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Ícone do basquete, Kobe Bryant morre em acidente de helicóptero nos EUA

O ex-jogador norte-americano de basquete Kobe Bryant morreu, neste domingo (26), aos 41 anos, após o helicóptero em que ele viajava cair na cidade de Calabasas, no estado da Califórnia, nos Estados Unidos. A queda do helicóptero com cinco ocupantes já havia sido confirmada pelo departamento de polícia do Condado de Los Angeles. Não houve sobreviventes.

A presença de Bryant no helicóptero foi confirmada pouco depois pela imprensa local, incluindo os canais ESPN e ABC. A prefeitura de Calabasas lamentou, pelo Twitter, a morte do ex-atleta.

Kobe Bryant é considerado um dos grandes jogadores de basquete do mundo. Ele ingressou na NBA em 1996 e assinou contrato com o único time no qual queria jogar, o Los Angeles Lakers. Ganhou seu primeiro campeonato na temporada de 1999-2000, junto com a estrela do time à época, Shaquille O’Neal.

Viveu seu auge na liga norte-americana de basquete, a NBA, entre os anos de 2007 e 2010, conquistando outros dois campeonatos nesse período. Ele jogou duas Olimpíadas, 2008, em Pequim, e 2012, em Londres, conquistando medalha de ouro em ambas. Bryant se aposentou do esporte em 2016, reverenciado como uma das maiores estrelas da NBA. Foi vencedor de cinco títulos nacionais.

Ele é o quarto maior pontuador da história da liga. Coincidentemente, sua marca de 33.643 pontos foi ultrapassada ontem (25) por LeBron James, também dos Lakers. Pelo Twitter, Bryant, parabenizou o colega. “Muito respeito, meu irmão”, disse Kobe, horas antes de entrar no helicóptero. Bryant era um fã declarado do brasileiro Oscar Schmidt e também gostava de futebol. Ele esteve no Brasil para assistir jogos da Copa do Mundo, em 2014.

Agência Brasil

 

 

Brasil sofre virada para França em jogo decisivo e cai no basquete feminino

À espera de um milagre, o Brasil entrou em quadra em busca de uma luz no fim do túnel. Embora improvável, ainda havia uma esperança de classificação, no entanto, era preciso derrubar a França, atual vice-campeã olímpica, nesta quinta-feira, na Arena da Juventude, em Deodoro. Apesar do bom começo no jogo de vida ou morte, a seleção brasileira desperdiçou a vantagem de sete pontos no primeiro quarto e sofreu outra virada, desta vez, por 74 a 64, sendo eliminada da Olimpíada. O time comandado por Antonio Carlos Barbosa ainda faz a sua despedida contra a Turquia, neste sábado, as 15h30 (de Brasília), apenas para cumprir tabela pelo grupo A. Respirando por aparelhos na fase preliminar, o Brasil poderia se classificar dependendo de uma combinação de resultados, porém, tinha a obrigação de vencer as duas últimas partidas chave.

Brasil x França - Basquete feminino - Rio 2016 (Foto: Marko Djurica/Reuters)Brasil precisava vencer a França para sonhar com chances de classificação (Foto: Marko Djurica/Reuters)

Embora tenha amargado mais um revés na Rio 2016, Damiris foi a cestinha da partida, com 21 pontos. Jogando como ala, a paulista de Ferraz pegou quatro rebotes, teve quatro roubadas de bola e dois tocos, sendo um dos maiores destaques do Brasil, ao lado de Clarissa, com um duplo-duplo: 16 pontos e 10 rebotes. Iziane começou bem, mais caiu de rendimento no segundo tempo e anotou seis pontos. As cestas de três poderiam ter feito a diferença, contudo, a equipe acertou apenas três em 10 tentativas (30%) – e 18 entre 40 para as de dois (45%).

As francesas fizeram do jogo coletivo a sua grande arma. Lideradas pela craque Gruda, com um duplo-duplo (17 pontos e 10 rebotes), as vice-campeãs em Londres 2012 contaram com boas atuações de outras peças fundamentais no ataque, como Gaelle Skrela (17), Isabelle Yacoubou (10) e Endy Miyem (10), com 100% de aproveitamento nos chutes de longa distância.

O JOGO

A pressão pelas derrotas para Austrália, Japão e Belarus parecia não pesar para Iziane. Em um início promissor, a ala anotou os quatro primeiros pontos do Brasil. Damiris acertou da linha dos três, e a seleção surpreendeu a França com 7 a 0. O time comandado por Barbosa trabalhava bem a bola e fechava a defesa. As vice-campeãs olímpicas demoraram quase quatro minutos para marcar a primeira, com Endy Miyem, de três. Com a mão quente, Damiris ampliou para 9 a 3, porém, as francesas reagiram e encostaram: 12 a 10. As brasileiras voltaram a abrir sete pontos (17 a 10), e a técnica Valerie Garnier colocou a craque Sandrine Gruda, no banco desde o começo. A pivô chamou a responsabilidade, anotou quatro pontos, e contou com a ajuda de Miyem, que anotou outra cesta de três para colar nas adversárias: 20 a 17. No estouro do cronômetro, Bouderra acertou de longe e empatou por 20 a 20 no fim do primeiro quarto.

Brasil x França - Basquete feminino - Rio 2016 (Foto: Marko Djurica/Reuters)Jogadora brasileira cai em quadra em partida contra a França (Foto: Marko Djurica/Reuters)

A seleção brasileira voltou a abrir uma diferença graças aos arremessos certeiros de Clarissa, Érika e Damiris (29 a 24). A resposta não demorou. Skrela, de três, e Yacoubou, de dois, deixaram tudo igual e voltaram a complicar o Brasil: 29 a 29. Ganharam moral e, pela primeira vez, assumiram a frente do placar com Gruda, que virou por 31 a 29, levando Barbosa a pedir tempo. O jogo mudou, e as francesas assumiram o controle, com as brasileiras sem pontuar por 5m48s. No fim do segundo quarto, uma falha na defesa deixou Ayayi totalmente livre para marcar: 35 a 23. Damiris foi responsável por 14 pontos do Brasil no primeiro tempo e carregava o time nas costas. Uma das poucas que a ajudava era Iziane (5), mas, não o suficiente. Clarissa e Érika até iam bem nos rebotes, contudo, não traziam grande poder ofensivo. A França, por sua vez, era mais constante e mantinha o bom nível de jogo com as titulares e as reservas.

As francesas faziam do jogo coletivo o seu diferencial, ampliando aos poucos a vantagem, seja com Gruda, Epoupa ou Skrela. Inspirada, Damiris virava tudo e tentava reverter o prejuízo como podia, porém, as companheiras continuavam apáticas. Érika contribuiu um pouco, mas a diferença era cada vez maior. E foi para 14 pontos nos chutes de três de Kamba e Ayayi: 53 a 39. A torcida tentou levantar a moral do time da casa e puxou o coro de: “Eu acredito!”. As brasileiras ainda esboçaram uma reação, liderada por Clarissa, diminuindo para 57 a 48, após uma cesta de Kelly. Na sequência, Joice cresceu diante das rivais, infiltrou bem no garrafão e acertou um belo arremesso, mas o tempo havia se esgotado no terceiro quarto e a jogada não valeu.

No último quarto, a torcida era o sexto jogador e se dividia entre os gritos de apoio às brasileiras e as vaias para as francesas. Sem a presença da armadora Céline Dumerc, cortada às vésperas dos Jogos por conta de uma lesão no tornozelo, a estrela Gruda ia ditando o ritmo da partida e tornando o caminho do Brasil cada vez mais dramático. Damiris e Clarissa tentavam melhorar a situação, mas a distância parecia não ter fim. Os arremessos de três, que poderiam fazer a diferença, como o de Iziane no minuto final, não entravam. Na beira da quadra, Barbosa batia palmas e dizia palavras de motivação, mas nada adiantava. Nos últimos segundos, a torcida francesa comemorava a vitória. Clarissa e Érika ainda marcaram, mas já era tarde, e a França fechou o placar com 10 pontos de diferença: 74 a 64.

TURQUIA DERROTA BELARUS

Depois um início complicado na Olimpíada, as turcas e as bielorrussas se recuperaram com uma vitória e entraram em quadra para medirem forças em um jogo-chave pela classificação. Em uma batalha de nervos, marcada pelo equilíbrio,a Turquia deu um passo adiante ao vencer as rivais por 74 a 71. Com o segundo triunfo no torneio de basquete, o time deixou Belarus em uma situação difícil, com três derrotas e apenas um resultado positivo. As bielorrussas abriram logo 8 a 0 no placar, fechando o primeiro quarto por 19 a 13. As trucas se recuperaram com as bolas precisas de três pontos de Sebnem Nezahat Kimyacioglu, que empatou em 33 a 33 antes de irem aos vestiários para o intervalo. O equilíbrio deu o tom da disputa até o fim. As jogadoras de Belarus falharam arremessos importantes na reta final, e as turcas selaram a vitória.

globoesporte

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Secretaria de Esporte abre inscrições para escolinhas de futsal, handebol e basquete em Cabedelo

escolinhaA Secretaria de Esporte, Juventude e Lazer (Sejel) de Cabedelo está com inscrições abertas, de hoje (21) a 29 de janeiro, para o Projeto Escolinha Municipal de Desporto. A iniciativa, que visa o incentivo aos atletas mirins de Cabedelo, contempla aulas de Futsal, Handebol e Basquete.

Poderão se inscrever alunos das redes pública e particular de ensino da cidade, na faixa etária compreendida entre 06 e 13 anos de idade. A renovação das matrículas será de 21 a 23 de janeiro, já as inscrições para novatos serão nos dias 28 e 29 de janeiro, sempre das 19h00 às 21h00, no Ginásio Poliesportivo, em Camalaú.

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As aulas da Escolinha devem começar no dia 09 de fevereiro e serão realizadas no Ginásio Poliesportivo de Cabedelo, localizado no Bairro Camalaú, durante os três turnos (manhã, tarde e noite), mas os alunos só poderão se matricular em turno diferente do seu horário escolar.

O Projeto Escolinha Municipal de Desporto realiza atividades conciliando a prática do esporte com o rendimento escolar e  assiduidade às aulas. A iniciativa tem o objetivo de desenvolver o conhecimento básico e técnico das modalidades de esportes envolvidas, bem como realizar intercâmbio intermunicipal, através das competições que serão promovidas ao longo do ano.

Documentação necessária – As matrículas e/ou renovações de matrículas serão realizadas no Ginásio Poliesportivo, em Camalaú, das 19h00 às 21h00, de acordo com o cronograma abaixo e apresentação das seguintes documentações:

Renovação das matrículas: 21,22 e 23 de janeiro, apresentando cópia da Declaração de Matrícula (em escola da rede pública ou privada de ensino).

Matrículas para novatos: 28 e 29 de janeiro, apresentando cópias da Certidão de Nascimento e da Declaração de Matrícula (em escola da rede pública ou privada de ensino); 01 foto 3×4 (atual); comprovante de residência e Identidade do responsável.


Secom Cabedelo

Morre jogador de basquete atingido por tabela em Brasília

O atleta David Henrique Conrado Meira, de 19 anos, atingido por uma tabela de basquete no dia 12 deste mês, morreu na madrugada deste domingo (22) no Hospital de Base de Brasília, informou a assessoria da Secretaria da Saúde do Distrito Federal.

O corpo foi levado para o Instituto Médico-Legal (IML), onde, na manhã deste domingo, médicos legistas faziam a necropsia, de acordo com o instituto.

No sábado, Conrado Meira se encontrava em “estado crítico” e tinha sofrido “piora significativa” de seu quadro de saúde, segundo boletim médico do hospital, devido à insuficiência em múltiplos órgãos. O atleta estava internado em coma profundo na UTI Neurotrauma do hospital e dependia de aparelhos para respirar.

Ele ficou gravemente ferido no último dia 12, ao ser atingido no pescoço pela tabela que caiu após uma “enterrada” durante os treinos do time sub-22 de basquete do UniCeub/BRB Brasília.

O incidente aconteceu no clube da Associação de Empregados da Companhia Energética de Brasília, na 904 Sul, que aluga a quadra para o time.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), que prestou socorro, informou ao G1 que a vítima sofreu duas paradas cardíacas quando ainda estava no local do acidente.

Investigação
A 1ª Delegacia de Polícia do Distrito Federal abriu inquérito para investigar as causas do acidente com o atleta e apurar se houve negligência.

Segundo os peritos, análises laboratoriais complementares dos componentes da tabela que foram recolhidos no local permitirão chegar às causas do acidente. O prazo oficial para a conclusão do laudo é de 30 dias, contados a partir do último dia 13, mas pode ficar pronto em menos tempo.

Globoesporte.com