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Eleições 2020: Assassinato em Minas Gerais acende alerta para crimes cometidos contra candidatos

O assassinato de Cássio Reis dos Santos, candidato a vereador pelo PSDB, em Patrocínio (MG), acendeu o alerta para a ocorrência de eventuais crimes relacionados às eleições municipais deste ano. O ex-secretário de Obras da cidade Jorge Marra, autor dos disparos, foi preso neste domingo (27) três dias após o crime. Marra é irmão do prefeito do município.

Somente no mês de setembro deste ano, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) afirma que já recebeu 106 solicitações de envio da Força Federal para reforçar a segurança durante o primeiro turno das eleições, que ocorre em 15 de novembro.  O Maranhão é o estado com o maior número de pedidos, com 98 solicitações. Mato Grosso do Sul e Amazonas aparecem logo em seguida com a maior quantidade de cidades solicitando a Força Federal, com cinco e três pedidos, respectivamente.

Felipe Borba pesquisador da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UniRio) e autor de um estudo sobre a violência durante as eleições, afirma que cidades pequenas são mais suscetíveis a crimes durante disputas eleitorais. Segundo o cientista político, isso ocorre pelo fato das eleições municipais nessas cidades não terem tanta visibilidade, quando comparadas aos grandes centros urbanos.

“Eleições municipais, principalmente em pequenas cidades, têm uma visibilidade menor em comparação às disputas nacionais em que candidatos, de certa forma, estão mais protegidos.”

No momento em que foi assassinado, Cássio Reis dos Santos gravava uma live em que denunciava supostas irregularidades praticadas pela atual gestão da Prefeitura de Patrocínio.

O especialista em segurança pública Leonardo Sant’anna afirma que o Brasil possui um triste histórico de violência em relação a pessoas que expõem irregularidades e crimes praticados por quem está no poder. “Denúncias são sinônimo de risco no Brasil, assim como ter uma posição política”, diz.

Levantamento

Segundo a pesquisa da UniRio, entre 2000 e 2018, 79 candidatos foram assassinados no Brasil. Do total de crimes, 63 foram praticados contra postulantes ao cargo de vereador; seis a prefeito; e três a vice-prefeito. Isso significa que 91% desses crimes ocorreram na esfera municipal. Completam o levantamento o assassinato de quatro candidatos ao cargo de deputado estadual e três de deputado federal.

Fonte: Brasil 61

 

 

Carro usado em assassinato de PM é encontrado carbonizado em matagal

O veículo Ônix, de cor branca que foi utilizado no assassinato do policial militar Túlio Godoi, na noite de ontem, sábado (05), foi encontrado na manhã deste domingo, carbonizado, abandonado em meio a um matagal no Planalto da Boa Esperança, em João Pessoa.

De acordo com testemunhas, os assassinos chegaram no carro e atiraram várias vezes, atingindo o PM e uma jovem de 19 anos. Ambos chegaram a ser socorridos, mas não resistiram as ferimentos e morreram.

Até agora não há informações sobre a autoria do crime.  O crime segue sendo investigado e as buscas continuam sendo realizadas.

PB Agora

 

 

Polícia conclui inquérito e indicia Taciana por assassinato de Helton, em Sapé

A empresária Taciana Ribeiro Coutinho, suspeita de matar o marido a tiros na fazenda Zumbi, em Sapé, foi indiciada por homicídio duplamente qualificado após conclusão do inquérito pela Polícia Civil, informou o delegado Luciano Soares, superintendente regional da Polícia Civil em João Pessoa, nesta quinta-feira (21).

O inquérito foi protocolado no Fórum da Comarca de Sapé no dia 18 de maio e os autos entregue ao Ministério Público da Paraíba na quarta-feira (20). Conforme consulta processual no site do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), o processo corre em segredo de Justiça.

O G1 tentou falar com o advogado de defesa de Taciana, mas as ligações não foram atendidas e as mensagens não foram respondidas até as 17h15 desta quinta-feira (21).

De acordo com Luciano Soares, as investigações foram feitas pelo delegado Reinaldo Nóbrega, que, pelo resultado da perícia, entendeu que há indícios de que ela teria cometido o crime contra Helton Pessoa com os agravantes de motivo fútil e impossibilidade de defesa da vítima.

Entenda o caso
O empresário Helton Pessoa foi morto a tiros no dia 10 de maio, na fazenda onde estava isolado com a família devido à pandemia de Covid-19. O corpo do empresário Helton Pessoa foi enterrado no dia seguinte no município de Arara, no Agreste paraibano.

Taciana foi presa preventivamente e interrogada pela Polícia Civil no mesmo dia do enterro da vítima. Durante depoimento, ela alegou legítima defesa para o crime. A prisão preventiva foi convertida em prisão domiciliar.

Durante o interrogatório, Taciana disse que o crime ocorreu após uma discussão entre o casal. Apesar de não apresentar ferimentos visíveis, a mulher foi submetida a exames de corpo de delito.

Como a prisão preventiva foi convertida em prisão domiciliar, depois do depoimento ela foi levada para um presídio, onde recebeu uma tornozeleira eletrônica. Em seguida, foi levada para a residência informada nos autos judiciais.

O advogado da família da vítima informou que foi notificado sobre o indiciamento e que a família lamenta o fato do processo correr em segredo de Justiça. “Não existe novidade quanto ao conteúdo do inquérito, o que nos deixa triste é a situação de segredo de Justiça, porque agora a população não vai poder ter acesso a informações à respeito do processo”, disse.

Fonte: G1PB

 

 

Assassinato de mulheres na Paraíba cai 75% entre janeiro e fevereiro de 2020

O número de mulheres assassinadas na Paraíba caiu de 12 para 3, entre janeiro e fevereiro de 2020, o que representa uma queda de 75%. Em fevereiro de 2020, um caso é investigado como feminicídio. Em janeiro, houve também uma vítima por motivação de gênero. Os dados foram disponibilizados ao G1 pela Secretaria de Segurança e Defesa Social (Seds), via Lei de Acesso à Informação.

O número de feminicídios permaneceu, em fevereiro de 2020, o mesmo do mês de janeiro. Uma mulher foi morta por motivação de gênero. No somatório do primeiro bimestre, 2019 apresentou três feminicídios, dois em janeiro e um em fevereiro, contra dois no mesmo período em 2020, sendo um em casa mês. Uma redução clara de apenas um caso quando fazemos a comparação.

Feminicídios na Paraíba

  • 12 mulheres foram mortas em janeiro de 2020, um desses casos foi feminicídio
  • 3 mulheres foram mortas em fevereiro de 2020, um desses casos foi feminicídio
  • Número de mulheres assassinados caiu 75% entre janeiro e fevereiro de 2020
  • No somatório do primeiro bimestre, 2020 apresentou um feminicídio a menos em relação ao mesmo período de 2019

No ano inteiro de 2019, os feminicídios representaram 52% do total de mulheres assassinadas na Paraíba. O número de feminicídios – 38 – foi superior ao de homicídios dolosos de mulheres, que não têm relação com o gênero – 32 casos. Além disso, os dados também mostram que duas mulheres morreram por latrocínio, quando acontece o roubo seguido de morte, e outra por lesão corporal seguida de morte. No total, foram 73 mortes de mulheres em 2019.

Em 2018, o percentual de feminicídios foi de 40,5% das mortes violentas de mulheres. De acordo com o Núcleo de Análise Criminal e Estatística, foram registrados 84 Crimes Violentos Letais Intencionais (CVLI) com vítimas do sexo feminino, sendo 34 desses classificados como feminicídios – quatro a menos que no ano de 2019.

G1

 

Filho da deputada confessa assassinato e admite ter dado seis tiros no pai

Filho da deputada Flordelis (PSD), Flávio dos Santos, de 38 anos, admitiu ter matado a tiros o pai, o pastor Anderson do Carmo de Souza. Em depoimento à Polícia Civil nesta quinta-feira (20), ele afirmou ter disparado seis vezes – laudo do IML mostrou que a vítima tinha 30 perfurações no corpo.

Flávio dos Santos disse ainda que seu irmão mais novo – Lucas dos Santos, de 18 anos – teria ajudado a comprar a arma usada no crime. A motivação do assassinato e outras circunstâncias do crime ainda são apuradas pela Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo (DHNSG).

Nesta quinta-feira (20), a Justiça do Rio de Janeiro aceitou o pedido da Polícia Civil e determinou a prisão temporária de Lucas e Flávio. O pedido foi feito ao Judiciário após os investigadores realizarem uma acareação entre Flávio e Lucas.

Anteriormente, a Polícia Civil informou que Flávio dos Santos teria confirmado apenas que planejou a morte. No entanto, a equipe de reportagem da TV Globo confirmou que ele assumiu ter feito seis disparos. Ainda não está claro se os outros tiros foram disparados pelo irmão.

Lucas e Flávio já estavam detidos desde segunda-feira (17), porque tinham mandados de prisão pendentes por outros crimes. O pedido de prisão temporária, por homicídio qualificado.

Latrocínio é descartado

A polícia descartou hipótese de latrocínio – roubo seguido de morte – no caso do assassinato do pastor. Segundo a polícia, as imagens das câmeras de segurança da casa do pastor não mostram nenhum suspeito entrando ou saindo.

Na tarde desta quarta-feira (19), Flávio, que é filho biológico de Flordelos, prestou novo depoimento na Delegacia de Homicídios de Niterói e São Gonçalo.

Agentes encontraram, na noite anterior, uma pistola em cima de um armário no quarto onde ele dormia. Para a polícia, a arma foi usada no crime.

G1

 

‘Pai era muito controlador e não aceitava relacionamento’, conta delegado que investiga assassinato de ator

O delegado responsável pelo caso do homem que matou o ator Rafael Henrique Miguel, de 22 anos, e os pais dele em frente à casa da namorada do jovem ontem, na Zona Sul de São Paulo, diz que ele era contra o relacionamento dos dois: “O pai era muito controlador e não aceitava o relacionamento da filha com o Rafael”.

Fernando Bessa, da 6ª seccional, afirma que os três foram até a casa de Paulo Matias para conversar com ele sobre o namoro: “Eles conversavam no portão com Isabela e a mãe dela quando o Paulo chegou sem falar nada e atirou”.

As duas, por enquanto as únicas testemunhas chamadas pela polícia, não puderam prestar depoimento por questões de saúde: “Elas passaram mal depois do fato e foram para o hospital”.

A polícia acredita que a arma de Paulo Cupertino Matias era ilegal, já que ele tinha passagens pela polícia por roubo, furto, ameaça e lesão corporal nos anos 1990 e chegou a cumprir pena. O comerciante continua foragido.

Band News

 

 

Acusados do assassinato de irmão de vereadora de Solânea serão levados a júri popular

A Câmara Criminal do Tribunal de Justiça da Paraíba manteve a decisão de 1º Grau que mandou a júri popular José da Costa Maranhão (ex-prefeito de Borborema), Josenildo Guedes dos Santos e Lenilton Maia Farias pelo assassinato de Ranniery Sérgio da Silva, fato acontecido em 2013 na cidade de Solânea.

Os três foram pronunciados como incursos nas sanções previstas no artigo 121, §2º, incisos III e IV, última parte do Código Penal, em concurso de agentes, previsto no artigo 29 do CP, c/c artigo 1º inciso I, da Lei nº 8.072/90 (Lei de Crimes Hediondos).

A defesa dos acusados pleiteou a nulidade da decisão, alegando não haver indícios suficientes de autoria. O relator do Recurso Criminal em Sentido Estrito nº 0000160-70.2019.815.0000 foi o desembargador Arnóbio Alves Teodósio. Segundo ele, não se verificou na decisão de pronúncia nenhum vício que justifique o reconhecimento de nulidade processual.

“O douto magistrado de piso bem fundamentou sua decisão, justificando de forma clara e precisa os motivos que o levaram a pronunciar os denunciados pelo crime de homicídio perpetrado contra Ranniery Sérgio da Silva”, ressaltou.

O Ministério Público também ingressou com recurso a fim de cassar a decisão de 1º Grau que revogou a prisão preventiva dos acusados, mediante a aplicação de medidas cautelares. O pedido, no entanto, foi negado pelo relator. “Como bem fundamentado pelo magistrado primevo, a prisão dos acusados não mais se justifica, uma vez que estas tinham sido decretadas para a preservação da ordem pública e da conveniência da instrução criminal”, afirmou o desembargador Arnóbio.

O caso – Consta no caderno processual que no dia 20 de maio de 2013, por volta das 7h, no Centro de Solânea, a vítima Ranniery Sérgio da Silva foi brutalmente assassinada, com mais de vinte tiros de pistolas. Há também nos autos a informação de que em 2012 a vítima teria emprestado a quantia de R$ 19 mil ao denunciado Josenildo Guedes Junior.

O dinheiro tinha como destinatário o acusado José da Costa Maranhão, que usou a verba para a campanha da esposa ao cargo de prefeita na cidade de Borborema. Como garantia do empréstimo, Josenildo emitiu um cheque, que depois a vítima descobriu não possuir fundos, passando a partir daí a cobrar de maneira incisiva a inadimplência dos acusados.

 

ClickPB 

 

 

Criminoso conta em detalhes como aconteceu assassinato de bombeiro militar

A Polícia Militar prendeu, na noite dessa quinta-feira (30), os três suspeitos envolvidos no latrocínio (roubo seguido de morte) de um sargento do Corpo de Bombeiros Militar da Paraíba, que aconteceu no fim da manhã do mesmo dia, em um quartel, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa. O crime, que seria para roubar a pistola da vítima, foi encomendado por um presidiário que cumpre pena alternativa por tráfico de drogas, realizando serviços diários de faxina no local onde o militar trabalhava.

O caso foi elucidado em menos de 12 horas após a morte do sargento, através de buscas realizadas por policiais militares de várias unidades, que passaram a verificar as denúncias recebidas pela população por telefone e por aplicativos de mensagens instantâneas. Durante a noite, a PM prendeu, no bairro do Valentina, o suspeito que estava pilotando a moto, um jovem de 18 anos, e encontrou com ele a motocicleta que aparecem nas imagens.

No decorrer das buscas, a Polícia Militar chegou até o autor dos disparos, um acusado de 20 anos, que tinha sido preso na última sexta-feira (24) com drogas, na 31ª edição da operação Impacto, mas foi liberado na delegacia, após assinar um Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO). Ele cumpre pena por roubo no regime aberto e estava escondido na casa da namorada, em uma comunidade que fica na divisa dos bairros do Altiplano e Quadramares. A arma roubada do sargento estava escondida na residência e foi recuperada. O revólver usado para tirar a vida da vítima também foi apreendido na ação.

Com a prisão da dupla, os policiais descobriram que o crime tinha sido encomendado por um preso de 32 anos, que estava há dois meses cumprindo medida alternativa no quartel onde o sargento trabalhava. Ele teria encomendado o crime para vender a arma do militar e passou para os comparsas o momento exato de praticarem o roubo.

Os três suspeitos foram apresentados na delegacia de Crimes contra o Patrimônio, onde serão autuados por latrocínio, cuja pena é de reclusão de 20 a 30 anos. Eles devem passar por audiência de custódia nesta sexta-feira.

 “Eu cheguei da escola e Jonas me chamou dizendo ‘tem como arrumar uma moto para pegar uma pistola nos bombeiros?’. Peguei a moto, ele me deu o capacete, fiquei na outra rua, ele entrou e coisou. Perguntei o motivo e ele disse ‘ele reagiu, ia atirar em mim’. Não era pra fazer isso não, respondi. Ele mandou eu ligar a moto e fomos embora”, contou um dos acusados.

assessoria

Homem sofre tentativa de assassinato em Casserengue 

A polícia registrou uma tentativa de homicídio nesse domingo (04) no município de Casserengue. Por volta das 23h, a Polícia Militar foi acionada por populares informando que na rua se encontrava uma vítima de disparo de arma de fogo.

O homem foi atingido no braço esquerdo. Ao chegar ao local, a vítima informou aos policiais que dois elementos em uma motocicleta de cor preta teriam passado e efetuado o disparo, e logo em seguida se evadiram tomando destino ignorado.

A vítima foi socorrida por populares ao posto de saúde local, sendo logo em seguida socorrido pela ambulância de Casserengue ao hospital de Trauma da cidade de Campina Grande. Rondas foram realizadas para localizar e prender os acusados, porém sem êxito.

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Polícia apura novas denúncias de assassinato de Padre em Borborema

O secretário de Segurança Pública da Paraíba, Cláudio Lima, afirmou, nesta segunda-feira (30), que designou uma equipe para apurar alegações da família do Padre Pedro Gomes que podem levar à polícia a outra linha de investigação sobre o assassinato do religioso. O crime aconteceu no último dia 23 de agosto, em Borborema, no Brejo paraibano.

Os dados de investigações feitas por um detetive particular foram entregues por parentes do Padre Pedro Gomes e o deputado federal Luiz Couto (PT) ao próprio secretário durante reunião com o gestor da Segurança.

Eles também pediram um delegado especial e novo promotor para o caso. Entretanto, Cláudio Lima disse que como já existem um inquérito aberto e um promotor, qualquer mudança só acontecerá se forem comprovadas provas apontadas no documento.

“Existe um inquérito e o material que nos trouxeram está sendo analisado por uma equipe que foi designada. A gente já tem um promotor e vai analisar esse material do que foi apresentado e o que foi feito no inquérito para poder tomar a decisão. A família faz umas alegações é a gente tem que ouvir. Mas a gente só pode encaminhar aquilo que a gente tiver provas. Se a polícia tiver provas encaminha”, afirmou.

Sobre o caso, Cláudio Lima alega que, como a ainda existe um foragido, a investigação só será fechada com a prisão do último suspeito.

“Foram presos duas pessoas e existe um foragido que é suspeito e com bastantes indícios veementes da participação dele no homicídio. A Polícia está realizando bastantes diligências para tentar localizá-lo e acho que sua localização vai ser importante para a elucidação completa. Esse caso ainda não foi fechado e qualquer informação que chegar, a polícia vai analisar”, destacou.

As informações obtidas pela família revelam um empréstimo realizado pelo padre a pedido de uma pessoa próxima. Foram entregues a Lima conversas da vítima para reaver o empréstimo.

 

Roberto Targino

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