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Um casamento pode ser salvo após um caso?

Leia  esse artigo e aprenda a ver os sintomas de que tem algo errado

Muitos de nós crescemos ouvindo sobre como os casamentos são bonitos, mas tente contar isso aos 40% dos casais que acabam se divorciando e você receberá uma resposta negativa. Esse é um número bastante alto que até faz algumas pessoas questionarem a instituição do casamento.

Um casamento pode terminar devido a uma variedade de razões, mas o mais comum entre todos é um parceiro de traição.

Não são poucos os casos de homem que estão num relacionamento e que ao mesmo tempo tem um caso amoroso, muitas das vezes exercendo o papel até de bdsm.

Neste artigo, falaremos sobre o impacto da infidelidade em um relacionamento e se um casamento pode ser salvo após um caso.

Homens ou mulheres? Quem trai em um relacionamento?

Vamos chegar a uma conclusão com base nos números disponíveis. Tecnicamente falando, seu sexo não define o quão fiel você será em relação ao seu parceiro. Homens e mulheres são encontrados traindo, mas, segundo relatos, é mais provável que os homens traiam.

Uma Pesquisa Social Geral recentemente realizada concluiu que 20% dos homens dormiram fora do casamento, em comparação com 13% das mulheres.

No entanto, o número não é suficiente para chegar a uma conclusão, pois a diferença de gênero varia de acordo com a idade e também depende em grande parte da localização geográfica. Em algumas partes do mundo, as mulheres têm mais chances de trair.

Portanto, não podemos dizer que os homens são infiéis. Agora, vamos falar sobre o que força uma pessoa a trair.

Por que as pessoas traem em um relacionamento?

Pessoas diferentes têm razões diferentes para ter um caso. Alguns fazem isso por hábito, outros por desejo e outros simplesmente perdem o amor.

Aqui estão algumas das principais razões pelas quais os casais traem:

Falta de respeito: As pessoas são mais propensas a trair se não se sentirem respeitadas em um relacionamento. Um casamento tem muito a ver com respeito. Se você não der ao seu parceiro o respeito que ele merece, você deve estar pronto para vê-lo se afastar.

O respeito aqui significa muitas coisas. Quando as pessoas se casam, elas começam a compartilhar muitas coisas, inclusive suas vidas. As decisões que uma pessoa toma podem ter um impacto na vida da outra pessoa.

Portanto, você deve sempre discutir tudo com a outra pessoa e mostrar a ela o respeito que ela merece.

Pressões financeiras: más condições financeiras podem forçar as pessoas a trair. De fato, alguns casais evitam frustrações e necessidades financeiras. Ter um caso pode fazê-los sentir-se liberados.

Baixa compatibilidade: Muitos casais não são compatíveis entre si. Como resultado, eles precisam encontrar amor e conforto em outro lugar.

Sexo ruim: homens e mulheres provavelmente trairão se não estiverem totalmente satisfeitos com sua vida sexual. Pessoas diferentes têm expectativas diferentes e, afinal, o sexo é uma parte importante de um casamento.

Você deve conversar com seu parceiro sobre as expectativas dele e suas e ser claro sobre as coisas que podem e não podem ser feitas no quarto.

Falta de comunicação: a falta de comunicação pode fazer com que as pessoas traiam. Humanos são animais sociais. Precisamos nos comunicar e discutir as coisas uns com os outros. Se o seu parceiro estiver muito ocupado fazendo outras coisas, você pode se mudar para outro lugar para se comunicar, eventualmente iniciando um caso.

Desconexão emocional: os casais precisam se sentir conectados não apenas fisicamente, mas também emocionalmente. Somos atraídos por pessoas com as quais nos sentimos conectados e essa atração pode se transformar em um caso em pouco tempo.

Falta de autorização: a falta de clareza no casamento pode fazer com que os parceiros traiam. É mais provável que você traia se o seu casamento já estiver nas pedras. Ser claro sobre onde você está indo pode consertar as coisas.

Então, podemos salvar um casamento após um caso?

Isso depende de muitas coisas. Como mencionado anteriormente, às vezes as pessoas têm um caso não porque querem, mas porque estão desamparadas.

Vamos falar sobre a situação em dois cenários:

  • Você traiu

  • Se você traiu, primeiro deve saber o porquê. Foi um erro ou você realmente não está interessado em seu parceiro?

É importante obter respostas para essas perguntas antes de pensar em salvar seu casamento. Não faz sentido salvar um casamento se você não quiser morar com seu parceiro ou se achar que os dois não são compatíveis.

Você pode acabar traindo novamente se esse for o cenário, pois nenhum dever pode forçá-lo a seguir uma pessoa com a qual não está feliz.

Se você quiser tentar outra vez o seu casamento, encontre coragem para se abrir sobre a situação. Converse com seu parceiro sobre como você se sente e por que deseja dar a este casamento outra chance.

Pode ser uma situação difícil, portanto, pode ser uma boa ideia discutir o cenário com um amigo antes de ir na frente do seu parceiro. É melhor confessar do que esperar que seu parceiro descubra naturalmente.

Alguns parceiros estão perdoando, mas outros podem não estar dispostos a tentar outra vez. Seu dever é dar o melhor de si. Os casamentos podem sobreviver à infidelidade, mas apenas quando há amor no meio.

Seu parceiro traiu 

Se seu parceiro estiver errado, você deve estar disposto a deixá-lo ir e dar ao seu casamento outra chance, se quiser que ele funcione.

Isto é mais fácil dizer do que fazer. A maioria dos parceiros acha difícil superar essas situações, e é por isso que poucos casamentos sobrevivem a um caso.

Além disso, você deve discutir a situação com seu parceiro. Descubra se eles querem sair do casamento ou se querem dar outra chance. Você não pode estar com alguém que não quer estar com você.

Se vocês dois decidem ficar juntos, devem trabalhar em suas deficiências. Descubra por que seu parceiro teve um caso. É porque eles se sentiram negligenciados? É porque eles não gostaram do sexo? É porque vocês dois não se comunicam o suficiente? Saber as respostas para essas perguntas facilitará as coisas.

No final do dia, você pode salvar seu casamento, se realmente quiser tentar outra vez. Uma pessoa sozinha não pode salvar um barco que está se afogando. No entanto, lembre-se de que não é aconselhável viver com uma pessoa habitual em trair.

Cartório realiza casamento virtual para 30 casais, na Paraíba

Um cartório de João Pessoa realizou um casamento online para 30 casais da Paraíba, por meio da internet. Muitos deles já haviam dado entrada com a solicitação do casamento antes da pandemia do coronavírus, mas com o isolamento social, as cerimônias presenciais foram suspensas.

Para se adaptar ao momento, o cartório entrou em contato com os casais para saber se eles aceitavam fazem a cerimônia online e trinta deles foram os primeiros a participar, com a presença do juíz Romero Feitosa.

“Sempre inicio as minhas celebrações, de quase 80 mil casamentos realizados em João Pessoa, explicitando, fazendo ver a quem está, prestando a minha satisfação, a minha honra, mas acima de tudo de celebrar o amor”, disse o juiz.

A cerimônia durou cerca de vinte minutos, até a pergunta final do juiz aos casais sobre a aceitação ou não da livre e espontânea vontade do casamento. O cartório tem mais de 100 casamentos programados pelo mês de junho na Paraíba que vão acontecer pela internet.

O registro no civil também vai fazer parte de uma espécie de registro digital, que vai deixar o processo mais seguro. Todos os casamentos, além do vídeo com a chamada virtual, estão sendo registrados digitalmente.

G1

 

Homem bate em mulher no aniversário de casamento; na Grande JP foram 12 agressões

Os números de violência contra a mulher chamaram atenção até mesmo da equipe da delegacia de Violência Contra a Mulher, no bairro do Geisel, que, durante o fim de semana, absorve as demandas da Grande João Pessoa.

Ao menos 12 mulheres foram agredidas pelos companheiros no dia 08 de março, dia Internacional da Mulher. Uma delas, estava comemorando o aniversário de casamento, quando o marido, revoltando porque queria sair para beber com amigos, acabou agredindo a vítima.

Três homens foram presos em flagrante e 15 medidas protetivas foram pedidas pela delegada Cláudia Germana.

Em Santa Rita, a mulher comemorava o aniversário de casamento com o amigo e ele decidiu sair para beber, ela interveio e o homem agrediu a vítima.

Os casos foram registrados nas cidades de João Pessoa, Santa Rita, Cabedelo e Bayeux. Os autos de prisão em flagrante delito ocorreram em Mangabeira, José Américo e Santa Rita.

As 11 medidas protetivas de urgência foram solicitadas e 10 inquéritos policiais foram por casos de violência doméstica nos seguintes locais:

2 Torre,
1 Varadouro,
2 Miramar,
1 Tambaú,
1 Cristo,
1 Bairro das indústrias,
1 Bayeux,
1 Santa Rita

 

Foto: Flávio Fernandes/Paraíba.com.br
Marília Domingues/Flávio Fernandes

 

 

Acusado de mandar matar padrinhos no dia do casamento é condenado a 68 anos de prisão

Foi condenado a 68 anos de prisão o empresário Nelsivan Marques de Carvalho, acusado de matar seus padrinhos Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira, no dia do próprio casamento. O julgamento, que foi adiado em agosto de 2018, aconteceu nesta segunda-feira (09) no Tribunal do Júri de Campina Grande.

Nelsivan foi condenado pelos crimes de homicídio qualificado e tentativa de homicídio contra o casal e ainda o vigilante da casa de festas que foi ferido a tiros no local do crime.

O assassinato aconteceu em março de 2014, em frente a um salão de festar no bairro do Catolé, em Campina Grande. A Justiça definiu que os seis réus envolvidos no duplo homicídio seriam julgados por júri popular.

Maria Gorete Alves Pereira, que foi acusada de envolvimento no duplo assassinato, foi absolvida. Ela também foi julgada nesta segunda-feira (09). A mulher disse que convivia apenas com um dos homens envolvidos no caso, Gilmar Barreto da Silva, que foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão.

Outro acusado de envolvimento no crime, Allef Sampaio dos Santos, também sentaria no banco dos réus, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado.

Foto: reprodução

Acusado nega

Nelsival negou envolvimento na morte dos padrinhos de casamento e que teve o nome colocado no meio do processo, mas não sabe quem o fez nem o motivo. No depoimento, ele alego que não se recorda do que aconteceu no dia do crime e a defesa aponta que não há provas materiais de que o empresário tenha participado do crime.

O juiz questionou Nelsivan sobre relação de provas, como ligações eletrônicas e trocas de mensagens entre os celulares dele e outros réus. “Se eu liguei pra alguém ou respondi mensagem de texto naquela ocasião não me lembro. Se eu fiz não sei”, respondeu Nelsivan. Ele ainda disse que a relação que tinha com Franciclécio — condenado a 54 anos e seis meses de prisão — era de amizade, pois frequentavam a mesma igreja.

De acordo com a promotoria, com base no inquérito da Polícia Civil, o crime foi motivado por ganância. Segundo o Ministério Público, Nelsivan teria encomendado a morte dos padrinhos para assumir o controle total de uma faculdade particular da cidade, que também era administrada pelo casal assassinado.

G1

 

 

Acusado de planejar morte de padrinhos no próprio casamento, na PB, nega envolvimento no caso

Durante júri popular na manhã desta segunda-feira (9), Nelsivan Marques de Carvalho, acusado de mandar matar um casal de padrinhos no dia do próprio casamento, em Campina Grande, disse que não tem nenhum envolvimento no caso e que o nome dele foi colocado no meio do processo, mas não sabe quem o fez e nem o motivo.

Nelsivan Marques de Carvalho é acusado de mandar matar o casal Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira, que eram seus padrinhos, justamente no dia do próprio casamento. O crime aconteceu em março de 2014, em frente a um salão de festas no bairro do Catolé em Campina Grande. O acusado está preso há seis anos à espera de julgamento.

Ainda em depoimento, Nelsivan Marques de Carvalho alegou que não se recorda do que aconteceu no dia do crime. Conforme a defesa do réu, não há apanhados, diálogos ou qualquer prova material de que o empresário tenha participado do crime.

De acordo com a promotoria, com base no inquérito da Polícia Civil, o crime se resume a uma única coisa: a ganância. Segundo o Ministério Público, Nelsivan teria encomendado a morte dos padrinhos para assumir o controle total de uma faculdade particular da cidade, que também era administrada pelo casal assassinado.

O julgamento acontece no Tribunal do Júri de Campina Grande, após ter sido adiado em agosto de 2018. A Justiça definiu em 2016 que os seis réus envolvidos no duplo homicídio seriam julgados por júri popular. Além de Nelsivan Marques de Carvalho, Maria Gorete Alves Pereira, que é acusada de envolvimento no duplo assassinato, também vai a julgamento nesta segunda-feira.

Quanto a Maria Gorete, a ré disse em depoimento que convivia apenas com um dos homens envolvidos no caso, Gilmar Barreto da Silva, que foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão pelo crime. A ré afirmou ainda que não tem conhecimento dos atos do companheiro. Para a defesa da acusada, a ré não tem nenhum envolvimento no crime e há convicção da absolvição dela no caso.

Outro acusado de envolvimento no crime, Allef Sampaio dos Santos, também sentaria no banco dos réus, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado.

Alleff Sampaio dos Santos (centro) também seria julgado nesta segunda-feira por morte de casal em casamento, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado — Foto: Artur Lira/G1

Alleff Sampaio dos Santos (centro) também seria julgado nesta segunda-feira por morte de casal em casamento, mas teve o júri adiado por não apresentar advogado — Foto: Artur Lira/G1

Outros três denunciados já foram julgados

Dos seis denunciados pelo Ministério Público, três já foram julgados: Franciclécio de Fárias Rodrigues foi condenado a 54 anos e seis meses de reclusão em regime inicialmente fechado; Gilmar Barreto da Silva foi condenado a 37 anos e quatro meses de prisão; e Samuel Alves da Silva vai cumprir uma pena de 42 anos de reclusão.

Franciclécio é suspeito de agiotagem e Washington lhe devia R$81 mil, pela compra de uma caminhoneta. Nelsivan e Franciclécio teriam planejado as mortes por desentendimentos com o casal de empresários, que eram sócios de Nelsivan em uma faculdade particular de Campina Grande.

Entretanto, os crimes foram executados por Samuel, que confessou na época ter atirado nas vítimas, em depoimento à Polícia Civil. Os assassinatos aconteceram na saída da festa de casamento de Nelsivan, na frente de uma casa de festas, no bairro Catolé.

Crime aconteceu em março de 2014

O crime aconteceu no dia 29 de março de 2014. Terminada a cerimônia, Washington Luiz Alves de Menezes e Lúcia Santana Pereira se despediram dos noivos, por volta das 21h, e foram embora, seguindo em direção ao seu carro, quando foram assassinados. Segundo o MP, os crimes teriam sido encomendados pelo noivo, Nelsivan Marques. Ele teria mandado executar as vítimas para assumir o controle de uma faculdade particular da cidade.

Casal morto depois de festa de casamento em Campina Grande — Foto: Reprodução / TV Paraíba

Casal morto depois de festa de casamento em Campina Grande — Foto: Reprodução / TV Paraíba

 

G1

 

 

Casamento entre pessoas do mesmo sexo aumenta mais de 60% em 2018

A pesquisa Estatísticas do Registro Civil 2018 mostra que o casamento entre pessoas do mesmo sexo teve aumento de 61,7 % no ano passado em relação a 2017. Em 2018, foram registrados 9.520 casamentos civis entre cônjuges do mesmo sexo, ante 5.887 em 2017. Os dados foram divulgados hoje (4) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Segundo o estudo, as uniões entre mulheres cresceram 64,2%, passando de 3.387 em 2017 para 5.562 em 2018. Os casamentos entre homens subiram de 2,5 mil para 3.958, o que representa um aumento de 58,3%.

O levantamento mostra ainda que a alta foi puxada principalmente pelo mês de dezembro: as uniões homoafetivas entre homens e mulheres somaram 3.098. Em dezembro de 2017, foram registrados 614 casamentos entre pessoas do mesmo sexo.

No casamento entre mulheres, foram registradas 549 uniões em novembro e 1.906 em dezembro do ano passado. Os registros de casamentos entre cônjuges masculinos passaram de 408 em novembro para 1.192 em dezembro de 2018.

Na pesquisa anterior, comparando os anos de 2016 e 2017, houve aumento de 10% no número de registros de união entre pessoas do mesmo sexo.

Desde 2013, a Resolução 175, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), obriga os cartórios a realizarem uniões entre casais do mesmo sexo. Para a gerente da pesquisa, Klivia Brayner de Oliveira, a população tem cada vez mais conhecimento sobre essa norma.

“As pessoas, tendo ciência disso [resolução do CNJ], estão aproveitando e oficializando [as uniões], principalmente as mulheres que gostam de oficializar a relação. Entre as mulheres, você observa que isso está se tornando mais popular. Com mais acesso à informação, as pessoas estão decidindo dessa forma”, disse a analista.

Nos casamentos civis entre solteiros de sexos diferentes, os homens se casaram, em média, aos 30 anos, e as mulheres, aos 28 anos. Nas uniões LGBTI, a idade média ao contrair o casamento foi de 34 anos para os homens e 32 anos para as mulheres.

O número total de registros de casamentos civis foi de 1.053.467 em 2018, uma redução de 1,6% em relação ao ano anterior.

Divórcios

A pesquisa revela também que houve aumento de 3,2% no número de divórcios em 2018, em comparação com o ano anterior: foram 385.246 divórcios no ano passado, ante 373.216 em 2017. A taxa de divórcios passou de 2,5 para cada mil pessoas com 20 anos de idade ou mais no país em 2017 para 2,6. A Região Sudeste apresentou o maior percentual, com 3,1 divórcios para cada mil pessoas com 20 anos de idade ou mais.

O tempo médio entre a data do casamento e o divórcio é de 14 anos. Em 2008, esse tempo médio era de 17 anos.

Segundo o IBGE, houve aumento do percentual de divórcios entre casais com filhos menores “em cuja sentença consta a guarda compartilhada”. Esse fenômeno pode ser observado após a sanção da Lei 13.058, de 2014, em que a modalidade de guarda compartilhada passou a ter prioridade.

“Em 2014, a proporção de guarda compartilhada entre os cônjuges com filhos menores era de 7,5%. Em 2016, essa modalidade passou a representar 16,9% dos divórcios judiciais concedidos; em 2017, o percentual aumentou para 20,9%; e, em 2018, para 24,4%”, diz o IBGE.

As Estatísticas do Registro Civil reúnem informações sobre nascidos vivos, casamentos, óbitos e óbitos fetais, informados pelos cartórios de Registro Civil de pessoas naturais, bem como sobre os divórcios declarados pelas varas de Família, foros, varas Cíveis e tabelionatos de Notas.

 

agenciabrasil

 

 

Mulher que enganou o marido sobre a paternidade do filho tem casamento anulado

Um casamento foi anulado pela Primeira Câmara Cível do Tribunal de Justiça da Paraíba por motivo de a esposa ter enganado o marido sobre a verdadeira paternidade do filho. O processo é oriundo do Juízo da 3ª Vara da Comarca de Pombal e teve a relatoria da desembargadora Fátima Bezerra Cavalcanti (Apelação Cível nº 0000092-42.2009.815.0301).

No 1º Grau, o Juízo julgou parcialmente procedente o pedido para declarar que o apelante não era o pai biológico da criança, determinando a exclusão de seu nome da certidão de nascimento. No entanto, julgou improcedente o pedido de anulação do casamento por erro essencial. “Não é possível que em pleno século XXI alguém afirme que foi obrigado a casar porque sua namorada estava grávida, e isso não significa que ela fosse uma desonrada”, destaca um trecho da decisão.

Ao requerer a reforma da sentença, o apelante alegou que, somente após algumas discussões ocorridas depois da concretização do matrimônio, ficou sabendo que não era o pai da criança, embora o tenha reconhecido como filho e o registrado. Tal comprovação veio a ser ratificada com o resultado do exame de DNA. Disse, ainda, que a apelada afirmou que, durante o período do namoro, não lhe foi fiel. Relatou, também, que, ao casar, não tinha conhecimento da infidelidade e que não era o possível pai criança. Afirmou que o casamento somente se realizou por conta do estado de gravidez. Aduziu que houve, portanto, erro essencial quanto à boa honra e à boa fama, dada a falsa percepção que tinha da esposa.

‘Erro essencial’

No julgamento, a desembargadora Fátima Bezerra observou que a anulação do casamento, sob a alegação de erro essencial, tem previsão no artigo 1.556 do Código Civil. De acordo com o dispositivo, considera-se erro essencial sobre a pessoa do outro cônjuge o que diz respeito a sua identidade, sua honra e boa fama, sendo esse erro tal que o seu conhecimento ulterior torne insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado.

“No caso em análise, alega o apelante que houve erro quanto à pessoa da apelada no que diz respeito a sua identidade, sua honra e boa fama, erro este que tornou insuportável a vida em comum ao cônjuge enganado, ora recorrente”, ressaltou a relatora, acrescentando que, por erro essencial, se compreende aquele que influenciou diretamente um dos cônjuges na sua manifestação de vontade.

“Como se infere dos autos, tal erro essencial diz respeito ao fato de o recorrente ter contraído núpcias, voluntariamente, ao compreender que seria o pai da criança, pois, ao seu entender, teria vivenciado um relacionamento com fidelidade, sem jamais desconfiar de relacionamentos paralelos da mulher”, afirmou a desembargadora.

Ela acrescentou que a mulher, no seu depoimento, afirmou que, ao casar, o apelante não sabia das traições, muito menos de que não seria o pai da criança. “Pelos depoimentos, bem se percebe que o erro essencial se mostra evidente, vez que as dúvidas quanto à boa fama e a boa honra da recorrida se revelaram após a realização do casamento”, arrematou.

Assessoria

 

 

Ensaio para o casamento coletivo do Maior São João do Mundo reunirá 164 casais em CG

O ensaio para o casamento coletivo do Maior São João do Mundo reunirá 164 casais, na Pirâmide do Parque do Povo, neste domingo (19). A atividade começa a partir das 15h. Um dos principais objetivos desse ensaio é para que os casais conheçam com antecipação o percurso que farão no dia 12 de junho, data que ocorrerá a Cerimônia.

O local de concentração dos casais é o Centro Cultural Lourdes Ramalho, inicialmente eles serão acolhidos no Teatro Rosil Cavalcanti onde  receberão as primeiras instruções, sobre horário de chegada, vestimenta, tramites da cerimônia, produção de maquiagem e penteado, dentre outras etapas.

Em seguida serão perfilados em forma cortejo e  conduzidos pela equipe da Secult para o local onde ocorrerá a cerimônia, dando inicio aos ritos do Casamento.

A agenda dos casais prossegue com reuniões dia 28 de Maio no Teatro Severino Cabral e 09 de junho , onde ocorrerá o ensaio geral com a participação da Filarmônica Epitácio Pessoa e vários outros artistas que abrilhantarão o grande acontecimento, que no ano de 2019 celebra 30 anos de realização, reunindo cerca de cinco mil novas famílias.

 

clickpb

 

 

Preso suspeito de matar produtor de eventos dias antes do casamento da vítima, na PB

Um homem foi preso nesta segunda-feira (25), suspeito de matar um produtor de eventos no município de Jericó, Sertão da Paraíba. O corpo da vítima foi encontrado na PB-325. De acordo com o delegado de homicídios Sylvio Rabello, responsável pelo caso, após as investigações realizadas ainda na manhã desta segunda, o suspeito foi localizado na cidade com a arma do crime.

Segundo o delegado, a vítima teve um relacionamento com a ex-mulher do suspeito. Alisson Resende, de 25 anos, foi preso em flagrante por volta das 12h30 na casa dele, no Centro da cidade. Ao chegar no local, a polícia encontrou com o suspeito a arma utilizada no crime, um revólver calibre 38.

O delegado informou que Alisson foi preso, após a linha de investigação apontar que o homem era o principal suspeito da morte de Wanderly Wendlis Gomes de Lima, de 27 anos, produtor de eventos na cidade.

Ainda de acordo com o delegado, o suspeito e a arma apreendida foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Catolé do Rocha. A Polícia Civil continuará com as investigações sobre o caso para que seja descoberta a motivação do crime.

Corpo do produtor foi encontrado morto na manhã desta segunda

O corpo do produtor de eventos Wanderly Wendlis Gomes de Lima, de 27 anos, foi encontrado na manhã desta segunda-feira (24) na PB-325, no município de Jericó, Sertão da Paraíba. De acordo com o delegado de homicídios, Sylvio Rabello, a vítima foi encontrada com um tiro na cabeça.

Segundo o delegado a polícia chegou ao local por volta das 6h30, após informações repassadas por moradores da região. Sylvio Rabello informou que, duas horas depois do corpo ser encontrado, o carro de Wanderly foi localizado a cerca de 2 km de distância do local onde ele foi morto.

Após investigações, o delegado disse que Wanderly estava de casamento marcado para esta quarta-feira (26) com a noiva dele, da cidade de Piancó, que está grávida. A Polícia Civil descobriu que a vítima estava sendo ameaçada e que as ameaças poderiam ter ligação com o relacionamento do casal.

G1

Empresário paraibano pede Marília Mendonça em casamento e cantora sertaneja diz: “Sim, meu noivo”

boloO empresário paraibano, Ylgnir Ângelo, pediu a mão da cantora sertaneja, Marília Mendonça, em casamento.

O pedido aconteceu na noite deste sábado (24), véspera de natal.

Marília revelou o noivado em sua conta no Instagram e demonstrou muita felicidade com a surpresa. Na imagem, aparecem as alianças e um bolo com as iniciais do casal.

“Ufa, quanta emoção nesse Natal, quanta surpresa, quanta gratidão, mas a maior de todas foi essa! Eu estou sem palavras até agora e só sei dizer sim, sim, meu noivo! Eu te amo! Obrigada pela surpresa, não de hoje, mas pela surpresa de ter aparecido na minha vida”, disse.

MaisPB

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