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Dupla é presa após cometer assalto no Bairro Novo em Guarabira

casos de policiaDuas pessoas foram pressas na noite desta segunda-feira (2) em Guarabira, Leandro Farias, 31 anos e Amanda Ferreira, 21, residentes no São Jose, foram presos após realizarem assalto a um homem de 33 anos nas proximidades do Colégio Osmar de Aquino no Bairro Novo.

A vitima foi surpreendida pela dupla em uma moto quando anunciaram o assalto, na ação foram levados uma bolsa contendo documentos pessoais e cartões bancários, além de um smartphone Samsung J7 dourado.

A Polícia ao manter contato com a vítima foi até local e constatou o roubo, diligencias foram efetuadas para prender os acusados. Os policiais conseguiram efetuar a prisão assaltantes e recuperar os objetos.

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Iniciativa popular: Câmara aprova pena maior para motorista alcoolizado que cometer homicídio

nao-foi-acidenteO plenário da Câmara dos Deputados aprovou na noite desta quarta-feira (23) o Projeto de Lei que aumenta a pena para motoristas embriagados que cometerem homicídio.

Com a nova lei, o tempo de prisão para quem praticar homicídio culposo na direção de veículo sob efeito de álcool ou drogas passa de 2 a 4 anos para 4 a 8 anos.

De autoria da deputada Gorete Pereira (PR-CE), o projeto contou com o apoio de aproximadamente um milhão de pessoas, via iniciativa popular, e segue agora para análise no Senado.

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O deputado Laércio Oliveira (SD-SE) chegou a apresentar uma emenda para que a pena fosse ainda maior, mas o texto foi considerado inconstitucional pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania da Casa. aumentar mais ainda a pena para o homicídio culposo praticado por quem dirige embriagado.

Em vez de 4 a 8 anos previsto no substitutivo da CCJ, o deputado pretendia pena de 5 a 8 anos de prisão.

IG

 

Justiça nega habeas corpus a acusado de cometer triplo homicídio contra finlandeses

(Crédito: Web)
(Crédito: Web)

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba negou, por maioria de votos, na manhã desta terça-feira (7), o pedido de habeas corpus a Francisco das Chagas Vasconcelos Lima, acusado de praticar triplo homicídio e ocultação de cadáveres no Distrito de Jacumã, Conde/PB. O caso teve repercussão e ficou conhecido como ‘O crime dos finlandeses’.

O acusado está em prisão preventiva decretada há mais de 3 anos, pela Vara única da Comarca de Alhandra, nos autos do processo n° 0412012000342-5. Ao pedir a soltura de Francisco das Chagas, a defesa alegava excesso de prazo, sem julgamento, e pedia a decretação da ilegalidade da prisão, bem como “a concessão de habeas corpus ou substituição por medidas cautelares, por ser paciente primário e com profissão definida (servidor da CAGEPA há quase 30 anos), não apresentando indício de que praticará crime”.

O relator do processo, juiz convocado Marcos William de Oliveira, denegou o pedido afastando a alegação de constrangimento ilegal por excesso de prazo, observando que o processo está prestes a passar à fase de julgamento. “A gravidade concreta das infrações e alta reprovabilidade da conduta perpetrada, conduzem à constatação de periculosidade do agente e, uma vez considerados de forma concreta, tais fatores pelo juízo de primeiro grau ao decretar a prisão é de se entender haver motivação idônea e suficiente para a preventiva respaldada na garantia da ordem pública, como forma de cautelar o meio social e preservar a credibilidade da justiça”, alegou o relator ao votar pela manutenção da prisão.

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Ele acrescentou que o juiz de 1º grau, que decretou a prisão do acusado, alegou que a demora na instrução do inquérito se dever ao fato da expedição de cartas rogatórias e precatórias demandadas pelo outro réu Constantino Alexandre da Silva, também acusado de cometer os crimes, que arrolou testemunha residente no exterior. “Sendo assim, considerados os fatores citados pelo Juízo de primeiro grau ao declarar a prisão, deve-se entender ao contrário do sustentado pela defesa do réu, haver motivação idônea e suficiente para a preventiva”, afirmou o relator.

O triplo homicídio ocorreu na manhã de 30 de novembro de 2011, na praia de Jacumã. Segundo a denúncia, Francisco das Chagas e o corréu, Constantino Alexandre, efetuaram diversos disparos contra três finlandeses: um casal que morou no local e uma amiga deles. E, após cometerem o crime, teriam transportado os corpos para o Município de Pitimbu. De acordo com as investigações, na época, os finlandeses teriam sido mortos por motivos patrimoniais. Com o crime, os dois estariam pretendendo se apropriar dos bens que o casal de finlandeses possuía na Paraíba, a exemplo da casa em Jacumã e de terrenos.

WSCOM Online

Redução da maioridade penal no Brasil não fará com que jovens deixem de cometer crimes

prisao-sem-armas Debate do momento é a redução da maioridade penal. Em meio a tanto furor que se lê por aí, proponho um exercício de lógica, com análise de premissas e a construção de uma conclusão sobre o tema. Se o leitor se ocupar com o texto até o fim talvez chegue às mesmas conclusões:

Premissa 1: As penitenciárias brasileiras não ajudam a recuperar os indivíduos que são presos. O atual Ministro da Justiça classificou nossas penitenciárias como “medievais”.

Premissa 2: As penitenciárias brasileiras estão superlotadas. Faltam mais de 200 mil vagas nos presídios, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Premissa 3: As penitenciárias brasileiras têm sido núcleos de organização criminosa. Vários estudos, reportagens, livros e levantamentos das próprias polícias mostram isso.

Premissa 4: Menos de 10% dos presos no Brasil foram condenados por homicídio, também de acordo com o Conselho Nacional de Justiça.

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Premissa 5: A maioria dos presos brasileiros ou cumpre pena por crime contra o patrimônio ou por tráfico de drogas, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Premissa 6: Entre os menores que cumprem medida socioeducativa não chegam a 3% os que foram apreendidos por terem matado alguém, segundo o Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Premissa 7: Dos jovens cumprindo medida socioeducativa no Brasil, cerca de 70% não cursaram o Ensino Médio, entre eles 21% só cursaram até a 5ª série do fundamental, de acordo com o CNJ.

Conclusão: Reduzir a maioridade penal no Brasil não evitará que os menores pratiquem crimes, irá colocá-los em contato com organizações criminosas no interior de presídios “medievais”, o que provavelmente recrudescerá a inclinação desse jovem à violência.

Além disso, como já ocorre com a população adulta, a maioria dos presos adolescentes a ingressar no sistema penitenciário será pelo cometimento de crimes que não atentam contra a vida (algo que possivelmente passarão a fazer após o contato com as organizações criminosas dos presídios).

Observando a Premissa nº 7 devemos admitir que há uma grande quantidade de adolescentes infratores (lembremos que menos de 3% deles praticaram homicídios) com déficit de escolaridade. Isso aponta para um problema de educação relacionado a esses jovens – e provavelmente falta de estrutura familiar.

A defesa da redução da maioridade penal no Brasil apoia-se nos casos em que adolescentes cometeram crimes cruéis em nossa sociedade. Isso existe, não é mentira. Mas a solução para este problema está longe de ser a redução da maioridade penal. Os números mostram claramente que há todo um sistema de desmandos, ineficiência e incongruências em nossa Justiça Criminal, que tenderá a piorar com o ingrediente da redução da maioridade.

Se não conseguimos prender aqueles que aliciam e usam os adolescentes infratores, por que conseguiríamos prender os adolescentes que tenham responsabilidade penal? Se 90% dos homicidas adultos estão à solta, o que há de garantia que prenderíamos eficientemente menores homicidas?

A demagogia de alguns está gerando clamor em prol de uma medida que tem tudo para dar errado. Quem dera demonstrassem a mesma indignação em relação à nossa trágica educação pública.

Brasil Post

Homem mata filha e 6 netos antes de cometer suicídio

homem-mataUm norte-americano matou a própria filha e seus seis netos, com idades entre três meses e 10 anos, em um caso policial que aterrorizou a Flórida, nos Estados Unidos. Ontem (18), Don Charles Spirit, de 51 anos, assassinou sua filha de 28 anos e seus netos. Depois, ele chamou a polícia até sua casa e cometeu suicídio, disparando contra si mesmo. O crime ocorreu na cidade de Bell.

Spirit já tinha passagens pela polícia. Em 2001, ele matou seu outro filho, Kyle, que na época tinha oito anos de idade. O homem atirou na cabeça da criança, mas o caso foi considerado um incidente durante uma atividade de caça. Em seguida, Spirit foi condenado a três anos de prisão por porte ilegal de arma de fogo.

 

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Durante seu julgamento, Spirit chegou a confessar que sofria de problemas mentais, mas que as medicações não o curavam. “Meu único remédio é minha família”, disse o norte-americano na época, em entrevista à imprensa local. (ANSA)

ANSA

Saiba quais são os sinais de quem pretende cometer suicídio

No Brasil, estima-se que haja uma média de 25 suicídios por dia. Uma tentativa aumenta em 50% a chance de uma segunda investida. E mais de 90% dos casos estão ligados a problemas de saúde mental. Como se fala muito pouco sobre o assunto — salvo quando um caso como o do músico Champignon ganha as manchetes — os indícios do suicídio, considerado um tabu social, são mal conhecidos.

“Entre 1980 e 2010, oficialmente 195.607 pessoas se suicidaram no Brasil, o equivalente a três bombas atômicas como a de Hiroshima”, contabiliza o o sociólogo Gláucio Soraes, professor e pesquisador do Instituto de Estudos Sociais e Políticos (IESP) da UERJ, em artigo publicado na Revista Inteligência em edição de junho de 2012. “Ainda que condenado por muitas religiões, produto de desvios tenebrosos da nossa alma, o suicídio recebe menos atenção do que os eventos catastróficos”.

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A única forma de evitá-lo é adotar estratégias de prevenção e, para isso, é preciso conhecer os sinais.

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Suicídio: prevenção é limitada pelo tabu

 

“Estão envolvidos em uma tentativa de suicídio os fatores predisponentes, como genética, psiquismo do indivíduo, círculo social, ambiente familiar e até religião. E os precipitantes, aqueles fatores que motivaram o ato”, diz José Manoel Bertolote, autor do livro “Suicídio e sua Prevenção” (Editora Unesp) e especialista em psiquiatria da Unesp em Botucatu.

Mas 90% dos casos de suicídio estão atrelados a algum problema de saúde mental, como depressão, transtornos de personalidade, alcoolismo, abuso de drogas, bipolaridade ou esquizofrenia, entre outros.

“Quem fala não faz” é um mito comum sobre o suicídio. A maioria dos suicidas dá sinais claros de que vai se matar. “São praticamente anúncios. Normalmente os mais jovens são mais diretos. Eles verbalizam claramente, ou avisam pelas redes sociais, por email. Já os mais idosos são mais sutis. Eles se despedem distribuindo posses”, diz Bertolote.

Há também os sinais indiretos, que precisam ser decodificados. Um tipo de sinal, neste caso, é começar a colocar a vida em risco, como abusar de álcool e drogas, dirigir de forma irresponsável, brincar com armas de fogos perigosas. São os chamados suicidas passivos.

Para Karen Scavacini, gestalt terapeuta e mestre em saúde pública de promoção de saúde mental e prevenção ao suicídio, outro mito é relacionado ao tabu que cerca o tema:perguntar se a pessoa pensa em se suicidar não a induzirá ao ato. Ao contrário, falar sobre o assunto pode salvar muitas vidas. “Se você ficou desconfiado diante dos sinais, pergunte a ela: ‘você está pensando em se matar?’ Faça então um encaminhamento desta pessoa. Não precisa ser só para o psicólogo ou para o psiquiatra. Pode ser para o padre, o diretor da escola, o agente comunitário, o bombeiro”, aconselha Karen.

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Detectar os sinais precocemente aumenta as chances de salvar uma vida

 

Um estudo realizado pela Unicamp detectou que, no Brasil, 17 de 100 pessoas pensam seriamente em se matar. Com o silêncio que cerca o tema, a abordagem do suicídio como problema de saúde pública ainda engatinha. “Não existe no País saúde pública que dê conta deste fenômeno. A Estratégia Nacional de Prevenção continua até hoje no papel. O médico da unidade básica deveria ser o primeiro a detectar indícios”, diz.

Na Europa, as taxas de suicídio estão diminuindo porque a prevenção funciona. Já nos Estados Unidos foi lançada a campanha “Amigo bravo é melhor que amigo morto”, para incentivar os jovens a não manterem segredo e contarem o que sabem sobre as intenções dos colegas. “No Brasil, simplesmente não se fala no assunto”, completa Karen.

                A gente procura entender por que a pessoa quer desistir de viver. Para o copo não transbordar, precisa esvaziar o que ela está sentindo antes

Mudança brusca

A voluntária do CVV Adriana Rizzo, que dedica quarto horas por semana para ouvir e aconselhar pessoas que pensam em se matar, diz que mudanças bruscas de comportamento são as principais pistas que o suicida dá. “Eram pessoas muito tímidas e, do nada, ficam muito agitadas. Também acontece uma retirada da vida social, um isolamento, ou abuso de álcool e drogas“, alerta.

Além da mudança de personalidade, ligue o alerta quando notar grande alteração alimentar ou de sono, sentimento de desvalor e desesperança. Pessoas que tiveram perdas recentes, como mortes, divórcio, histórico familiar de suicídio ou que tiveram diagnóstico de doença grave, fazem parte do grupo de risco.

O quanto antes se detectar, mais fácil prevenir. “Bem como intervir em crises”, conta a voluntária Adriana. “O nosso trabalho é oferecer atenção e conversar com a pessoa sobre um assunto que ela quer dividir e não consegue, pois se sente julgada, criticada. Ao desabafar e compartilhar o que está lhe afligindo, ela se sente valorizada. A gente procura a entender por que ela quer desistir de viver. Para o copo não transbordar, ela precisa esvaziar o que está sentindo antes”.

Ambivalência

Nem todo suicida quer morrer, apenas quer mudar a situação. Todo suicida é ambivalente: uma hora ele quer, na outra não. De acordo com Bertolote, isso explica porque muitas vezes, quando o suicida fez uso de um método letal e está à beira da morte, bate o desespero e ele se arrepende.

Tanto para quem convive com um suicida em potencial ativo, que toma objetivamente a decisão, quanto para quem vive com um passivo, que adota comportamento abusivo em busca de um “acidente”, o conselho mais importante é não ignorar qualquer sinal. Leve a sério as ameaças e tome providências para ajudar a pessoa em risco. “O tratamento dos transtornos mentais é a primeira intervenção. Isso porque a maioria dos suicidas têm um transtorno como depressão, alcoolismo ou esses dois males associados”, diz Bertolote.

 

iG

Policia Civil prende homem acusado de cometer assassinato em Bananeiras; preso nega acusação

 

Bruno acusado do crime

Um homem de 27 anos foi preso nessa quinta-feira (20) pela polícia acusado de cometer um homicídio no município de Bananeiras. Morador de Solânea, Bruno de Melo, está sendo acusado de matar Sebastião Anulino de Andrade, vulgo Cara Seca, na noite do último dia 8, no Conjunto Major Augusto Bezerra. O acusado nega que tenha cometido o crime.

Entretanto, logo após o homicídio a polícia iniciou as investigações sobre o caso a partir da informação de que a vítima estava bebendo em uma bar no conjunto Augusto Bezerra, quando houve um bate boca com um dos presentes conhecido por Adalberto. Na ocasião, Adalberto e Cara Seca teriam se agredido fisicamente.

Após o fato, segundo as investigações da polícia, Cara Seca teria ido para sua casa que fica cerca de 500 metros de distância do local onde a briga foi iniciada. Ao chegar em frente a residência, Cara Seca teria sido surpreendido por dois tiros. Conforme as informações, ele ainda teria tentado correr, mas acabou caindo na área de sua casa.

No dia do ocorrido, Adalberto chegou a ser conduzido a delegacia, mas como havia permanecido no bar após a discussão a polícia passou a trabalhar com outras hipóteses, chegando a informação de que Bruno estaria na companhia da vítima no momento do fato.

Bruno era considerado amigo de Cara Seca, mas a polícia colheu informações de que o acusado era suspeito de ter roubado da casa da vítima uma quantia de R$ 4.000. A partir do roubo, Cara Seca, mesmo sem prestar queixa, teria passado a fazer ameaças afirmando que quando descobrisse o autor do roubo iria se vingar.

Delegado Diógenes Fernandes

De suspeito a acusado – Bruno deixou de ser suspeito do crime de assassinato e passou a ser acusado quando a polícia encontrou duas cápsulas de pistola ‘bereta’ no local do homicídio. As cápsulas são as mesmas da arma que o acusado estaria oferecendo para ser vendida, segundo informações obtidas durante as investigações.

A partir da nova descoberta o delegado Diógenes Fernandes solicitou a prisão preventiva de Bruno que foi concedida imediatamente pela justiça.

Com a prisão de Bruno houve também a apreensão de uma criança de 12 anos que estaria na companhia dele na noite do crime. O menino, segundo a polícia, confessou que Bruno havia matado Sebastião (Cara Seca) e ainda teria relatado detalhes de como ocorreu o crime.

Ainda de acordo com informações da polícia, Bruno também seria traficante de drogas na região tendo como suposto cliente o próprio Adalberto, envolvida na briga com Cara Seca.

O delegado Diógenes Fernandes considera o caso elucidado e agora vai investigar a participação de Bruno em outros crimes, como roubo e tráfico na região.

Bruno se encontra na delegacia de Solânea e será encaminhado ao presídio de Bananeiras onde ficará a disposição da justiça.

Redação/Focando a Notícia

“Operação Independência” prende acusado de cometer pelo menos 13 homicídios em Mari

Foto: Augusto Magalhães/arquivo

Uma operação conjunta das Polícias Civil e Militar denominada “Operação Independência” conseguiu prender quatro pessoas e apreender quatro armas de fogo na cidade de Mari nesta sexta-feira, 7.

Participaram da Operação policiais civis de Mari e do GTE (Grupo Tático Especial) da 10ª Regional de Polícia Civil (10ª DRPC) sediada em Itabaiana, além de militares do 8° Batalhão  da Polícia Militar.

Segundo o delegado de Mari, Reinaldo Nóbrega, que comandou a operação, foram presos os principais acusados de cometer crimes na cidade. Entre eles está Eronides Barbosa Ricardo, 20 anos, conhecido por Malvado, que confessou a participação em pelo menos 13 homicídios.

 Um dos crimes cometidos por “Malvado” está o esquartejamento de dois irmãos, ocorrido no dia 21 de julho.  Foram presos também Wellington Augusto Alvino, 20 anos, o “Chapolin”; Paulo de Oliveira Silva, 19, conhecido por “Paulino”; e Wanderlei Barbosa Ribeiro, 24 anos, o “Cavernagem”.  Todos foram autuados em flagrante. Entre as armas de fogo apreendidas estão três revólveres calibre 38 e uma pistola 380, todas municiadas.

“Enquanto ‘Malvado’ era um dos principais responsáveis pelas execuções, ‘Paulino’ guardava as armas. Já o ‘Chapolin’ deu abrigo a ‘Malvado’ no momento da prisão”, esclareceu o delegado Reinaldo Nóbrega

Para o delegado Hugo Barreto, responsável pela 10ª Delegacia Regional de Polícia, sediada em Itabaiana, o principal objetivo da operação foi cumprido, pois as polícias, de forma integrada, conseguiram reestabelecer a paz na cidade, já que os presos eram membros de uma facção responsável por 20 homicídios  na região.

Augusto Magalhães, com assessoria