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Ivi Pizzott, bailarina do ‘Faustão’, posa nua para capa da ‘Playboy’

bailarinaTem bailarina do “Domingão do Faustão” na capa da “Playboy”! Quem ocupa o posto na edição de maio é Ivi Pizzott, de 29 anos.

A niteroiense, que contracenou com Klebber Toledo no quadro “Dança dos Famosos”, mostrou o corpo sequinho em um ensaio nu fotografado em Brotas, no interior paulista.

“A sensação foi incrível. Tenho certeza que toda a mulher já se imaginou posando”, contou ela à publicação. Se ficou nervosa? Nem um pouco. “Não tenho nenhum problema com minha nudez, amo meu corpo.”

A sessão de fotos para a “Playboy” foi feita interior paulista, em meio à natureza selvagem, em paisagem cheia de verde, trilhas e cachoeiras.

“Definitivamente é o meu habitat! Não teria sido tão lindo se não tivesse sido na natureza. A sensação foi incrível. O momento em que posei em frente à cachoeira foi muito difícil! A água estava um horror de gelada, e ainda por cima começou a chover na hora. Mas não tenho nenhum problema com minha nudez, eu amo meu corpo”, disse ela à publicação.

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Mas nem tudo foi moleza: “O momento em que posei em frente à cachoeira foi muito difícil! A água estava um horror de gelada, e ainda por cima começou a chover na hora.”

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180 Graus

 

Após ganhar em 2º lugar, ex-BBB Amanda vai ser a capa da ‘Playboy’ de junho

amandaAline achou que era cedo demais e que a proposta não mudaria a sua vida. Mas Amanda pode mostrar ao mundo o que Fernando viu no “BBB 15”. A morena está negociando para ser a capa da “Playboy” em junho. Mas, como de costume com as modelos que saem na revista, ela faz a desentendida. “Não sei de nada, muitas pessoas me procuraram, mas não falei com ninguém ainda, não acertei nada”, desconversa.

Amanda tem tempo de sobra para as fotos que só serão exibidas no meio do ano. A própria paulista disse à Retratos da Vida que posaria nua por um bom projeto e uma proposta financeira interessante. “Não tenho problemas com a nudez ou pudor com o corpo. Acho a anatomia feminina linda e se for para fazer algo bem feito, por que não?”, justifica.

Além de Amanda, a revista vai trazer as seguintes capas: em maio, a bailarina Ivi Pizzott, do “Domingão do Faustão”; em julho, Renata Santiago, musa fitness; para agosto, a revista procura um nome forte para estrelar a capa de aniversário, e em setembro, Janaina Santucci, sósia da ex-panicat Aryane Steinkopf.

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FONTE:

  • Jornal Extra

Brasil está em atoleiro, diz economist em manchete de capa

NOVA EDIÇÃO DA ECONOMIST DESTACA O BRASIL NA CAPA (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)
NOVA EDIÇÃO DA ECONOMIST DESTACA O BRASIL NA CAPA (FOTO: REPRODUÇÃO/FACEBOOK)

A revista The Economist volta a dedicar a capa para o Brasil. Na edição latino-americana que chega às bancas, uma passista de escola de samba está em um pântano coberta de gosma verde com o título “O atoleiro do Brasil“. Em editorial, a revista diz que a antiga estrela da América Latina “está na maior bagunça desde o começo dos anos 1990”. A capa da edição da Economist para o restante do mundo não tem o país como tema principal e dá destaque a outro assunto: o avanço dos telefones celulares.

A Economist diz em editorial que, durante a campanha, Dilma Rousseff “pintou um quadro rosa” sobre o Brasil e a campanha teve o discurso de que conquistas como o emprego, aumento da renda e benefícios sociais seriam ameaçados pela “oposição neoliberal”. “Apenas dois meses do novo mandato, os brasileiros estão percebendo que foi vendida uma falsa promessa”.

Para a revista, “a economia do Brasil está em uma bagunça, com problemas muito maiores do que o governo admite ou investidores parecem perceber”. Além da ameaça de recessão e da alta inflação, a revista cita como grandes problemas o fraco investimento, o escândalo de corrupção na Petrobras e a desvalorização cambial que aumenta a dívida externa em real das empresas brasileiras.

“Escapar desse atoleiro seria difícil mesmo para uma grande liderança política. Dilma, no entanto, é fraca. Ela ganhou a eleição por pequena margem e sua base política está se desintegrando”, diz a revista.

A Economist nota que boa parte dos problemas brasileiros foram gerados pelo próprio governo que adotou uma estratégia de “capitalismo de Estado” no primeiro mandato. Isso gerou fracos resultados nas contas públicas e minou a política industrial e a competitividade, diz o editorial. A revista cita que Dilma Rousseff reconheceu parte desses erros ao convidar Joaquim Levy para o Ministério da Fazenda. “No entanto, o fracasso do Brasil em lidar rapidamente com distorções macroeconômicas deixou o senhor Levy com uma armadilha de recessão”.

Entre as medidas para que o Brasil retome o caminho do crescimento sustentado, a revista diz que “pode ser muito esperar uma reforma das arcaicas leis trabalhistas”. “Mas ela deve pelo menos tentar simplificar os impostos e reduzir a burocracia sem sentido”, diz o texto, ao citar que há sinais de que o Brasil pode se abrir mais ao comércio exterior.

O editorial termina com a lembrança de que o Brasil não é o único dos BRICS em apuros e a Rússia está em situação pior ainda. “Mesmo com todos os seus problemas, o Brasil não está em uma confusão tão grande como a Rússia. O Brasil tem um grande e diversificado setor privado e instituições democráticas robustas. Mas seus problemas podem ir mais fundo do que muitos imaginam. O tempo para reagir é agora”.

 

EN

Capa da Playboy de 1980 e ex-namorada de Pelé perde tudo e mora em carro

Um automóvel de cor preta está estacionado em uma tranquila rua de Pinheiros, zona oeste de São Paulo. Ele não chama a atenção dos pedestres, mas moradores e funcionários do bairro sabem que o carro virou a casa da ex-modelo Oneida Teixeira, que ganhou o título de “morena que endoidou Pelé”, frase estampada na capa da revista “Playboy” de junho de 1980. Em outras publicações do mesmo ano, ela foi citada ainda como “o caso secreto” do craque.

Reprodução

Oneida foi capa da revista Playboy de junho de 1980

“Eu considero [que tivemos] um namoro, mas ele deve ver só como uma ficada”, disse ela ao iG na quarta-feira (27), ressaltando que não pretende usar o caso com o jogador para sair das ruas. Segundo ela, o drama começou há oito meses, após perder tudo o que tinha para a irmã em longas batalhas judiciais. Oneida foi então despejada do mesmo endereço onde ainda estaciona o seu único bem, um Polo preto. “Tudo o que eu tenho coloquei aqui. Meu carro é minha cozinha, farmácia e sala”, explicou.

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Falando sobre a melhor fase de sua vida, “quando tinha três empregadas”, a ex-modelo relembrou viagens internacionais em primeira classe e visitas a Cuba. Hoje, aos 55 anos, ela mantém no console do veículo restos de alimentos, copos sujos, remédios e adereços para prender os longos cabelos. O forte cheiro incomoda, mas perde espaço para a dura realidade de Oneida, que chorou quando narrava a recente história.

“Nasci com uma casa, nunca me vi nessa situação. Percebi que meus amigos milionários se foram. Não sobrou nenhum. Só recebo ajuda de pessoas humildes, como porteiros e faxineiras”, contou com a voz embargada. “Ajuda quem menos tem para compartilhar.” E essa ajuda vem em forma de pratos de comida, idas ao banheiro e até convite para a ceia de Natal. “Pensei que iria passar sozinha neste ano. Pedi ao Espírito Santo que não deixasse isso acontecer.” Com as dificuldades, o apego pela religião ganhou força e Oneida não abandona um terço de madeira, colocado no retrovisor.

O porteiro do prédio em frente defende Oneida como a vítima de uma “família mau caráter”. “Tiraram tudo dela. Ajudo como posso porque é muito triste ver a rasteira que sofreu.” Já um segundo funcionário é mais cético, mas sempre consegue copos com água para ela. “É uma história de louco. Às vezes me pergunto se ela não tem problema mental. Passa dia e passa noite ela está ali dentro do carro. Cadê os filhos dessa mulher?”, questiona. Ela diz ter dois, que estão bem resolvidos, porém distantes.

A filha Vivien, garantiu Oneida, é modelo e mora em Londres. O outro filho Marco Antônio trabalha como gerente de uma loja. No meio da entrevista, ela recebeu uma ligação de Vivien a convidando para morar no exterior por um tempo e “tentar sair do carro”. Ao falar brevemente com a reportagem, a filha se defendeu: “Há sempre dois lados em uma história. Tentamos ajudá-la. Mandamos dinheiro. Mas às vezes parece que ela não quer. Só quero que minha tia sofra as consequências do que fez com a minha mãe”.

Carolina Garcia/iG São Paulo

Oneida é vista caminhando em rua do bairro de Pinheiros, na zona oeste de São Paulo

Os detalhes e os motivos da briga familiar que levaram Oneida a viver em seu carro ainda não estão claros. Em um segundo encontro com o iG, na quinta-feira (27), a ex-modelo mostrou momentos de confusão ao mencionar a irmã. No primeiro momento, Oneida disse que foi recentemente ao psiquiatra a pedido da família. Minutos depois, recuou e esclareceu que não tinha contato com a irmã “há muitos anos”. “Acho que essa situação me abalou muito porque já esqueci muita coisa. Não sou louca, mas posso ficar daqui uns dias vivendo desse jeito.”

“Quer fazer um pouco de sexo?”

O sono dentro do carro nunca foi tranquilo, seja pelas preocupações financeiras ou pelo medo de ser atacada à noite. Na semana passada, sofreu uma de suas piores madrugadas. Foi quando um homem desconhecido bateu no vidro do carro e perguntou: “Quer fazer um pouco de sexo?”. Assustada, Oneida reagiu: “Ah, vá para p… que p…”. “Ele foi embora, mas morri de medo de sofrer alguma violência. Preciso sair dessa vida, não dá mais.”

Para não passar o dia inteiro dentro do Polo, Oneida caminha pelas ruas de Pinheiros para “esticar as pernas” e entregar currículos. No entanto, a ausência de um endereço virou um empecilho para encontrar um trabalho. “Acabo mentindo, coloco meu enderenço antigo, aí descobrem que é uma empresa de engenharia e perco a oportunidade. Sou bacharel em direito, falo espanhol, mas a idade não ajuda”, explica ressaltando ainda que sentia dores no corpo após uma longa jornada passando roupas para uma amiga. “Ela pagou para me ajudar.”

O iG procurou a irmã de Oneida para esclarecer os detalhes da briga familiar e os motivos do despejo. No primeiro contato – pedindo para não ser identificada – , ela confirmou um grave desentendimento entre as duas, mas disse que não daria esclarecimentos sobre a briga porque já não se falam há muito tempo.

 

iG

As definições de popozão foram atualizadas: olha como a Kim Kardashian vai sair numa capa de revista

É impressionante como os Estados Unidos conseguem produzir, ao mesmo tempo, coisas extremamente conservadoras e coisas como essa capa de revista estrelada por Kim Kardashian. A intenção da modernolândia que faz a revista nova-iorquina “Paper” era, nas palavras deles, “quebrar a internet”. Acertaram em cheio, porque este é provavelmente o maior porta-malas da categoria, capaz de quebrar a internet, nossos wi-fis, entortar iPhone… O mundo dos popozões se divide entre antes e depois dessa moça. Ênfase no depois, naturalmente.

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A capa divulgada ontem à noite já correu mundo e foi prontamente compartilhada milhares de vezes. Mais uma com este post, né? Depois, claro, de a gente se recuperar do choque. Peladezas à parte, ela está maravilhosa na imagem, vai.

 

Kim cover web 2 As definições de popozão foram atualizadas: olha como a Kim Kardashian vai sair numa capa de revista

Uma das opções de capa com a musa da “look at me generation”

 

Kim Kardashian poderia ficar ainda mais rica se resolvesse dar cursos de como se tornar celebridade. De aspirante à fama, ela se tornou um dos mais quentes nomes da mídia mundial, fatura alto com isso e nunca sai das capas de revista (nem sempre tão pelada assim).

Um paparazzo de Los Angeles me contou, numa entrevista em 2013, que a moça tem uma tática: se ela sai de casa e há poucos carros de fotógrafos na sua cola, ela para em vários lugares e espera chegar mais gente. Só se deixa clicar quando há uns sete ou oito veículos atrás dela. É, merecidamente, a rainha da “look at me generation”, a geração que só se considera realizada se tem alguém acompanhando, curtindo e comentando cada passo que dá.

Há uma outra opção de capa não menos bonita, porém mais comportada. Olha só:

 

Kim cover web 1 As definições de popozão foram atualizadas: olha como a Kim Kardashian vai sair numa capa de revista

Brincadeira do copo: vai um drinkinho aí?

 

A capa acima é uma recriação que o fotógrafo Jean-Paul Goude fez de uma imagem icônica chamada “O incidente do champanhe”. Esta, olha;

Foto referencia da Kim As definições de popozão foram atualizadas: olha como a Kim Kardashian vai sair numa capa de revista

A revista sai amanhã, nas bancas americanas. Dizem que as fotos internas são ainda mais apimentadas.

Quanto tempo até que alguma celebridade brasileira copie a ideia e saia com o bumbum de fora por aí? Pra quem já tem Peladona de Congonhas, é chocante que a gente imite os americanos em vez do contrário.

R7

Em depoimento à PF, investigada fala em ser capa da ‘Playboy’

Reinaldo Gama/UOL
Reinaldo Gama/UOL

Suspeita de participar da quadrilha que lavava dinheiro e desviava recursos de fundo de pensão, a modelo e agente de investimentos Luciane Hoepers ainda não firmou nenhum acordo de delação premiada com a Polícia Federal. Mas já fez confissões à polícia.

Ao ser presa no dia em que a operação Miqueias foi deflagrada, na semana passada, Luciane admitiu à polícia que atuava visitando prefeitos e oferecendo vantagens indevidas para que aplicassem em fundos de investimentos suspeitos.

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Ao saber que as meninas jovens e bonitas que desempenhavam essa função foram definidas pela polícia como “pastinhas” do esquema, Luciane disse que poderia ser capa da “Playboy” como “A Pastinha”.

A declaração, dada pouco depois de a polícia ter dado voz de prisão à modelo, arrancou gargalhadas até mesmo da delegada responsável pela investigação, Andrea Pinho.

MULHER FRUTA

Luciane Hoepers, 33, é loira, tem olhos verdes e aparece em fotos e imagens sensuais, todas espalhadas pela internet. Os atributos físicos da modelo e de outras pastinhas presas pela polícia chamaram atenção até mesmo de advogados que passaram pela Superintendência da PF em Brasília no dia em que a operação Miqueias foi deflagrada. Um deles chegou a dizer que as academias da capital federal devem ter ficado vazias, porque as “mulheres frutas” estavam detidas.

A beleza da modelo também foi assunto de um dos diálogos interceptados pela PF em abril deste ano. Luciane falava com o deputado estadual de Goiás Samuel Belchior (PMDB) que alertou para ela tomar cuidado com o “poder grande” de atrair as pessoas.

“[…]Agora, cê tem que tomar cuidado. Um poder grande que cê tem é (…) físico. Então, a pessoa, às vezes, se aproxima de você primeiro pelo que? Primeiramente pela beleza sua, pela pessoa e tal, depois pelas outras coisas. Uma coisa leva a outra. Então vá com cuidado”, disse.

NEM BRUXA, NEM CINDERELA

Numa entrevista para a revista “Fluir”, acompanhada de um ensaio de fotos, Luciane se definiu como “nem bruxa, nem Cinderela”. Para a Polícia Federal, no entanto, ela é suspeita de participar do esquema de lavagem de dinheiro e desvio de recursos de fundos de pensão por meio da empresa Invista, usada pela quadrilha para oferecer investimentos aos regimes de previdência de municípios.

“O envolvimento da ‘pastinha’ Luciane Lauzimar Hoepers no esquema criminoso desenvolvido pela Invista é inconteste”, diz diz relatório da PF. O documento afirma que Luciane abordou os prefeitos de Porto Murtinho/MS, Ponta Pora/MS, Cuiaba/MT, Catalao/GO, Joinville/SC, Blumenau/SC e Jundiaí/SP, entre outros municípios.

Além de confessar que participou do esquema, ela afirmou à polícia que pelo menos um dos prefeitos procurados por ela aceitou propina. Foi oferecido à Luciane o benefício da delação premiada. No entanto, como ela ainda não tem advogado, o acordo de colaboração não foi feito.

Ela ficou cinco dias presa e foi indiciada por formação de quadrilha e lavagem de dinheiro.

 

 

Folha

“Diário de Natal” anuncia fim de sua versão impressa em comunicado na capa

A partir dessa terça-feira (2/10), o jornal Diário de Natal deixa de circular em sua versão impressa, informou a publicação em comunicado na capa da edição de hoje.

Crédito:Reprodução
Publicação anunciou fim da edição impressa

O comunicado assinado pelos Diários e Emissoras Associados, afirma ainda que, de acordo com o programa de reestruturação das atividades empresariais no Rio Grande do Norte, a publicação vai ampliar e priorizar a versão eletrônica.

O grupo também agradeceu aos colaboradores, parceiros e ao povo potiguar pela atenção dispensada aos veículos do grupo ao longo dos últimos anos.

Alguns jornalistas que trabalhavam no Diário de Natal se manifestaram a respeito do fechamento da versão impressa. A jornalista Flávia Freire contou à IMPRENSA que os profissionais foram pegos de surpresa com a notícia. “Não estávamos sabendo de nada”, declarou. “Ontem, fiz minha coluna normalmente. Hoje, antes mesmo de terminar a coluna, recebi 12 ligações de leitores meus perguntando se eu sabia o que tinha acontecido. Mas eu não sabia, só vi quando peguei o jornal na caixa do correio”.
Segundo Flávia, toda a redação do jornal impresso foi demitida, inclusive a editora-executiva Juliska Azevedo. “Ela foi a primeira a ser demitida e a única que se dispôs a falar com cada um dos funcionários demitidos” . “Parece que alegaram problemas financeiros. Mas o diretor institucional [Deliomar Soares] não falou nada, não abriu nem a porta para dar bom dia ou boa sorte”, contou a jornalista.

IMPRENSA apurou que o Diário de Natal online permaneceu com uma equipe de redação composta por oito jornalistas, mas que todos os fotógrafos foram demitidos. Segundo um funcionário do Recursos Humanos da empresa, as demissões continuarão e não houve aviso prévio. Os desligamentos foram comunicados nesta terça (2/10) aos profissionais quando chegaram para trabalhar. Ainda de acordo com o RH, a diretoria continua em reunião.

Deliomar Soares, diretor institucional do jornal, por sua vez, afirmou que foi informado sobre o fechamento da edição impressa na última segunda-feira (1/10). “A decisão foi tomada pela cúpula dos Diários Associados, não tem nada a ver com a redação do Diário de Natal”, explicou. Soares disse que os funcionários foram comunicados nesta terça-feira (2/10) e que as pendências e obrigações profissionais serão cumpridas. “Eles receberão tudo o que têm para receber no prazo de dez dias”.

Jéssica Oliveira* e Mariana Rennhard

Capa de Placar com Neymar crucificado causa ‘profunda indignação’, diz CNBB

A CNBB ( Conferência Nacional dos Bispos do Brasil) manifestou nesta sexta-feira “profunda indignação” com a capa de outubro da revista Placar na qual o jogador Neymar aparece crucificado.

A entidade diz reconhecer o princípio da liberdade de expressão, mas que “há limites objetivos no seu exercício”.

“A ridicularização da fé e o desdém pelo sentimento religioso do povo por meio do uso desrespeitoso da imagem da pessoa de Jesus Cristo sugerem a manipulação e instrumentalização de um recurso editorial com mera finalidade comercial”, diz a nota.

“A publicação demonstrou-se, no mínimo, insensível ao recente quadro mundial de deplorável violência causado por uso inadequado de figuras religiosas, prestando, assim, um grave desserviço à consolidação da convivência respeitosa entre grupos de diferentes crenças”, prossegue.

Em entrevista ao [B]UOL[/B], antes da emissão da nota da CNBB, o diretor da Placar, Maurício Barros, havia dito que a intenção da revista com a imagem era questionar a posição de vilão em que Neymar foi colocado, frequentemente acusado de cai-cai, ou antiético.

Barros havia declarado ainda que o objetivo não era comparar o jogador com Jesus Cristo.

“Acho que pode haver a comparação porque Jesus Cristo foi o crucificado mais famoso, mas a nossa analogia é com a execução, como a crucificação como elemento histórico de execução pública”, disse ele.

No entanto, o comunicado, que é assinado pelo cardeal Raymundo Damasceno Assis, arcebispo de Aparecida e presidente da CNBB e Leonardo Ulrich Steiner, bispo auxiliar de Brasília e secretário geral da entidade, afirma que “a fotomontagem usa de forma explícita a imagem de Jesus Cristo crucificado, mesmo que o diretor da publicação tenha se pronunciado negando esse fato tão evidente”.

A nota termina dizendo que “isso se constitui numa clara falta de respeito que ofende o que existe de mais sagrado pelos cristãos e atualiza, de maneira perigosa, o já conhecido recurso de atrair a atenção por meio da provocação”.

Uol