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Funerária de João Pessoa vende caixões com escudos de times de futebol

Reprodução/TV Correio HD
Reprodução/TV Correio HD

Torcedor e time do coração poderão continuar juntos eternamente e nem a morte vai separá-los. Esse é o objetivo da Funerária Amor Eterno, de João Pessoa, que há mais de um ano vende caixões de times brasileiros.

José Teodozio, dono da funerária, disse que a ideia de vender urnas funerárias estilizadas de times brasileiros surgiu quando pessoas insinuaram o desejo de serem sepultadas em caixões do time do coração. “Um rapaz passou oferecendo daí comprei. Foi um sucesso”.

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Comprados de uma fornecedora de Santa Cataria, eles são vendidos por R$ 1.300. Os campeões de venda são de Flamengo e Vasco, times mais populares no Nordeste e Brasil. “Já vendi caixões dos dois times. Teve o caso de um jovem, que era torcedor do Flamengo, e morreu aqui em João Pessoa. A mãe dele comprou o caixão e enterrou o filho, como forma da última homenagem”, falou Teodozio.

Há alguns meses, nenhum caixão com símbolo do time foi vendido. Porém, a funerária dispõe de urnas com escudos do Grêmio, Flamengo, Vasco e até da Copa do Mundo, a espera de um torcedor.

 

portalcorreio

Sem salários extras, parlamentar diz ter dificuldade para pagar ‘caixões e receitas médicas’ de eleitores

deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA)A Câmara aprovou na quarta-feira (27) um projeto que limita o pagamento de 14º e 15º salário para deputados e senadores, mas a decisão contrariou alguns parlamentares.

Em entrevista à rádio CBN, o deputado Francisco Escórcio (PMDB-MA) criticou a medida, e alegou que utiliza o dinheiro para pagar “caixões e passagens” para eleitores menos favorecidos que visitam seu gabinete.

Essa ajuda de custo, porém, é destinada para suprir a necessidade que os parlamentares têm ao se mudar, com suas famílias, para a capital, no início e no final de cada ano durante o recesso.

Ontem, o deputado Newton Cardoso (PMDB-MG) se pronunciou abertamente contra o projeto.

“Eu vou abrir mão sim, mas é preciso ajudar aqueles que precisam desse dinheiro. Acho uma deslealdade com estes deputados cortar o salário deles. Acho errado! Pago para trabalhar aqui, pago caro”, disse.

Os vencimentos mensais dos parlamentares são de R$ 26.723,13.

“É um clientelismo e assistencialismo sem igual. O deputado deveria fiscalizar o poder executivo, e não oferecer estes favores. Caso a entrega dessas benesses esteja condicionada ao voto no próximo pleito, pode ser caracterizado o crime eleitoral da compra de votos”, afirma Helio Silveira, advogado especialista em sistema eleitoral.

A reportagem tentou entrar em contato com Escórcio, mas ele não foi encontrado em seu gabinete.

O projeto de decreto legislativo, de autoria da ex-senadora e atual ministra da Casa Civil, Gleisi Hoffmann (PT-PR), já tinha sido aprovado há cerca de nove meses no plenário do Senado.

Ao extinguir os salários extras, o projeto prevê que os parlamentares ainda continuem recebendo dois salários a mais, um no início e outro no final do mandato. Ou seja, para os deputados, a cada quatro anos; para os senadores, a cada oito anos.

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A colocação do assunto em pauta é uma tentativa do presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), de melhorar a imagem da Câmara dos Deputados diante da opinião pública. “Parabéns a este plenário, que resgata a altivez dessa Casa”, declarou após a aprovação.

“Como trabalhadores que somos, não merecemos nenhum direito a mais”, disse a deputada Manuela D’Ávila (PCdoB-RS), líder da bancada comunista.

“Esta tarde é uma tarde histórica”, declarou o deputado Rubens Bueno (PPS-PR). “Esse dinheiro não nos pertence.”

A extinção do pagamento do 14º e do 15º trará economia de R$ 27,4 milhões anuais à Câmara e de R$ 4,32 milhões ao Senado, totalizando R$ 31,7 milhões. De acordo com a assessoria da Câmara, apenas 30 dos 513 deputados abriram mão voluntariamente do benefício.

O subsídio pago aos parlamentares teve origem quando a capital da República federal ainda era o Rio de Janeiro..

UOL

Remígio: Restos mortais e caixões de defunto são jogados em via pública

 

Como se não bastasse o problema da falta de lugares para sepultar seus entes queridos em virtude da superpopulação do cemitério público, os moradores de Remígio, a 137 km de João Pessoa enfrentam outro descaso por parte da administração municipal.

Constantemente são efetuadas denúncias nas emissoras de rádio da região em relação ao lixo retirado do cemitério e jogado em via pública. São caixões de defunto, grades de sepulturas e restos mortais que trazem mau cheiro e incomodo aos moradores das ruas Monte Santo e Gibão. Nas ruas, o que mais se comenta é a quantidade assustadora de lixo que invade a cidade, enquanto a assessoria de comunicação da prefeitura afirma que o problema será solucionado em breve. Cães consumindo os ossos e restos humanos dividem o espaço com crianças que inocentemente brincam com o macabro material, um pano de fundo que mais parece filme de terror.

Confiram as fotos do blog “buchofuradoremigio”:

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Sandra Souto/Ascom para o Focando a Notícia