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Paraíba termina 1º bimestre de 2020 com três açudes sangrando, segundo dados da Aesa

Um levantamento feito com base nos últimos volumes registrados em açudes localizados na Paraíba mostra que o estado terminou o primeiro bimestre de 2020 com três açudes sangrando e outros 31 em situação crítica, com menos de 5% da capacidade total. Os dados são da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), responsável pelo monitoramento de 134 reservatórios.

Ainda conforme os volumes extraídos do site da instituição nesta segunda-feira (2), estão sangrando os mananciais paraibanos São José II, no Cariri do estado; Lancha I e Carrapateira, no Sertão da Paraíba.

O açude São José II possui capacidade para 1.311.540 m³ de água e conta com volume atual 1.311.540 m³. Já o Lancha I possui capacidade para 5.675.800 m³ e está com aporte hídrico de 6.913.400 m³. O manancial Bom Jesus tem capacidade para 343.800 m³ e conta com volume de 365.496 m³.

Outros 43 mananciais estão em observação, com menos de 20% do volume total. Outros 57 estão com volume maior que 20% da capacidade total.

Situação hídrica dos açudes melhora após chuvas na PB

No início de janeiro deste ano, o estado tinha um reservatório sangrando e 33 em situação crítica. Outros 47 mananciais estavam em observação, com menos de 20% do volume total. Outros 53 estavam com volume maior que 20% da capacidade total.

A situação hídrica dos volumes da Paraíba melhorou após fortes chuvas que caíram em todas as regiões do estado entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano, a exemplo do Sertão, que em um dia registrou mais de 80 mm de chuva.

De acordo com a Aesa, os períodos chuvosos da Paraíba ocorrem geralmente no primeiro semestre do ano, dependendo da região. Segundo a meteorologista Marle Bandeira, a previsão do tempo para o primeiro trimestre de 2020 favoreceu e continuará favorecendo a ocorrência de chuvas.

Veja a lista de açudes com menos de 5% do volume

  • Algodão, em Algodão de Jandaíra
  • Arrojado, em Uiraúna
  • Cacimbinha, em São Vicente do Seridó
  • Capivara, em Uiraúna
  • Chupadouro I, em São João do Rio do Peixe
  • Covão, em Areial
  • Curimataú, em Barra de Santa Rosa
  • Emídio, em Montadas
  • Felismina Queiroz, em São Vicente do Seridó
  • Gamela, em Triunfo
  • Jandaia, em Bananeiras
  • Jatobá II, em Princesa Isabel
  • Mamuleco, em Ibiara
  • Manguape, em São Sebastião de Lagoa de Roça
  • Milhã (Evaldo Gonçalves), em Puxinanã
  • Nova Camará, em Alagoa Nova
  • Olivedos, em Olivedos
  • Ouro Velho, em Ouro Velho
  • Pocinhos, em Monteiro
  • Poleiros, em Barra de Santa Rosa
  • Prata II, em Prata
  • Riacho de Santo Antônio, em Riacho de Santo Antônio
  • Sabonete, em Teixeira
  • Santa Rosa, em Brejo do Cruz
  • Serra Branca II, em Serra Branca
  • Serrote, em Monteiro
  • Soledade, em Soledade
  • Sumé, em Sumé
  • São Mamede, em São Mamede
  • Tapera, em Belém do Brejo do Cruz
  • Várzea Grande, em Picuí

 

G1

 

 

Paraíba tem a sexta maior redução de assassinatos no Brasil no 1º bimestre de 2019

A Paraíba foi o sexto estado do Brasil que mais conseguiu reduzir o número de mortes violentas intencionais no primeiro bimestre de 2019. Conforme dados do Monitor da Violência, feito pelo G1 em parceria com o Núcleo de Estudos da Violência da USP, a Paraíba registrou 163 mortes violentas intencionais no primeiro bimestre deste ano, 62 mortes a menos que as 225 registradas nos dois primeiros meses de 2018, equivalente a uma queda percentual de 27,5%.

Apresentaram quedas maiores que a Paraíba os estados de Ceará (57,9%), Rio Grande do Norte (41,9%), Amapá (35,8%) Pernambuco (33,2%) e Sergipe (29,8%). Analisados isoladamente, as autoridades paraibanas registraram uma queda ainda maior isoladamente no mês de janeiro.

Foram 79 mortes neste ano contra 128 em janeiro do ano passado, correspondendo a uma redução de 38,2%. Levando em consideração apenas o mês de janeiro, a Paraíba apresentou a quarta maior redução percentual. Em fevereiro, por sua vez, a queda foi de 13,4% equivalente a diminuição de 97 para 84 mortes violentas intencionais entre 2018 e 2019.

Os dados do Monitor da Violência são abastecidos por informações repassadas pela Secretaria da Defesa e Segurança Social (Seds) da Paraíba por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI) que constam no projeto Monitor da Violência do G1.

Por tipo de crime

Isoladamente, separando os números fornecidos pela Seds na Paraíba por Crime Violento Letal Intencional (CVLI): homicídio, latrocínio (roubo seguido de morte) e lesão corporal seguida de morte, o mais comum registro é o primeiro tipo de crime.

Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) por tipo na Paraíba em 2019

CVLI por tipo Janeiro Fevereiro
Homicídio 77 81
Latrocínio 2 1
Lesão corporal seguida de morte 1 2
Foto: Reprodução/TV Cabo Branco
G1

 

Venda de veículos tem forte queda no primeiro bimestre de 2017, diz Fenabrave

carrosMercado automotivo recua 15% no primeiro bimestre. Na comparação dos acumulados de 2016 e 2017, o setor vendeu 429 mil unidades nesse ano, contra 504 mil, no ano passado. Na avaliação de fevereiro com fevereiro, a queda é de 15%.

Com quatro dias úteis a menos que janeiro, o segundo mês de 2017 encerrou com queda de 8,5% em todo o setor. Automóveis e Comerciais leves, somados, fecharam fevereiro com vendas 7,7% menores que janeiro, porém, a média diária de vendas foi 12,7%.

O levantamento da Fenabrave (Federação Nacional da Distribuição de Veículos Automotores), engloba as vendas em todos os segmentos; automóveis, comerciais leves, caminhões, ônibus, motocicletas, implementos rodoviários e outros veículos. Ao todo, foram emplacadas 204 mil unidades contra 224 mil em janeiro.

Automóveis e comerciais leves apresentaram queda no acumulado do ano, com uma redução de 5,5% sobre o ano passado.

O presidente da Fenabrave, Alarico Assumpção Júnior, ressaltou que além dos dias úteis a menos em fevereiro, o resultado do mês ainda é efeito da sazonalidade de início de ano, onde as vendas, historicamente, são mais baixas.

Mas ele lembra que houve uma melhora na média de vendas diárias, que cresceram 12,7% em fevereiro, chegando a 7.356 automóveis e comerciais leves emplacados todos os dias.

A retomada será gradual ao longo do ano, com a expectativa de maior crescimento a partir do segundo semestre.

A Fenabrave avalia que o setor deverá apresentar crescimento de 3% em 2017, automóveis e comerciais leves, alta de 2%, caminhões e ônibus, 3%.

*Informações do repórter Marcelo Mattos

jovempan

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