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Corpo de motorista por aplicativo que estava desaparecido é encontrado em mangue, na PB

Um corpo foi encontrado na noite desta quarta-feira (28), em um mangue no bairro do Rangel, em João Pessoa. O corpo é de um motorista de transporte por aplicativo que estava desaparecido desde a terça-feira (27).

Estiveram no local a Polícia Civil, por meio da delegacia de homicídios, e a Polícia Criminal, que constatou o óbito. O corpo estava em uma cova rasa.

De acordo com a Polícia Civil, o homem teria recebido uma ligação quando estava em casa e saiu sem informar para onde iria. Desde então, estava desaparecido. O carro dele foi encontrado também nesta quarta-feira perto do local onde o corpo foi achada.

A família de Adriano Faustino esteve no local e confirmou que o corpo era, de fato, do motorista. Até as 6h10 não havia informações do que teria motivado o crime.

Foto: Walter Paparazzo/G1

G1

Aplicativo Pardal já registrou 378 denúncias de irregularidades eleitoral em menos de três semanas na Paraíba

Em cerca de três semanas, pelo menos 378 denúncias de irregularidades de campanha para as Eleições 2020 foram registradas na Paraíba por meio do aplicativo Pardal do Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba (TRE-PB). O aplicativo foi colocado disponível para download desde o dia 27 de setembro.

Em entrevista ao ClickPB, o coordenador da ouvidoria do TRE, Júlio César explicou que nem todos os registros foram adiante por falta de consistências nas denúncias. Segundo ele, desse total de 378 apenas 105 seguem em investigação. “Do total de denúncias registradas do dia 27 até hoje, 273 denúncias encaminhadas as zonas eleitorais foram consideradas inconsistentes, ou seja não configuraram nenhuma licitude. Já 105 denúncias estão em processo de apuração”, disse.

Entre as denúncias mais comuns estão a de propaganda eleitoral irregular, compra de votos e uso da máquina pública para realização de campanhas.

O processo de apuração das denúncias que chegam por meio do aplicativo Pardal são distribuídos nas 76 zonas eleitorais espalhadas pelo estado.

O Pardal é um aplicativo gratuito e está disponível para download nas lojas virtuais Apple Store e Google Play. Para realizar uma denúncia, o cidadão deve, apresentar o nome e CPF, além de elementos que indiquem a existência do fato, como vídeos, fotos ou áudios. A identidade de quem denuncia é preservada pela autoridade responsável por apurar a infração eleitoral.

A data das eleições municipais está marcada para 15 de novembro e o segundo turno, que ocorre apenas em cidades com mais de 200 mil eleitores, o pleito será em 29 de novembro.

 

clickpb

 

 

Estudantes da UFPB criam aplicativo para identificar vício em redes sociais

No Brasil, 88% dos jovens acessam a internet todos os dias. Um app desenvolvido por estudantes paraibanos promete identificar excessos e propor alternativas para o bom uso da web e redes sociais. O projeto é um dos selecionados para a edição 2020 do Academic Working Capital (AWC), programa de empreendedorismo universitário do Instituto TIM. “O objetivo é melhorar a saúde mental dos avaliados pelo app, incluindo a identificação de quadros de ansiedade, estresse e até depressão”, detalha Vinicius Henrique, graduando em Ciência da Computação na Universidade Federal da Paraíba (UFPB) e um dos idealizadores do aplicativo. A turma atual do AWC conta com mais de 60 jovens, alunos de 13 universidades de seis Estados do Brasil. Ao longo de nove meses, eles receberão apoio financeiro, técnico e de negócios para apresentarem seus produtos a investidores e especialistas.

 

Assessoria de Imprensa

 

 

Covid-19: Aplicativo vai identificar pessoas próximas que positivaram

Em até 24 horas, uma pessoa poderá saber, por meio de um alerta no celular, se alguém próximo esteve ou não infectado pelo novo coronavírus nos últimos 14 dias. É o que promete o aplicativo Coronavírus-SUS, anunciado pelo Ministério da Saúde, em parceria com o Google e a Apple, na última semana (31). Segundo a pasta, o monitoramento da doença é importante para o controle da pandemia e para a retomada segura das atividades.

A tecnologia utilizada no app é a “API Exposure Notification”, que já vem sendo usada em países como Alemanha, Itália e Uruguai. Essa técnica de rastreamento de casos positivos da Covid-19, segundo o Ministério da Saúde, será um fator essencial da transição da população para a rotina pós-isolamento social e, ao mesmo tempo, de gerenciar o risco de novos surtos.

“Antes de chegar ao Brasil, essa tecnologia amadureceu muito. Antes de adotá-la, nosso sistema passou por um crivo internacional, que fez uma série de alertas e ajustes necessários antes de o aplicativo ficar disponível para ser baixado”, explica o diretor do Departamento de Informática do SUS, Jacson Venâncio de Barros.

No Brasil, apenas o Ministério da Saúde terá licença para usar a funcionalidade desenvolvida pelo Google e pela Apple. Com o envio criptografado das informações de contágio, por meio do uso do bluetooth de baixa energia, o aplicativo reconhece contatos próximos a uma distância de 1,5 a dois metros e por um tempo mínimo de cinco minutos entre smartphones que possuam o aplicativo instalado. Nenhum dado de geolocalização, incluindo dados de GPS, é coletado.

O ministério esclarece, ainda, que para receber notificações de contato próximo com usuários positivos para Covid-19, é necessário que o interessado tenha o aplicativo e habilite a função de notificação de exposição no aparelho. O aplicativo funciona apenas com outras pessoas com o aplicativo oficial instalado. Se a pessoa optar por parar de receber as informações, basta desativar as configurações no aplicativo ou até mesmo excluí-lo, a qualquer momento.

Privacidade 

Uma das preocupações relatadas por usuários era sobre a privacidade dos dados, já que é o próprio infectado que insere as informações no aplicativo. Funciona assim: a pessoa com resultado positivo para a doença informa no aplicativo Coronavírus-SUS, de forma voluntária e anônima, a validação do seu exame positivo para a doença (PCR ou sorológico). O dado é inserido a partir de um token (código de números) emitido pelo Ministério da Saúde.

Segundo a pasta, para evitar informações falsas, antes de gerar esse código, o órgão faz o cruzamento entre o exame informado pela pessoa e os registros integrados da plataforma de vigilância (e-SUS Notifica) e da Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS), ambos integrados e que reúnem informações dos pacientes com Covid-19 no Brasil.

“É importante destacar que a privacidade será garantida. Eu não vou saber quem foi a pessoa com a qual eu tive contato, e que possivelmente esteja doente. O usuário apenas vai tomar conhecimento de que teve contato com alguém infectado”, garante o secretário-executivo do Ministério da Saúde, Elcio Franco.

Em caso de alerta positivo da doença para os usuários do aplicativo, Elcio Franco detalha o procedimento. “A orientação é a mesma de quem teve algum sintoma. A pessoa deve tomar os cuidados, as medidas de higienização, de etiqueta respiratória – com o uso da máscara –, e, ao surgir algum sintoma, procurar a rede de atenção básica para buscar orientação médica.”

Para a infectologista Joana D’arc, o aplicativo é uma ferramenta interessante. Na luta contra o coronavírus, a médica considera que toda tecnologia é bem-vinda. “Todas as ferramentas que possam aumentar a prevenção, o distanciamento social e que as pessoas evitem exposição são úteis. A única questão é que vai depender da vontade da pessoa de inserir no aplicativo se o exame foi positivo ou não. Tem que ter uma campanha de conscientização para que as pessoas utilizem esse meio como forma de auxílio no combate à pandemia”, frisa.

Funcionalidade do aplicativo

O servidor público Misael Costa, de 40 anos, foi uma das vítimas da Covid-19. Em julho, ele e a esposa apresentaram os sintomas da doença, como febre, falta de ar e perda do paladar e do olfato. O casal, que tem um filho de cinco anos de idade que não foi infectado, se manteve em isolamento durante o período indicado, de 14 dias, sem contato externo. Ao ser questionado sobre o aplicativo, Misael acredita que não há muita funcionalidade, já que ele pode gerar preconceito com quem contraiu a doença.

“Vislumbro pontos negativos, e até mesmo um paradoxo, tendo em vista que a iniciativa deve partir de quem teve a doença. Isso pode gerar uma falsa percepção da realidade, uma vez que, não sendo alertada, a pessoa pode acreditar que ninguém próximo está infectado”, avalia.

Para o servidor, o alerta poderia até gerar uma situação de “pânico”. “Isso porque, ao ser alertado que alguém próximo testou positivo, sem saber ao certo quem seria, levaria a um quadro de desconfiança geral”, pontua.

Já o engenheiro elétrico e de segurança do trabalho Marcos José, de 48 anos, acredita que o aplicativo é uma boa saída. Ele também testou positivo para o vírus – não apresentou sintomas – e opina que a tecnologia pode ajudar no mapeamento e prevenção da doença. “Eu acredito nesse aplicativo. Com ele, acho que temos condição de identificar um mapeamento mais preciso e evitar o contágio de muitas pessoas”, defende.

Marcos José cita como a melhor “arma” para prevenção o exame. “Somente com o teste a gente sabe se está infectado ou não, pois muitos assintomáticos estão contaminados e não sabem. Acho que o governo tem que investir no teste em massa, só assim a gente vai controlar e saber”, argumenta.

Segundo dados das Secretarias de Saúde dos estados, o Brasil já acumulava 2,7 milhões de casos positivos da Covid-19 e quase 95 mil mortos até 4 de agosto. Na opinião do engenheiro Marcos José, com o aplicativo em mãos ainda no início da doença, talvez esse resultado poderia ter sido amenizado. “Se a gente tivesse o aplicativo em mãos antes, com certeza teríamos informações e poderia ter evitado, teríamos mais cuidado usando EPIs e mantendo distanciamento. Mas reafirmo sobre a importância dos testes. Eu sou um caso vivo. Se não tivesse feito o teste, estaria levando a vida normalmente, trabalhando, convivendo em família e transmitindo o vírus”, reforça.

A infectologista Joana D’arc destaca o ponto principal, na opinião dela. “Espero que a população tenha essa consciência e esse altruísmo de proteger o próximo e lançar as informações solicitadas pelo Ministério da Saúde”, finaliza.

PB Agora

 

Governo da PB disponibiliza aplicativo com internet gratuita para alunos e professores

O Governo da Paraíba disponibilizou, nesta segunda-feira (6), o aplicativo “Paraíba Educa” para alunos e professores da rede estadual de ensino junto com um pacote de internet móvel gratuito. A ferramenta faz parte das estratégias de ensino remoto adotadas durante a suspensão das aulas presenciais por causa de pandemia de Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.

A Secretaria de Estado da Educação e da Ciência e Tecnologia assinou contratos com quatro operadoras de telefonia para garantir que os estudantes paraibanos acessem os conteúdos do regime especial de ensino sem nenhum custo.

Para baixar o aplicativo, é preciso ir até a loja de aplicativos do smartphone com versão Android, digitar “Paraíba Educa” na busca, selecionar e baixar.

Para acessar o conteúdo, o usuário deve utilizar os mesmos dados do login e senha cadastrados na plataforma “Paraíba Educa”. Assim que o acesso for realizado, o pacote de dados móveis é disponibilizado.

G1

 

Auxílio emergencial: Caixa Econômica atualiza aplicativo para reduzir tumulto

As filas na Caixa Econômica para obtenção do auxílio emergencial de R$ 600 concedido pelo governo federal não foram só nas agências.

Na internet, o aplicativo Caixa Tem, usado para receber o benefício, criou filas digitais e longa espera para parte da população que tentou acessar o dinheiro sem sair de casa.

Criado em 2019 e aprimorado às pressas diante da pandemia, o serviço tem quase 82 milhões de downloads e teve forte sobrecarga com a corrida de desempregados e informais pelo auxílio.

Mais de 50 milhões de brasileiros devem receber a verba. No primeiro mês, o app não deu conta de atender os milhares de acessos simultâneos, e muitos cidadãos tiveram que recorrer às agências.

Na loja de aplicativos do Google, surgiram relatos sobre demora superior a uma semana para fazer operações no Caixa Tem, travas e problemas como de conexão e de validação dos dados.

“O app trava muito e quase sempre não consegue completar as operações de transferência ou pagamento”, disse um usuário em 5 de maio.

“Não consegui ter acesso por 10 dias seguidos”, disse outra.

Na espera virtual do Caixa Tem, o usuário precisava manter a tela ativa, sem poder acessar outras funções do celular, como o WhatsApp.

Após inúmeras reclamações, o banco diz que consertou o aplicativo. “Hoje [quinta] a fila não está demorando mais do que um minuto, na versão 1.20.1 [do app]. No iOS, sistema da Apple, vamos migrar de sexta (8) para sábado (9). A usabilidade melhorou 1.000%”, disse Cláudio Salituro, VP de Tecnologia da Caixa.

Em menos de 30 dias,o aplicativo teve 15 atualizações. A última, diz o banco, permitirá 5.000 usuários por minuto.

O teor dos comentários mais recentes nas lojas de aplicativos já mudou. Na sexta (8), trabalhadores disseram conseguir efetuar as transações após semanas de tentativas.
“Depois de mais de um mês, eu consegui fazer o saque”, afirmou uma usuária.

O Caixa Tem foi concebido para oferecer uma poupança social digital, alternativa a quem não possui conta bancária. Permite transações bancárias e pagar boletos e contas.

A necessidade de escalar uma solução emergencial para o pagamento do auxílio gerou uma série de problemas. O banco reconhece que houve falhas. “De fato é legítima a reclamação, mas estamos implantando melhorias e temos o conforto de dizer que estamos quase lá”, diz Salituro.

Segundo ele, o app do auxílio emergencial foi feito em sete dias e, depois, “uma avalanche” chegou ao Caixa Tem.

Idealizado para atender 1 milhão de pessoas no período de um ano, em menos de 30 dias o app começou a receber até 4 milhões de acessos por dia.

Apesar das melhorias, pesquisadores criticam pontos como falta de informação sobre requisitos mínimos para celulares que podem usá-lo e a dificuldade de instalação em aparelhos mais antigos.

“Governo e Dataprev conseguiram revelar 46 milhões de brasileiros que estavam invisíveis a políticas sociais. Mas as pessoas não estão necessariamente recebendo em suas atuais contas, mas na poupança social digital. Isso sobrecarrega”, diz Marco Konopacki, pesquisador ro ITS-Rio e ligado à Universidade de Nova York.

Assim como em outros países, o Brasil utilizou sua infraestrutura tecnológica já existente para conectar governo e cidadãos na pandemia, ressalta a pesquisadora de internet e governo Yasodara Cordova.

“Mas não podemos comparar Brasil com Inglaterra, que trabalha com um gabinete digital há 20 anos e tem um site simples, universal e que oferece ajuda a analfabetos e idosos. O que faltam são agentes do governo auxiliando as pessoas para que consigam realizar as operações pelo celular”, diz.

A Caixa diz que o pagamento do auxílio é o maior programa de inclusão social, financeira e digital do Brasil, que houve redução considerável das filas e que o atendimento foi normalizado. Sobre a compatibilidade com celulares antigos, diz que o app foi projetado para funcionar em qualquer modelo de smartphone.

 

FOLHAPRESS

 

 

Polícia apreende adolescente e prende três homens suspeitos de assalto a motorista de aplicativo

A Polícia Militar recuperou um carro, apreendeu uma arma de fogo e deteve quatro suspeitos de assaltar um motorista de aplicativo, na cidade de Campina Grande. O crime ocorreu nesse sábado (11).

A equipe da 2ª Companhia do BEPMotos foi informada de um roubo a veículo e realizou cerco policial em conjunto com policiais da Cavalaria, 2º BPM e 10º BPM. Ao localizarem o automóvel, foi feita uma perseguição que se estendeu por várias ruas, chegando por fim ao bairro do Araxá.

Os militares conseguiram abordar o veículo, localizaram um revólver calibre 32 e deram voz de prisão aos homens.

Três dos suspeitos eram adultos e a quarta uma adolescente. Todos foram conduzidos para a Central de Polícia de Campina Grande.

 

clickpb

 

 

Quase 47% da população na PB não cumpre isolamento social por coronavírus, diz aplicativo

Quase 47% da população da Paraíba não respeitou o isolamento social recomendado pelo Ministério da Saúde para prevenção do contágio do coronavírus. De acordo com a plataforma Mapa Brasileiro da Covid-19, feita pela In Loco, no dia 4 de abril, dado mais recente disponibilizado no início da manhã desta segunda-feira (6), a Paraíba tinha um Índice de isolamento social de 53,1%, ou seja, pouco mais da metade da população estava respeitando a quarentena no estado.

A informação desenvolvida pela In Loco, usa uma base de dados de 60 milhões de brasileiros em tempo real, conseguindo estimar um percentual de pessoas que estão em movimentação ou não. Pelo índice estimado na plataforma, até sexta-feira (4), a Paraíba era o quarto estado do Nordeste com pior índice de cumprimento do isolamento social, acima apenas de Bahia e Alagoas (51,7%) e Sergipe (52,5%).

Ainda de acordo com o aplicativo, a Paraíba apresentou um percentual máximo de isolamento social de 69,6% no dia 22 de março, justamente um dia após a publicação do decreto de calamidade pública por parte do Governo da Paraíba. De acordo com a empresa que montou a plataforma, o mapa foi desenhado para não identificar as pessoas, garantindo privacidade e anonimato.

“Nosso papel na luta contra a Covid-19 é prover inteligência para conter o avanço da doença sem a necessidade de uma política de vigilância. Quando a situação de emergência acabar, os dados coletados para esse fim serão deletados”, informa a In Loco. A iniciativa tem participação da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e conta com o apoio da Universidade de São Paulo (USP).

Isolamento social foi mais respeitado na Paraíba em março, como visto na foto da orla de João Pessoa feita no dia 27 de março — Foto: Julio Viana/Arquivo Pessoal

Isolamento social foi mais respeitado na Paraíba em março, como visto na foto da orla de João Pessoa feita no dia 27 de março — Foto: Julio Viana/Arquivo Pessoal

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) informou que as recomendações de isolamento social seguem as mesmas, inclusive com a possibilidade de uso das forças policiais para obrigar o cumprimento da quarentena.

O secretário executivo de Gestão da Rede de Unidades de Saúde, Daniel Beltrami, explicou que as recomendações precisam ser seguidas com maior rigor nesse momento, considerado um período crítico para o aumento do número de casos pelas autoridades de saúde.

“É preciso senso de coletividade, vejam a Espanha, Itália, Estados Unidos, não é hora de baixar a guarda. É hora de foco, de responsabilidade, o coronavírus no Brasil não vai deixar o rastro de mortos, mas isso depende de você”, comentou.

Até a manhã desta segunda-feira (6), a Paraíba tinha 35 casos confirmados de infecção pelo coronavírus e quatro mortes pela Covid-19. Para reforçar as medidas de isolamento, o governador da Paraíba, João Azevêdo (Cidadania), prorrogou até o dia 19 de abril o decreto de calamidade pública por conta do coronavírus.

Plataforma em João Pessoa

A Prefeitura de João Pessoa disponibilizou uma plataforma online que permite o acompanhamento online da evolução dos casos da Covid-19, inclusive com a faixa etária dos infectados, número de casos descartados e os bairros com maior número de infectados. João Pessoa é a cidade da Paraíba com maior número de infectados.

G1

 

Caixa lançará na terça aplicativo para cadastro em renda emergencial

A partir da próxima terça-feira (7), dezenas de milhões de brasileiros poderão baixar um aplicativo lançado pela Caixa Econômica Federal que permitirá o cadastramento para receberem a renda básica emergencial, de R$ 600 ou de R$ 1,2 mil para mães solteiras. O banco também lançará uma página na internet e uma central de atendimento telefônico para a retirada de dúvidas e a realização do cadastro.

O próprio aplicativo avaliará se o trabalhador cumpre os cerca de dez requisitos exigidos pela lei para o recebimento da renda básica. O pagamento poderá ser feito em até 48 horas depois que a Caixa Econômica receber os dados dos beneficiários, mas o presidente do banco não se comprometeu em apresentar uma data específica. Quem não tem conta em bancos poderá retirar o benefício em casas lotéricas.

O presidente da Caixa, Pedro Guimarães, anunciou que o banco lançará outro aplicativo, exclusivo para o pagamento da renda básica. O benefício será depositado em contas poupança digitais, autorizadas recentemente pelo Conselho Monetário Nacional, e poderá ser transferido para qualquer conta bancária sem custos. Segundo ele, o calendário de pagamentos será anunciado na próxima semana, depois de o banco conhecer o tamanho da população apta a receber a renda básica emergencial.

Segundo Guimarães, o decreto que regulamenta a lei que instituiu o benefício será finalizado hoje, mas ele não informou se o texto será publicado ainda nesta sexta-feira (3) ou no início da próxima semana. Na segunda-feira (6), a Caixa Econômica detalhará o funcionamento dos dois aplicativos.

O ministro da Cidadania, Onyx Lorenzoni, informou que só precisarão se inscrever no aplicativo microempreendedores individuais (MEI), trabalhadores que contribuem com a Previdência Social como autônomos e trabalhadores informais que não estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal. Caso o trabalhador esteja inscrito no cadastro único, o aplicativo avisará no momento em que ele digitar o número do Cadastro de Pessoas Físicas (CPF).

Bolsa Família

Os beneficiários do Programa Bolsa Família não precisarão baixar o aplicativo. Segundo Lorenzoni, eles já estão inscritos na base de dados e poderão, entre os dias 16 e 30, escolherem se receberão o Bolsa Família ou a renda básica emergencial, optando pelo valor mais vantajoso.

O ministro da Cidadania lembrou que o benefício de março do Bolsa Família terminou de ser pago no último dia 30. Para ele, o pagamento do novo benefício a essas famílias antes do dia 16 complicaria o trabalho do governo federal, que ainda está consolidando a base de dados, de separar os grupos de beneficiários.

“A lei cria uma série de regras. Temos de fazer filtragem da base de dados. O que acontece? A base já existe. O maior desafio está nas pessoas que não estão em base nenhuma, por isso criamos a solução via aplicativo, internet e central de telefones”, explicou o presidente da Caixa.

Ele lembrou que, no caso do saque imediato do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), um terço dos 60 milhões de pagamentos foi feito por aplicativo. Para Guimarães, o índice deve ser semelhante com o novo benefício emergencial.

Desafio

Para o ministro da Economia, Paulo Guedes, que participou da apresentação, o grande desafio do governo não consiste em eventuais atrasos na aprovação de medidas, mas na própria montagem da logística. “Não são um ou dois dias de atraso ou de antecipação. Desde que começamos a formular o programa, o grande desafio é a logística de entrega. É um cronograma quase físico de capturar os cadastros. Não é a aprovação que vai mudar o cronograma físico”, destacou.

Guedes destacou que, em três semanas, o governo saiu de zero para cerca de R$ 800 bilhões em programas de enfrentamento à pandemia do noovo coronavírus e de manutenção dos empregos. A conta, que envolve não apenas gastos novos, mas antecipações de despesas, adiamento de tributos e remanejamentos, está, segundo o ministro, em 3,4% do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e dos serviços produzidos). “Nenhum país emergente fez uma movimentação tão rápida de liberação de recursos como o nosso. A implementação está no mesmo ritmo dos Estados Unidos, um país que tem experiências com catástrofes”, declarou.

O ministro cobrou a união de prefeitos, governadores, Executivo federal, Legislativo e Judiciário para andar com as medidas. Em relação à necessidade da aprovação da proposta de emenda à Constituição do orçamento de guerra para a liberação do benefício, o ministro disse que a ala jurídica do Ministério da Economia tinha dado aval para o início do pagamento, mas que a ala econômica da pasta tinha receio de que o descumprimento da regra de ouro, que proíbe a emissão de dívida pública para gastos correntes, prejudicasse o governo, mesmo com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, tendo autorizado os gastos extras.

 

agenciabrasil

 

 

Motorista de aplicativo é assaltada e tem carro roubado por adolescentes em JP

Uma mulher, que trabalha como motorista de aplicativo, teve o carro tomado por assalto na noite desse sábado (29), em João Pessoa.

De acordo com informações, os suspeitos solicitaram uma corrida e em seguida anunciaram o assalto. Eles estavam com uma faca.

A polícia foi acionada e iniciou uma intensa perseguição aos suspeitos utilizando-se de informações do rastreador do veículo da vítima.

O veículo foi interceptado próximo ao Corpo de Bombeiros de Marés e os suspeitos apreendidos.

paraiba.com.br