de comunicação da PRF-PB. O homem foi autuado por receptação culposa, que é a situação sem intenção criminosa.

O motorista e a família foram liberados após registro de um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). O automóvel ficou retido e o homem teve o prejuízo da compra fraudulenta.

 

clickpb

 

 

Fiscais lacram 40 bombas que abasteciam menos que o comprado em postos da PB

posto_lacradoMais de 40 bombas de combustível foram lacradas por fraudes no abastecimento e outras irregularidades em diversos postos da Paraíba durante fiscalização do Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial da Paraíba (Imeq-PB) no mês de janeiro. A principal irregularidade foi a quantidade de combustível abastecido ser menor que o comprado pelo consumidor.

Segundo o superintendente do Imeq-PB, Arthur Galdino, as equipes de fiscalização rodaram todo o estado e verificaram mais de 200 bombas, inspecionando selos de garantia, mangueiras, desvio padrão de abastecimento e lacres.

“Fiscalizamos todas as condições mecânicas das bombas, mas principalmente para sabermos se a vazão estava correta. O trabalho foi feito com os fiscais abastecendo medidores de 20 litros verificando o desvio padrão, que pode ser de até 100 mililitros (ml) para mais ou para menos. Em muitos casos encontramos bombas que abasteciam uma quantidade menor do que a comprada, dando vantagem ao dono do posto”, afirmou Arthur Galdino.

Flagradas, as bombas foram lacradas e os postos autuados, com aplicação de multa que variou entre R$ 100 e R$ 1,5 milhão. Ainda segundo Arthur Galdino, entre 15% e 20% das mais de 200 bombas fiscalizadas estavam com irregularidades.

Dicas para evitar fraudes

Para Arthur Galdino, os consumidores devem ficar atentos a possíveis indícios de fraudes e irregularidades no antes e durante o abastecimento dos veículos.

“A primeira coisa que o consumidor tem que fazer é verificar o selo do Inmetro nas bombas. Estamos em 2017 e se o consumidor constatar um selo de 2015 é melhor procurar outro posto, pois a bomba está irregular. O selo deve ser do ano em vigência ou, no máximo do ano anterior ao atual”, afirmou o superintendente.

Um dos prováveis indícios de fraude é a insistência, por parte do frentista, para que o consumidor utilize uma determinada bomba do posto.

“Outra orientação é evitar ir à bomba indicada pelos frentistas, pois aquela provavelmente é uma bomba fraudada e que abastece menos do que o comprado. O consumidor também deve verificar a base da bomba, pois se estiver úmido é sinal de vazamento e a bomba deve ser evitada”, contou Arthur Galdino.

Outra orientação do superintendente do Imeq-PB é para que o consumidor observe a mangueira das bombas, que não podem estar sem a portaria do Inmetro ou com o documento ilegível, o que caracteriza falsificação.

portalcorreio

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Câmara aprova multa para atraso na entrega de imóvel comprado na planta

sobre-a-clausula-de-carencia-e-a-entrega-nao-completa-1Construtoras e incorporadoras podem ter que pagar multa ao consumidor em caso de atraso superior a seis meses na entrega de imóveis comprados na planta.

A medida foi aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Câmara dos Deputados, em decisão conclusiva. Ou seja, não precisa ir a plenário, a não ser que haja um pedido para tal.

A proposta segue agora para análise no Senado.

O texto prevê que atrasos de até 180 dias da data prevista em contrato para a entrega das chaves não serão penalizados.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

Após esse período, a empresa que atrasar a entrega do imóvel deverá pagar ao consumidor multa de 1% do valor até então pago por ele e mais 0,5% a cada mês de atraso.

Esses valores deverão ser corrigidos de acordo com o mesmo índice previsto no contrato e poderão ser descontados das parcelas seguintes devidas pelo comprador.

A decisão substitui a proposta inicial do deputado Eli Correa Filho (DEM-SP) e é menos rigorosa do que a original, que acabava com qualquer tolerância para atraso na entrega do imóvel e fixava multa de 2% do valor do contrato.

O texto também obriga as construtoras a informar aos consumidores mensalmente o andamento das obras.

Seis meses antes da data contratual prevista para a entrega das chaves, a empresa deverá comunicar ao cliente possíveis adiamentos.

QUEIXAS

Os atrasos na entrega de imóveis se tornaram mais frequentes após o boom do mercado imobiliário de 2007 a 2011. Dentre as causas dos atrasados estão a burocracia de governos municipais e estaduais na concessão de licenças.

Em geral, o previsto é que o imóvel fique pronto em três anos após o lançamento.

Os atrasos foram o maior motivo dentre as 2.576 queixas que o Procon-SP recebeu em relação a construtoras no primeiro semestre de 2013, segundo relatório da instituição divulgado em novembro do ano passado.

 

 

Folha S.Paulo

Trio é preso aplicando golpe em consignado; RG era comprado por R$ 300

Três homens foram presos em João Pessoa ao tentar aplicar golpes em financeiras. Os acusados foram pegos quando tentavam pegar um empréstimo no valor de R$ 20 mil. Erivan Siqueira da Silva, Fabio do Nascimento e Walmir Albino da Silva burlavam o sistema de segurança do site do Governo do Estado e obtinham cópias dos contracheques de funcionários. De posse do documento e de identidades falsificadas, conseguiam fazer os empréstimos consignados. Os falsários já haviam alcançado R$ 50 mil com o golpe.

O trio foi preso em flagrante após ser investigado por alguns dias. Segundo o que foi apurado, os RGs usados no golpe eram comprados por em média R$ 300 cada um.

As investigações revelaram a existência de falsos corretores de empréstimos que se valiam do acesso a informações de clientes para falsificar documentos e obter dados da margem consignável da vitimas escolhidas.

Monica Melo
WSCOM Online