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Coronavírus: aeroportos e rodovias federais da Paraíba terão barreiras sanitárias

Aeroportos e rodovias federais da Paraíba terão barreiras sanitárias para prevenir possíveis infecções pelo novo coronavírus. A decisão foi tomada durante uma reunião que aconteceu nesta quinta-feira (19) entre o governador do estado, João Azevêdo, e os prefeitos de João Pessoa e de Campina Grande, Luciano Cartaxo e Romero Rodrigues. As datas para efetivação das medidas ainda serão definidas.

Outras ações preventivas para evitar o contágio pela Covid-19 foram anunciadas. Entre elas, está a interrupção de embarcações turísticas e de esporte no Litoral paraibano e de atividades nas academias, ginásios e centros esportivos públicos e privados; e a suspensão temporária de cultos e eventos religiosos.

Também ficou definido que o poder público poderá requisitar o usufruto de bens e recursos, em especial de médicos, leitos, materiais, medicamentos e insumos por tempo indeterminado.

O desembarque e a circulação da tripulação de navios de carga no Porto de Cabedelo e das atividades das feiras de negócios do Mercado de Artesanato Paraibano e do Centro de Artesanato Júlio Rafael também serão suspensos.

Paraíba tem 58 novos casos suspeitos de coronavírus, diz SES

A Paraíba notificou mais 58 casos suspeitos do novo coronavírus (Covid-19), conforme informações da Secretaria de Estado da Saúde (SES) divulgadas nesta quinta-feira (19). Com isso, até o momento, são 155 notificações registradas. O balanço tem os seguintes destaques:

  • Um caso confirmado
  • 138 casos suspeitos em investigação
  • 16 casos descartados

Paraíba registra 1º caso confirmado de coronavírus, diz secretaria

A Secretaria de Estado de Saúde da Paraíba (SES) confirmou na tarde desta quarta-feira (18) o primeiro caso de infecção pelo novo coronavírus no estado. O caso foi registrado em João Pessoa. O paciente é um idoso de 60 anos.

O paciente tem histórico de viagem à Europa. Ele retornou ao Brasil no dia 29 de fevereiro. O homem foi atendido em uma unidade de saúde da rede particular, passou por isolamento domiciliar e está fora do período de contaminação da doença.

G1

 

Governo arrecada R$ 2,377 bilhões à vista com leilão de 12 aeroportos

Empresas estrangeiras dominaram o leilão de 12 aeroportos realizado nesta sexta-feira (15) pelo governo na B3, em São Paulo. Segundo a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), com a disputa, realizada em três blocos, a arrecadação à vista do governo ficou em R$ 2,377 bilhões – valor R$ 2,158 bilhões acima do mínimo fixado pelo edital para o valor de outorga inicial. O ágio médio do leilão foi de 986%.

Além do valor à vista, as regras do leilão preveem ainda uma outorga variável a ser paga ao longo dos 30 anos de concessão estimada em R$ 1,9 bilhão para os três blocos de aeroportos concedidos. O investimento previsto nos 12 aeroportos ao longo do período de concessão é de R$ 3,5 bilhões.

O leilão confirmou a expectativa do governo de forte disputa e interesse de investidores estrangeiros.

“É uma grande demonstração de confiança no país”, comemorou o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas. Ao chegar na B3, Freitas já havia demonstrado otimismo com a disputa: “Vamos ver uma intensa competição. Uma forte demostração de confiança do investidor estrangeiro no vigor do mercado brasileiro, na condução da política econômica e na possibilidade de termos reformas”, afirmou.

Este foi o quinto leilão de concessão de aeroportos do Brasil e o primeiro do governo Bolsonaro. Com o leilão de hoje, o número de aeroportos administrados pela iniciativa privada no país subirá de 10 para 22.

Atualmente, 7 operadoras internacionais já atuam no Brasil: o grupo suíço Zurich Airport (Florianópolis e Confins), o alemão Fraport (Fortaleza e Porto Alegre), os franceses Egis (Viracopos) e Vinci Airports (Salvador), o argentino Corporación América (Brasília e São Gonçalo do Amarante), Changi Airports, de Cingapura (RIOgaleão), e a Airport Company South Africa, da África do Sul (GRU Airport).

Bloco Nordeste

Representantes da Aena batem o martelo ao final do leilão — Foto: Darlan Alvarenga/G1

Representantes da Aena batem o martelo ao final do leilão — Foto: Darlan Alvarenga/G1

A espanhola Aena venceu o disputado leilão pelo principal bloco de aeroportos. Com oferta de outorga de R$ 1,9 bilhão – que surpreendeu os participantes do leilão – o consórcio vai administrar os aeroportos do bloco Nordeste, considerado o ‘filé’ das concessões desta sexta, que compreende os terminais de Recife, Maceió, João Pessoa, Aracaju, Juazeiro do Norte e Campina Grande.

A outorga mínima estabelecida pelo governo para o bloco era de R$ 171 milhões, pagos à vista. A proposta da Aena representa um ágio de 1.010%.

A previsão é que a empresa vencedora faça um investimento de R$ 2,153 bilhões nos seis terminais, sendo R$ 788 milhões nos cinco primeiros anos do contrato.

Bloco Centro-Oeste

O Bloco Centro-Oeste, que compreende os aeroportos de Cuiabá (MT); Sinop (MT); Rondonópolis (MT); e Alta Floresta (MT), foi arrematado pelo Consórcio Aeroeste, por R$ 40 milhões, ágio de 4.739% sobre o valor mínimo de outorga de R$ 800 mil.

O Consórcio Aeroeste é formado por Socicam Terminais Rodoviários (85%), que administra o terminal rodoviário do Tietê, em São Paulo; e Sinart Sociedade Nacional de Apoio Rodoviário e Turístico (15%).

Bloco Sudeste

Os aeroportos de Vitória (ES) e Macaé (RJ), que fazem parte do bloco Sudeste, foram arrematados pela suíça Zurich por R$ 437 milhões, ágio de 830% sobre o valor mínimo de R$ 46,9 milhões. O grupo já administra, no Brasil, os terminais de Florianópolis e Confins (MG).

Propostas

Ao todo, 9 grupos de investidores apresentaram propostas no leilão.

As operadoras estrangeiras Zurich (Suíça) e Fraport (Alemanha) e o CPC (Companhia de Participações em Concessões) foram as únicas a participar da disputa tanto pelo bloco Nordeste como pelo Sudeste.

Painel mostra resumo das propostas apresentadas na primeira fase do leilão — Foto: Darlan Alvarenga/G1

Painel mostra resumo das propostas apresentadas na primeira fase do leilão — Foto: Darlan Alvarenga/G1

A Aena

Os aeroportos do Bloco Nordeste – Recife (PE); Maceió (AL); João Pessoa (PB); Aracaju (SE); Juazeiro do Norte (CE); e Campina Grande (PB) – serão os primeiros aeroportos administrados pela Aena no Brasil.

A empresa administra 46 aeroportos na Espanha, incluindo os terminais de Madri–Barajas e Barcelona. Na América Latina, a empresa administra 12 aeroportos no México, 2 na Jamaica e 2 na Colômbia. O aeroporto de Luton, em Londres, também está sob administração da companhia.

Em sua página na internet, a Aena afirma ser a primeira do mundo em gestão de aeroportos. Segundo a empresa, mais 263,7 milhões de passageiros passaram pelos terminais administrados por ela em 2018.

Já leiloados

Outros dez aeroportos já foram leiloados em anos anteriores pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), e tiveram suas administrações transferidas para a iniciativa privada. Esses leilões já garantiram ao governo federal uma arrecadação de R$ 16,9 bilhões desde 2013 até fevereiro de 2019 – valor que equivale a cerca de um terço do montante total de R$ 49,2 bilhões previsto pelos contratos em pagamento de outorga ao longo dos períodos de concessão.

Leilão de aeroportos - 5ª rodada de concessão de aeroportos — Foto: Arte G1

Leilão de aeroportos – 5ª rodada de concessão de aeroportos — Foto: Arte G1

Risco compartilhado

Nessa rodada, o edital também prevê o risco compartilhado entre o governo e as concessionárias vencedoras. Isso porque o valor da outorga para os três blocos, de R$ 2,1 bilhões, que será pago ao longo da concessão, vai depender da receita bruta da futura concessionária. Assim, se o movimento do aeroporto cair, a empresa pagará menos ao governo, que compartilhará com a empresa o risco com relação ao comportamento da economia.

A outorga variável será calculada em cima da receita bruta da futura concessionária, sendo de 8,2% para o bloco Nordeste; 8,8% para o bloco Sudeste; e 0,2% para o Centro-Oeste. O prazo de concessão será de 30 anos.

Depois do pagamento da outorga fixa, na assinatura do contrato, o novo concessionário não pagará nada por cinco anos, que são os anos que devem demandar mais investimentos. Os pagamentos do percentual da receita começam no sexto ano da concessão e seguem até o final.

20 milhões de passageiros

Os 12 terminais licitados nesta sexta-feira respondem por 9,5% de todo o tráfego aéreo doméstico do país, com quase 20 milhões de passageiros por ano, segundo informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). Com o leilão desta sexta-feira, quase 70% do trafego aéreo do Brasil será em aeroportos administrados pela iniciativa privada.

Foi a primeira vez que um leilão de aeroportos foi dividido em blocos. Com a mudança, o governo uniu em um mesmo lote terminais deficitários e terminais superavitários.

Na quinta-feira, a Secretaria de Aviação Civil do Ministério da Infraestrutura afirmou que o governo deve leiloar mais 22 aeroportos da Infraero na rodada prevista para acontecer em 2020. A previsão é que esse leilão também seja dividido em blocos, encabeçados pelos terminais de Curitiba, Manaus e Goiânia.

G1

 

Leilão que inclui aeroportos de JP e CG deve arrecadar mínimo de R$ 2,1 bilhões

O governo federal tem a meta mínima de arrecadar R$ 2,1 bilhões (valor de outorga) com a concessão de 12 aeroportos, em três blocos regionais, no leilão desta sexta-feira (15), a partir das 10h, na B3, antiga Bolsa de Valores, Mercadorias e Futuros de São Paulo. A estimativa é que até 12 empresas participem do leilão. Os prováveis participantes, mapeados pelo governo, têm capital nacional e estrangeiro, e poderão apresentar suas propostas consorciados.

A informação é do secretário de Aviação Civil, Roney Glanzmann, em entrevista à NBR (EBC). “Estamos esperando um leilão bastante competitivo, muitos operadores estrangeiros e brasileiros, todos de primeira linha que já operam grandes aeroportos pelo mundo devem participar”, disse o secretário.

Em seguida, Glanzmann afirmou que: “Já tem mais de um ano que estamos falando semanalmente com esses operadores estrangeiros e todos estão animados com essa modelagem de concessão do governo federal. Acreditamos que vamos atrair grandes operadores mundiais de aeroportos”.

Conforme o secretário, a projeção oficial é de que os futuros concessionários invistam R$ 3,5 bilhões em melhorias e na capacidade de atendimento dos aeroportos durante 30 anos.

Blocos

No bloco Nordeste, serão leiloados os aeroportos de vocação turística Recife (PE), Maceió (AL), Aracaju (SE), Juazeiro do Norte (CE), João Pessoa e Campina Grande (ambos na Paraíba).

No bloco Sudeste, serão concedidos aeroportos que atendem especialmente a indústria de petróleo e gás: Vitória (ES) e Macaé (RJ).

No bloco Centro-Oeste, estarão em negociação os aeroportos que atendem o agronegócio no Mato Grosso: Cuiabá, Sinop, Rondonópolis e Alta Floresta.

Juntos os aeroportos que formam os três blocos respondem por 9,5% do mercado doméstico (20 milhões de passageiros por ano).

De acordo com Roney Glasmann, é a primeira vez que o governo federal faz concessão de aeroportos em blocos. “Nos unimos aeroportos mais atrativos, de maior volume de passageiro e carga, com aeroportos menores da aviação regional”, disse.

Custos

Segundo informação da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), “os lances iniciais mínimos serão de R$ 171 milhões para o bloco Nordeste; R$ 46,9 milhões para o bloco Sudeste; e R$ 800 mil para o bloco Centro-Oeste”.

Essa é a quinta rodada de concessões de aeroportos, iniciadas em 2011 (com o leilão do aeroporto de São Gonçalo do Amarante – RN). “Não há envolvimento de recurso público nessa rodada. Todos recursos a serem investidos serão captados pela iniciativa privada, trazendo expertise, know how e boas práticas internacionais de gestão para os nossos aeroportos”, disse o secretário.

“Na experiência que nós temos com a concessão de aeroportos, melhora bastante a qualidade de serviço para a população. Melhora porque recebe investimento, são atraídos novos parceiros comerciais, grandes marcas de alimentação e varejo. O nível de conforto e a experiência de viagens dos passageiros têm melhorias significativas”, disse.

Glanzmann salientou que a concessão “não prevê em hipótese alguma qualquer aumento de tarifa ou onera de qualquer jeito o passageiro”. Como disse na entrevista, “o passageiro vai continuar pagando a mesma taxa de embarque de que ele já paga hoje nos aeroportos operados pela Infraero”

O governo deve anunciar também nesta sexta-feira, concessões de mais 22 aeroportos na sexta rodada de leilões – a ser realizada em agosto de 2020. Conforme cronograma oficial, a sétima e última rodada de concessões, com 21 aeroportos, ocorrerá até o primeiro trimestre de 2022.

Agência Brasil

 

 

TAP inclui aeroportos da Paraíba em seus voos a partir da Europa

aviaoA TAP (Transporte Aéreo Portugal) começou a vender os destinos João Pessoa e Campina Grande aos turistas europeus, via Lisboa, desde terça-feira (11), segundo informou a Empresa Paraibana de Turismo (PBTur) nesta quinta-feira (13). A operação está sendo possível por meio de uma parceria de compartilhamento de voos firmada com a Gol Linhas Inteligentes, que passa a atender os passageiros vindos da Europa em conexões diretas para o Aeroporto Internacional Presidente Castro Pinto e o Aeroporto João Suassuna.

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De acordo com a assessoria da TAP, a partir de agora, “a TAP e Gol deixam os paraibanos próximos da Europa e os europeus terão mais facilidade de conhecer a Paraíba”.

“Nossas ações, como divulgação dos roteiros paraibanos veiculados pela empresa portuguesa e promoção de visitas de operadores e jornalistas lusos no Estado, têm surtido efeito bastante positivo, com a procura maior de turistas portugueses pela Paraíba”, enfatizou a presidente da PBTur, Ruth Avelino.

Na próxima semana, a diretoria de Marketing da TAP estará em João Pessoa para uma reunião com Ruth Avelino para estreitar ainda mais a parceria. “Está na hora de intensificarmos a promoção do Destino Paraíba em Portugal, já que temos informações de que as vendas para o Estado têm registrado aumento”, disse Ruth Avelino. A executiva afirmou também que durante o encontro serão tratados assuntos como anúncios na revista de bordo da companhia aérea e a formatação de um fampress com jornalistas portugueses.

Para incrementar as vendas na Paraíba, a TAP está instalando um escritório para a venda de seus produtos direto aos clientes paraibanos. A TAP Partner funcionará em João Pessoa, no bairro de Manaíra mas, segundo a assessoria da empresa, ainda sem data de inauguração.

 

G1

Após polêmica com Aécio, deputados de Minas querem CPI dos aeroportos regionais

aecioDeputados estaduais do bloco Minas sem Censura, que reúne parlamentares de PT, PMDB e PRB, decidiu encaminhar um pedido de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar os aeroportos regionais de Minas Gerais. Reportagem da Folha de S.Paulo mostrou que o governo de Minas gastou R$ 14 milhões para erguer um aeroporto em uma fazenda da família do senador e candidato à Presidência Aécio Neves (PSDB) em 2010.

O deputado Rogério Correia publicou a decisão pela CPI em seu perfil pessoal no Twitter junto com uma foto de outros deputados em volta do ex-ministro Fernando Pimentel, candidato ao governo de Minas Gerais pelo PT. O grupo faz campanha em Caratinga, no interior de Minas, nesta segunda-feira.

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Desde que a reportagem da Folha de S.Paulo foi publicada, Correia tem publicado provocações ao tucano nas redes sociais.

— Agora entendi porque Aécio Neves chama bolsa família de bolsa miséria (sic). Ele ganha é bolsa aeroporto! Gente fina é outra coisa! (…) Aécio gasta 14 milhões do orçamento de MG em obras de aeroporto que só ele usa. Pouso é na fazenda do titio e a 6 km da dele.

Explicações

Em nota publicada neste domingo (20), a assessoria de Aécio Neves informou que “ao contrário do que foi publicado, ‘o Governo do Estado não construiu aeroporto em terra de tio de Aécio’. O aeroporto foi construído em área pertencente ao Estado, não havendo, portanto, o investimento público em área privada afirmado no título da reportagem”.

Na mensagem, o tucano diz ainda que “não se trata também de construção de um novo aeroporto, mas de melhorias realizadas em pista de pouso que existia há mais de 20 anos no local, realizadas por meio do ProAero, programa criado no governo Aécio Neves e que garantiu investimentos em inúmeros aeroportos do Estado”.

Segundo Aécio, “todas as atitudes do governo de Minas Gerais referentes ao aeroporto de Cláudio se deram dentro da mais absoluta transparência e lisura”.

R7