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Homem agride esposa, ameaça polícia e é preso na cidade de Alagoa Grande

Mais um caso de violência contra as mulheres foi registrado no fim da tarde desta quarta-feira (21), em Alagoa Grande, no Brejo paraibano, quando um homem que não teve a identidade revelada foi preso após agredir a companheira e ameaçar policiais.

Na delegacia da cidade de Guarabira – local onde o suspeito foi encaminhado – ele informou que, no momento da prisão, o homem apresentava sinais de ingestão de bebida alcoólica.

Ele deve permanecer na delegacia até ser ouvido. Na sequência, será encaminhado confirme determinação da autoridade.

 

pbagora

 

 

Policiais do 4º BPM prendem suspeitos de tentativa de furto e ameaça

Dois homens foram presos por policiais do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) nessa sexta-feira (12), em Guarabira, suspeitos de tentativa de furto e ameaça. A primeira prisão aconteceu no centro da cidade, quando algumas pessoas ligaram para o Copom informando que um homem teria tentado furtar alguns objetos de uma loja e foi detido por elas, mas teria conseguido fugir e estava sendo perseguido. Rapidamente, os policiais se dirigiram ao local e encontraram o suspeito escondido em um beco no bairro Santa Terezinha. Ele foi preso e,juntamente com o gerente do estabelecimento comercial, foi levado para Delegacia de Polícia Civil.

No Sítio Carrasco, localizado na zona rural do município, a Polícia Militar foi informada que um homem estaria ameaçando matar os próprios familiares. De imediato, os policiais estiveram no local e os parentes dele confirmaram a denúncia. Após diligências, o suspeito foi encontrado e preso, em seguida, juntamente com as vítimas, foi conduzido para a delegacia.

P/5 – Seção de Comunicação Social e Marketing Institucional do 4º BPM

 

 

Crise provoca ameaça de falência em metade das escolas pequenas e médias do Brasil

Entre 30% e 50% das escolas particulares de pequeno e médio porte do Brasil estão sob o risco de falência em razão da pandemia do novo coronavírus.

A redução de receita, ocasionada pela necessidade de conceder descontos, por atrasos nas mensalidades e pela inadimplência, atingiu 40% delas em abril e deve ultrapassar os 50% no fechamento das contas de maio. Em 95% dos estabelecimentos já houve o cancelamento de matrículas.

Os dados constam de uma pesquisa encomendada pela União pelas Escolas Particulares de Pequeno e Médio Porte, uma organização sem fins lucrativos criada durante a pandemia com o objetivo de dar suporte às instituições de ensino.

Em seu site, a entidade deu início ao que chama de “obituário” das escolas vítimas da Covid-19. Entre as que fecharam neste período de confinamento, lista o colégio Stella Maris, de Guarulhos (Grande SP), o Integral e o Nautas, de Campinas (interior de SP), a escola Maxwell, de Brasília, e a Organização Educacional Evolutivo, de Fortaleza (CE).

Para a pesquisa, intitulada “Megatendências – As Escolas Brasileiras no Contexto do Coronavírus”, foram consultados, entre 13 e 25 de maio, proprietários de 482 colégios do ensino infantil ao médio, que têm entre 150 e 240 alunos e de 20 a 30 professores, localizados em 83 municípios do país, incluindo capitais como São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Goiânia, Salvador, Fortaleza, Maceió e Aracaju. Escolas com esse perfil representam quase 80% da rede privada de ensino do Brasil.

Os atrasos no pagamento de mensalidades, que antes do início da pandemia eram de 9%, chegaram a 17% em abril e devem bater 22% em maio. As famílias inadimplentes, também restritas a 9% do total até o confinamento, foram para 15% em abril, e a expectativa é de 21% em maio. A perda de alunos já gira em torno de 10%.

A redução de receita é observada de forma semelhante entre as escolas de ensino infantil e as que têm infantil e fundamental; em ambas as categorias, 54% tiveram queda. Não é muito diferente das que oferecem também o médio, 50%.

“Apesar de a dificuldade do ensino remoto no infantil e nos primeiros anos do fundamental ser maior, a perda de receita foi equivalente nos diferentes níveis”, diz Tadeu da Ponte, mestre em matemática pela USP, professor e coordenador do Centro de Educação do Insper e criador da Explora, empresa especializada em análises para a educação básica, que realizou a pesquisa.

“Isso mostra que não se trata de uma decisão dos pais de tirar os filhos da escola, pedir desconto ou não pagar a mensalidade porque não estão satisfeitos com as aulas on-line. Isso também ocorre, mas não é a regra. Os problemas financeiros das escolas são consequência do impacto da pandemia na renda das famílias.”

Membro da União pelas Escolas Particulares de Pequeno e Médio Porte, o pesquisador afirma que o termo usado pelo setor é o de “colapso no sistema de educação”. Segundo Pontes, a margem de lucro de uma escola desse segmento gira em torno de 15%. Considerando que tenha feito um fundo de 5% por um ano, a reserva já teria sido gasta nesses três meses de pandemia, e esse, segundo ele, é o melhor dos cenários.

Com a participação de 1.500 instituições de ensino e de cerca de 17 mil gestores escolares e educadores, a União encaminhará ao Ministério da Educação e às secretarias estaduais de Educação um manifesto pela sobrevivência do setor.

Entre as reivindicações estão a implantação de linhas de crédito, a redução da carga tributária, o aumento de prazo para a quitação de impostos e a criação do voucher educacional (ajuda de custo dada pelo governo para ser usada no pagamento das mensalidades).

Além do desemprego de profissionais do ensino que a falência de escolas particulares gera, a união alerta para a migração de parte dos alunos para a rede pública e para o risco de que não haja vaga e estrutura para todos. Só na cidade de São Paulo, o rombo na secretaria de Educação já foi de R$ 1 bilhão, resultado da queda de arrecadação em decorrência da quarentena, e o sistema público, mesmo fora da época de matrícula, já começa a receber solicitação de transferências de estudantes da rede privada.

 

FOLHAPRESS

 

 

Homem é preso em Pilões suspeito de violência doméstica, embriaguez ao volante, ameaça e desacato

Um homem foi preso por policiais do 4° BPM (Batalhão de Polícia Militar) na noite dessa terça-feira (25), no centro da cidade de Pilões, suspeito de violência doméstica, embriaguez ao volante, ameaça e desacato. A guarnição comandada pelo cabo Ricardo fazia rondas pela cidade quando foi solicitada pela vítima, que informou ter sido agredida pelo seu ex- marido e que ele estava tentando fugir do local em um veículo Polo de cor preta.

De imediato, os policiais foram ao local e fizeram o cerco ao veículo dirigido pelo suspeito. Neste momento, ele tentou atropelar um integrante da guarnição, mas foi contido. Os militares informaram que, mesmo com a presença deles, o suspeito ainda tentou agredir a vítima e durante a abordagem, tentou investir contra um policial, como também usou palavras de baixo calão e ameaças contra a guarnição local e a guarnição da Força Tática I, comandada pelo sargento Aleksandro.

Os policiais da CPTran, que foram chamados ao local, também constataram a embriaguez ao volante através do teste do etilômetro. O suspeito preso foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Homem agride e ameaça companheira e filho e é preso por violência doméstica em Alagoa Grande

Um homem foi preso em flagrante por policiais da 2ª Companhia do 4º BPM (Batalhão de Polícia Militar) nesse sábado (26), no Conjunto Febema, na cidade de Alagoa Grande, suspeito de violência doméstica. Os policiais da Rádio Patrulha foram informados de que um homem teria agredido e ameaçado a companheira e, ao chegarem ao local, confirmaram que ele teria espancado a companheira e ameaçado a ela e ao seu filho com um facão. O suspeito foi preso e conduzido à Delegacia de Polícia Civil.

Em Belém, os policiais da 3ª Companhia, acionados pelo Copom, realizaram a prisão de um homem que apresentava sinais de embriaguez e estava praticava desordem em via pública. Após a denúncia, a guarnição chegou ao local e constatou a veracidade do fato, sendo o suspeito preso e conduzido à delegacia para a atuação por embriaguez e desordem.

Foto: Wagner Varela

 

Assessoria 4º BPM

 

 

Reitor confirma investigação de suposta ameaça de ataque a estudantes da UEPB

O reitor da Universidade Estadual da Paraíba, professor Rangel Júnior confirmou ao Blog do jornalista Márcio Rangel, nesse final de semana, a existência de uma investigação da Polícia Civil sobre uma suposta ameaça de ataque a estudantes do curso de Letras (Espanhol) do Campus I da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), em Campina Grande, que teria ocorrido na manhã da última sexta-feira (18).

Ao blog, Rangel disse que foi orientado a aguardar as investigações para tomar uma providência maior. Ele também confirmou a suspensão das aulas somente para as turmas de Espanhol, a pedido da Coordenação, mas que por hora, as aulas no campus estão mantidas.

“Eu fui orientado a aguardar um pouco os desdobramentos das investigações da Polícia, por enquanto é uma questão que está sendo repercutida numa rede social e precisamos ter cuidado para que isso não e transforme num estímulo a um possível agressor”, adiantou Rangel.

Ainda segundo o professor e psicólogo, há uma preocupação para que não se crie um ambiente de pânico na comunidade acadêmica. “Pode ser alguém imbuído de um tipo de pensamento, para tentar criar uma situação de revolta, estamos tendo o cuidado para não criar um ambiente de pânico nas pessoas. Eu estou confiante que polícia deva ter uma orientação nesse sentido e chegar a pessoa”, disse.

ENTENDA

Uma suposta ameaça de atentado a estudantes do curso de Letras (Espanhol) do Campus I da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) está sendo investigada pela inteligência da Polícia Civil após um aluno interromper a aula na manhã da última sexta-feira (18) para ler uma carta relatando a compra de uma arma para assassinar sete pessoas da sala.

Em seguida, o estudante enviou para grupos de WhatsApp do curso, links com reportagens que mostram ataques recentes a escolas criando um clima de pânico do Departamento de Letras. Como prevenção, as aulas do curso de espanhol foram suspensas pela Coordenação do curso.

O estudante foi identificado e seria da turma 2013.2. Ele usou o próprio número para fazer ameaças nos grupos do aplicativo de mensagem e está sendo procurado pela polícia.

 

pbagora

 

 

Ameaça de ataque em escola assusta pais de alunos em JP

Uma conta anônima no Instagram fazendo ameaças à escola Papa Paulo VI, em Cruz das Armas, assustou pais de alunos em João Pessoa. O caso veio à tona na manhã desta quinta-feira (17), após a mãe de um aluno fazer a denúncia na TV Arapuan.

A mãe, que não quis se identificar, enviou várias capturas de tela que mostravam uma conta chamada “Massacre Papa Paulo 2k19” fazendo ameaças à escola. As imagens foram encaminhadas à produção do Sistema Arapuan.

Na apresentação do perfil diz que na escola “quem erra é o certo e o certo é o errado”. A descrição continua dizendo que há “drogas, bebida e reprovação. só vê os que acham fracos então tudo isso vai ter volta”

O perfil foi apagado, mas as capturas de tela mostram ainda outras ameaças e até a foto de um revólver.

Denúncia

A mãe disse que se preocupa pelo fato de acreditar tratar-se de um aluno que pode entrar armado na escola.”Daqui que a polícia entre já tem morrido muita gente”, disse. A mulher acrescentou ainda que uma rede wi-fi de dentro da escola teve o nome modificado para ‘massacre dia 17’.

A diretor da escola, Tereza Vidal, contou que já procurou a Polícia Militar e a Secretaria de Educação, além da Comissão das Escolas Cidadãs Integrais. Ela foi orientada a fazer um Boletim de Ocorrência e, em seguida, pediu ajuda à polícia para se fazer presente e dar mais segurança.

“Não podemos entrar em pânico diante de ameaças de internet, pode ser alguém de fora, ou da escola, mas não estamos aqui para julgar, mas sim mostrar os fatos como são. O pânico foi causado pelas famílias e comunidade, mas dentro da escola está tudo tranquilo. A PM está nos ajudando e contribuindo para ter aula normal”, disse.

A diretora destacou que na tarde desta quinta-feira (17) às 14h tem reunião com representantes da Segurança Pública, Educação e Conselho Tutelar para tranquilizar os pais.

O início

As ameaças começaram na sexta-feira (11) e na segunda-feira (14) a diretora procurou a polícia. De acordo com professores pode se tratar de um aluno revoltado, já que ele faz menção ao que está certo ou errado, mas estão todos assustados porque temem que aconteça o que já aconteceu em outros estados e fora do país.

Apesar do temor, os professores esperam que tudo não passe de uma brincadeira, mesmo assim, a polícia continua realizando rondas na escola para tentar coibir qualquer ação má intencionada.

A escola Papa Paulo é tradicional no bairro e atende cerca de 500 alunos da comunidade.

Mais um caso

Esta não é a primeira vez que uma ocorrência do tipo acontece. Na semana passada o Ministério Público abriu um Procedimento Administrativo para promover a coleta de informações a respeito de uma possível ocorrência de atentado em uma Escola no bairro Tambiá, em João Pessoa.

Na ocasião, o procedimento visava coletar informações, depoimentos, certidões e demais diligências necessárias para averiguar um texto deixado no banheiro masculino da Escola Estadual Professor Luiz Gonzaga de A. Burity, no dia 06 de maio.

A responsável por este caso é a promotora de Justiça de João Pessoa Gardênia Cirne de Almeida.

paraiba.com.br

 

 

Desmonte de comissão ameaça buscas a mortos e desaparecidos na ditadura

A troca de 4 dos 7 membros da Comissão Especial sobre Mortos e Desaparecidos Políticos (CEMDP) por assessores do PSL e militares ameaça a continuidade dos trabalhos do órgão, segundo especialistas ouvidos pela Folha.

A comissão ainda tem várias frentes sem conclusão na tentativa de localizar e identificar mortos e desaparecidos durante a ditadura militar (1964-1985), e será assumida por pessoas inexperientes no tema e desconhecidas no meio.

Além disso, há dúvidas sobre o orçamento do órgão, hoje em grande parte bancado por emendas de parlamentares de oposição ao governo Jair Bolsonaro.

As substituições na comissão foram determinadas por Bolsonaro e pela ministra Damares Alves (Mulher, Família e Direitos Humanos) três dias depois que a então presidente do colegiado, a procuradora da República Eugênia Gonzaga, informou que iria cobrar de Bolsonaro explicações sobre o desaparecimento, em 1974, do militante de esquerda Fernando Santa Cruz.

Ele é pai do presidente da OAB, Felipe Santa Cruz, a quem Bolsonaro atacou na última segunda-feira (29), afirmando que explicaria a Felipe o que aconteceu com o pai dele na ditadura.

O novo presidente da comissão é Marco Vinicius Pereira de Carvalho, um antigo assessor de Damares, sem atividade conhecida no tema de mortos e desaparecidos políticos.

“As mudanças na comissão representam uma ameaça, pois partem de uma premissa em sentido contrário à sua função e têm por objetivo desacreditar o trabalho que vinha sendo realizado, perpetuando um cenário de desinformação e omissão do Estado brasileiro no tema”, disse o procurador da República Julio José Araújo Junior, coordenador do Grupo de Trabalho Povos Indígenas e Ditadura do Ministério Público Federal.

“A comissão corre risco, sim. Se o presidente é contra, certo?”, disse Gonzaga à Folha de S.Paulo. Ela confirmou que ainda há muito a ser feito pela CEMDP.

Uma das prioridades imediatas é concluir as investigações sobre a vala clandestina no cemitério de Perus, em São Paulo, da qual foram retirados esqueletos que compreendem 1.040 caixas, já abertas e examinadas.

Também é necessário investigar locais onde houve execuções, como a Casa da Morte, em Petrópolis (RJ); cemitérios públicos no Rio e em Pernambuco nos quais estariam enterrados restos mortais de desaparecidos; continuar apuração sobre possíveis ossadas enterradas no Parque Nacional do Iguaçu (PR); buscas no interior da Bahia; e reavaliar, com novas técnicas, ossadas atribuídas a guerrilheiros do Araguaia (PA).

Gonzaga disse que as emendas parlamentares hoje destinadas à comissão somam cerca de R$ 1,5 milhão anuais. Outros cerca de R$ 270 mil anuais são repassados pela União.

“Há dois anos a comissão vem funcionando basicamente com emendas parlamentares”, disse a ex-presidente do colegiado.

Entre os parlamentares que apoiam a comissão estão Luiza Erundina (PSOL-SP), Paulo Pimenta (PT-RS), Maria do Rosário (PT-RS), Glauber Braga (PSOL-RJ), Alessandro Molon (PSB-RJ), Orlando Silva (PC do B-SP), entre outros.

A fonte de financiamento também fica na berlinda, pois os parlamentares de oposição poderão ter receio de continuar bancando uma iniciativa de um governo cujo presidente é abertamente contrário à busca por mortos e desaparecidos.

“Colocar essas pessoas que defendem a ditadura para comandar a CEMDP seria como colocar nazistas na direção do Museu do Holocausto. É uma loucura completa do ponto de vista histórico”, disse Pimenta, um dos membros substituídos na comissão.
“Nós [parlamentares] ainda não nos reunimos para discutir as emendas, mas temos que ver que tipo de trabalho essa comissão vai fazer.”

São mais de 200 desaparecidos na ditadura somente na listagem oficial, mas outras frentes de investigação e pesquisa histórica podem vir a ser consideradas pela comissão, como os trabalhadores rurais e os indígenas.

A Comissão Nacional da Verdade (CNV) calculou em 8.500 o número de índios mortos no regime militar.

O ex-preso político e membro do Comitê pela Verdade, Memória e Justiça do Distrito Federal, o ex-deputado do PT Gilney Viana, calcula em cerca de 1.600 o número de mortos e desaparecidos no campo no país, enquanto a CNV apontou 42 casos.

“As pessoas podem chiar, ‘Ah, mas até quando investigar isso?’. A história é assim mesmo. Dias atrás vimos um guarda de um campo de concentração ser condenado na Alemanha. São crimes contra a humanidade e temos que continuar apurando, é assim no mundo todo”, disse Viana.

Waldomiro Batista, o Mirinho, presidente do Grupo Tortura Nunca Mais de Goiás, também bate na tecla das vítimas na zona rural. Ele diz que as declarações de Bolsonaro ofendem os familiares.

“Ser partidário da ‘ala dura’ dos militares não quer dizer que Bolsonaro e Damares tenham o direito de enxovalhar os que tombaram nos cárceres, no asfalto e nas matas de todo o Brasil, dando suas vidas na esperança de que a ditadura civil e militar se findasse”, disse o ativista.

“O governo deve, em primeiro lugar, dar sequência ao esforço que vem sendo feito em sucessivos governos para garantir o respeito à verdade e ao esclarecimento sobre o paradeiro de mortos e desaparecidos, bem como o reconhecimento da responsabilidade do Estado nesses episódios”, disse o procurador Julio Araújo.

A Folha de S.Paulo fez reiterados pedidos de entrevista ao novo presidente da comissão desde quinta-feira (1º), mas não obteve retorno até a noite desta sexta (2).

 

 

FOLHAPRESS

 

 

Casa cai e outras oito estão sob ameaça de desabamento, no Agreste

Uma casa caiu, na noite desta sexta-feira (26), e outras oito estão sob ameaça de desabamento no bairro da Baixada, na cidade de Massaranduba, no Agreste da Paraíba. A prefeitura municipal decretou estado de calamidade. Chuvas caem há dez dias na região.

Oito famílias estão com as casas condenadas e precisaram desocupá-las. A Secretaria de Assistência Social da cidade irá fazer reuniões com estas famílias para compreender a situação deles e encaminhá-los para alojamentos ou se eles serão beneficiados com alugueis sociais.

De acordo com o engenheiro da prefeitura, as causas do desabamento foram as chuvas, o desmatamento na região e um esgoto a céu aberto que passa na lateral destas casas.

G1

 

Presidente do BNDES pede demissão após ameaça de Bolsonaro

O presidente do BNDES, Joaquim Levy, pediu demissão do cargo. “Solicitei ao ministro da Economia, Paulo Guedes, meu desligamento do BNDES. Minha expectativa é que ele ceda”.

“Agradeço ao ministro o convite para servir ao País e desejo sucesso nas reformas. Agradeço também, por oportuno, a lealdade, dedicação e determinação da minha diretoria”.

Em nota, Levy agradeceu especialmente aos inúmeros funcionários do BNDES, “que têm colaborado com energia e seriedade para transformar o banco, possibilitando que ele responda plenamente aos novos desafios do financiamento do desenvolvimento, atendendo às muitas necessidades da nossa população e confirmando sua vocação e longa tradição de excelência e responsabilidade”.

Na tarde de sábado, o  presidente Jair Bolsonaro criticou e ameaçou demitir Levy. Bolsonaro disse estar “por aqui” com o chefe do banco, que estaria “com a cabeça a prêmio”.

Desde o início do governo, a relação entre os dois foi marcada por divergências. O episódio mais recente foi a escolha de Marcos Barbosa Pinto para a diretoria da área de Mercado de Capitais, do BNDES, responsável pelos investimentos do BNDESPar, braço de participações acionárias do banco de fomento, que administra carteira superior a R$ 100 bilhões. O presidente exigiu que Levy demitisse o diretor.

Na noite de sábado, Barbosa Pinto entregou uma carta de renúncia ao cargo. Ele foi chefe de gabinete de Demian Fiocca, na presidência do BNDES, durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva. Em entrevista ao “G1”, Guedes destacou ainda que é natural Bolsonaro se sentir “agredido”.

O próprio Levy também participou de governos petistas. Foi secretário do Tesouro no governo Lula e ministro da Fazenda na gestão de Dilma Rousseff.

 

O Globo