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Caçar e comercializar caranguejo-uça na Paraíba até segunda-feira dará multa de R$ 100 mil e 3 anos de prisão

manguesauNo período que vai desta quarta-feira (21) até a próxima segunda-feira (26), caça e a comercialização do caranguejo-uçá está proibida na Paraíba. Quem desobedecer determinações do Instituto Brasileiro de Recursos Naturais e Meio Ambiente (Ibama) pode pagar multa que vai de R$ 700 até R$ 100 mil e pena de um a três anos de detenção por crime ambiental.

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De acordo com o tenente Wellington Aragão, chefe do Setor de Planejamento Estratégico do Batalhão Ambiental da Polícia Militar da Paraíba, a proibição da captura se dá por causa do período de andada do caranguejo-uçá, quando a espécie sai das galerias para acasalamento e liberação de ovos.

As fiscalizações ocorrerão em áreas de mangue, bares, restaurantes e feiras livres de João Pessoa e Região Metropolitana. No primeiro período, entre 6 a 11 de janeiro, foram capturados 2.350 animais.

Períodos de proibição – O período em que fica proibida a captura do caranguejo-uçá é fracionado: de 6 a 11 e de 21 a 26 de janeiro; de 4 a 9 e de 19 a 24 de fevereiro; e de 6 a 11 e de 21 a 26 de março. Além da Paraíba, foram incluídos na Instrução Normativa do Ibama os estados de Pernambuco, Rio Grande do Norte, Alagoas, Sergipe, Bahia, Piauí, Ceará e Maranhão, no Nordeste; e o Pará, no Norte do País.

MaisPB

Consultor do instituto 6Sigma diz que por divergência de interesses não vai mais comercializar pesquisas eleitorais

cesarEm entrevista a Rádio Campina FM, o consultor do grupo 6Sigma, Pedro César Coelho, revelou que o instituto não vai mais comercializar pesquisas eleitorais este ano devido ao confronto de interesses. Desde 2008, que o 6Sigma vem realizando pesquisas eleitorais, se destacando por acertar a maioria das consultas, batendo inclusive o Ibope. As pesquisas já foram divulgadas em veículos como TV Itararé, TV Master e Campina FM.

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Pedro César explicou os boatos e especulações que tomaram conta das redes sociais, sobre um possível cancelamento de registro e da divulgação de uma pesquisa com números da disputa ao Governo do Estado no segundo turno das eleições 2014.

Pedro frisou que o registro foi retirado segundo normas do TSE e que foi apenas uma pesquisa com resultados abortados.

– Temos adotado estratégias, pois algumas empresas e partidos teimam em segurar os números da pesquisa. Especulou-se muito sobre um registro de uma pesquisa. Na verdade existiam dois registros, uma pra ser divulgada no dia 12, sexta-feira, e uma pesquisa para o sábado. O registro da pesquisa do sábado foi tirado seguindo todas as resoluções do TSE – elucidou.

Enfático, ele disse ainda que a pesquisa não foi divulgada devido a cláusula vigente, que diz que caso uma das partes envolvidas não queira o resultado não pode ser veiculado.

– Todo mundo fala que pesquisa é o retrato do momento e se forem olhar no site a pesquisa é de uma semana atrás. Como ela é comprada pelo Sigma tecnologia, existe uma cláusula que diz que caso o candidato não deseje a gente não divulga. E como ficou defasado, o contratante resolveu por bem não divulgar e gerou um monte de especulação – ressaltou.

César finalizou explicando que a diretoria decidiu não mais comercializar pesquisas devido às divergências de interesses. A pesquisa do 6Sigma para governador deveria ter sido divulgada no sábado, o que gerou especulações. Algumas pessoas chegaram a afirmar via redes sociais, que os números da pesquisa haviam vazado. Ontem Pedro César divulgou uma nota desmentindo o vazamento das informações.

PB Agora

Traficantes usavam ‘WhatsApp’ para comercializar drogas entre os estados da Paraíba e RN

Jornal Correio da Paraíba (Assuerio Lima)
Jornal Correio da Paraíba (Assuerio Lima)

Conversas entre traficantes pelo aplicativo de celular ‘WhatsApp’ levaram a Polícia Civil da Paraíba a desarticular uma quadrilha interestadual de tráfico de drogas com ações nos estados do Rio Grande do Norte e Paraíba. Durante uma operação policial na madrugada desta quarta-feira (19), na periferia de João Pessoa, cerca de 100 kg de maconha distribuídos em 60 tabletes foram apreendidos e seis pessoas detidas. A droga daria para produzir 100 mil cigarros maconha.

O delegado titular da Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) da Capital paraibana, Allan Murilo Terruel, que comandou as investigações, revelou que durante 15 dias fazendo levantamento, agentes da Polícia Civil paraibana rastrearam o ‘WhatsApp’ e o ‘Facebook’ dos criminosos e descobriram a movimentação da quadrilha e o carregamento que seria entregue em João Pessoa.

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“Verificamos e interceptamos conversas entre os traficantes onde eles falavam sobre valores da drogas, transporte, venda e distribuição dela na Paraíba. O grupo é oriundo do Rio Grande Norte. A apreensão do carregamento dos tabletes de maconha foi feita no momento em que os criminosos retiravam os tabletes de um carro popular. O entorpecente seria vendido durante o período carnavalesco”, revelou o delegado informando que pela qualidade da droga e o poder alucinógeno dela, acredita-se que seja de origem paraguaia.

Terruel revelou que a droga estava sendo descarregada em um barraco da comunidade Paulo Afonso, no bairro de Jaguaribe, na Capital. O imóvel de dois cômodos foi alugado por uma adolescente de 16 anos. “Vamos interrogá-la e saber a origem do dinheiro para fazer o pagamento da casa”.

As quatro pessoas presas serão encaminhadas para presídios paraibanos. Os dois adolescentes foram entregues a Delegacia da Infância e Juventude de João Pessoa. “As investigações vão continuar e outras pessoas deverão ser presas em breve”, reforçou o delegado responsável pelas investigações.

Quadrilha 

Janicleide Oliveira Ribeiro da Silva, de 18 anos; Maria Aline Varela da Silva, 18; Cristiano Francisco dos Santos, de 27 anos, e Geraldo Pereira Ferreira, de 46, foram presos em flagrante, enquanto retiravam a droga de um veículo e a depositavam dentro da casa de Geraldo.

Ainda de acordo com Terruel, a ação policial foi realizada em parceria com a Polícia Civil do Rio Grande do Norte. “Durante uma investigação da DRE descobrimos peloWhatsapp, que estava sendo negociada uma carga de maconha entre Parnamirim (RN) e João Pessoa. Possivelmente o entorpecente viria para a Capital paraibana, a fim de ser distribuído no período do Carnaval. Após a intercepção via o canal de mensagens on line conseguimos chegar até a casa onde seria deixada a droga, no bairro de Jaguaribe”, revelou o delegado.

No grupo criminoso, Cristiano Francisco era o motorista do veículo que transportava a maconha. No carro também vinham Janicleide e Maria Aline. A Polícia ainda apurou que Cristiano Francisco é foragido da Justiça do Rio Grande do Norte e portava uma identidade falsa. Os dois adolescentes detidos tinham a função de olheiros e também ajudaram a retirar parte da droga prensada, que seria levada para bairros da Capital durante os festejos de Carnaval. “Não temos ainda a informação de para quais bairros de João Pessoa essa maconha seria distribuída, mas sabemos que pontos de venda de droga seriam abastecidos com essa carga”, disse Allan Terruel.

Delegado terruel detalhou a apreensãoFoto: Delegado terruel detalhou a apreensão
Créditos: Secom-PB

Na coletiva de imprensa, o superintendente da 1º Região Integrada de Segurança Pública (Reisp), delegado Wagner Dorta, comentou que a prisão e apreensão feitas pela equipe da DRE mostram o trabalho rigoroso de investigação da delegacia especializada. “O trabalho desempenhado pela DRE é bem feito e traz resultados para a comunidade, executando na prática uma repressão qualificada e desarticulando de fato as redes de tráfico de drogas na região metropolitana. As investigações continuam, assim como a parceria com os estados vizinhos a fim de enfrentar o comércio de drogas entre as divisas”, ressaltou.

Todos os presos vão ser autuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico e corrupção de menores. Cristiano Ferreira ainda responderá por falsidade ideológica, já que no momento da prisão estava com um documento falso. Os acusados seguem à disposição da Justiça, em penitenciárias de João Pessoa.

Apreensão em 2013

Segundo dados do Núcleo de Análise Criminal e Estatística (Nace) da Secretaria da Segurança e da Defesa Social (Seds), em 2013, as polícias Civil e Militar apreenderam mais de três toneladas da droga (3.249,7 quilos). Em 2012, o montante foi de 547 quilos. Comparado ao ano de 2010, no qual foram apreendidos 225 quilos, as apreensões do ano passado representam um aumento de 1.341,7%.

Já a cocaína teve um aumento de 56,5% das apreensões feitas em 2012 para 2013. No ano passado foram apreendidos 23 quilos, quanto em 2012 às apreensões chegaram a 15 quilos. Quanto às apreensões de crack, em 2013 foi registrado um recolhimento de 89,9 quilos do entorpecente, comparado ao ano de 2010, em que foram apreendidos 24,5 quilos: um aumento de 267%.

Droga abasteceria o consumo no carnavalFoto: Droga abasteceria o consumo no carnaval
Créditos: Secom-PB

Adolescente é surpreendida quando transportava droga para comercializar em Mari

Policiais do destacamento de Mari surpreenderam duas pessoas, sendo elas uma adolescente e um moto-taxista, quando se deslocavam de Sapé portando uma quantidade considerável de droga.

Segundo informações coletadas por nossa equipe, após monitorar a ação criminosa os policiais constataram que a dupla, que seguia em direção a Mari, estavam de posse de maconha já pronta para comercialização. Conduzidos para a DP, a menor foi ouvida e liberada e nesse momento o moto-taxista está sendo interrogado.

Informações preliminares dão conta de que aproximadamente 640 trouxas de maconha embaladas para comercialização.

Nordeste1

Justiça nega liminar pedida pela TIM para voltar a comercializar chip e modem

O juiz federal substituto da 4ª Vara do Tribunal Regional Federal da Primeira Região (TRF1), Tales Krauss Queiroz, negou o pedido de liminar da operadora da TIM que pretendia suspender a decisão da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) que proíbe a venda de chip e modem da companhia em 18 estados e no Distrito Federal.

Como a decisão da Justiça Federal é referente apenas ao pedido de liminar, o processo de mérito do mandado de segurança continua correndo na Justiça.

“Avalio que a medida da Anatel não foi ilícita e nem desrespeitou o devido processo legal. A medida foi dura e austera. Mas era necessária”, descreveu em seu despacho do juiz. “Não há, obviamente, uma solução  fácil. Mas é preciso que se chegue a uma solução de compromisso, intermediária e equilibrada, que alinhe os objetivos econômicos das teles com os anseios do consumidor. O consumidor, legitimamente, quer pagar menos e falar mais. E quer um serviço de qualidade”, complementou.

A TIM, com cerca de 70 milhões de usuários, foi a única operadora que entrou na Justiça contra a Anatel. A decisão do juiz está disponível na página de consulta processual do TRF. A empresa ainda pode recorrer da decisão por meio de recurso jurídico chamado agravo de instrumento.

Segundo o procurador-geral da Anatel, Victor Cravo, o juiz do TRF aceitou os argumentos da Advocacia-Geral da União de que a decisão da agência reguladora não causava prejuízo de competição e que os clientes manteriam a possibilidade de escolha.

Para Victor Cravo, pesou na decisão do juiz Tales Krauss Queiroz o fato de que a medida cautelar da Anatel “não era decisão inédita” e que foi baseada em “dados de conhecimento da empresa”.

Agência Brasil