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Lúcio Mauro, ator e comediante, morre no Rio aos 92 anos

O ator e comediante Lúcio Mauro morreu no fim da noite deste sábado (11), aos 92 anos, no Rio de Janeiro, informou seu filho, o também ator Lúcio Mauro Filho. Ele estava internado na Clínica São Vicente, na Zona Sul do Rio, havia cerca de dois meses, com problemas respiratórios.

Lúcio Mauro Filho homenageou o pai ao postar um texto em uma rede social. Ele escreveu que o pai teve uma vida linda, foi pioneiro, teve carreira vitoriosa e o influenciou.

Não há ainda informações sobre velório e sepultamento do ator.

Em março, Lúcio Mauro completou 92 anos, e seu filho, Lúcio Mauro Filho, compartilhou uma foto para festejar a data. Na imagem, Lúcio Mauro aparece com filhos, a nora, Cíntia Oliveira, e os netos, Liz, Bento e Luiza.

“Só foi possível graças a sua força, e também ao amor incondicional que sentimos por ti. Hoje comemoras os seus 92 anos. Comemoramos a sua existência e a nossa sorte de carregar seu sangue. Feliz Aniversário, meu pai! Juntos sempre!”, postou em uma rede social na ocasião.

Lúcio Mauro como Aldemar Vigário em 'Escolinha do Professor Raimundo'. Mauro participou do programa de 1990 a 1994 — Foto: Acervo TV Globo

Lúcio Mauro como Aldemar Vigário em ‘Escolinha do Professor Raimundo’. Mauro participou do programa de 1990 a 1994 — Foto: Acervo TV Globo

Lúcio de Barros Barbalho, mais conhecido como Lúcio Mauro, nasceu em Belém do Pará, no dia 14 de março de 1927. Estreou na Globo em 1966.

O ator integrou o elenco de alguns dos principais programas de humor da emissora, como “Chico City” (1973), “Os Trapalhões” (1989) e “Escolinha do Professor Raimundo” (1990).

Lúcio Mauro participou da criação, dirigiu e atuou em outras dezenas de programas de humor na televisão, com destaque para “Balança Mas Não Cai (1968), com releituras de quadros de sucesso da Rádio Nacional nos anos 1950.

Fernandinho (Lucio Mauro) e Ofélia (Claudia Rodrigues), persoganens de 'Zorra Total', em episódio que marcou 10 anos do humorístico em julho de 2009 — Foto: Eduardo Naddar/TV Globo

Fernandinho (Lucio Mauro) e Ofélia (Claudia Rodrigues), persoganens de ‘Zorra Total’, em episódio que marcou 10 anos do humorístico em julho de 2009 — Foto: Eduardo Naddar/TV Globo

Estreia na Globo

Em 1966, Lúcio Mauro estreou na Globo, no humorístico “TV0–TV1”, ao lado de Jô Soares, Agildo Ribeiro, Paulo Silvino e outros, sob direção de Augusto César Vannucci.

Dois anos depois, criou e dirigiu na Globo o humorístico “Balança Mas Não Cai” (1968), escrito por Max Nunes e Haroldo Barbosa, e transmitido, ao vivo, até 1971.

O programa tinha o quadro Ofélia e Fernandinho, estrelado por Lúcio e Sônia Mamede (1936-1990).

Já no programa de variedades “Alô Brasil, Aquele Abraço” (1969), o comediante protagonizou um dos momentos mais inusitados de sua vida: um dos apresentadores das atrações regionais, como representante da Região Norte, ficou em último lugar em uma das competições e recebeu como castigo lavar a cabeça da estátua do Cristo Redentor.

Outros papéis

Lúcio Mauro em 'Alô Brasil Aquele Abraço', programa de gincana exibido entre 1969 a 1971 — Foto: Acervo TV Globo

Lúcio Mauro em ‘Alô Brasil Aquele Abraço’, programa de gincana exibido entre 1969 a 1971 — Foto: Acervo TV Globo

Trabalhou no musical “Viva a Revista!” (1969) e foi ator e diretor do programa de humor “Uau, a Companhia” (1972). Quando “Balança Mas Não Cai” foi para a TV Tupi, nos anos 1970, ele acompanhou os colegas do programa e deixou a Globo por um tempo.

Voltou para integrar o elenco de “Chico City” no fim da década. Ficou marcado como o diretor do ator canastrão Alberto Roberto, interpretado por Chico Anysio. Em seguida, voltou a dirigir e atuar na nova versão de “Balança Mas Não Cai” (1982) na Globo, sendo também diretor de “A Festa é Nossa”, semanal que tinha como cenário fixo a cobertura de Ofélia e Fernandinho.

Ainda na década de 1980, Lúcio Mauro participou de “Chico Anysio Show” (1982) e “Os Trapalhões” (1989), revivendo com Nádia Maria a dupla Fernandinho e Ofélia. Em 1983, interpretou o médium Chico Xavier no “Caso Verdade Chico Xavier, um Infinito Amor”. Em 1988, fez uma participação na minissérie “O Pagador de Promessas”, de Dias Gomes, como Dr. Quindim.

Na década de 1990, viveu Aldemar Vigário, da “Escolinha do Professor Raimundo”, sempre bajulando o professor interpretado por Chico Anysio. Trabalhou em um episódio de “Você Decide” (1992), foi do elenco de “Malhação” (1995), atuando como Dr. Palhares, pai do Mocotó (André Marques), e atuou na novela infantil “Caça-Talentos” (1996), com Angélica.

Da Julia (Lúcio Mauro), Alberto Roberto (Chico Anysio) e a atriz Juliana Paes em quadro do 'Zorra Total' em dezembro de 2009 — Foto: Isac Luz/TV Globo

Da Julia (Lúcio Mauro), Alberto Roberto (Chico Anysio) e a atriz Juliana Paes em quadro do ‘Zorra Total’ em dezembro de 2009 — Foto: Isac Luz/TV Globo

Em seguida, integrou o elenco de “Chico Total” (1996). Em 1998, encarnou o bicheiro mafioso Neca do Abaeté na minissérie “Dona Flor e Seus Dois Maridos”, escrita por Dias Gomes com base no romance de Jorge Amado. Viveu o advogado Nonato na segunda versão da novela “Pecado Capital”, de Glória Perez com base no original de Janete Clair; atuou em um episódio de “Sai de Baixo”; e participou em “Meu Bem Querer”, de Ricardo Linhares.

A partir de 1999, Lúcio Mauro retomou personagens em “Zorra Total”. Refez o quadro Fernandinho e Ofélia, desta vez com Claudia Rodrigues. Também integrava o elenco do programa seu filho, o ator Lúcio Mauro Filho. Em março de 2001, o humorista voltou à nova temporada da “Escolinha do Professor Raimundo”, vivendo o popular Aldemar Vigário.

Nesta década, participou de “Os Normais”, “A Grande Família”, “A Diarista”, “Sob Nova Direção”, “Programa Novo”, “Faça a Sua História” e “Zorra Total”. Neste último, em 2012, viveu o personagem Ataliba, um vovô surfista, amigo de Gumercindo (José Santa Cruz), um senhor skatista. Os dois tentavam conquistar moças no vagão do Metrô Zorra Total. A dupla reviveu a parceria da estreia de Lúcio Mauro em humor na TV, em 1960.

Em 2007, participou de “Paraíso Tropical”, de Gilberto Braga, como Veloso. Em 2008, esteve na série “Casos e Acasos” e na novela “A Favorita”, de João Emanuel de Carneiro, no papel de Sabiá. No remake de “Gabriela” (2012), viveu Eustáquio. No penúltimo episódio de “A Grande Família” (2014), Lúcio Mauro interpretou Rui, um amigo de Agostinho Carrara (Pedro Cardoso).

Sua filmografia tem “Terra sem Deus” (1963), de José Carlos Burle; “007 ½ no carnaval” (1966), de Victor Lima; “Redentor” (2004), de Claudio Torres; “Cleópatra” (2008), de Júlio Bressane; e “Muita Calma Nessa Hora” (2010), de Felipe Joffily.

Em 2008, o humorista estreou a peça “Lúcio 80-30”, dividindo o palco com Lúcio Mauro Filho, autor e diretor do espetáculo, e com outros dois filhos, Alexandre Barbalho e Luly Barbalho.

G1

 

Ator que fez ‘Beiçola’ pede emprego na internet: “Tentando sobreviver”

marcosMarcos Oliveira, o famoso Beiçola, de A Grande Família, usou o Facebook para fazer um apelo: ele está desempregado e diz que precisa trabalhar. Procurado pela revista Quem, o ator falou sobre sua atual situação financeira.

— Estou para ser despejado, estou com dois empréstimos no banco, dívidas. Estou pedindo um help. Não precisa de contrato, o que eu não posso é ficar parado. Não preciso de chance, sou um ator com mais de 40 anos de carreira. Estou tentando sobreviver, ver se consigo pagar minhas contas, pagar o aluguel e comer.

Marcos ainda ressaltou à publicação que não está pedindo esmola.

— Não gosto de passar chapéu para sobreviver, não peço esmola para sobreviver. Quero um trabalho. Fiquei doente, gastei dinheiro, é minha inteira responsabilidade algumas coisas, pois não tive condição psicológica para controlar mais a situação. Sou sozinho, não tenho família, não tenho ninguém. Mas estou batalhando.
R7

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Corpo de Domingos Montagner é encontrado; ator morre aos 54 anos

domingos-montagnerO Corpo de Bombeiros de Sergipe acaba de confirmar a morte de Domingos Montagner. Reginaldo Dória, comandante que operava buscas no local informou ao EXTRA que o corpo do ator foi encontrado sem vida. Ele estava preso às pedras, em Canindé de São Francisco, na divisa dos estados de Alagoas e Sergipe, após afogamento no Rio São Francisco.

Depois de gravar cenas da reta final da novela “Velho Chico”, o ator aproveitou a folga junto com a colega de elenco Camila Pitanga, seu par romântico, para dar um mergulho no rio. A correnteza levou o artista, que desapareceu nas águas por volta das 14h30. Segundo informações do coronel Fábio fonseca Rolemberg, Camila se desesperou, gritando pelo nome do amigo.

— Ele estava tomando banho de rio com a atriz Camila Pitanga quando a correnteza o levou — disse o militar. A equipe ficou em estado de choque e todas as gravações foram canceladas na hora.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o corpo de Domingos Montagner estava a 18 metros de profundidade e a 320 metros do local onde o ator foi visto pela última vez. Ele estava preso entre duas pedras. O corpo foi retirado da água e aguarda a chegada do IML.

O ator, de 54 anos, deixa a mulher, a atriz e produtora Luciana Lima, e três filhos: Leo, 11 anos, Antônio, 7, e Dante, 4.

Camila Pitanga já havia encerrado o seu depoimento e estava no hotel junto com todo o elenco quando a morte do ator foi confirmada. Segundo o recepcionista Adriano, o clima era de tristeza e apreensão no local. “Todos estão muito abalados, chorando”, comentou.

Ele comentou ainda que Domingos Montagner chegou ao local, na cidade de Canindé de São Francisco, em Sergipe, nesta quarta, e retornaria ao Rio na sexta. Nesta manhã, ele fez uma caminhada pelo hotel antes das gravações.

Camila Pitanga e Domingos Montagner, protagonistas de
Camila Pitanga e Domingos Montagner, protagonistas de “Velho Chico” Foto: Rede Globo/Divulgação

Carreira iniciada no circo e no teatro

Antes de se tornar um dos atores mais disputados da TV Globo, Domingos Montagner teve o picadeiro como o seu principal palco. Foi no Circo Escola Picadeiro e no curso de interpretação Myriam Muniz, em São Paulo, que o intéprete do Santo da novela “Velho Chico” desenvolveu sua veia artística, nos anos 1980, se tornando ator, artista circense e palhaço. As técnicas da arte de popular, das apresentações de rua, foram as mais exploradas até chegar à TV, em 2008, no seriado “Mothern”, do GNT.

Nascido em 26 de fevereiro de 1962, em São Paulo, Domingos, criador do grupo circense “La Mínima”, estreou na TV Globo em 2010 nas séries “Força tarefa” e “A cura”. No ano seguinte, emplacou outro trabalho na emissora, dessa vez fazendo par romântico com Lilia Cabral na série “Divã”. Com a primeira novela, “Cordel encantado” (2011), a popularidade do artista ganhou proporção nacional. Pela sua atuação como o Capitão Herculano, ganhou o Prêmio Extra na categoria Ator Revelação. O sucesso na trama de Duca Rachid e Thelma Guedes fez com que ele fosse escalado para protagonizar a minissérie “Brado Retumbante”, de Euclydes Marinho, em 2012.

Domingos Montgner e Débora Bloch na
Domingos Montgner e Débora Bloch na “Sete vidas” Foto: João Miguel Júnior / Agência O Globo

Mais novelas cruzariam o caminho de Domingos. Em 2012, o ator atuou em “Salve Jorge”, de Gloria Perez. No ano seguinte, o artista fez um dos principais personagens da novela “Joia rara”, voltando a trabalhar com as autoras Duca Rachid e Thelma Guedes. Em 2015, protagonizou “Sete vidas”, de Lícia Manzo. O ator morreu interpretando o protagonista de “Velho Chico”, o agricultor Santo.

Estreia no cinema foi em 2012

Domingos fez a sua estreia na sétima arte em 2012. O primeiro filme do ator foi “Gonzaga – de pai pra filho”, em uma participação especial. “De onde eu te vejo”, de 2016, é outro longa-metragem na carreira do artista. Atualmente, está em cartaz nos cinemas com “Um namorado para minha mulher”, em que contracena com Ingrid Guimarães.

Rede Globo envia comunicado:

​O ator Domingos Montagner, 54 anos, que desapareceu na tarde desta quinta-feira, dia 15, enquanto nadava no rio São Francisco, no município de Canindé do São Francisco, em Sergipe, foi encontrado morto perto da usina de Xingó, preso nas pedras, a cerca de 30 metros de profundidade.

Hoje, o ator Domingos Montagner gravou cenas de Velho Chico na parte da manhã e, depois de gravar e de almoçar, foi tomar um banho de rio. Durante o mergulho, o ator não voltou à superfície. A atriz Camila Pitanga, que estava no local, avisou à produção, que iniciou imediatamente as buscas, com a ajuda de helicópteros do Grupamento Tático Aéreo, Polícia Militar, Corpo de Bombeiros e pescadores da região.

Um dos grandes atores da atualidade e intérprete do personagem Santo na novela ‘Velho Chico’, Domingos nasceu em São Paulo. Antes de se tornar conhecido nacionalmente por meio de personagens marcantes de novelas e minisséries, trilhou uma bem-sucedida carreira no teatro e no circo, sua grande paixão. Formado pelo Circo Escola Picadeiro, criou em 1997, ao lado do diretor Fernando Sampaio, o La Mínima. Com 12 espetáculos, o grupo obteve grande destaque em 2008 com a montagem ‘A Noite dos Palhaços Mudos’, que rendeu a Domingos o Prêmio Shell de Melhor Ator. Em 2003, em mais uma parceria com Sampaio, criou o Circo Zanni, do qual era diretor artístico.

A estreia na TV foi no seriado ‘Mothern’, no GNT, em 2008. A participação especial como o personagem João abriu as portas da televisão para Domingos que, em pouco tempo, se tornou um dos atores mais queridos e elogiados do país. Em 2010, ele participou do seriado ‘Força Tarefa’, de Marçal Aquino e Fernando Bonassi, e da série ‘A Cura’, de João Emanuel Carneiro. Com o sedutor Carlos, da série ‘Divã’, em 2011, chamou definitivamente a atenção do público, que voltou a aplaudi-lo no mesmo ano, quando viveu o Capitão Herculano Araújo na novela ‘Cordel Encantado’, de Thelma Guedes e Duca Rachid. Pelo papel, recebeu os prêmios Contigo e Melhores do Ano (Domingão do Faustão), ambos na categoria Ator Revelação.

Em 2012, ele interpretou seu primeiro protagonista, Paulo Alberto Ventura, presidente do Brasil no enredo da minissérie ‘O Brado Retumbante’, de Euclydes Marinho. Mais um personagem marcante, pelo qual recebeu o prêmio Contigo na categoria de Melhor Ator de Série/Minissérie. No mesmo ano, atuou em ‘Salve Jorge’, de Glória Perez, como Zyah. O sucesso na TV o levou ao cinema em 2012, com uma participação especial no longa-metragem ‘Gonzaga – de Pai Pra Filho’, de Breno Silveira.

Em 2013, voltou a viver um personagem criado pelas autoras Thelma Guedes e Duca Rachid, o revolucionário Raimundo Fonseca (Mundo) da novela ‘Joia Rara’. Em 2015, interpretou Miguel, o protagonista de ‘Sete Vidas’, de Lícia Manzo, e deu vida ao icônico delegado Espinosa, criado pelo escritor carioca Luiz Alfredo Garcia-Roza e adaptado para a televisão na série ‘Romance Policial – Espinosa’, do GNT. Ainda no ano passado, o ator participou dos longas-metragens ‘Vidas Partidas’ (Marcos Schechtman), ‘De Onde te Vejo’ (Luiz Villaça) e ‘O Outro Lado do Vento’ (Walter Lima Jr). No final de agosto, o ator lançou ainda a comédia ‘Um Namorado para Minha Mulher’, de Julia Rezende

Domingos deixa a mulher, Luciana Lima, e três filhos.
Extra

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Lembra do ator Gerson Brenner? Veja como ele está hoje em dia!

GERSON BRENERGerson Brenner era um ator da Globo muito conhecido nos anos 80 e 90 e era o mais conhecido galã das televisões, mas o seu futuro não foi tão fácil assim, ele enfrenta há anos uma recuperação severa do trauma e crueldade que sofreu.
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Em 2015 completam 16 anos do acidente que o ator sofreu, em 1998 ele estava fazendo uma viagem para São Paulo pela rodovia Ayrton Senna, e o pneu do seu carro furou…parecia uma situação inconveniente porém normal, certo?

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Errado, isso era uma armadilha dos assaltantes e quando parou o carro, foi rendido e levou um tiro na cabeça…Os dias seguintes para o ator foram de muitas batalhas, ele ficou em coma profundo e entrou em estado vegetativo.
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Mas felizmente o ator sobreviveu, e confira como ele está hoje em dia:
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Personagem gay agora é bom negócio para qualquer ator

Klebber Toledo e Zé Mayer: o casal gay da nova novela das nove, 'Império'
Klebber Toledo e Zé Mayer: o casal gay da nova novela das nove, ‘Império’

Interpretar um homossexual no cinema ou na televisão já chegou a ser visto como um risco profissional, a ponto de deixar o ator marcado para sempre. Não mais. O público amadureceu à medida que os gays foram conquistando seus direitos na sociedade, e, hoje, um personagem homossexual bem construído pode ser o passaporte para o reconhecimento e até o estrelato. Em Hollywood, basta citar os exemplos de Matthew McConaughey e Jared Leto, premiados com o Oscar deste ano de melhor ator e coadjuvante, respectivamente, por Clube de Compras de Dallas, em que ambos vivem homossexuais. Nas novelas brasileiras, a lista de atores que vêm alcançando reconhecimento com personagens gays é cada vez maior. Mateus Solano e Thiago Fragoso, o casal Félix e Niko de Amor à Vida, são prova disso.

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Sempre cercados de uma onda de curiosidade – em geral alimentada pela questão “vai ter beijo?” -, os gays se tornaram onipresentes na ficção, não só pela necessidade de mostrar o que acontece na vida real, mas também pela capacidade de mobilizar espectadores. Não é exagero dizer que Clara (Giovanna Antonelli) e Marina (Tainá Müller), de Em Família, atraíram mais atenção do que a protagonista Helena (Júlia Lemmertz). Pronta para substituir o folhetim de Manoel Carlos na faixa das 21h, Império entra no ar nesta segunda-feira com nada menos que quatro personagens gays: Xana Summer, um travesti interpretado por um improvável Ailton Graça; Téo Pereira, um blogueiro invejoso que vive de fazer fofoca na internet, vivido por um afetado Paulo Betti; Leonardo, um bonitão aspirante a modelo, papel do jovem galã Klebber Toledo; e – o mais surpreendente de todos – o cerimonialista Cláudio Bolgari, interpretado por José Mayer.

O galã com fama de pegador (de mulheres) surgirá em cena no quarto capítulo como um organizador das melhores festas do Rio de Janeiro. Casado com a ex-miss Brasil Beatriz (Suzy Rêgo), ele esconde de todos – exceto dela – que é homossexual e tem, há dez anos, um caso com Leonardo (Klebber Toledo). “Já faz um tempo que busco papéis diferentes, e acho divertido mexer um pouco com aquela fama de conquistador que se formou a meu respeito por causa de personagens anteriores”, comentou o ator, no lançamento da novela. Ao site de VEJA, ele afirmou que evita planejar suas realizações na profissão e prefere se deixar levar pelo papel. “Cada personagem traz conteúdos diferentes, e é isso que acaba criando, fisicamente, posturas e expressões diferentes a cada novo trabalho.”

Na única cena divulgada pela TV Globo em que o novo casal gay aparece junto, Claudio fala cara a cara com Leonardo, da mesma forma como o Pedro de Laços de Família (2000) faria com Helena (Vera Fischer), Ingrid (Deborah Secco) ou Cíntia (Helena Ranaldi). As fãs que se acostumaram a ver José Mayer em papéis sedutores, desde o Osnar de Tieta (1989), nunca poderiam ter imaginado que seu decantado sex appeal seria usado um dia em terreno gay. Mas a verdade é que o próprio ator nunca se acomodou no papel de galã: “O que existe de mais valioso nesta profissão é a liberdade para romper nossos próprios limites e ajudar o espectador a ampliar sua capacidade de perceber a multiplicidade da experiência humana”.

Vida real – Nas novelas, gênero que muitas vezes parece já ter esgotado todas as histórias possíveis, o universo gay é um terreno fértil e tende a ser explorado com cada vez mais liberdade, abordando desde os direitos civis como a aceitação dos familiares. Para Aguinaldo Silva, autor de Império, a dramaturgia nada mais é do que um reflexo do dia a dia. “Quando escrevo meus personagens, quero retratar um pouco do que vejo na sociedade. Sempre digo que não trabalho com tema, e sim com tramas. Esse é o meu lema quando escrevo uma novela”, contou ao site de VEJA. Tratados com tanto esmero pelos dramaturgos, esses papéis têm atraído o interesse dos atores. Até então com uma galeria de patricinhas mimadas na TV, Tainá Múller, a Marina de Em Família, não escondeu a felicidade de ser escalada para viver uma fotógrafa homossexual. “Há tempos eu queria uma personagem que me tirasse do chão”, comentou logo no início da novela que pode ser vista como um divisor de águas em sua carreira.

A partir desta segunda – já que José Mayer não precisa mais provar a que veio –, a bola está com o belo Klebber Toledo. Lançado em Malhação em 2007 e com cinco novelas no currículo, o ator de 28 anos tem em Leonardo seu personagem mais complexo. Em conversa com o site de VEJA, Klebber preferiu ser comedido ao falar da expectativa em torno do novo desafio. “Procuro não criar um rótulo para ele. É o Leonardo que tem de se classificar”, disse, frisando que seu personagem tem uma “história de amor” com Claudio. “É um relacionamento, não um namorinho, uma ficadinha.” Ele acredita que o casal vai conquistar a simpatia do público e não tem o menor receio de que o novo papel arranhe sua imagem de galã promissor.

Com a nova trama, Aguinaldo discutirá também o direito de permanecer no armário – uma ironia típica do autor para esses tempos de vigilância sexual. Já que Claudio esconde sua homossexualidade – e, pior, é casado com uma mulher –, o namoro tem os problemas típicos de um relacionamento extraconjugal. Com um agravante: o cerimonialista é alvo das fofocas do blogueiro Téo Pereira. Mais jovem e, portanto, com menos explicações a dar para o mundo, Leonardo pressiona Claudio a viver o amor sem reservas. “É um sentimento único. Ele ama mesmo essa pessoa”, diz Klebber, que diz ainda não ter concluído a formação de seu personagem. “Ele é natural, entregue ao que sente. Não sei se vai dar pinta. E sabe que eu nem pensei nisso?”

 

Patricia Villalba

Ator Mickey Rooney morre aos 93 anos; destaque em Hollywood nos anos 30 e 40

michey-rooneyMickey Rooney, ator de grande destaque em Hollywood nos anos 1930 e 40, morreu no domingo aos 93 anos de idade, informou a polícia de Los Angeles.

O comandante da polícia Andrew Smith declarou que Rooney estava com a família quando morreu e que não há nada de suspeito no falecimento do ator, cuja carreira se estendeu por mais de 80 anos. Smith explicou que a polícia apenas realizou um relatório e que este não é um caso para investigação criminal. Não há informações adicionais sobre as circunstâncias da morte.

Rooney foi nomeado quatro vezes ao Oscar e ganhou a estatueta em duas ocasiões, com premiações especiais: em 1939, no Prêmio Juvenil da Academia, compartilhado com Deanna Durbin, e em 1983, pelo conjunto da obra.

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Rooney, com carreira tanto no teatro e na televisão, também foi indicado quatro vezes ao Emmy, saindo vencedor em uma ocasião, e foi indicado ao Tony, em 1980, pelo musical “Sugar Babies”.

Ele também foi conhecido por uma vida privada movimentada, incluindo oito casamentos.

Globo.com

 

Ator Philip Seymour Hoffman morre aos 46 anos

Philip Seymour HoffmanO ator Philip Seymour Hoffman foi encontrado morto aos 46 anos, no banheiro de seu apartamento em Nova York, neste domingo (2). Ele ganhou o Oscar de Melhor Ator por “Capote”, em 2006, e foi indicado na premiação outras três vezes. A notícia foi divulgada em primeira mão pelo jornal “Wall Street Journal”.

“Estamos investigando uma possível overdose neste local”, disse uma fonte policial à agência France Presse. A polícia recebeu um telefonema do roteirista David Katz por volta das 11h15 locais (14h15 de Brasília). Segundo o “Wall Street Journal”, o ator americano tinha uma agulha no braço. Hoffman era casado com a estilista Mimi O’Donnell e deixa três filhos: Cooper, de dez anos; Tallulah, de seis; e Willa, de quatro.

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Ele lutava contra o vício em drogas e ficou internado em uma clínica de reabilitação no ano passado por dependência de heroína, após uma recaída. Em 2006, durante entrevista ao programa “60 Minutes”, da CNN, relatou sua relação com as drogas. “Já gostei de tudo”, comentou. Segundo o site TMZ, ele também esteve internado em janeiro.

Philip Seymour Hoffman Cronologia (Foto: G1)

De ‘Boogie Nights’ a ‘Jogos Vorazes’
Hoffman se graduou em Artes Cênicas, em 1989, na Tisch School of the Arts, em Nova York. Dois anos depois, foi escalado para o filme independente de baixo orçamento “Triple Bogey on a Par Five Hole”. Em 1992, com nome de Philip S. Hoffman, atuou em “Perfurme de Mulher”, com Al Pacino.

O primeiro papel de destaque foi em “Boogie Nights”, de 1997. Ele intrerpretou um gay que tentava conquistar o protagonista do filme. Dirigido por Paul Thomas Anderson, o longa conta os bastidores do cinema pornô californiano dos anos 70 e início dos 80.

No ano seguinte, chamou atenção ao atuar em “O grande Lebowski”, dos irmãos Coen. Entre os projetos recentes está a saga “Jogos Vorazes”. Ele era Plutarco Heavensbee no filme de 2013, “Em chamas”. Estava confirmado para as duas outras partes da franquia.

Hoffman já foi quatro vezes indicados ao Oscar. Além de levar o prêmio por “Capote” (2005), foi lembrado pela Academia por suas atuações como coadjuvante em “O Mestre” (2012), “Dúvida” (2008) e “Jogos de Poder” (2007). Outro personagem importante da carreira foi Jon Savage, em “A Família Savage” (2007), que o fez ser indicado ao Globo de Ouro.

Ele também recebeu elogios ao interpretar o jornalista Lester Bangs em “Quase Famosos” (2000) e o vilão Owen Davian de “Missão Impossível 3” (2006).

A filmografia de Philip Seymour Hoffman tem ainda “Tudo pelo Poder” (2011), “Sinédoque, Nova York” (2008), “Antes que o Diabo Saiba que Você Está Morto” (2007), “Magnólia” (1999), “O talentoso Mr. Ripley” (1999), “Dragão Vermelho” (2002), “Cold Mountain” (2003), “Patch Adams” (2008) e “O homem que mudou o jogo” (2011). Hoffman produziu filmes, com destaque para “Capote” e “God’s Pocket”, inédito no Brasil. Ele dirigiu e protagonizou “Vejo Você no Próximo Verão”, de 2010.

No teatro, foi indicado três vezes ao Tony Awards. Um dos destaques é a peça “True West”, encenada na Broadway.

Nas redes sociais, famosos lamentaram. “Devastador. Que ator incrivelmente talentoso. Que descanse em paz”, disse o cantor e ator Justin Timberlake. Atriz e produtora do seriado “Girls”, Lena Dunham comentou: “Um homem bonito, bonito. Nós perdemos tanta alegria por algo tão pouco alegre”. “Insuportavelmente, chocantemente, profundamente triste. As palavras falham em descrever sua vida e nossa perda”, escreveu a atriz Anna Kendrick.

G1

Paraibano da cidade de Areia interpreta Jackson do Pandeiro em filme com ator que fez papel de Lula

 
 
O cantor e compositor Dedé Florencio, natural da cidade de Areia-pb, se prepara pra brilhar nos cinemas. O artista foi indicado pelo seu parceiro musical nininho de uauá a participar do filme “os ventos que viram”, dirigido pelo cineasta Hermano Penna, autor de filmes premiados como ‘Sargento Getúlio` e ‘Fronteiras da Alma.

O filme conta a história do cangaço e é estrelado pelo ator Rui Ricardo Diaz, aquele mesmo que fez o papel do presidente Lula no filme sobre a sua vida, ainda pelas atrizes globais Neuza Borges e Emanuelle Araújo, a que  foi vocalista da banda Eva e fez a novela Cordel Encantado, do sergipano Antônio Leite e outros atores da Bahia.

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Dedé Florencio, apaixonado pela boa músia interpreta no filme a música de seu conterrâneo, o inesquecivel Jackson do Pandeiro que era filho da cidade vizinha, Alagoa Grande.

Geraldo Brito na sanfona e Valdo Banana Amassada na zabumba , Dedé Florencio voz e triângulo fecharam com chave de ouro sua participação. Dançaram ao som do autentico forró pé de serra, o ator Rui Ricardo e a atriz Emanoelle Araújo e outros autores renomados.

Veja a materia completa no site oficial do filme : http://aosventosquevirao.wordpress.com/

http://blogs.diariodonordeste.com.br/blogdecinema/festivais-nacionais/cine-pe-os-filmes-em-competicao/

Dedé Florencio aparece no meio dos demais usando chapeu de couro

Ator é assassinado a golpes de faca dentro de apartamento em João Pessoa

ismarO ator e professor de educação física, José Ismar Eugênio Pompeu, 42 anos, foi encontrado morto dentro do próprio apartamento na noite deste domingo (27), no conjunto Pedro Gondim, em João Pessoa. Segundo informações da Polícia Militar, a vítima foi assassinada com vários golpes de faca pelo corpo.

De acordo com a delegada Julia Walesca de Sá, “no decorrer das investigações, vamos saber o que caracterizou o assassinato. Se foi homofobia ou latrocínio”. Ainda segundo a polícia, por volta das 21h, um amigo da vítima foi até a residência do ator e como ele não respondeu aos chamados pediu ajuda de um dos vizinhos. Quando as pessoas tiveram acesso à parte interna do apartamento, encontraram Ismar Pompeu de pijama caído no quarto.

A polícia ainda acionou o Samu, mas quando a equipe médica chegou no local, a vítima já estava em óbito. Os peritos que estiveram no apartamento acreditam que a vítima foi morta durante a madrugada porque o corpo já apresentava sinais de rigidez cadavérica.

Amigos do ator disseram que Ismar morava sozinho, mas mantinha um relacionamento amoroso com outro homem. “O companheiro dele já foi ouvido e liberado por não apresentar indícios na participação do crime”, explicou a delegada.

De acordo com a Polícia Civil, vários objetos da vítima foram roubados do local e o apartamento estava parcialmente revirado. Uma investigação inicial no apartamento apontou que o imóvel não tinha sinais de arrombamento. O caso foi registrado na Delegacia de Homicídios da Capital.

Natural de Pernambuco, José Ismar estrelou diversos papéis no teatro paraibano. Um de seus trabalhos mais conhecido é o ‘Palhaço Pirulito’. Ele também participou da última edição da ‘Paixão de Cristo’ de João Pessoa.

 

 

 

Hyldo Pereira

Portalcorreio

Ator Marcos Frota é sondado pelo PT para ser candidato em 2014

RIO – O ator Marcos Frota foi sondado pelo PT para se candidatar a deputado federal nas próximas eleições, em 2014, informa o colunista Ancelmo Gois na edição do GLOBO desta sexta-feira.

Na última eleição municipal, Marcos Frota participou de um evento da campanha do prefeito Eduardo Paes, que foi eleito no primeiro turno. O ator tem 56 anos e já participou de diversas novelas da TV Globo, como “O Clone” e “Mulheres de Areia”.

Se aceitar, Frota passaria a integrar um time de famosos que já está na política, como os deputados federais Romário (PSB-RJ) e Stephan Nercessian (PPS-RJ), o deputado estadual Bebeto (PDT-RJ) e Netinho de Paula (PCdoB-SP). Na última quinta-feira, o cantor Leandro, do KLB, assumiu o mandato de deputado estadual por São Paulo.

Agência O Globo