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Instituto Unidos pelo Brasil lança campanha pela retomada do comércio no pós-pandemia

Com objetivo de mostrar a realidade de pequenos empreendedores do comércio popular de São Paulo, no enfrentamento da pandemia, o Instituto Unidos pelo Brasil lança nesta semana uma campanha nas redes sociais com o intuito de reforçar a mensagem pela volta do comércio no pós-pandemia. Os vídeos de curta duração são resultado de uma série de entrevistas feitas em bairros populares de São Paulo onde os empreendedores contam como enfrentaram a pandemia durante o fechamento das atividades.

Entre os depoimentos, frases que ilustraram o medo de contrair a doença, o medo de não honrar com seus compromissos financeiros e medo de um futuro incerto, sem deixar de lado a esperança de tempos melhores.

O Instituto Unidos pelo Brasil é formado por 30 entidades de diversos setores e um grupo de 70 empresários que atuam em todo o território nacional com o foco na retomada do comércio, na geração de emprego e renda e no diálogo com o setor público para desburocratizar a economia: “Queremos mostrar a realidade em vários segmentos diferentes, contar a história de quem está na periferia, que não tem reservas financeiras e dependem exclusivamente de seus pequenos negócios e enfrentaram duras dificuldades como demissão, encerramento de atividades e ter dificuldade no orçamento doméstico”, afirma o líder Nabil Sahyoun, que é presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping – ALSHOP.

Além do lançamento da campanha nas mídias sociais, o próximo passo dos líderes do movimento será trabalhar no desenvolvimento de ações para incentivar a reativação da economia brasileira. A cada semana, o Instituto ganha novos aliados que vão trazendo novas informações e novas ideias para trabalhar no combate a crise vivida pelo país.

Acompanhe a campanha pelas redes sociais no @institutounidospelobrasil e no site da entidade www.institutounidospelobrasil.com.br

 

Em vídeo, Ricardo Coutinho confirma vinda de Lula à Paraíba para participar de sua campanha eleitoral

Após a presidente nacional do PT, Gleisi Hoffmann confirmar o apoio do partido à candidatura do ex-governador Ricardo Coutinho (PSB) na disputa eleitoral em João Pessoa, agora foi a vez do ex-governador confirmar a vinda do ex-presidente Lula para participar da sua campanha eleitoral.

Em vídeo postado nas redes sociais Ricardo diz que recebeu ainda ontem um telefonema do ex-presidente Lula confirmando que virá ao Nordeste e participará pessoalmente da campanha em João Pessoa.

“Ontem à noite mesmo eu tive a honra de receber um telefonema importante de uma pessoa que admiro muito porque fez muito pelo povo desse país e foi o telefonema do presidente Lula que disse que estava muito feliz com a candidatura e estava se preparando para subir para o Nordeste, vir trazer esse abraço, abraçar o povo e trazer esse apoio importante para nossa campanha” declarou Coutinho.

Confira:

PB Agora

 

Laboratórios de campanha serão montados em universidades públicas para testes de Covid-19

A pandemia do novo coronavírus causou impactos negativos na economia de todo o mundo e na saúde da população. Diante desse cenário, o Ministério de Ciência, Tecnologia e Inovações (MCTI), promove uma ação para instalar laboratórios de campanha dentro de universidades públicas, com o objetivo de ampliar a capacidade de realizar testes diagnósticos da Covid-19.

Com um investimento de R$ 35 milhões da Pasta, o Brasil poderá ampliar a capacidade nacional de testes diagnósticos da doença em 100 mil exames por mês. A ideia é que entre 3 e 4 meses cerca de 350 mil testes sejam realizados.

Os Laboratórios de Campanha também devem avaliar a utilização de uma técnica de diagnóstico simples e rápida que utiliza uma pequena amostra de saliva para detectar a presença do vírus causador da Covid-19, oferecendo um diagnóstico em questão de minutos

Fonte: Brasil 61

 

 

Lula deve visitar Paraíba durante campanha para apoiar Anísio

A presidente nacional do PT e deputada federal, Gleisi Hoffmann, nesta quinta-feira (20), contou que o ex-presidente Lula quer visitar as capitais onde o partido tem candidato à prefeitura, incluindo a Paraíba, que tem o deputado estadual Anísio Maia como pré-candidato petista.

“O presidente Lula está disposto a ir, se comprometeu com os candidatos presentes na reunião com os pré-candidatos a participar da campanha. Nosso problema está apenas na questão da pandemia, no deslocamento, temos que esperar para ver como estará essa situação”, disse.

Em entrevista concedida ao programa de rádio Arapuan Verdade, Gleise afirmou que o líder do Partido dos Trabalhadores também pretende fazer gravações em apoio a seus candidatos. “Ele quer participar ativamente da campanha”.

Yves Feitosa

 

 

Campanha Agosto dourado: mães com covid-19 devem continuar amamentando

Agosto é celebrado nacionalmente como o Mês de Aleitamento Materno desde 2017. O período também é chamado de Agosto Dourado, cor que simboliza o padrão ouro de qualidade do leite humano, líquido essencial para a vida e o desenvolvimento do bebê. Mas, em meio à pandemia de covid-19, a preocupação das mães com a amamentação aumenta. E uma dúvida surge: mulheres que contraíram a doença podem amamentar normalmente?

Para a coordenadora da assistência em aleitamento materno do Banco de Leite Humano (BLH) do Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz), Maíra Domingues, que é enfermeira pediátrica, os estudos feitos com amostras de leite de mães que tiveram covid-19 indicaram que vírus SARS-CoV-2 não é transmitido pela amamentação.

“As mães podem e devem continuar amamentando, mesmo estando com sintomas compatíveis com a síndrome gripal ou infecção respiratória, ou mesmo a confirmação para covid-19, se for seu desejo e se estiver em condições clínicas adequadas. Mas é importante que elas utilizem a máscara quando forem amamentar ou realizar algum cuidado com o bebê. E, claro, a higienização das mãos com bastante frequência, antes e depois da mamada ou cuidado”.

Doação de leite

Mas, segundo Maíra, a doação para o BLH está contraindicada para mulheres com sintomas compatíveis com síndrome gripal, infecção respiratória ou confirmação de caso de SARS-Cov-2. Orientação semelhante também se estende para mulheres contactantes, durante o período da viremia.

“Para a doação do leite humano de mulheres que estão com o vírus – suspeito ou confirmado – é importante recomendar a contraindicação temporária da doação pelo período de 14 dias, contados a partir do início dos sintomas. As nossas normas técnicas oferecem uma segurança e garantia da qualidade em todo o processo de coleta, armazenamento, pasteurização, então não houve nenhuma mudança. A única recomendação é que para qualquer doença infectocontagiosa, não só para o coronavírus, a doação é contraindicada até a melhora do quadro”.

Maíra informa que a pandemia obrigou o instituto a mudar alguns atendimentos às mães e pais, mas o serviço não foi interrompido.

“Nós suspendemos os grupos educativos oferecidos no pré-natal, que são grupos para o casal que está esperando o bebê, que eram realizados duas vezes por semana. Na assistência para a mãe que está com dificuldade para amamentar, nós estamos realizando teleconsulta, teleorientação. Em casos em que é necessária a consulta presencial, é feito o agendamento a partir de uma primeira avaliação na teleconsulta”.

A lista e o contato dos Bancos de Leite Humano em todo o país estão disponíveis no portal da rede, assim como recomendações básicas e notas técnicas sobre amamentação e covid-19.

Semana mundial

A primeira semana de agosto é também a Semana Mundial do Aleitamento Materno. Maíra explica que o tema deste ano é Apoie o aleitamento por um planeta saudável, de acordo com os Objetivos Sustentáveis do Milênio da Organização das Nações Unidas.

“O foco é no planeta, porque o leite materno é um alimento renovável, natural, que não traz custo ambiental. O leite humano é ambientalmente seguro e não gera impactos ambientais como os substitutos do leite materno, que são as fórmulas infantis, em decorrência do processo de industrialização”.

E a Semana Mundial do Aleitamento Materno foi encerrada na última sexta-feira (7), com o primeiro mamaço virtual promovido pela Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP).

Participaram a atriz Gisele Itié e o filho Pedro, de cinco meses, e os médicos Luciano Borges Santiago, Renato Kfouri e Moises Chencinski, integrantes dos departamentos científicos de Aleitamento Materno e de Imunizações da SBP.

Os eventos promovidos pelo Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira da Fundação Oswaldo Cruz (IFF/Fiocruz) para o Agosto Dourado também estão sendo virtuais, por causa da pandemia. Serão transmitidas três palestras, nos dias 18, 19 e 20 de agosto, com o tema “A importância de apoiar o aleitamento materno nos primeiros 1000 dias de vida para a construção de um planeta mais saudável”. O público-alvo são os profissionais residentes do IFF, mas o evento é aberto a todos os interessados. As inscrições podem ser feitas pelo site www.abre.ai/inscricaosmam.

Rede de apoio

Alheia à pandemia, a vida das mães e bebês continua. Mãe de primeira viagem, a secretária-executiva Suyane Pereira Scen teve Luiza na última quarta-feira (5) e já está em casa. Ela explica que leu muito a respeito dos benefícios da amamentação na internet e fez cursos on-line, além de receber orientações das enfermeiras do hospital onde fez o parto.

“Para o bebê é questão da saúde. O primeiro colostro é muito rico em nutrientes, previne um monte de doença. Depois ajuda ela a engordar, o leite hidrata, engorda. Pelo menos o que eu fiquei sabendo é que nos primeiros seis meses é crucial para a vida saudável. Para a mãe, ajuda a reter sangramento, contrair o útero e outras coisas que nem me lembro, não dormi direito”.

Já em casa, em Brasília, Suyane conta com o acompanhamento de uma consultora para ajudar nos primeiros dias, que são os mais difíceis para a mãe. “Estou amamentando, mas está bem complicado, está machucando. A consultora ensina a pega, que o bebê não pode pegar só o bico porque machuca, tem que pegar a auréola. Questão do primeiro leite, o colostro, e depois como faz para não dar mastite, não empedrar. Ela vai mostrando como deve ser feita a massagem para ajudar a produzir leite. Eu não entendo muito e estou aprendendo com ela”.

A comunicadora de Salvador Christiane Sampaio teve o primeiro filho, Cairu, há 15 anos, e agora está com o bebê Akin, que vai completar um ano dia 27. Ela conta que teve duas experiências bem diferentes com os dois partos e amamentação.

“Meu primeiro filho não colocaram no meu seio assim que ele nasceu; só depois que eu fui para o quarto. Deu super certo e eu o amamentei quase 11 meses. Mas a pediatra me disse que não precisava amamentar mais de 6 meses, só se eu quisesse mesmo. Eu não tinha uma postura muito ativa mesmo”.

Para ela, atualmente a mulher está muito mais consciente sobre a importância da amamentação e existe um ativismo muito mais forte no campo da maternidade.

Ela destaca também a importância das redes de apoio que se formaram em diversos lugares, com mulheres e profissionais que se ajudam e trocam experiências e informações sobre maternidade, parto e amamentação, tudo feito de forma individualizada e mais humanizada.

 

Agência Brasil

 

 

Professores da UFPB irão participar da campanha nacional ‘Fora Bolsonaro’

O presidente do Sindicato dos Professores da Universidade Federal da Paraíba (Adufpb), Fernando Cunha promoveu na ultima semana uma plenária docente para discutir a proposta de calendário extraordinário na UFPB e a participação da categoria na campanha nacional Fora Bolsonaro. A atividade ocorreu por videoconferência – devido às medidas de isolamento social decorrentes da pandemia de covid-19 – e reuniu cerca de 60 professores e professoras.

Na ocasião, a plenária docente concordou com a proposta de o sindicato participar dos atos virtuais e simbólicos (com atividades de rua) que estão sendo organizados no país pelas frentes Brasil Popular e Povo sem Medo dentro da campanha Fora Bolsonaro. Além disso, a entidade também tomará parte no ato nacional a ser realizado no dia 2 de julho pela Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), que também inclui na pauta o Fora Bolsonaro. Além de ações virtuais, a atividade prevê atos simbólicos, como a afixação de cartazes e cruzes simbolizando as vítimas da covid-19.

Indagado como enxerga as medidas do Governo Federal diante dos movimentos sindicais o presidente Fernando Cunha, disse: “No movimento sindical, os tempos com o governo Bolsonaro têm sido muito difícil. Desde a aprovação da reforma trabalhista no governo Michel Temer, um forte ataque aos movimentos sindicais foi iniciado. Bolsonaro, ao assumir, aprovou a reforma da Previdência que, em si já é uma ampliação da retirada de direitos, ampliando o tempo de trabalho… isso teve impacto no movimento sindical. Na medida em que você tem, entre os trabalhadores uma redução de seu ganho salarial eles fazem as opções de onde vão contribuir. A contribuição sindical é voluntária e a sindicalização garante a autonomia política e financeira dos sindicatos. Na reforma trabalhista também entrou o fim do sindicato como mediador dos vínculos de trabalho entre o empregador e o trabalhador. Então qualquer contato estabelecido entre o empregador e o trabalhador passa a ser validado sem a aprovação do sindicato que aumenta o sucateamento dos sindicatos e do próprio trabalhador. O trabalhador é descartável para esse governo, essa é a visão, o trabalhador não é de interesse deles. Toda a narrativa desse governo é de proteger os empresários e aumentar seus privilégios e ele vem fazendo isso”, comentou.

Em relação ao calendário extraordinário da UFPB, o sindicato apresentou proposta de realização de uma plenária unificada dos três segmentos da comunidade universitária já no mês de julho e também de plenárias dos centros para se discutir o ensino remoto e o semestre letivo 2020.1. Na avaliação da ADUFPB, o semestre só deve ser reiniciado se as condições mínimas para o ensino e a aprendizagem forem garantidas pela universidade.

Várias intervenções e análise foram realizadas ao longo do evento. O professor Carlos, por exemplo, avaliou que a UFPB vem conduzindo o processo de aulas remotas de maneira burocrática. A professora Maria de Fátima Rodrigues lembrou que os problemas não se limitam ao ensino, mas atacam também a extensão e a pesquisa. E o professor Antônio Joaquim Feitosa destacou os docentes não podem ser obrigados a utilizar aparelhos pessoais (computadores, celulares) para realizar atividades públicas.

Para o professor Marcelo Sitcovsky, as universidades devem continuar desenvolvendo atividades relacionadas ao enfrentamento da pandemia e seus reflexos nas mais variadas áreas da vida social. “Realizar atividades que envolvem ensino, pesquisa e extensão, colocando toda nossa capacidade a serviço da sociedade. Temos condições de promover ações amplas direcionadas para comunidade interna e externa”, avaliou. Segundo ele é preciso indicar que a UFPB busque com o governo federal acessar o Fundo de Democratização das Comunicações no sentido de adquirir hardware e software para a comunidade acadêmica.

Na avaliação da professora Juliana, a formação universitária não se dá apenas pelo ensino curricular. “A pesquisa e a extensão também formam e ensinam, e muito. A UFPB deveria focar em ampliar o fomento de ações de pesquisa e extensão (que inclui ensino não curricular) da comunidade acadêmica com vistas a apoiar a sociedade no enfrentamento da pandemia de covid-19”.

Para isso, segundo ela, “é necessária uma política de fomento e suspensão de alguns pontos da resolução 52, que amplie a carga horária dedicada a essas atividades. Além disso, temos as atividades de gestão que incluem a necessidade de planejamento coletivo, envolvendo o conjunto de professores, técnicos e estudantes para pensar essas estratégias e planejar um futuro quando for possível o retorno presencial que vai precisar de novas condições de organização física e institucional”.

pbagora

 

Solânea inicia primeira etapa da campanha de vacinação contra Febre Aftosa

De 01 a 30 de junho ocorrerá a 1ª Etapa da Campanha de Vacinação contra Febre Aftosa. Devido à pandemia da Covid-19 foi estabelecido maneiras remotas de realizar a comprovação dessas vacinas, evitando assim que o produtor seja exposto ao se deslocar para realizar a sua comprovação.

A Unidade Local de Sanidade Animal e Vegetal (ULSAV) de Solânea elaborou um banner de divulgação que possui um QR CODE. Através do QR Code, divulgado na imagem abaixo, os produtores tem acesso a um número de WhatsApp o qual pode realizar a comprovação da vacina. A maneira de comprovação via QR CODE é prática, bastando o produtor enviar a Nota Fiscal e o formulário de comprovação da vacina (anexo 13).

Como acessar

Para acessar o QR CODE o produtor basta apontar o celular com a câmera aberta para a imagem de QR CODE, caso não possua aplicativo de leitura no celular pode baixar fazendo a busca no Google “baixar aplicativo de QR CODE”.

 Assessoria de Comunicação

 

Vacinação é prorrogada para público de todas as fases da campanha

Diante de um baixo índice de vacinação de grupos prioritários, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe teve seu prazo ampliado e agora vai até o dia 30 deste mês. Segundo o Ministério da Saúde, dos 77,7 milhões de pessoas consideradas público prioritário, 63,53% receberam a vacina. Com a prorrogação, a expectativa é vacinar mais 28,3 milhões de pessoas.

A campanha teve três fases. Dividida em duas etapas, a terceira e última fase, iniciada em 11 de maio, tinha previsão de vacinar 90% do grupo considerado prioritário até o dia 5 de junho. Como o resultado ainda está aquém do esperado, o governo adotou a estratégia de prorrogar a data final para o dia 30.

Segundo o Ministério da Saúde, até o último fim de semana 25,7% de 36,1 milhões de pessoas estimadas nesta terceira fase foram vacinadas. “Desde o início da ação nacional, em 23 de março, 50 milhões de pessoas foram vacinadas, faltando ainda 28,3 milhões que ainda não receberam a vacina”, informou a pasta.

Nesta segunda etapa, a campanha tem como foco principal os professores de escolas públicas e privadas e adultos de 55 a 59 anos. Já a primeira etapa (da terceira fase da campanha) teve como público-alvo pessoas com deficiência; crianças de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes e mães no pós-parto até 45 dias.

Em nota, o secretário substituto de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, Eduardo Macário, disse que, além de ser importante para reduzir complicações e óbitos em decorrência da gripe influenza, a prorrogação da campanha é “mais uma oportunidade para que os públicos de todas as fases, que ainda não se vacinaram, possam procurar de forma organizada as unidades de saúde”.

Agência Brasil

 

 

Pandemia pode alterar as regras e influenciar a campanha e o voto do eleitor

A pandemia impactou profundamente a sociedade em todo o mundo, da macroeconomia às relações pessoais. E não será diferente com o processo político. Em meio à crise sanitária, 47 países já tiveram de adiar suas eleições, enquanto treze optaram por mantê-las. O Brasil encontra-se agora próximo desse dilema, tendo em vista o pleito municipal previsto para outubro. Não há ainda uma definição sobre o assunto, mas já existe um consenso entre lideranças políticas e a Justiça Eleitoral sobre o que não deve ser feito: prorrogar os atuais mandatos, ou seja, fazer a votação em 2021 ou, como querem alguns, apenas em 2022, unificando-a com a escolha de presidente, governadores, senadores e deputados. A decisão deve ocorrer até o fim de junho, por uma comissão formada pela Câmara e pelo Senado. Em caso de alteração do cronograma, é preciso ainda que o Congresso aprove uma proposta de emenda constitucional. “Se for necessário, nós nos comprometemos a votar a PEC em uma semana”, diz um dos integrantes da comissão, o senador Weverton Rocha (PDT-MA).

Se houver mudança de datas (algo que parece cada vez mais provável), a alternativa será adiar o pleito para novembro ou dezembro. Assim, os novos prefeitos e vereadores assumiriam em 1º de janeiro de 2021, como está previsto. Recém-empossado presidente do Tribunal Superior Eleitoral, o ministro Luís Roberto Barroso tem ouvido epidemiologistas para tentar prever a situação da pandemia nas próximas semanas, pois tem urgência em definir alguns trâmites técnicos, como o envio de servidores aos estados para testar as urnas eletrônicas, um passo corriqueiro que será mais difícil na atual situação. Alternativas têm sido levadas ao TSE por especialistas, como a possibilidade de manter a eleição nas datas previstas, mas com as seções em horário estendido para reduzir aglomerações. “Temos condições de fazer em outubro usando criatividade e tecnologia”, afirma Marcelo Weick Pogliese, coordenador-geral da Academia Brasileira de Direito Eleitoral e Político (Abradep), que propôs essa e outras mudanças, como a suspensão da biometria para evitar o contato direto entre eleitores e mesários, destaca reportagem da Veja.

O coronavírus terá ainda um peso decisivo na escolha dos eleitores, e as atitudes dos políticos com relação ao problema já estão sob o julgamento da população, em muitos casos, com efeitos positivos para os atuais prefeitos. “Os governantes que vão disputar a reeleição se beneficiam da visibilidade obtida pelo combate à doença”, diz Murilo Hidalgo, do Paraná Pesquisas. Levantamento do instituto mostrou que 42,3% dos entrevistados avaliam como ótima ou boa a atuação dos prefeitos contra a Covid-19. Já 61,8% disseram que aqueles que estão se saindo bem são favoritos à reeleição (veja o quadro). Os atuais gestores vão tentar um novo mandato em catorze das 26 capitais, como Bruno Covas (PSDB), em São Paulo, Marcelo Crivella (Republicanos), no Rio, Alexandre Kalil (PSD), em Belo Horizonte, e Nelson Marchezan (PSDB), em Porto Alegre. De certa forma, a disputa eleitoral já está em curso e a oposição, sem o mesmo espaço no noticiário, vai se movimentando. Em Belo Horizonte, Rodrigo Paiva, do Novo, o mesmo partido do governador Romeu Zema, foi indicado para enfrentar Kalil. Em Porto Alegre, Manuela d’Ávila (PCdoB) fechou uma aliança com o PT como vice para duelar com Marchezan. No Rio, Marcelo Freixo (PSOL) desistiu, mas Eduardo Paes (DEM) e Paulo Marinho (PSDB) já estão com o nome na disputa. Em São Paulo, além de Jilmar Tatto, do PT, o ex-governador Márcio França (PSB) lançou sua candidatura com o apoio do PDT de Ciro Gomes, assim como o PCdoB, com Orlando Silva, e o Republicanos, com Celso Russomanno. Outros partidos, como o PSOL, deverão ter postulantes ao cargo na cidade. Além de enfrentarem prefeitos com grande exposição, eles terão uma dificuldade extra: a pandemia, que deve de alguma forma resistir por alguns meses, vai limitar as campanhas de rua e o corpo a corpo com os eleitores. Será mesmo a eleição mais singular da história recente.

Veja

 

 

Pré-candidata a vereadora solicita à ALPB hospital de campanha e benefícios para Bananeiras

A pré-candidata a vereadora de Bananeiras, Cláudia Cristina de Carvalho (Cristina de Chagas), enviou à deputada Camila Toscano uma solicitação para que possa ser requerido na Assembleia Legislativa da Paraíba (ALPB) vários benefícios para a cidade. Entre os pedidos, Cristina pediu ajuda no combate à pandemia do novo Coronavírus.

Estão entre as solicitações enviadas à deputada por Cristina, que a UPA do município seja adaptada a um hospital de campanha ou ponto de apoio em ações referentes a Covid-19 e que a cidade seja contemplada com insumos de proteção para profissionais de saúde.

Mas não é apenas com a pandemia que Cristina de Chagas está preocupada. E, pensando em outros setores que contribuem para o crescimento de Bananeiras, ela também solicitou apoio ao esporte do município; casa de apoio para mulheres que sofrem violência doméstica e psicológica, com psicólogo e proteção; e, apoio a crianças autistas (equipe multidisciplinar) especializada permanente, composta por fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, entre outros.

 

Redação FN