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Cultura paraibana é destaque em Encontro com Rotarianos na Fundação Casa de José Américo



A Secretaria de Estado da Cultura, por meio das Fundações vinculadas (Casa de José Américo, Espaço Cultural e Ernani Sátyro) realiza o 1º Encontro Cultural com Rotarianos nesta terça-feira (19), às 19h, no auditório Juarez da Gama Batista, da FCJA. O evento objetiva promover a integração cultural com os membros do Rotary Clube João Pessoa Sul, entidade social voltada a desenvolver ações solidárias.
A ideia é divulgar a cultura paraibana através das atividades desenvolvidas pelas Fundações culturais e ainda colher informações sobre as atividades rotarianas em favor da sociedade, que podem se transformar em parcerias no desenvolvimento de atividades conjuntas.
O evento presta uma homenagem ao poeta Augusto dos Anjos e se inicia com uma palestra proferida pelo poeta Francisco Carneiro Júnior, de 17 anos, com o tema “A influência de Augusto dos Anjos na poesia dos jovens de hoje”. Francisco Carneiro Júnior é autor do livro “Reflexos Poéticos”, lançado recentemente em João Pessoa.
Na programação consta ainda o relançamento do CD “Aracy com Y”, de autoria do compositor, cantor, arranjador e letrista José Bezerra Filho, e declamação de poemas pela artista e intérprete Cryselide Barros.
A sessão cultural apresenta, ainda, a exposição de banners que fez parte da programação da 10° Semana de Museus, especialmente com poemas de Augusto dos Anjos e ilustrações de Flávio Tavares.
O 1º Encontro Cultural com Rotarianos surgiu de iniciativa conjunta da Secretaria de Estado da Cultura, através da Fundação Casa de José Américo, Fundação Espaço Cultural da Paraíba e Fundação Ernani Sátyro, em parceria com o Rotary Club Sul de João Pessoa.


Assessoria de Imprensa para o Focando a Notícia

Poeta de 17 anos lança livro e expõe telas na Fundação Casa de José Américo

 

Francisco Carneiro Júnior despertou para o mundo da literatura e pintura ainda na infância. Nessa época, já gostava de ler, viajar e conhecer museus, além do hobby de andar a cavalo. Atualmente, aos 17 anos de idade, decidiu reunir seus poemas e lançar o primeiro livro “Reflexos Poéticos”, além de exposição de telas pintadas por ele. O lançamento e os trabalhos podem ser conferidos nesta terça-feira (5), às 18h30, na Fundação Casa de José Américo, órgão vinculado à Secretaria de Estado da Cultura, instituições parceiras culturais no evento.

Com arte da capa assinada pelo autor, o livro tem 118 páginas, reunindo 49 sonetos e 41 poemas de versos livres, e traz orelhas escritas pelo artista plástico Flávio Tavares, que contribuiu ainda com quatro ilustrações artísticas, distribuídas no livro, e de quem o autor diz que recebeu influências na pintura. ”Júnior caminha pela escuridão das paixões, dos sentimentos, do existencialismo, em busca da razão de viver! Essa geografia interior, esse mundo em seus poemas são ‘desenhados’ por linhas e razões emotivas que vão clarear com paixão as razões da existência!”, comenta Flávio Tavares.

Francisco revela que recebeu influências de Augusto dos Anjos na literatura. O prefácio foi escrito pelo historiador Joaquim Osterne Carneiro, presidente do Instituto Histórico e Geográfico da Paraíba e avô paterno do autor. Ao apresentar o livro, Osterne comenta que “a primeira parte da obra é constituída de uma poética que chama a atenção não somente pela metrificação dos versos, mas igualmente pela profundidade dos assuntos abordados para um jovem de sua idade, máxime nos sonetos, que ocupam lugar de destaque em suas rimas”.

Na segunda parte, prossegue Osterne, “Júnior nos apresenta poemas que podem se enquadrar no denominado modernismo brasileiro, cujos versos bem concatenados e bem estruturados, demonstram a grande sensibilidade do jovem autor, que a partir deste trabalho se inscreve definitivamente entre os vates paraibanos de maior expressão e certamente alcançará um lugar de destaque na literatura de nossa terra”.

Francisco se diz apaixonado pela literatura, justificando que é uma forma de estar conectado com reflexões importantes para o dia-a-dia. Considera que este é um caminho válido a ser introduzido pelos jovens. Tanto que ainda sequer lançou o primeiro livro, mas já tem crônicas e contos guardados e programa-se para lançar o próximo livro, no estilo romance.

A Fundação Casa de José Américo fica na orla do Cabo Branco, nº 3336.


Assessoria de Imprensa para o Focando a Notícia

Livro ‘Prática de leiturização com trabalhadores’ será lançado na Fundação Casa de José Américo, JP

 

O livro ‘Prática de leiturização com trabalhadores e trabalhadoras’, fruto de quarenta anos de pesquisa dos professores Cornelis Joannes van der Poel e Maria Salete van der Poel, será lançado nesta quinta (24), às 18h30, na Fundação Casa de José Américo.  O evento conta com a parceria cultural da FCJA,  órgão vinculado à Secretaria Estadual de Cultura. A Fundação Casa de José Américo fica na orla do Cabo Branco, nº 3336.

A obra será apresentada pelo professor Francisco Thadeu Carvalho Matos, que também assina o prefácio da obra. Segundo ele, trata-se de uma síntese de quatro décadas de pesquisas ininterruptas, fundamenta-se em um dos princípios do mestre Freire, que é a educação emancipatória, além de apoiar-se em referenciais diversos, a exemplo de Bakhtin, Vigotsky, Luria e Foucambert, dentre outros.

‘Nesse sentido, o que se chamava à época de Freire de alfabetização, na dinâmica da pesquisa permanente desses autores, dentro de uma concepção dialética da educação, que podemos compreender hoje na sua concepção sócio-histórica, atende à categoria conceitual de letramento e, bem mais recentemente, tem se definido como um processo mais amplo que envolve todas as linguagens, que é a leiturização’, comenta o apresentador.

Reproduzindo a explicação dos autores, Francisco destaca que trata-se de educar pessoas humanas, vistas em sua omnilateralidade nos aspectos históricos e sociais, mas compartilhando de uma prática coletiva. Os professores Cornelis e Salete ressaltam que o objeto de estudo é a própria realidade dos alunos, contida nos seus textos, não cabendo, desta maneira, o currículo de disciplinas particularizadas e estanques’, mas campos e projetos de estudos que desembocam em uma interconexão de conhecimentos, totalizando oito, a saber: Nossa Família, Nossa Saúde, Nosso Trabalho, Nossa Recreação, Nossa Terra, Nossa Educação, Nossa Política e Nossa Religião. Esses oito Campos e Projetos constituem toda a base sócio-filosófico-antropológica dos seus trabalhos’, sintetiza Francisco Thadeu.

Os autores –   Casados há 43 anos, os autores Cornelis Joannes e Maria Salete van der Poel  também são bastante afinados no campo profissional. Ambos são professores aposentados da UFPB e assinam diversas obras juntos.

Fátima Farias para o Focando a Notícia

Augusto dos Anjos e Fundação Casa de José Américo integram Semana de Museus

 

 

Os 100 anos da publicação do livro Eu, de Augusto dos Anjos, e os 30 anos da Fundação Casa de José Américo, vão marcar a participação da instituição, vinculada à Secretaria Estadual de Cultura, na programação nacional da 10ª Semana de Museus. O evento, que acontecerá de 14 a 20 de maio, na FCJA, integra a realização anual do Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM), que destaca como tema central ‘Museus em um mundo em transformação: novos desafios, novas inspirações’.

A programação, idealizada pelo Museu Casa de José Américo, prevê exposição, palestra e um sarau poético. O evento começa na segunda (14), às 10h, com a abertura da exposição ‘Um varal poético sobre Augusto dos Anjos’, na sala de exposições do Museu. Serão 12 painéis com poemas de diversos autores homenageando Augusto, além de três poesias do próprio, estas com ilustrações do artista plástico Flávio Tavares. Os outros autores são Ronaldo Cunha Lima, Eulajose Dias de Araújo, Sérgio de Castro Pinto, Saulo Mendonça, Mauro Mota, Manoel Monteiro, Neide Medeiros Santos, Firmino Ayres Leite e Zilma Ferreira.

Sarau poético – A quinta-feira (17) será o ponto alto da programação. As atividades começam, às 14h, com a palestra ‘A importância do Museu nos 30 anos da Fundação Casa de José Américo’, do professor Neroaldo Pontes de Azevedo, no Auditório Juarez da Gama Batista, da FCJA. Em seguida, no mesmo local, acontece a apresentação de um ‘Recital sobre Augusto dos Anjos – uma homenagem aos 100 anos de publicação do Eu e 30 anos da Fundação Casa de José Américo’, com a participação de vários artistas: Oliveira de Panelas, Criselide Barros, Chico Viola, Saulo Mendonça, Gil Holanda, Belo de Souza e Bené Siqueira.

A Fundação Casa de José Américo fica na orla do Cabo Branco, nº 3336.

Fátima Farias para o Focando a Notícia

Exposição revela aspectos urbanos e rurais de Areia na Fundação Casa de José Américo

 

As riquezas de uma cidade histórica, encravada no Brejo paraibano, registradas em 22 fotografias que integram a exposição “Areia – o urbano e rural”, aberta à visitação pública até esta sexta-feira (20.04), na Fundação Casa de José Américo, é um convite para conhecer os atrativos naturais, arquitetônicos e históricos de uma das cidades mais visitadas no Brejo Paraibano.

No mesmo local também está aberta à visitação uma exposição com Acervo de Arte Popular. A Fundação Casa de José Américo fica localizada na Avenida Cabo Branco, nº 3336, no bairro do Cabo Branco. As exposições estão abertas à visitação diariamente, das 8h às 12h e das 14h às 17h30.

A mostra consta de 22 fotos do acervo particular da produtora cultural Ana Clara Maia. Dividida em aspectos urbano e rural, uma curiosidade na Exposição “Areia – o urbano e rural” em destaque é a casa no Engenho Vaca Brava, onde José Américo escreveu boa parte do romance “A bagaceira”.

Estão expostas fotos de casarios seculares, ruas, Teatro Minerva, Casa de Pedro Américo, as igrejas de Nossa Senhora da Conceição e do Rosário. Na área urbana, o processo de fabricação da rapadura e o Museu da Rapadura, além da casa grande e engenho.

O público poderá conferir também, além desta mostra, a exposição do Acervo de Arte Popular, com diversas peças, doado à FCJA, pelo professor da Universidade Federal da Paraíba, José Nilton.

O município – Areia, além de cidade que abriga inúmeros acervos históricos, é a terra natal do patrono da instituição, o ex-ministro, ex-governador e escritor José Américo de Almeida. Dotada de muitas riquezas naturais, Areia está localizada na microrregião do Brejo Paraibano. Suas terras possuem diversas fontes e balneários aquáticos.

Celeiro de riquezas culturais, um dos destaques em Areia é o Museu de Pedro Américo, com inúmeras réplicas dos quadros do mais célebre cidadão areiense – entre elas a famosa obra “O Grito do Ipiranga”, encomendada a ele por Dom Pedro II.


Fátima Farias para o Focando a Notícia