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Com “Ação Alimenta em Casa” Secretaria de Ação Social entregou 200 cestas de alimentos às famílias de usuários do SCFV

A Secretaria de Desenvolvimento Social e Cidadania de Solânea realizou a “Ação Alimenta em Casa” e entregou 200 cestas de alimentos e máscaras de tecido para as famílias de crianças e adolescentes usuários do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) do município.

Desde a última terça (05) as cestas de alimentos foram entregues de casa em casa pelas equipes de trabalho. A Secretária de Ação Social, Márcia Belísio, explicou que essa foi mais uma medida adotada pela secretaria diante da necessidade do isolamento social. “Nossas crianças e adolescentes estão sendo cuidados, protegidos e alimentados. Precisamos estimular a solidariedade de todos nesse momento”, disse.  Segundo ela, a Secretaria tem trabalhado em várias frentes nesse momento de crise sanitária do país e mantido o acompanhamento das famílias. “Estamos realizando ações educativas diariamente, distribuindo máscaras, realizando campanhas de distribuição de alimentos, atendimentos em relação ao acesso de benefícios. E de forma incansável, estamos sempre atentos às necessidades que surgem diariamente porque é uma situação nova para todos”, explicou.

Sobre o Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos

O Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos (SCFV) funciona no Centro de Referência da Assistência Social (CRAS) e realiza durante todo o ano um trabalho da proteção social, complementando o trabalho social com usuários adolescentes, crianças, jovens, adultos, gestantes e idosos.  Através de atividades artísticas, culturais, de lazer, esportivas, dentre outras – de acordo com a idade dos usuários – o serviço busca a defesa e afirmação de direitos, fortalecer as relações familiares e comunitárias, e promover a integração e socialização dos participantes.

Assessoria de Comunicação

 

Botafogo joga bem, afunda Corinthians e alimenta sonho por Libertadores

A atuação dominante do Botafogo no Estádio Luso-Brasileiro, neste sábado (01), resultou em vitória por 2 a 0 sobre um desorganizado Corinthians. Com gols de Neilton e Diogo na 28ª rodada do Campeonato Brasileiro, o time carioca alimenta em seu torcedor o sonho com algo que antes parecia impensável: uma vaga na Copa Libertadores.

Faltando dez rodadas para o final do torneio, o Botafogo tem 41 pontos – sete a menos que o Santos (quarto) e cinco a menos que o Fluminense (quinto). O Corinthians tem a mesma pontuação, acumula cinco rodadas sem vencer, e tem como próximo adversário o Atlético-MG, nesta quarta-feira (05). O Botafogo pega o Figueirense no domingo que vem (09).

Quem foi bem: Neilton

Principal criador de jogadas do Botafogo, o atacante bagunçou a marcação e deu muito trabalho. Foi dele a jogada e o chute para o primeiro gol, e a atuação só não foi mais expressiva porque Vinicius Tanque desperdiçou dois ótimos passes em profundidade do companheiro. Depois de ter praticamente resolvido a partida, Neilton caiu de produção na metade final e acabou substituído.

Quem foi mal: Fagner

O capitão corintiano rendeu pouquíssimo e ainda cometeu erro infantil que culminou no segundo gol adversário. Nem parecia o mesmo lateral que chegou a ser a principal arma ofensiva do Corinthians em certo momento desta temporada. Ainda tomou cartão amarelo por reclamação.

Botafogo controla primeiro tempo e constrói vantagem

Fernando Soutello/AGIF

Mesmo sem conseguir impor grande pressão, o Botafogo tomou a bola para si no primeiro tempo. Chegou a ter 72% de posse, volume que possibilitou controlar as ações e frequentar a intermediária adversária. O gol saiu aos 25 minutos, e a partir daí a equipe carioca abriu mão da bola, mas ainda conseguiu ampliar após falha da zaga rival.

Nervoso e sem confiança, Corinthians não cria

Dominado no primeiro terço da partida, o Alvinegro só viu a cor da bola depois de tomar o primeiro gol e ainda sofreu o segundo antes de mostrar qualquer reação. Faltou uma estratégia plausível para atacar com efetividade: foram 12 lançamentos e nove cruzamentos errados só no primeiro tempo. Somada à ineficiência, a marcação frouxa permitiu ao Botafogo transitar sem muito trabalho pela intermediária. A equipe melhorou na etapa final porque o Botafogo recuou, mas a confiança, que já era pouca, diminuiu ainda mais quando Marquinhos Gabriel perdeu pênalti.

Dividida em gol botafoguense gera polêmica

O primeiro gol do jogo resultou em muita reclamação do Corinthians. O lance foi gerado por uma dividida de Neilton com Yago, depois da qual a bola sobrou para Vinicius Tanque, que estava impedido dentro da área. O árbitro interpretou que o toque para trás foi do zagueiro corintiano, mas Yago na verdade apenas desviou o passe de Neilton, o que segundo a regra não anula o impedimento.

Pênalti perdido impede reação corintiana

O Corinthians voltou do intervalo menos desorganizado e com uma boa chance de se animar no jogo. A bola bateu na mão de Emerson e a arbitragem, após certa demora, marcou o pênalti. Mas Sidão defendeu a cobrança de Marquinhos Gabriel e impediu a reação dos visitantes. Daí em diante a partida mergulhou em monotonia, que só foi abalada por duas confusões entre os jogadores.

Jair Ventura dá liberdade a Neilton e colhe frutos

Toda a armação de jogadas do Botafogo passa por Neilton. O camisa 7 tem como posição de origem o lado direito, mas não raro aparece do outro lado para puxar contra-ataques. Sempre que fez a inversão, o atacante encontrou pouca resistência ao jogar às costas de Fagner. Mas Neilton foi mais efetivo quando apareceu pelo meio, entre as linhas do Corinthians, onde Willians deu espaços – foi daquela região que nasceu o primeiro gol.

Carille sofre com desfalques e não encontra alternativas

Os suspensos Rodriguinho e Giovanni Augusto fizeram falta ao Corinthians porque o miolo do meio-campo, com Willians, Marciel e Camacho, teve peças distantes e foi pouco combativo. A transição para o contra-ataque foi fraca, assim como a saída de bola pelo centro. O técnico trocou Marciel por Lucca no intervalo, e por alguns minutos o time jogou relativamente melhor, mas sem forças para buscar a reação.

Ficha Técnica

Botafogo 2 x 0 Corinthians
Data: 01/10/2016
Local: Estádio Luso-Brasileiro (Arena Botafogo), Rio de Janeiro-RJ
Hora: 16h30 (de Brasília)
Público: 9.123 presentes (8.375 pagantes)
Renda: R$ 245.440,00
Árbitro: Caio Max Augusto Vieira (RN)
Assistentes: Flavio Gomes Barroca (RN) e Vinicius Melo de Lima (RN)
Cartões Amarelos: Joel Carli, Victor Luis, Bruno Silva e Dudu Cearense (Botafogo); Fagner, Romero, Lucca e Marquinhos Gabriel (Corinthians)
Cartão Vermelho: não houve

Gols: Neilton aos 23′ e Diogo aos 38 minutos do primeiro tempo

Botafogo: Sidão, Alemão, Joel Carli, Emerson e Victor Luis; Rodrigo Lindoso, Bruno Silva, Diogo (Rodrigo Pimpão), Neilton (Dudu Cearense) e Camilo; Vinícius Tanque (Luís Henrique). Treinador: Jair Ventura.

Corinthians: Walter, Fagner, Yago, Balbuena e Guilherme Arana; Willians, Marciel (Lucca), Camacho, Marquinhos Gabriel (Rildo) e Marlone; Romero (Gustavo).Treinador: Fábio Carille.

Uol

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O medo do ebola alimenta a expansão do vírus na África; Guiné, Serra Leoa, Libéria e Nigéria já foram afetados

medicos-ebola-africaA epidemia de ebola que atinge a África Ocidental desde o começo do ano e que já provocou ao menos 672 mortes tem um perigoso efeito colateral: o medo, que, alimentado pela falta de informação, contribui em boa medida para que o surto esteja sendo tão difícil de controlar. Frente a uma situação que não melhora, seus sintomas pioram: os mais recentes são um ataque ao pessoal dos Médicos sem Fronteiras (MSF) e o fechamento das fronteiras da Libéria.

Não é algo novo. Em abril, um centro dos MSF em Macenta, no sul da Guiné, foi atacado a pedradas por uma multidão enfurecida. Há alguns dias, no vilarejo de Kolo Bengou, onde se acredita que haja várias pessoas infectadas, um grupo de jovens armados com pedras e facas bloqueava a passagem dos agentes sanitários, segundo informa o jornal The New York Times. “Por todos os lugares onde essas pessoas passaram a comunidade se viu afetada pela doença”, garantia um deles, culpando precisamente pelo surto aqueles que vieram socorrê-los.

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Em Serra Leoa, o segundo país em vítimas mortais depois da Guiné, a situação não é muito melhor. No fim de semana passado aconteceram distúrbios diante do hospital de Kenema depois de que se espalhasse o rumor de que uma enfermeira havia dito que “o ebola não existe e foi inventado para ocultar rituais canibais nos hospitais”. Neste fim de semana morreu Saudatu Koroma, a primeira paciente infectada na capital, Freetown, que fugiu do hospital em pleno tratamento com a ajuda da família. Aqui, o médico chefe responsável pela luta contra a doença, Umar Khan, está em isolamento depois de ter sido contagiado.

Por seu lado, na Libéria, o terceiro país mais afetado pela epidemia, que já se tornou a mais mortal e a de maior amplitude de toda a história, o Governo continuou com o fechamento das fronteiras iniciado no domingo. Salvo o aeroporto, onde foram implementadas medidas especiais de detecção da doença mediante a aferição da temperatura corporal e de outros sintomas, praticamente todos os pontos fronteiriços foram afetados por essa medida, apesar de a Organização Mundial da Saúde (OMS) desaconselhar estas medidas fronteiriças porque, garante, são ineficazes em uma doença com um período de incubação que pode ser de até 21 dias.

Cerca de 15 agentes sanitários, entre eles o conhecido médico Samuo Brisbane, e o ugandês San Mutooru Muhumuza, especializado na enfermidade, morreram por causa da doença na Libéria há poucos dias. Nas últimas horas foi divulgado que há dois norte-americanos infectados pelo ebola nesse país. Trata-se da missionária Nancy Writebol e do médico Kent Brantly, também em quarentena na capital liberiana. Pela primeira vez, dois cidadãos ocidentais foram afetados diretamente pela epidemia, o que fez aumentar a preocupação fora da África.

A Nigéria reagiu com rapidez ao surgimento do primeiro caso em seu território, na terça-feira da semana passada. Depois de se confirmar que o liberiano Patrick Sawyer havia morrido de ebola, o Governo decidiu fechar o hospital de Lagos onde ele foi internado e isolar o pessoal sanitário que esteve em contato com ele antes de seu falecimento, assim como os que viajaram com ele da Libéria até Lagos, com escala no Togo. A maior companhia aérea da Nigéria, Arik Air, decidiu suspender todos os voos para a Libéria e Serra Leoa como medida de prevenção frente ao ebola.

 

 

El País