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Brasil chega a quase 154 mil mortes pela Covid-19, aponta consórcio de imprensa

O Brasil registrou 195 novas mortes pela Covid-19 e 8.874 casos da doença neste domingo (18). O país, com isso, chegou a 153.885 óbitos e a 5.232.541 pessoas infectadas pelo novo coronavírus desde o início da pandemia.

Os dados são fruto de colaboração inédita entre Folha, UOL, O Estado de S. Paulo, Extra, O Globo e G1 para reunir e divulgar os números relativos à pandemia do novo coronavírus. As informações são coletadas diretamente com as Secretarias de Saúde estaduais.

Nos finais de semana e nas segundas-feiras, os números do consórcio costumam ser mais baixos por causa de atrasos de notificações nas secretarias.

Além dos dados diários do consórcio, a Folha também mostra a chamada média móvel. O recurso estatístico busca dar uma visão melhor da evolução da doença, pois atenua números isolados que fujam do padrão. A média móvel é calculada somando o resultado dos últimos sete dias, dividindo por sete.

De acordo com os dados coletados até as 20h, a média de mortes nos últimos sete dias é de 483, o que representa um cenário de queda em relação à média de 14 dias atrás. Recentemente, o país chegou a estar em situação de queda da média, mas, em seguida, retornou ao patamar de estabilidade dos dados de mortes.

Com 230 óbitos registrados nas últimas 24 horas, os dados do governo federal mostram que o Brasil tem 153.905 mortes confirmadas pela Covid-19 até este domingo (18), segundo boletim do Ministério da Saúde.

O balanço aponta 10.982 novos casos, totalizando 5.235.344 registros da doença no país. O estado de São Paulo ainda soma o maior total de registros -são 38.020 mortes e 1.063.602 casos até este domingo. Em seguida, com relação a mortes, aparecem Rio de Janeiro (19.765), Ceará (9.210) e Pernambuco (8.487).

O governo avisa, entretanto, que os dados deste domingo são parciais porque houve um problema no sistema na atualização dos dados de quatro estados: Rondônia, Pernambuco, Paraíba e Goiás. “Os dados estão preservados, e serão atualizados no boletim [de segunda-feira, 19]”, diz o ministério.

Os dados mostram ainda que há 4.650.030 pessoas recuperadas da doença e 2.362 mortes em investigação.

O Brasil tem uma taxa de 73,2 mortos por 100 mil habitantes. Os Estados Unidos, que têm o maior número absoluto de mortos (218.448 ), e o Reino Unido (43.519 ), ambos à frente do Brasil na pandemia (ou seja, começaram a sofrer com o problema antes), têm 66,9 e 65,5 mortos para cada 100 mil habitantes, respectivamente. O país também já ultrapassou a taxa da Itália de mortes por 100 mil habitantes (60,3).

A iniciativa do consórcio de veículos de imprensa ocorre em resposta às atitudes do governo Jair Bolsonaro (sem partido), que ameaçou sonegar dados, atrasou boletins sobre a doença e tirou informações do ar, com a interrupção da divulgação dos totais de casos e mortes. Além disso, o governo divulgou dados conflitantes.

 

FOLHAPRESS

 

 

Brasil tem mais de 150 mil mortes por Covid-19

O Brasil ultrapassou neste sábado (10) a marca de 150 mil mortes por Covid-19, num momento em que o pico da doença já está há um mês e meio em queda. O ritmo de redução, porém, é lento.

O número exato de mortes que o Brasil registra na tarde deste sábado é de 150.023, em meio a 5.073.483 de casos no total, incluindo as ocorrências não letais. O número foi levantado pelo consórcio de veículos de imprensa que realiza a contagem independente do número de mortos. Além do GLOBO e Extra, integram o consórcio G1, Folha de S.Paulo, O Estado de São Paulo e UOL.

O histórico dos números mostra que, um mês e meio após sair do patamar de mil mortes diárias (um pico que se tornou um platô), o país ainda está registrando média de 600 mortes por dia, número ainda alto.

— Vemos no Brasil uma evolução da epidemia muito semelhante à história natural da doença, e percebemos que não vai haver aqui uma queda abrupta da curva de mortes como vimos em outros países — afirma Alberto Chebabo, vice-presidente da Sociedade Brasileira de Infectologia. — A gente vai se arrastar nessa primeira onda de casos que parece não terminar nunca, até ela perder a força naturalmente ou até a gente ter uma vacina que resolva.

Uma preocupação dos médicos é que essa dificuldade em derrubar o número de mortes ocorre em um cenário no qual a maioria das grandes cidades do país já está em processo de reabertura da economia.

— Não existe aqui tem uma quantidade de exames adequada para o enfrentamento da pandemia e não existe uma estratégia de rastreamento de contatos como em outros países — afirma Chebabo, que aponta falta de liderança como um dos problemas. — A atuação do Ministério da Saúde é pífia.

Raquel Stucchi, professora da Faculdade de Ciências Médicas da Unicamp, diz se preocupar com o efeito de fadiga que as pessoas estão sentindo em manter medidas de contenção.

— Nós estamos há tanto tempo nisso que a gente acaba deixando de se impressionar e atá banalizando até os números — afirma Stucchi. — Mas nós não podemos nos acostumar com um número de 600 mortes por dia. E nós temos um período ainda longo de convivência com o novo coronavírus.

É possível ter uma medida de como a desaceleração da epidemia é demorada no Brasil, se dividirmos as 150 mil mortes em cinco etapas. A primeira etapa de 30 mil mortes levou 76 dias para se completar, mas as três seguintes se completaram em um mês cada uma. A última etapa não levou muito mais tempo para fechar: 41 dias.

O número de mortes, dizem os médicos, está subnotificado, o que é normal em alguma medida para novas epidemias. A SBI trabalha com um cenário em que cerca de 20% dos óbitos por Covid-19 não estão sendo atribuídos ao novo coronavírus.

Os especialistas consultados pelo GLOBO falam em deficiência ainda na realização de testes para confirmar o diagnóstico por Covid-19.

Prestação de contas

Na entrevista coletiva concedida sexta-feira por integrantes do Ministério da Saúde, a pasta afirmou ter distribuído 7,5 milhões de testes diagnósticos do tipo PCR, o padrão para diagnóstico de pacientes sintomáticos. Um sinal de que o número é pequeno é que o país já tem mais de 5 milhões de casos confirmados.

Não houve menção na entrevista ao número específico de mortes registradas pela doença. O secretário-executivo da pasta, Elcio Franco, destacou os recuperados.

— O Ministério da Saúde apresenta o seu pesar pelas centenas de milhares de mortes decorrentes da Covid-19, ao mesmo tempo em que reforça a força do nosso sistema único de saúde com mais de 85% de recuperados dentre aqueles acometidos da Covid-19 — disse.

Questionado sobre a demora na queda do número de mortes, Franco não apontou motivo específico

— O decréscimo está sendo constante e está sendo estável — disse. — Isso indica que estamos resolvendo não totalmente o problema da doença, mas estamos conseguindo controlar os seus efeitos.

Especialistas consultados pelo GLOBO atribuem a queda no número de mortes por Covid-15 a medidas de distanciamento social. Em alguns lugares, como Manaus (AM) médicos acreditam que a população que sobreviveu à doença está providenciando imunidade coletiva parcial agora.

Franco, porém, destaca outra causa como queda da mortalidade diária peLo novo coronavírus.

— Podemos destacar a região Sul, a gente já consegue observar um decréscimo na incidência de casos e também na incidência de óbitos, devido também ao tratamento precoce que está ocorrendo nesses estados — disse o secretário-executivo do Ministério da Saúde.

Franco afirmou na coletiva que um componente do tratamento é a cloroquina, medicamento do qual já foram distribuídos 5,8 milhões de unidades pelo ministério. Apesar de o governo elencar trabalhos mostrando que a droga é eficaz, sociedades médicas criticam sua indicação no Brasil.

 

O Globo

 

 

Brasil vence Bolívia por 5 X 0 na estreia das Eliminatórias

A missão visando a Copa do Mundo do Qatar começou em grande estilo. Nesta sexta-feira, o Brasil venceu a Bolívia por 5 a 0 na Neo Química Arena, em partida válida pela 1ª rodada das Eliminatórias Sul-Americanas. Marquinhos, Roberto Firmino, duas vezes, Carrasco (contra) e Philippe Coutinho marcaram os gols da Canarinho.

A contagem, inclusive, poderia ter sido maior. Em uma partida marcada por ataque contra defesa, o goleiro Carlos Lampe apareceu com boas defesas e evitou que a derrota da Bolívia fosse ainda pior.

Com o resultado, o Brasil assumiu a liderança das Eliminatórias. Como a Colômbia venceu a Venezuela por 3 a 0 mais cedo, a equipe comandada por Tite fica na ponta da classificação pelo maior número no saldo de gols. A Bolívia, consequentemente, é a última colocada.

As duas equipes voltam a jogar na próxima terça-feira, pela segunda rodada das Eliminatórias. Às 17h (de Brasília), a Bolívia encara a Argentina no Estádio Hernando Siles, em La Paz. O Brasil entra em campo às 21h para medir forças com o Peru no Estádio Nacional de Lima.

PRESSÃO CANARINHO
O Brasil não perdeu tempo para atacar. Logo aos 40 segundos de jogo, Éverton desperdiçou uma chance real de gol. Lampe soltou um cruzamento de Renan Lodi e o camisa 19, praticamente na frente da linha do gol, pegou mal na bola.

Minutos depois, uma cabeçada de Marquinhos passou perto da trave. Desde o começo, o ímpeto ofensivo canarinho se fez presente.

Era um jogo de ataque contra defesa. A Bolívia, com desfalques, marcava com cinco jogadores dentro da área e dificultava qualquer avanço do Brasil. Neste cenário, a Canarinho rompeu a La Verde da única forma restante: na bola parada. Em uma jogada ensaiada de escanteio, Danilo cruzou para Marquinhos, sozinho, colocar para o fundo das redes.

A partida desenrolou-se como um treino de luxo para a Seleção Brasileira. Mesmo tirando o pé na metade do primeiro tempo, a Canarinho dominava a posse de bola e encurralava a Bolívia, com sérias dificuldades de criação, no próprio campo.

Tamanha criação ofensiva acabou virando gols. Em jogada envolvendo Renan Lodi, uma das principais válvulas de escape do esquema brasileiro, cruzou para Roberto Firmino esticar o pé e dobrar a vantagem brasileira ainda no primeiro tempo.

O segundo tempo começou da mesma maneira que os primeiros 45 minutos da partida. Sem tirar o pé do acelerador, a contagem virou goleada logo aos três minutos. A defesa da Bolívia não encontrou Neymar, que arrancou e tocou para Roberto Firmino marcar o segundo na partida e o terceiro da Canarinho.

O quarto gol foi marcado com uma ajudinha boliviana. Em jogada criada no lado direito, Rodrygo desviou um cruzamento, mas o último a tocar a bola foi o zagueiro Carrasco, que colocou contra a própria rede.

É SEM PARAR!
​A Bolívia, nocauteada, buscava maneiras de evitar um placar ainda pior. O Brasil, já com a liderança garantida, buscava maneiras de ficar ainda mais no topo. Neymar deu de garçom mais uma vez aos 28 minutos: desta vez, o cruzamento do camisa 10 encontrou Philippe Coutinho como elemento surpresa dentro da área para cabecear.

O Brasil não freou. Mesmo com as alterações promovidas por Tite, a equipe verde e amarela permaneceu pressionando em linha alta e incomodando a Bolívia até o fim. A La Verde, contudo, conseguiu se segurar. O placar, contudo, não ficou devendo satisfação: triunfo por 5 a 0.

Lance

 

 

Covid-19: Brasil negocia com nove laboratórios sobre possíveis vacinas

O Brasil mantém tratativas com nove laboratórios ou centros de pesquisa atuando em estudos e no desenvolvimento de vacinas contra a covid-19. Com os responsáveis pelas vacinas Oxford e Astrazeneca e do consórcio da OMS Covax Facility, já foram celebrados acordos para a aquisição de 140 milhões de doses no primeiro semestre de 2021, que serão disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunização.

O balanço foi apresentado hoje (8), em entrevista coletiva do Ministério da Saúde. As nove iniciativas de pesquisa são: Oxford/Astrazeneca (Reino Unido), Sinovac/Butantan (China), Pfizer (Estados Unidos e Alemanha), Sinopharm (China), Sputinik5 (Rússia), Covaxx e Novavax (Estados Unidos), Janssen (Bélgica) e Merck (Estados Unidos, França e Áustria).

No caso da vacina de Oxford, a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), responsável por sua fabricação no Brasil a partir da transferência de tecnologia do laboratório Astrazeneca, deu entrada no processo de submissão contínua na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Este é o momento em que os proponentes de uma vacina começam a fornecer informações e abrem o processo de análise pela Anvisa.

De acordo com a presidente da Fiocruz, Nísia Trindade, há perspectiva de resultados dos estudos da Fase 3 em novembro ou dezembro. Esta é a etapa em que a substância é analisada em sua aplicação em humanos. Os testes estão a cargo da Universidade Federal de São Paulo (USP).

Pelo acordo firmado, a Fiocruz vai receber o ingrediente farmacêutico ativo e deve terminar a primeira entrega de 30 milhões de doses até janeiro de 2021. Para o primeiro semestre do próximo ano, mais 100 milhões de doses. O intuito é ter no segundo semestre entre 100 e 165 milhões, totalizando entre 200 e 265 milhões no ano que vem. “Isso depende da complexidade do processo de incorporação de tecnologia”, justificou Nísia Trindade.

Covax facility

Outra frente de atuação do governo brasileiro está no consórcio de países organizado pela OMS Covax facility. O secretário executivo do Ministério da Saúde, Élcio Franco, informou que o Brasil pagou ontem (7) a primeira parcela. Com isso, o país passa a ter direito a resultados positivos das pesquisas e de eventuais vacinas desenvolvidas no âmbito do projeto.

O país já assegurou 40 milhões de doses para o primeiro semestre de 2021. Como a aplicação pode demandar duas doses por pessoa, Franco estimou que o produto beneficie 20 milhões de pessoas, cerca de 10% da população.

Foram escolhidos como público-alvo dessa vacina profissionais de saúde e pessoas que estão no chamado grupo de risco, que abrange idosos (60 anos ou mais) ou que apresentem condições médicas que as tornam mais vulneráveis à covid-19.

“Já temos garantido para o primeiro semestre de 2021 o acesso a 140 milhões de doses para aderir ao nosso Programa Nacional de Imunização”, afirmou o secretário executivo do Ministério da Saúde.

Programa de vacinação

Caso alguma das vacinas tenha êxito nas análises, a aplicação na população, ou nos segmentos selecionados, ocorrerá pelo Programa Nacional de Imunização.

A participação exigirá a oferta do CPF, como foi explicado pelo diretor do Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (SUS), Jacson Venâncio de Barros. “O registro vai permitir o monitoramento constante de eventos adversos. Podemos ter uma, duas três, vacinas. E quando tivermos 3, 4, 10? Se não tivermos controle, ele vai tomar uma vacina A e B. A identificação unívoca vai permitir que a gente tenha a carteira nacional digital de vacinação”, justificou.

 

agenciabrasil

 

 

Guarabira é o primeiro município do Brasil a pagar auxílio da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc

O município de Guarabira, situado na região do Agreste Paraibano, a 98 quilômetros de João Pessoa, já deu início aos processos dos primeiros pagamentos da Lei de Emergência Cultural aos seus artistas. A Lei Aldir Blanc, como é conhecida, é um instrumento que foi criado com o intuito de promover ações para garantir a renda emergencial de artistas durante o período da Pandemia da Covid-19, além da manutenção de espaços culturais brasileiros e outras ações de incentivo à criação e produção artística, por meio de editais e chamadas públicas.

O município de Guarabira (PB), que possui cerca de 59 mil habitantes, foi também precursor no lançamento do cadastro dos artistas e dos editais em várias áreas da produção cultural, desde o mês de junho último. Nesta quinta-feira (08), a Secretaria Municipal de Cultura e Turismo deu entrada nos processos de pagamento dos primeiros beneficiários da lei junto à Secretaria de Finanças.

Inicialmente, esses primeiros pagamentos estão sendo destinados a 18 empresas, organizações e espaços culturais que atenderam à primeira convocatória, publicada no Diário Oficial do município no início de setembro. Recentemente, a Câmara Municipal de Guarabira aprovou o Projeto de Lei que abre crédito especial para utilização dos recursos da Lei. Imediatamente, a Secretaria de Cultura fez uma nova convocação dos espaços que foram homologados por um Comitê Gestor para coleta dos dados bancários de cada beneficiário.

Os primeiros beneficiários estarão recebendo os seus subsídios com valores que variam de R$ 6 Mil a R$ 12 Mil Reais, divididos em duas parcelas. Esses primeiros pagamentos referem-se à primeira parcela para cada entidade contemplada.

PIONEIRISMO – O Secretário de Cultura do município, escritor e teatrólogo Tarcísio Pereira, disse que a prefeitura de Guarabira foi pioneira porque vem acompanhando a Lei Aldir Blanc desde a sua tramitação no Congresso Nacional, pois a Lei surgiu num momento em que a Secretaria já tinha vários projetos em andamento para o atendimento aos artistas locais em caráter de emergência.

“Ainda temos muito trabalho pela frente”, disse o secretário. “Esses primeiros pagamentos representam apenas um terço dos recursos que serão repassados. Inicialmente estamos atendendo aos beneficiários do Inciso II do segundo artigo da lei, que destina benefícios para as organizações e espaços de cultura dos municípios”.

Ele também adiantou que, até ao início da próxima semana, a Secretaria de Cultura estará divulgando e homologando o resultado dos 10 editais que foram lançados, os quais vão beneficiar artistas independentes nas áreas de música, artes cênicas, visuais, cinema, literatura, cultura popular e várias outras.

Guarabira é um município vocacionado à cultura com destaque em várias áreas. É também a cidade que possui o maior número de museus no estado da Paraíba – além de biblioteca, centro de documentação, galeria de arte e um teatro municipal. Em Guarabira também são realizados importantes eventos artísticos e religiosos – como o Festival Internacional de Arte Naif, Primavera do Teatro, Festa da Luz, Romaria de Frei Damião e Festival de Mulheres Artistas.

Assessoria

 

 

Brasil registra 819 mortes e quase 42 mil casos novos em 24h

A taxa de letalidade da doença continua em 3% e a de mortalidade é de 70,2 para cada 100 mil habitantes. A média móvel de óbitos dos últimos sete dias é de 653.

Já a quantidade de casos no mesmo período foi de 41.906, o que eleva para 4.969.141 o número de diagnósticos positivos para o novo coronavírus (Sars-CoV-2) desde março deste ano. Com isso, a taxa de incidência da doença é de 2.364,6 pessoas a cada 100 mil moradores.

O estado de São Paulo continua sendo aquele que tem os maiores números em valores absolutos, com 1.010.839 casos registrados e 36.490 falecimentos.

A segunda posição nos dados totais de contaminações fica com a Bahia (318.147), seguida por Minas Gerais (310.124), Rio de Janeiro (275.415) e Ceará (255.929).

Quando considerado apenas o número totais de vítimas, a segunda posição fica com o Rio de Janeiro com 18.883 óbitos – e a maior taxa de letalidade do país, com 6,9%. O estado fluminense é seguido por Ceará (9.084), Pernambuco (8.365) e Minas Gerais (7.704).

Terra

 

 

Curvas de casos e óbitos por coronavírus estão em estabilidade no Brasil

O consórcio de veículos de imprensa divulgou novo levantamento da situação da pandemia de coronavírus no Brasil a partir de dados das secretarias estaduais de Saúde, consolidados às 20h desta quinta-feira (1º).

O país registrou 881 mortes pela Covid-19 nas últimas 24 horas, chegando ao total de 144.767 óbitos desde o começo da pandemia. Com isso, a média móvel de mortes no Brasil nos últimos 7 dias foi de 698, uma variação de -9% em relação aos dados registrados em 14 dias.

Desde o dia 14 de setembro a tendência na média móvel de mortes segue em estabilidade, ou seja, o número não apresentou alta nem queda representativa em comparação com os 14 dias anteriores. Antes disso, o país passou por um período de uma semana seguida com tendência de queda no registro de mortes por Covid.

Em casos confirmados, desde o começo da pandemia 4.849.229 brasileiros já tiveram ou têm o novo coronavírus, com 35.643 desses confirmados no último dia. A média móvel de novos casos foi de 26.859 por dia, uma variação de -12% em relação aos casos registrados em 14 dias. Ou seja, também encontra-se na faixa que aponta estabilidade.

No total, 4 estados apresentam alta de mortes: Espírito Santo, Amazonas, Roraima e Ceará.

Vale ressaltar que há estados em que o baixo número médio de óbitos pode levar a grandes variações percentuais. Em Roraima, a média saltou de 1 para 3 no intervalo de 14 dias, o que levou a uma variação de 375%. A média é, em geral, em números decimais e arredondada para facilitar a apresentação dos dados.

No Amazonas, o número voltou a ser impactado por mortes de meses anteriores cujas causas foram revisadas para Covid pela Secretaria Municipal de Saúde de Manaus. Das 117 mortes registradas no boletim do estado nesta quinta, 114 ocorreram em abril e maio e só agora foram somadas à conta.

A Paraíba tem 121.809 casos confirmados de contaminação pelo novo coronavírus, segundo informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta quinta-feira (1º). O número de mortes confirmadas por Covid-19 subiu para 2.835 no estado desde o início da pandemia. Todos os 223 municípios paraibanos registraram casos da doença.

Consórcio de Imprensa

 

 

Paraíba é o segundo maior produtor de abacaxi do Brasil no ano de 2019, mostra IBGE

Dados da Pesquisa Agrícola Municipal (PAM), divulgada pelo IBGE nesta quinta-feira (1º), mostram que a Paraíba foi o segundo maior produtor de abacaxi do país, em 2019. Foram 307,1 milhões de frutos produzidos, o que tornou o estado responsável por 18,9% de toda a produção de abacaxi no país, atrás apenas do Pará, que teve 311,9 milhões. O levantamento apresenta informações sobre os principais produtos da agricultura nacional, como área plantada e colhida, quantidade produzida, valor da produção e rendimento médio obtido.

Conforme dados obtidos pelo ClickPB, mesmo que ocupe uma das primeiras posições no ranking nacional, frente a 2018, quando a produção paraibana foi de 334,8 milhões de frutos, houve queda de 8,3%. Nesse mesmo período, a pesquisa também constatou uma redução de 7,8% no total da área colhida desse produto.

O estado registrou, em 2019, ainda o maior valor de produção do país das lavouras de abacaxi, somando R$ 322,1 milhões. O estado do Pará, embora tenha produzido a maior quantidade, ficou em 2º lugar, com R$ 271,3 milhões. Por sua vez, o total brasileiro foi de R$ 1,9 bilhão.

Os principais produtores de abacaxi em 2019, entre os municípios do estado, foram:

  • Pedras de Fogo, responsável por 82,5 milhões de frutos;
  • Itapororoca, 69 milhões; Araçagi, 48 milhões;
  • Santa Rita, 24 milhões;
  • e Lagoa de Dentro, 12,3 milhões.

 

clickpb

 

 

Será que esse é o momento para empreender no Brasil? 

Saiba quais são os principais cuidados que se deve ter, se o desejo for empreender nesse cenário
Muitos estabelecimentos voltaram a funcionar numa tentativa de se manter no mercado. Com o apoio do governo, a retomada gradativa desses locais tem como intuito girar a economia do país e diminuir os impactos por conta da paralisação.

O setor gastronômico foi um dos mais impactados. Só em São Paulo, dos 23.000 bares e restaurantes da capital, 12.000 fecharam, segundo dados da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel).

Com minha experiência de mais de 35 anos no mundo dos negócios e desde 2015 à frente da MORCONE Consultoria Empresarial, frequentemente sou questionado sobre esse assunto, portanto, hoje pretendo esclarecer se esse é o momento para empreender no Brasil.

Primeiramente gosto de esclarecer que sempre pode ser um momento para empreender, mas diante desse cenário que estamos vivendo, ressalto a importância de que se tenha um bom planejamento estratégico, bom estudo prévio de viabilidade do negócio, entre outros cuidados.

A retomada gradativa de muitos setores no Brasil não pode ser confundida ingenuamente como momento apropriado para se aventurar no mercado. É momento, tanto para as empresas que continuam suas operações, como para empresários que desejam empreender, que foquem em analisar o mercado, que visualizem o que dentro do seu segmento de negócio pode ser uma boa oportunidade.

Impulsividade não é o recomendado em qualquer contexto

O comportamento impulsivo só pode prejudicar o empresário. O recomendado é que reflita, ainda mais nesse momento em que o país ainda está enfrentando a pandemia, embora a sensação para muitos seja de “pós-pandemia”.

Análise e planejamento são fundamentais. Sem cuidado, empreender pode significar colocar o seu sonho em risco, talvez esperar seja o comportamento mais indicado no momento, mas tudo depende do modelo de negócio, de como o planejamento tem sido conduzido, de quais as estimativas do mercado para o produto/serviço que deseja disponibilizar.

Cada caso é singular e merece a atenção. Recentemente foi disponibilizado pelo SEBRAE um material interessante e gratuito de como é possível desenvolver comportamento empreendedor e colocá-lo em prática em tempos de coronavírus.

A reinvenção, adaptação, remodelagem e plano de contingência, são algumas das ações que um cenário de incertezas como esse, exige.

Esse é um momento em que muitas empresas estão “se afogando”, tentando encontrar alternativas para prosseguir no mercado. Em menos de um mês o Programa Nacional de Apoio às Microempresas de Pequeno Porte (Pronampe), emprestou toda a garantia de 15,9 bilhões de reais, o que possibilitou linhas de crédito a aproximadamente 218 mil empresas.

Quem está empolgado achando que é o momento de empreender, procure se orientar com órgãos especializados, como é o caso do Inova CPS (Centro Paula Souza), SEBRAE ou até mesmo busque auxílio junto a um mentor empresarial, ou seja, busque auxílio para validar a sua boa ideia.

Quais os principais cuidados que se deve ter quando o desejo é seguir em frente a fim de colocar o negócio no mercado?

Planeje a sua ideia

Estudar e gastar tempo colocando a ideia no papel é fundamental. As ideias precisam sair do campo da imaginação e adentrar na realidade, portanto é tão fundamental estudar o mercado. É preciso testar essa ideia para ver se tem viabilidade ou não.

Faça o cálculo de recursos (capital de giro)

É imprescindível para garantir que sua ideia não morra tão cedo. Vale lembrar que uma excelente ideia não resiste à falta de dinheiro (capital de giro). Uma nova filial, um novo produto ou qualquer outro objetivo de expansão no mercado exigirá aumento de capital de giro.

Esse aumento de capital não precisa ser necessariamente de recursos próprios, embora no Brasil ainda estejamos em desenvolvimento quanto aos investidores-anjo, se um empresário consegue encontrar alguém que possa investir em seu negócio, será necessário mostrar um plano de negócios muito bem detalhado que demonstre o potencial da organização.

Empreender na crise também está relacionado com a expansão do negócio existente

Quando menciono empreender, vale frisar que nem sempre isso está ligado a começar um negócio do zero. Pode estar relacionado, como escrevi há pouco, com uma nova linha de produto, com uma nova filial, com novo maquinário, etc.

E não importa qual seja o ideal de crescimento que deseja para a sua empresa e se até mesmo deseja abrir um negócio do zero, isso exigirá um bom plano de negócios. Se o empresário não sabe como fazer um bom plano, o ideal é que peça auxílio, seja de um órgão, de uma instituição especializada, de um mentor ou até mesmo consultor empresarial.

O que não se deve fazer é tomar qualquer decisão sem o mínimo de testes e certeza sobre a viabilidade do negócio ou da implementação que se deseja fazer.

Carlos Moreira – Há mais de 35 anos atuando em diversas empresas nacionais e multinacionais como Manager, CEO (Diretor Presidente), CFO (Diretor Financeiro e Controladoria) e CCO (Diretor Comercial e de Marketing). É empresário há mais de 15 anos e sócio e fundador da MORCONE Consultoria Empresarial.

 

Instituto Unidos pelo Brasil lança campanha pela retomada do comércio no pós-pandemia

Com objetivo de mostrar a realidade de pequenos empreendedores do comércio popular de São Paulo, no enfrentamento da pandemia, o Instituto Unidos pelo Brasil lança nesta semana uma campanha nas redes sociais com o intuito de reforçar a mensagem pela volta do comércio no pós-pandemia. Os vídeos de curta duração são resultado de uma série de entrevistas feitas em bairros populares de São Paulo onde os empreendedores contam como enfrentaram a pandemia durante o fechamento das atividades.

Entre os depoimentos, frases que ilustraram o medo de contrair a doença, o medo de não honrar com seus compromissos financeiros e medo de um futuro incerto, sem deixar de lado a esperança de tempos melhores.

O Instituto Unidos pelo Brasil é formado por 30 entidades de diversos setores e um grupo de 70 empresários que atuam em todo o território nacional com o foco na retomada do comércio, na geração de emprego e renda e no diálogo com o setor público para desburocratizar a economia: “Queremos mostrar a realidade em vários segmentos diferentes, contar a história de quem está na periferia, que não tem reservas financeiras e dependem exclusivamente de seus pequenos negócios e enfrentaram duras dificuldades como demissão, encerramento de atividades e ter dificuldade no orçamento doméstico”, afirma o líder Nabil Sahyoun, que é presidente da Associação Brasileira de Lojistas de Shopping – ALSHOP.

Além do lançamento da campanha nas mídias sociais, o próximo passo dos líderes do movimento será trabalhar no desenvolvimento de ações para incentivar a reativação da economia brasileira. A cada semana, o Instituto ganha novos aliados que vão trazendo novas informações e novas ideias para trabalhar no combate a crise vivida pelo país.

Acompanhe a campanha pelas redes sociais no @institutounidospelobrasil e no site da entidade www.institutounidospelobrasil.com.br