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Morre Zé dos Montes, aposentado que construiu castelo por 36 anos em Sítio Novo, no Agreste do RN

Morreu na segunda-feira (6) o aposentado José Antônio Barreto, ou simplesmente Zé dos Montes, aos 88 anos. Criador do Castelo Zé dos Montes, um dos monumentos mais famosos do Rio Grande do Norte, localizado em Sítio Novo, o sargento aposentado do Exército foi sepultado na manhã desta terça-feira (7) em Natal.

A cerimônia modesta e silenciosa foi restrita a alguns familiares por causa dos protocolos de contenção da Covid-19, contrastando com o legado deixado por Zé. O aposentado teve uma morte natural e descansou após ter enfrentado dois AVCs, problemas cardíacos e falência respiratória ao longo dos 88 anos de muita história.

Zé seguiu carreira militar até a aposentadoria na década de 1980, quando passou a se dedicar exclusivamente a construção do castelo. Nascido em São José de Mipibu, na Região Metropolitana de Natal, Zé se criou em Pedro Avelino e também morou em Natal, mas foi em Sitio Novo que o sargento reformado firmou sua fortaleza.

Construção começou em 1984 — Foto: Canindé Soares

Construção começou em 1984 — Foto: Canindé Soares

A obra faraônica erguida no meio das serras do Agreste do Rio Grande do Norte começou a ser construída em 1984 após uma visão espiritual, que Zé afirma ter recebido. Nela, uma senhora de vestido azul se revelou ao menino de 8 anos que apanhava lenha em um monte. Nesse momento nasce o projeto pelo qual José Antônio Barreto seria eternizado como Zé dos Montes.

Antes, Zé tentou dar forma a visão celestial em dois bairros de Natal: Igapó e Quintas. Porém, a ideia não prosperou porque ele sentiu que os lugares não eram apropriados para o castelo. Depois de muita peregrinação, Zé chega a Sítio Novo e encontra na Serra de Tapuia o terreno ideal para o castelo, cujo projeto estava todo desenhado na cabeça depois de 13 visões com a mulher de vestido azul.

Desafiando engenheiros e arquitetos, Zé iniciou a construção da sede do seu “reinado” – que tem mais de 100 compartimentos – sem nenhum projeto no papel. “Foi tudo da cabeça dele”, dizem familiares. O militar-engenheiro-profeta se dedicou a construção até os últimos anos de vida. Foram 36 anos de obras do monumento que ainda não tem data para acabar.

Zé dos Montes tinha 88 anos — Foto: Arquivo familiar/Cedida

Zé dos Montes tinha 88 anos — Foto: Arquivo familiar/Cedida

A finalização do “reinado” ficará por conta do filho de Zé, o empresário Joseildo Gomes. “O castelo tem algumas coisas para reparar e outras para construir. Ele é tão grande que nem eu sei direito quantos compartimentos tem, mas vou fazer de tudo para continuar a missão do meu pai. Vou dar meu sangue para que a história dele não seja apagada e para que todos conheçam a pessoa que ele foi e o legado dele”, conta.

Joseildo trabalha como guia do castelo, que colocou a cidade de Sítio Novo na rota turística do RN. “A ideia do meu pai era fazer o castelo por causa da visão e não que ele virasse um ponto turístico, mas isso inevitavelmente aconteceu. O castelo chamava atenção do povo e ele começou a cobrar ingresso, justamente pra ver se as pessoas paravam de vir. No entanto, aconteceu o contrário”, diz Joseildo.

Joseildo no aniversário de 87 anos do pai Zé dos Montes — Foto: Arquivo familiar/Cedida

Joseildo no aniversário de 87 anos do pai Zé dos Montes — Foto: Arquivo familiar/Cedida

O filho de Zé dos Montes foi adotado quando tinha 4 anos e acompanhou toda a trajetória do pai pela realização do sonho do castelo. “Ele construiu uma história linda. Me criou, não deixou faltar nada. Quando tentavam me menosprezar por ser filho adotivo, ele repreendia. Sempre me senti muito acolhido e abraçado por ele. Era um afeto sem tamanho”, lembra o herdeiro do castelo.

O Castelo de Zé dos Montes está fechado para visitações por causa do novo coronavírus. As visitações estão suspensas e serão retomadas nas próximas semanas, a depender do comportamento da pandemia. O monumento fica em uma serra entre os municípios de Sítio Novo e Tangará, a cerca de 100 quilômetros de Natal.

G1

Adolescentes confessam que mataram comparsa por ser delator do crime de Castelo

adolescenteOs três adolescentes que participaram do estupro coletivo de 4 garotas de 15 a 17 anos em Castelo do Piauí confessaram que espancaram assassinaram o companheiro de crime e de cela no Centro Educacional Masculino (CEM), Gleison Vieira da Silva, de 17 anos.

Os três adolescentes que dividiam o alojamento com Gleison Vieira da Silva confessaram para a delegada do Menor Infrator em Teresina, Thais Paz, que espancaram o companheiro até a morte, assumiram a autoria do ato infracional e relataram que mataram o jovem, pois ele entregou para a polícia os nomes dos envolvidos no estupro coletivo em Castelo do Piauí, em maio deste ano.

A delegada Thais Paz falou que um dos adolescentes disse que foi apenas uma discussão que terminou na morte do Gleison Vieira da Silva, mas os outros dois adolescentes confessaram que a intenção era realmente matar o companheiro por ser delator

“Os adolescentes afirmam que assassinaram Gleison Vieira da Silva porque ele teria dito para a polícia que eles participaram do estupro coletivo sem terem envolvimento com o caso”, disse delegada do Menor Infrator, que preside o inquérito policial que apura o assassinado de Silva.

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O gerente de internação do Centro Educacional Masculino (CEM), Herberth Neves, declarou que vai abrir uma sindicância para identificar os responsáveis pelo vazamento das imagens do adolescente Gleison Vieira da Silva, 17 anos, por companheiros de cela.

As imagens, que mostram o corpo ferido e o rosto de Gleison Vieira desfigurado, foram compartilhadas nas redes sociais. Herberth Neves quer saber se houve negligência por parte dos policiais ou educadores de plantão com relação a divulgação das fotos do garoto.

Herbeth Neves disse que s suspeitos de assassinar o adolescente admitiram o homicídio e não demonstraram remorso ou arrependimento ao relatar o ato criminoso.

O juiz Antonio Lopes, da 2ª Vara da Infância e Juventude em Teresina, afirmou que o Centro Educacional Masculino (CEM) poderia ter sido palco de uma chacina, já que os adolescentes vinham sendo ameaçados de morte pelos demais jovens da unidade.

“Eles (os internos) disseram que os agressores tiveram foi sorte, porque iriam matar os quatro. Poderia ter sido uma chacina. Há 14 anos vejo que o estado não tem cumprido o que estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente, que é manter separados menores com alto grau de agressividade, a exemplo de estupradores, e quando há riscos para a integridade física deles”, declarou o juiz Antônio Lopes.

 

 

meionorte

Garoto detalha o crime que vitimou 4 jovens em Castelo

garotoNessa sexta-feira (05/06) a TV Cidade Verde divulgou o vídeo de um dos adolescentes acusado de abusos contra quatro garotas em Castelo do Piauí, em crime ocorrido no último dia (27/05). Na gravação, o menor revelou todos os detalhes do crime e aponta Adão José de Sousa como mentor dos crimes praticados no alto do “Morro do Garrote”.

Segundo a reportagem, as imagens foram feitas no dia seguinte à apreensão dos garotos e reforçam as acusações contra o último preso pela polícia.

Na gravação, o adolescente conta que por volta de 15h estava no morro na companhia de Adão e mais dois garotos quando encontraram as vítimas. “Às quatro da tarde chegaram quatro meninas. O Adão mandou eu e o *** vir pra baixo que ele e o *** iam se esconder. O Adão abordou as meninas com uma arma e forçou elas a ter relação sexual com ele”, diz o adolescente.

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Ele segue narrando que o homem de 40 anos que foi preso em Campo Maior teria instruído os menores e diz que as vítimas foram jogadas do alto do morro pelo maior de idade. “Adão me chamou e mandou *** ficar embaixo. E mandou ficar de vigia enquanto ele trazia as quatro meninas aqui pra esse lugar. Aqui aconteceu tudo, os abusos… Em seguida o Adão pegou, levou as garotas pra beira da pedra e jogou elas lá de cima. *** desceu e tentou terminar o serviço que o Adão não conseguiu terminar”, relata.

Questionado sobre “que serviço era esse” ele responde friamente: “Matar as meninas”. Isso, jogando pedras na cabeça das jovens.

Todas foram amarradas pelas mãos junto ao pé de caju. Todas foram levadas para o alto da pedra e foram jogadas uma por vez. Na gravação o garoto confirma ainda que todos estavam no morro consumindo droga, mais precisamente maconha, na companhia de Adão. Ele nega ter participado dos estupros e ainda, que tenha tenham drogado as meninas.

ACUSADO DE ABUSOS É PRESO E NEGA TUDO
Apresentado pela polícia ainda no sábado passado após ser preso tentando fugir de mototáxi para Teresina,Adão José de Sousa negou que tivesse participação no crime. Por vezes contraditório, disse não conhecer os quatro garotos que o acusaram e afirmou ainda que sequer esteve alguma vez no local conhecido como “Morro do Garrote”, onde as jovens foram violentadas. “Eu não estava lá e nem sei quem é ninguém. Não foi eu que estuprei. Quando pegarem quem fez, vão ver que não fui eu”, disse.

Ele inclusive autorizou em público que a polícia coletasse seu material genético para comparar com qualquer material encontrado nas jovens. “Podem fazer o exame de sangue, onde tiver um papel que autorize eu vou lá e assino”, disse.

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TODOS OS MENORES INDICARAM ADÃO COMO MENTOR
É o que garante o delegado regional Laércio Evangelista, que acompanha as investigações desde o início. Responsável pela delegacia de Castelo do Piauí, a autoridade policial diz que todos os jovens ouvidos em depoimento apontaram a participação de Adão. Os quatro confessaram e deram detalhes da ação do acusado que é maior de idade. Informações estas que a polícia, por enquanto, prefere manter em sigilo.

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COMO TUDO COMEÇOU
As adolescentes, com idade entre 15 e 17 anos, saíram de casa em duas motocicletas, com o pretexto que iriam fazer um trabalho da escola. No local conhecido como Morro do Garrote, elas se depararam com os cinco acusados, que estavam consumindo drogas. Num ato, até agora sem motivo e de tamanha crueldade, os cinco agarraram as adolescentes e as amarraram em árvores, usando a própria roupa que as meninas usavam.

Elas lutaram para tentar escapar – tanto que resquícios de pele foram encontrados debaixo das unhas de todas – mas foi em vão. Armados com facas, os acusados feriram e violentaram as meninas. Após mais de uma hora de abusos, elas foram covardemente jogadas de uma altura de quase 5 metros. Feridas, elas sequer conseguiam gritar e só foram encontradas pouco mais de uma hora depois.

COMO FORAM LOCALIZADAS
Os agentes que faziam as buscas por Adão – ainda sem suspeitar do novo crime que ajudara a cometer – encontraram no alto do morro apenas as duas motocicletas, que foram apreendidas e levadas para a delegacia da cidade na carroceria da viatura. Por sorte, o irmão de uma das adolescentes viu as motos e avisou para sua mãe, indicando acreditar que as motos tinham sido apreendidas.

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A mãe de uma das garotas, já desesperada porque não tinha notícias da filha – celular estava fora de área – então foi para a delegacia já suspeitando de que algo de errado havia acontecido. Ainda descrente no pior, quis saber se a filha tinha sido pega em uma blitz. Foi então que os policiais indicaram que a moto havia sido encontrada abandonada no alto do Morro do Garrote. Os policiais então saíram em busca pelas garotas. Mas antes elas já tinham sido encontradas por populares, muito debilitadas.

Publicado Por: Maycon Carlos

Boi de estimação é criado dentro de casa por morador de Castelo, no ES

Cachorro, gato ou passarinho. Esses costumam ser os animais de estimação mais comuns mantidos nos lares brasileiros. Mas em Castelo, na região Central Sul do Espírito Santo, uma família decidiu inovar e manter um boi como o “xodó” da família. O animal, carinhosamente batizado de Jobi, pesa cerca de uma tonelada e está com a família de Rodrigo Garcia há doze anos.

Segundo Rodrigo, Jobi chegou para preencher um vazio causado pela perda de outro animal de estimação. “Eu ganhei o Jobi quando perdi um gato. Eu estava muito triste e meu pai falou que ia me dar o boi, para acabar com a minha tristeza”, contou.

O boi domesticado tem uma casa especial no quintal da família, mas também frequenta os cômodos da residência de Rodrigo. Segundo ele, o lugar preferido do animal é a sala, local onde vê televisão e recebe carinho do dono. “Ele dorme aqui direto. Toda vez que o trazemos para a sala, ele abaixa a cabeça e vira até o olho para dormir”, disse.

Ele é tão apegado ao animal, que não pensa em se separar do boi. “Se eu mudar daqui, tenho que levá-lo junto aonde eu for. Não posso deixá-lo aqui”.

O animal ainda tem regalias e momentos de lazer, quando nada no lago que a família tem na propriedade. Rodrigo brinca de “surfar” em cima do boi.

De acordo com o veterinário Everton Zanuncio, o tratamento que o animal recebe pode refletir na longevidade. “Ele está em plena forma e esse tratamento influencia na sua vida. Ele tem o privilégio de ser um animal de origem indiana. Temos relatos de produtores que têm animais de até 20, 25 anos em plena forma”, falou.

 G1

Barreira desaba na BR-230 no Castelo Branco e soterra três motos e um carro; três pessoas feridas

As chuvas caídas durante a noite de quarta-feira e madrugada desta quinta-feira estão causando transtornos em toda a Capital. Além dos pontos de alagamentos que já são comuns, uma barreira  desabou na manhã desta quinta-feira (28) na BR-230, no Castelo Branco. Três motos e um carro foram soterrrados deixando os ocupantes feridos.

O caso mais grave é do motoqueiro Pedro Pedrosa de Oliveira, 28 anos, que foi socorrido para o Hospital de Emergência e Trauma Senador Humberto Lucena, com suspeita de fraturas nos membros inferiores. A motorista do carro, um Voyage, Ana Lúcia e o outro motoqueiro, Deolino Gomes sofreram apenas escoriações.

Por causa do desmoronamento um grande congestionamento de veículos se formou no local e alça que dá acesso a Universidade Federal da Paraíba teve que ser interditada. A terra também atingiu a outra faixa da rodovia no sentido Cabedelo\Centro.

Há informações de que outra barreira desabou em Santa Rita.

paraibaemfoco