Arquivo da tag: Aluna

Ex-inspetor de escola é preso por estupro de aluna em Bayeux, na PB

sireneO ex-inspetor de uma escola condenado por estuprar uma aluna de 12 anos foi preso, nesta terça-feira, na cidade de Bayeux, região metropolitana de João Pessoa. O crime aconteceu no município em 2011. O homem de 25 anos estava foragido e contra ele também havia um mandado de prisão expedido pela Justiça.

A prisão foi feita em uma ação conjunta da 5ª Delegacia de Polícia Civil de Bayeux, e da Delegacia de Repressão a Crimes Contra a Infância e Juventude (DRCCIJ) de Campina Grande. “O crime teria sido flagrado, inclusive, por outra aluna, que filmou o estupro”, disse a delegada da DRCCIJ, Alba Tânia.

Segundo a delegada Alba Tânia, o homem foi localizado durante a investigação de outro crime. “Nossos agentes estavam investigado outro caso e acabaram recebendo informações sobre a localização deste homem condenado. Ele foi preso na cidade de Bayeux, onde foi cumprido o mandado de prisão. O homem já havia sido preso de maneira preventiva, antes do julgamento, mas havia saído para responder em liberdade”, disse.

G1 PB

Acompanhe mais notícias do FN nas redes sociais: FacebookTwitterYoutube e Instagram

Entre em contato com a redação do FN:  WhatsApp (83) 99907-8550. 

E-mail: jornalismo@focandoanoticia.com.br

 

 

Fotos mostram PM abraçado a uma aluna dentro de escola estadual do Sul Fluminense

pmUm cabo do 33º BPM (Angra dos Reis) foi flagrado abraçado a uma aluna de 16 anos dentro de uma escola estadual do Sul Fluminense. Duas fotos que mostram o PM com a jovem, que cursa o 3º ano do Ensino Médio, estão circulando pelo WhatsApp. Numa terceira imagem, o policial aparece sentado ao lado da garota. O PM faz hora extra no Programa Estadual de Integração na Segurança (Proeis) e atua dentro da unidade escolar para reforçar a segurança do local.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Lotado no 33º BPM, o policial foi afastado das ruas
Lotado no 33º BPM, o policial foi afastado das ruas

A assessoria de imprensa da Polícia Militar informou que o policial já foi identificado e responderá por dois procedimentos apuratórios: um pelo 33º BPM e outro pelo Proeis. Ele ficará afastado das ruas. Os procedimentos poderão ou não resultar em Inquérito Policial Militar, no qual se apura se houve crime.

Numa das imagens, o policial aparece sentado ao lado da jovem
Numa das imagens, o policial aparece sentado ao lado da jovem Foto: Reprodução

Em nota, a Secretaria estadual de Educação informou que direção do colégio solicitou o afastamento do policial na última segunda-feira, assim que tomou ciência do ocorrido. “A direção informou, ainda, que no mesmo dia convocou os responsáveis da estudante a comparecer à escola”, diz o comunicado.

Extra

‘Vocês acabaram comigo’, diz aluna estuprada a suspeito no Facebook

escola“Por que você fez isso? Não sabe o lixo que estou me sentindo.” O jornal “O Estado de S. Paulo” teve acesso a uma conversa de Facebook entre a estudante de 12 anos, que diz ter sido estuprada por três adolescentes, e um dos adolescentes suspeitos de ter participado do ataque, dentro do banheiro de uma escola estadual, no Jardim Miriam, na zona sul de São Paulo, no dia 12 de maio.

Na troca de mensagens e em depoimento à Polícia Civil na terça-feira (19), o garoto negou participação. No entanto, um outro jovem que disse ter participado afirmou que o estudante ajudou a segurar a menina enquanto ela era atacada.

“Oi, eu sou o moleque que você está acusando. Gostaria de saber só a verdade porque estou muito triste de saber que você está me acusando. Você tem certeza de que fui eu? Na hora em que aconteceu isso eu estava na diretoria e tenho provas”, disse o jovem, em mensagem enviada às 20h31 de segunda-feira, 18, seis dias após a menina ter sido estuprada dentro de uma cabine do banheiro masculino da Escola Estadual Leonor Quadros.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

Às 23h26, a vítima responde: “Você tem a cara de pau de falar isso para mim? Não fala comigo, não”. No dia seguinte, o adolescente envia uma nova mensagem às 11h27. “Não, sem maldade. Você está me acusando e eu não estava.” A estudante rebate, dizendo que ele estava dentro do banheiro.

Na mensagem seguinte da adolescente, ela diz que está se sentindo um “lixo”. “Vocês acabaram comigo. Infelizmente, eu nunca mais vou esquecer isso. Não minta para você mesmo.”

O adolescente manda uma última mensagem para a garota. “Tá bom, eu vou fazer os exames e mostrar que não estava. O moleque que te pegou mandou o áudio falando quem estava e, se você estiver mentindo, é pior. Então, por favor fala a verdade porque, se tivesse sido eu, não tinha te ajudado a subir e o diretor sabe que eu estava lá em cima. Então, por favor, fala a verdade. Eu não tenho raiva de você.” A mesma versão foi mantida pelo adolescente em depoimento.

Justiça

Cerca de 24 horas depois de o processo ter sido entregue na Vara da Infância e da Juvente, a Justiça ainda não pediu a internação dos adolescentes em uma unidade da Fundação Casa. Até o fim da tarde desta quarta-feira, 20, o Ministério Público do Estado não tinha recebido o documento. “Eu acho que essa demora está havendo por causa da omissão da escola, que, se tivesse prestado as medidas cabíveis no momento, esses jovens já estariam internados em flagrante. Deu tempo até de um dos jovens fugir com a família”, afirmou Yasmin Vasques Chehade, que representa a estudante no caso.

A Secretaria de Estado da Educação apura, internamente, a conduta da escola no dia em que a estudante foi atacada.

 

Estadão Conteúdo

Aluna é estuprada por três estudantes dentro de escola estadual em SP

estuproA polícia investiga uma ocorrência de estupro dentro do banheiro masculino da Escola Estadual Leonor Quadros, na zona sul de São Paulo. A vítima é uma aluna de 12 anos.

O caso ocorreu na terça-feira (12) por volta das 16h, enquanto estudantes e professores estavam em sala de aula. A menina teria sido violentada por três alunos de 13 e 14 anos.

Segundo testemunhas, a garota tinha sinais de agressão. Um professor afirma que viu a jovem enquanto passava pelo corredor e a ajudou, mas a secretaria de Educação nega este fato por não estar contido no boletim de ocorrência. A polícia não foi chamada no local. A denúncia foi encaminhada pelo WhatsApp do UOL (11) 97500-1925.

ACOMPANHE O FOCANDO A NOTÍCIA NAS REDES SOCIAIS:

FACEBOOK                TWITTER                    INSTAGRAM

A escola chamou socorro — segundo a secretaria estadual de Educação, a aluna teria procurado a direção porque estava com  falta de ar — e a menina foi levada para o hospital, onde foi submetida a um exame para comprovar a violência sexual. A polícia aguarda o resultado do laudo.

Tinha que ter chamado a polícia na hora

“Na delegacia, me disseram que o grande erro é que a escola não chamou a polícia. Tinha que ter chamado na hora”, diz a mãe da aluna. Ela afirmou que a filha não quer passar perto da escola e que vai estudar em casa nos próximos meses.

Além da vítima, outras alunas não querem mais frequentar a escola com medo de novos ataques. “A escola está querendo abafar o caso. Eu fui até lá e me disseram que nada disso aconteceu”, disse a mãe de uma aluna de 13 anos. “Eu não vou mais mandar a minha filha para a escola. Ela está com medo. Eles podem pular o muro da escola e fazer isso com outra aluna”, diz a mãe.

Os adolescentes suspeitos também são alunos da escola e não foram apreendidos. “Tenho medo que eles fujam”, afirma a mãe da garota. A secretaria de Educação informou que os três estudantes suspeitos foram transferidos para outras escolas da região.

Violência e drogas

Segundo um professor que não quis se identificar, o colégio passa por problemas há muito tempo. “A escola está abandonada. Não tem inspetor nos corredores e o uso de drogas é comum no período da tarde”.

Outro professor afirmou que já foi ameaçado por alunos da unidade. “A situação é inaceitável. Eu tenho várias ocorrências de ameaça diretas e, infelizmente, a gente não pode fazer nada. Acho que estão esperando que ocorra um assassinato para fazer algo”, disse. “Ás 17h a escola já começa a ficar na escuridão total, não tem iluminação suficiente”, afirma o professor.

Garota teria relatado falta de ar

Em nota, a secretaria de Educação afirmou que a direção da escola “solicitou atendimento médico emergencial e comunicou seus responsáveis” depois de ser procurada pela aluna, que relava estar com “falta de ar”.

Segundo a pasta, a vítima só informou o ocorrido no hospital “e, de imediato, a mãe da jovem foi orientada a registrar o boletim de ocorrência”.

“A equipe gestora da unidade também acionou os pais dos estudantes envolvidos e a Vara da Infância e da Juventude. Seguindo orientações do Conselho Tutelar, um novo boletim de ocorrência foi registrado pela direção escolar. Os estudantes que participaram do caso já foram transferidos para outra unidade de ensino”.

Ainda segundo a secretaria, a escola está prestando “todo apoio à jovem e sua família” e colabora com a investigação policial.

 

Uol

Aluna da Paraíba cria máquina de amassar latas de alumínio

Divulgação
Divulgação

Uma máquina de amassar latas de alumínio, ideia que se tornou trabalho de conclusão de curso de uma aluna de Tecnologia em Automação Industrial do Intituto Federal de Tecnologia da Paraíba, do Campus de Cajazeiras, no Sertão, está prestes a ser patenteada e pode se tornar uma grande aliada no trabalho de catadores de material reciclado.

O equipamento possui uma tecnologia elétrico-mecânica de baixo custo de manutenção e grande capacidade, chegando a processar aproximadamente 2000 latas por hora.

O trabalho foi desenvolvido pela aluna Andrécia Pereira da Costa e pelo Professor Romualdo Figueiredo de Sousa, a partir da demanda dos catadores de materiais recicláveis no mercado local. “Espero que essa seja uma ferramenta útil para as pessoas que irão trabalhar com esse tipo de processo, visando sempre o custo-benefício, segurança, qualidade e produtividade no momento do seu uso”, disse Andrécia, que hoje está cursando o mestrado em Engenharia Elétrica no Campus João Pessoa do IFPB.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

De acordo a estudante, o equipamento além de aumentar a produtividade, amplia a segurança dos catadores, facilitando ainda a logística do processo de reciclagem.
“Com a ajuda da máquina, seja em cooperativas ou até mesmo nos bares que possuem um grande volume de vendas de bebidas embaladas em latas de alumínio, esses produtos já sairiam para o descarte amassados, facilitando o transporte e diminuindo o lixo reciclável nestes ambientes”, contou Andrécia.

O pedido de patente para a Máquina de amassar latas de alumínio se deu no dia 10 de outubro deste ano. De acordo com o professor Romualdo, a expectativa é que seja concedido no próximo ano. Esta é a quinta patente do IFPB depositada no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual. O trabalho de reconhecimento às produções dos alunos do IFPB é fruto das ações voltadas à propriedade intelectual, que têm sido desenvolvidas pela Diretoria de Inovação Tecnológica como o apoio técnico e orientações a alunos e professores.

 

Portal Correio

Aluna de Enfermagem infarta na aula, não resiste e morre a caminho do hospital em JP

hospital emergencia traumaUma jovem de 18 anos, estudante do curso de Enfermagem, em uma faculdade particular de João Pessoa, morreu na noite desta quarta-feira (13), logo após passar mal dentro da sala de aula. A jovem era natural da cidade de Itambé, em Pernambuco.

De acordo com informações de pessoas que estavam próximas a estudante, ela teve um infarto durante uma das aulas. Socorrida em estado grave pelo Samu, a jovem não resistiu e morreu pouco antes de ser atendida no Hospital de Emergência e Trauma da Capital.

 

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

 
Portal Correio tentou entrar em contato com a instituição de ensino, para checar mais detalhes sobre o caso, mas as ligações não foram atendidas.

 

 

Por Halan Azevedo

Aluna ameaça professor com faca dentro de escola no Piauí

aluna-Um vídeo que circula pelas redes sociais e que foi gravado por alunos da Unidade Escolar Estado de São Paulo, localizada na Zona Sul de Teresina, mostra uma estudante com uma faca em sala de aula momentos depois de fazer ameaças a um professor. Nas imagens, a adolescente aparenta estar bastante alterada e é contida por outra professora da escola. A Companhia Independente de Policiamento Escolar (Cipe) foi acionada para acompanhar o caso, registrado no início desta semana.

No vídeo a menina aparece com a faca e bate com ela várias vezes em uma das mesas. A professora chega a levar a menina para sentar e nesse momento a adolescente joga vários livros no chão e continua segurando a faca. Quando a menina se acalma, a professora consegue pegar o objeto. Do lado de fora da sala, os demais estudantes acompanhavam toda a movimentação.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

De acordo com o capitão Thiago Ribeiro, a adolescente andava com a faca porque, segundo ela, estaria sendo ameaçada por pessoas fora da escola. No entanto, houve desentendimento entre ela e o professor em sala de aula e a garota terminou avançando no professor com a faca na mão.

“Nesse caso nós reunimos os pais da responsável e direção da escola para adotar algumas providências”, informou o capitão. A direção da escola informou que já providenciou a transferência da aluna para outra unidade escolar. A faca foi apreendida pelos policiais.

No Sindicato dos Trabalhadores em Educação do Piauí (Sinte), o caso também está sendo acompanhando. De acordo com o Kassyus Lages, secretário de comunicação do Sinte, o professor que foi ameaçado pela aluna já havia entrado com pedido de aposentaria e agora vai aguardar a resposta afastado da escola. O G1 também tentou localizar o docente, mas ele não foi encontrado pela reportagem.

De acordo com dados da Companhia Independente de Policiamento Escolar, no ano passado foram registradas 177 ocorrências nas 175 escolas da capital, área de atuação do pelotão. Em relação ao ano de 2012, houve uma redução de 16% nos casos de desordem e outras situações de violência dentro das escolas.

Patricia Andrade

 

Aluna da USP diz ter sido estuprada por colegas em festa em Lorena

violencia sexualUma estudante da Universidade de São Paulo (Usp) diz ter sido estuprada na noite da última sexta-feira (26) durante uma festa em uma república de estudantes na cidade de Lorena, no interior de São Paulo. O boletim de ocorrência na Polícia Civil foi registrado na manhã de sábado (27) como estupro consumado. Os três jovens, que teriam envolvimento no caso, devem ser chamados pela polícia para prestarem esclarecimentos.

O caso ocorreu na última sexta-feira, quando a vítima foi chamada para participar de uma pequena festa na república. Segundo o boletim de ocorrência, estavam no local um jovem com quem ela já tinha se relacionado, um amigo dele – que não estuda na universidade – e uma estudante. Após a outra jovem deixar a festa, os dois homens a abordaram e tentaram beijá-la à força. A vítima começou a chorar e pediu a chave para deixar o local, mas os dois negaram e ela se trancou em um quarto.

Ainda segundo o relato da vítima à polícia, os dois rapazes e outro morador forçaram a porta e entraram no quarto. Eles conversaram por alguns momentos e chegaram a pedir desculpas, mas de repente partiram para cima dela e tiraram a roupa da vítima. A jovem disse à polícia que a ação do trio só parou quando ela começou a gritar e agrediu os jovens com alguns tapas. Ainda segundo o boletim de ocorrência, a vítima alegou que havia aceitado se relacionar com apenas um dos jovens.

A assessoria de imprensa da Universidade de São Paulo foi procurada na tarde deste domingo (28), mas informou que ainda não tem um posicionamento oficial sobre o caso.

 

 

G1

Pai registra BO contra professora que postou prova de aluna no Facebook

Pai registra BO contra professora que posta prova de aluna no Facebook  (Foto: Reprodução/Facebook)Post na rede social da professora com prova da estudante da 7ª série no Facebook (Foto: Reprodução/Facebook)

O pai de uma aluna de 12 anos pretende acionar a Justiça contra a professora de história da 7ª série de uma escola particular em Atibaia, no interior de São Paulo. Isso porque a professora postou em sua página de uma rede social a prova da aluna, que errou a maioria das perguntas, com comentários como ‘daí a professora é implicante’ e ‘eles que me aguardem na próxima aula’.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

(Correção: ao ser publicada, esta reportagem errou ao informar que a menina cursava a 8ª série. Trata-se da 7ª série. O erro foi corrigido às 15h20).

A publicação, que não tinha o nome da estudante, foi postada na noite de quarta-feira (10) antes mesmo de a nota ter sido distribuída aos alunos e recebeu diversos comentários de colegas da professora e de outros alunos que reconheceram a autora da prova pela letra. Na manhã desta sexta-feira (12), o pai da estudante foi à delegacia registrar boletim de ocorrência contra a professora e afirmou que deverá mover uma ação judicial por injúria e difamação.

“Minha filha não sofreu provocações, mas criou-se uma situação desconfortável. Quero que ela responda criminalmente pelo que fez porque acho que não foi uma atitude correta”, afirmou ao G1 o empresário Alex Bueno, pai da estudante. Além da prova da aluna, a professora postou outras respostas erradas de alunos com comentários como ‘Sério…essa foi de doer!’.

Pai de adolescente de Atibaia acusa professora de difamar filha em rede social (Foto: Filipe Gonçalves/ TV Vanguarda)Empresário Alex Bueno acusa professora de
difamar filha de 12 anos em rede social.
(Foto: Filipe Gonçalves/ TV Vanguarda)

Caso
O caso foi notado na noite de quinta-feira (11), quando uma amiga da estudante viu a imagem e reconheceu a letra da colega. “Depois disso, a gente entrou no facebook dessa professora e realmente estava lá a prova dela postada. Também já tinha outros alunos e amigos dela (professora) fazendo comentários sobre isso”. Segundo ele, a escola se prontificou a tomar providências com relação ao caso.

“Estou fazendo uma ação porque além de difamar minha filha ela também ameaçava os alunos. A prova ainda nem havia sido entregue aos estudantes e já estava postada na internet. Criou certamente uma exposição desnecessária. Se minha filha foi mal na prova, o assunto deve ser resolvido em particular”, disse.

Bueno disse ainda que conversou com a filha sobre os estudos e ressaltou que a aluna tem um histórico escolar sem nenhum registro de problemas. “Pagamos uma escola particular para que se tenha um estudo diferenciado e não ser agredido dessa forma. Esse tipo de atitude (postar a prova na web) não é correto”, afirmou.

Professora
A direção da escola informou que advertiu a professora e pediu que a imagem fosse retirada de seu perfil e que repudia as postagens feitas por ela na rede social. A escola também pediu para que a professora se retratasse publicamente com a aluna no local onde foram feitas as postagens.

Em seu perfil na rede social, a professora se manifestou sobre a polêmica e tirou a publicação do ar. Ela afirmou que as ‘pérolas’ publicadas por ela são comuns para muitos colegas de profissão e que não tem o objetivo de constranger o aluno. Além disso, ela reforçou que em nenhum momento identificou o autor das respostas. A professora envolvida no caso foi procurada por telefone pelo G1, mas as ligações não foram atendidas.

 

 

 

G1

Desentendimento faz aluna de 13 anos esfaquear outra em escola da Capital

samu“Fiquei tremendo e agradecendo a Deus pelo pior não ter acontecido nesta manhã de quarta-feira (3)”, disse Natalina Fernandes Gonçalves, vice-diretora da escola Presidente João Pessoa no bairro Jardim Veneza. O relato nervoso foi contado após uma estudante de 13 anos esfaquear outra de 15 na primeira aula do dia. O motivo seria uma briga mal resolvida há 20 dias.

De acordo com diretora, a adolescente agressora teria entrado na escola com uma faca-peixeira escondida na bolsa escolar e disse para vítima que iria cumprir a promessa de matá-la. A menina agredida de 15 anos foi esfaqueada com um golpe na perna e só não foi pior porque o professor de matemática estava na aula e conseguiu tirar a faca da mão da garota, assim, evitando uma tragédia.

CURTA o FOCANDO A NOTÍCIA no Facebook

A escola já vinha acompanhando o comportamento das duas adolescentes. O desentendimento aconteceu há 20 dias quando a adolescente de 15 anos foi acusada de furtar o celular da agressora. A escola conseguiu contornar e devolver o aparelho da garota de 13 anos. Mas elas sempre discutiam fora da escola.

A Escola Municipal Presidente João Pessoa funciona do 1º ao 9º e não tem costume de revistar os alunos. “Não revistamos, porque entendemos que as bolsas são para transportarem material escolar e não temos marginais na nossa escola”, disse Natalina Fernandes.

A patrulha escolar foi chamada para ocorrência e foi feito um acordo. A mãe da vítima não quis prestar queixa e se responsabilizou pela filha que foi levada ao Programa de Saúde da Família (PFS) do bairro para fazer curativo. Já a agressora foi suspensa da escola.

 Secretaria de Educação divulga nota comentando o ocorrido

Diante do episódio ocorrido na manhã desta quarta-feira (03), a Prefeitura de João Pessoa (PMJP), por meio da Secretaria de Educação e Cultura (Sedec), esclareceu que já foram tomadas todas as medidas necessárias para que o fato não interfira no cotidiano da Escola Presidente João Pessoa, no bairro Jardim Veneza. As aulas seguem normalmente.

“Lamentamos a atitude, mas foi um fato isolado. Assim que fomos informados, enviamos uma equipe da Sedec até o local, onde foi realizada uma reunião com os pais das adolescentes e a direção escolar. Na oportunidade, a mãe da aluna machucada não quis prestar queixa na delegacia. Em pleno acordo, foi decidido que as adolescentes não vão ficar estudando na mesma instituição. Uma vai ser transferida para outra unidade, na mesma região”, explicou a secretária adjunta da Educação, Edilma Ferreira.

Além da equipe de especialistas da escola formada por psicóloga e assistente social, a patrulha escolar também deu suporte às famílias. As duas adolescentes vão passar por acompanhamento psicopedagógico.

 

 

Por Priscila Andrade