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Greve de anestesistas na FAP suspende cirurgias de pacientes com câncer em CG

Os anestesistas do Hospital da Fundação Assistencial da Paraíba (FAP), em Campina Grande, pararam as atividades por tempo indeterminado. Pelo menos 30 pacientes com câncer estão na fila de espera para cirurgias.

Os médicos denunciam supostas fraudes nas autorizações de internações hospitalares, onde a auditoria teria alterado os códigos de AIH´s para que os valores pagos pelas cirurgias caiam. Os profissionais informaram que o valor a ser pago seria de R$ 1.075 ao cirurgião, porém o valor repassado seria R$ 56.

A denúncia foi encaminhada à direção da FAP, ao Ministério Público Estadual, à Ordem dos Advogados do Brasil, ao Conselho Regional de Medicina, ao Sindicatos dos Médicos e à Secretaria de Saúde do Município.

Os médicos pedem a suspensão da triagem de novos pacientes, a apuração das denúncias, a substituição da auditoria e a apuração da denúncia no setor de contas do hospital.

O secretário de Saúde de Campina Grande, Felipe Reul, disse que a prefeitura não é culpada pelo problema, uma vez que, segundo ele, a FAP deveria ter completado a entrega de documentos necessários para que o repasse pendente fosse formalizado. Apesar disso, Reul adiantou que a situação poderá ser resolvida até a próxima semana.

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Anestesistas decidem voltar ao trabalho após ouvir secretário de Saúde do Estado

 

“Foi um avanço do Estado, porque saímos do impasse a ainda tivemos a compreensão por parte dos médicos”, festeja Waldson

 

Secretário explica que PB não pode dar reajuste solicitado e anestesistas voltam ao trabalho

Acabou na noite dessa segunda-feira a reunião entre o secretário de Saúde do Estado, Waldson Souza, e o presidente da Cooperativa dos Médicos Anestesiologistas da Paraíba (Coopanest-PB), Asuil Vieira, onde chegaram a um acordo visando o fim da paralisação dos anestesistas, que cobravam reajuste de 15%. A interrupção do serviço deixou carente desses profissionais – por quase duas semanas – os hospitais Arlinda Marques e Edson Ramalho, além dos hospitais regionais de Guarabira, Itabaiana e Itapororoca.

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Festejando o fim do impasse, o secretário se disse satisfeito com a compreensão da cooperativa de que o Estado não tem capacidade financeira para arcar com o reajuste pedido.

“Eles entenderam que o Estado não pode dar aumento agora, ao mesmo tempo que não seria justo reajustar o plantão apenas de uma cooperativa em especial”, destacou Souza, pontuando em seguida: “A situação dos recursos na Secretaria de Saúde é crítica, pois estamos sem os repasses dos fundos municipais. Estamos sobrevivendo apenas com os recursos do Tesouro Nacional”.

Ainda tratando da reunião, Waldson reforçou sua satisfação em ter recebido do presidente Asuil a compreensão da situação atual: “Foi uma avanço do Estado, porque saímos do impasse a ainda tivemos a compreensão por parte dos médicos”.

 

 

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