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Após acusação de viagem a Noronha sem esposa, João Almeida desafia Wallber a apresentar comprovante de gastos com verba indenizatória

Após trocarem acusações de ‘bebedeira’ na pandemia do novo coronavírus e de viagem a Fernando de Noronha sem companhia da esposa, João Almeida e Wallber Virgolino travaram novo confronto no debate da rádio Arapuan FM, nesta segunda-feira (28). João se comprometeu a mostrar e desafiou Wallber a apresentar comprovantes de gastos da Verba Indenizatória de Apoio Parlamentar (VIAP), recurso ao qual os parlamentares têm direito.

João Almeida havia acusado Wallber Virgolino de passar a pandemia “tomando cachaça” em Bananeiras durante o período de maior rigor do isolamento social. Em contrapartida, Wallber disse que estava em João Pessoa distribuindo cestas básicas aos mais carentes e que João Almeida estava em um avião viajando para Fernando de Noronha, acompanhado, embora a companhia não fosse a esposa.

Os dois chegaram a protagonizar momentos de tensão. João Almeida teria se exaltado enquanto Wallber o acusava e o mediador Luís Torres teve que intervir para que o debate fosse realinhado aos temas.

No final do debate, ambos tiveram direito de resposta e negaram as acusações feitas um ao outro, alegando que estavam com suas respectivas famílias. Além disso, eles voltaram a acusar o outro de corrupto. João Almeida, então, fez o desafio para exposição dos gastos com a VIAP.

clickpb

 

Igreja Universal é processada sob a acusação de forçar pastores a fazer vasectomia

A Igreja Universal do Reino de Deus responde a processos de ex-pastores que afirmam ter sido forçados ou pressionados a fazer vasectomia para permanecer ou ascender na instituição, informa na edição deste domingo o jornal Folha de São Paulo.

Segundo eles, não ter filhos implicaria mais facilidade de mudar para templos em outras cidades.

Em um dos casos, a Justiça fixou pagamento de R$ 115 mil por danos morais a um ex-membro.

Um dos pastores que entraram com ação judicial declara ter saído porque era humilhado. “Chegaram a marcar reuniões com minha filha e dizer que o pai não crescia na igreja por causa dela.”

A Universal nega as acusações e afirma que tem obtido vitória na maioria das causas trabalhistas movidas pelos religiosos – as condenações mais recentes são tratadas como exceções, ainda conforme o jornal.

*fonte: folha

 

 

Vereadores afastam presidente da Câmara do Conde sob acusação de enganar o Sagres e superfaturar até no cafezinho

Em maio, uma ação popular protocolada na Justiça, já pedia o afastamento de Naldo Cell da presidência da Câmara (Foto: Da Rádio J.A)

Os vereadores do município do Conde, no litoral sul da Paraíba, decidiram  afastar  nesta segunda-feira (7) o presidente da Casa,   Ednaldo Barbosa da Silva (PT). Naldo Cell, como é mais conhecido é  acusado de  improbidade administrativa, favorecimento pessoais  e suspeita de desvio de dinheiro.

O pedido de afastamento foi apresentado pelo vereador Malbatan Neto (SD) e acatado pela maioria. Naldo Cell deve ficar fora por 20 dias enquanto os vereadores apuram as denúncias. O vice-presidente da Câmara vai dirigir a Mesa Diretora nesse período.

A Câmara também instalou uma Comissão Processante para investigar as acusações e Da Silva terá cinco dias para provar que não fez nada.

Na sessão desta segunda-feira (7), que foi marcada por denuncia contra o presidente, Naldo Cell ainda chegou a abrir os trabalhos, mas foi retirado pelos vereadores.

Na sessão, os parlamentares se queixam de falta de transparência administrativa, em supostas alterações dos dados no Sagres (Sistema de Acompanhamento da Gestão dos Recursos da Sociedade) do TCE e até de possível superfaturamento na compra do cafezinho.

Em maio, uma ação popular protocolada na Justiça, já pedia o afastamento de Naldo Cell da presidência da Câmara.

A ação, assinada pelo advogado Carlos Magno, apontou que o parlamentar teria contratado uma empresa pertencente à mãe dele para executar obras na Câmara. O advogado diz que foram pagos R$ 10,5 mil no contrato, embora a obra não tenha avançado.

Outra queixa apresentada contra Naldo diz respeito ao gasto de R$ 23 mil com a locação de veículos, além de suposto uso de veículo da Câmara Municipal para fins particulares.

ClickPB

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Igreja de JP é pichada com acusação de pedofilia e ofensas; indignado, padre quer investigação

igrejaA igreja de Menino Jesus de Praga, no bairro dos Bancários, na Zona Sul de João Pessoa, amanheceu neste domingo (16) com pichações com acusações de pedofilia e ofensas diversas contra o padre Marcondes, que atua na paróquia. Em contato com a redação do Portal Correio, o religioso se disse indignado com o fato e disse que vai pedir investigações rigorosas.

“Não sei quem pode ter feito isso. Não desconfio de ninguém e essas acusações são infundadas”, disse Marcondes. O padre revelou que nunca sofreu qualquer tipo de ameaça e vai prestar queixa à polícia.

O pároco informou que já relatou o ocorrido para o setor jurídico da Arquidiocese da Paraíba e afirmou que vai entrar em contato com a empresa responsável pela segurança da igreja para saber se alguma imagem dos vândalos responsáveis pela ação foi capturada.

portalcorreio

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Luiz Couto refuta acusação de que teria obstaculado depoimento de empresário à CPI

 
Luiz Couto PlenarioEm nota, Luiz Couto garante não ter recebido nenhum pedido para obstacular o depoimento: “Não fui procurado por ninguém e ainda que tivesse sido, não iria agir para atrapalhar qualquer apuração de ilicitude. Ao contrário, tenho lutado durante toda a minha vida para que os desmandos, venham de onde vierem, sejam investigados”.

Confira a nota na íntegra:

O deputado federal Luiz Couto (PT-PB) reagiu com surpresa ao ser informado da publicação de notícia sobre uma suposta articulação para impedir o depoimento de empresário da OAS na CPI do Tráfico de Pessoas. O parlamentar assegurou que não recebeu pedido algum para obstacular qualquer depoimento: “Não fui procurado por ninguém e ainda que tivesse sido, não iria agir para atrapalhar qualquer apuração de ilicitude. Ao contrário, tenho lutado durante toda a minha vida para que os desmandos, venham de onde vierem, sejam investigados”, declarou.

Luiz Couto acrescentou que o presidente da CPI do Tráfico de Pessoas, Arnaldo Jordy (PPS-PA), chegou a visitar canteiros de obras da OAS, à época, dando prosseguimento à apuração das denúncias de tráfico humano e que o assunto nada tinha a ver com o apurado pela Operação Lava Jato. 

 
O deputado federal Luiz Couto, por fim, reafirmou que não tem o hábito de engavetar denúncias e que o comportamento era típico de um passado não muito distante no qual o PSDB costumava arquivar qualquer assunto que contrariasse seus interesses: “Essa versão divulgada hoje mais parece peça de ficção. E mal feita”, resumiu.

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Assessoria

Árbitro do Majestoso irá processar Ganso por acusação de roubo

Ganso está fora da partida de sábado, no Morumbi  (Foto: site oficial / saopaulofc.net)
Ganso está fora da partida de sábado, no Morumbi
(Foto: site oficial / saopaulofc.net)

Aquilo não foi erro, foi roubo. Se fosse o Serginho Chulapa, ia no vestiário bater nele. Mas como isso não pode mais no futebol, o que o juiz fez foi palhaçada mesmo.

A declaração calorosa de Paulo Henrique Ganso após a derrota do São Paulo por 2 a 0 para o Corinthians, pela Libertadores, deverá render um processo contra o jogador. A acusação de roubo indignou o árbitro Ricardo Marques Ribeiro que deverá processar o meio-campista. Na ação, Ribeiro pedirá reparação de danos morais ao atleta tricolor.

Ganso se referia ao lance do segundo gol corintiano, quando o atacante Sheik teria feito falta sobre o lateral-direito Bruno. Tanto o árbitro, quanto o bandeirinha nada assinalaram e o Corinthians marcou após rápido contra-ataque.

Para piorar, Serginho Chulapa se manifestou nesta quinta-feira (19) em entrevista ao jornal Folha de S.Paulo e falou sobre a polêmica acusação.

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— Ele foi mal nessa. Foi infeliz. Ele quis justificar o fracasso diante do Corinthians culpando a arbitragem e acabou até me citando. Eu não gostei. Acabou me usando como exemplo para uma situação negativa.

Paulo Henrique Ganso também terá que se explicar na Justiça desportiva e poderá ser suspenso na Libertadores.

R7

Novo promotor abre acusação contra Cristina Kirchner, diz jornal

cristina-kirchnerO promotor argentino Gerardo Pollicita, novo responsável pela investigação do atentado contra a associação mutual judaica AMIA em 1994, que deixou 85 mortos e 300 feridos, deu entrada em uma acusação contra a presidente Cristina Kirchner nesta sexta-feira (13), segundo o jornal “Clarín”.

Ela é acusada de possível encobrimento de iranianos envolvidos no atentado. Também foram indiciados o ministro das relações exteriores, Héctor Timerman, o militante Luis D’Elia e o deputado Andrés Larroque.

Em sua resolução, Pollicita afirma, segundo o Clarín, que deve ser iniciada uma investigação para verificar se houve de fato o encobrimento dos iranianos e se isso pode ser atribuído penalmente aos acusados.

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Pollicita assumiu o caso – que será julgado pelo juiz Daniel Rafecas – após a morte do promotor Alberto Nisman, que investigava o atentado. Nisman foi encontrado morto em seu apartamento na véspera de seu testemunho no Congresso sobre as denúncias feitas contra o governo Kirchner.

Ele havia denunciado Timerman e Cristina, entre outros funcionários de alto escalão do governo, de tentar atrapalhar as investigações sobre o atentado.

Segundo o promotor, em troca de acordos comerciais, o governo teria buscado um acordo com o Irã para que os suspeitos pelo atentado escapassem da Justiça.

De acordo com o “Clarín”, a decisão do novo promotor responsável pelo caso oficializa o fato de ele está convencido de que a exposição de Nisman foi feita com base em informações e provas sólidas – por isso acredita que a presidente e os outros suspeitos devem ser investigados.

Na noite de quinta-feira (12), o governo adiantou que apresentará nesta sexta uma queixa por escrito contra a denúncia de Nisman. “Não existe prova alguma, nem sequer de caráter ‘circunstancial’, que demonstra a existência de condutas atribuíveis à presidente da Nação oua funcionários do governo nacional que podem se enquadrar em ‘atos criminosos’”, diz o texto, adiantado pelo “Clarín”.

Pollicita não pensa o mesmo – por isso decidiu investigar a presidente. De acordo com o jornal, ele vai solicitar ao juiz Rafecas que sejam tomadas ações para recolher documentos em órgãos públicos que poderiam estar ligados ao suposto pacto entre Argentina e Irã firmado no caso AMIA

G1

Youssef é absolvido da acusação de lavagem de dinheiro do tráfico

yousefO doleiro Alberto Youssef, acusado de chefiar um esquema que teria movimentado ilegalmente cerca de R$ 10 bilhões, foi inocentado pela Justiça da acusação de lavagem de dinheiro proveniente do tráfico de drogas. A decisão do juiz Sérgio Moro foi publicada nesta terça-feira (21) e é a primeira das ações penais originadas a partir da Operação Lava Jato. Youssef seguirá preso na sede da Polícia Federal (PF), em Curitiba, porque ele é réu em outros processos. O Ministério Público Federal (MPF) já havia requerido a absolvição de Youssef por falta de provas. Em contrapartida, outras três pessoas foram condenadas: André de Catão de Miranda, Carlos Habib Chater e Rene Luiz Pereira. Cabe recurso a decisão.

De acordo com a denúncia, feita pelo MPF, entre agosto e setembro de 2013, US$ 124.000,00 foram enviados de forma fraudulenta da Europa para o Brasil e, em seguida, para a Bolívia para pagamento de fornecedores de drogas. Para realizar as operações, foram utilizadas contas bancárias de um posto de gasolina em Brasília e de uma empresa de fachada em Curitiba.
Rene Luiz Pereira, que foi apontado como o responsável por 698 kg de cocaína apreendidos em novembro de 2013, em Araraquara (SP), foi condenado a 14 anos de prisão, em regime inicialmente fechado.

Conforme a decisão, a defesa de Rene Pereira afirmou que o acusado não tinha ciência da eventual origem ilícita dos valores, que não há prova de ligação entre Rene Pereira e o entorpecente apreendido e, portanto, não há prova de associação para fins de tráfico.

Carlos Habib Chater foi condenado a cinco anos e seis meses de reclusão, em regime inicial fechado, e André Catão de Miranda, a quatro anos de prisão, em regime inicial semiaberto. Rene Luiz Pereira e Carlos Habib Chater já estão detidos, uma vez que respondem presos ao processo.

Há ainda Maria de Fátima Stocker e Sleiman Nassim El Kobrossy, que são coacusados na ação. Eles, porém, não foram encontrados para citação pessoal. Sleiman, de acordo com a Justiça, está foragido, e Maria de Fátima Stocker estaria, segundo o advogado que a representa, presa na Europa por lavagem de produto de tráfico de drogas.

Os réus foram acusados pela prática de crimes de tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico internacional de drogas, lavagem de dinheiro, tendo como antecedentes crimes de tráfico internacional de drogas, e por evasão de divisas.

“Em síntese da fundamentação, há prova acima de qualquer dúvida razoável da materialidade do crime de tráfico internacional de drogas e de autoria em relação a Rene Luiz Pereira, da materialidade do crime de lavagem de dinheiro procedente de tráfico internacional de drogas e de autoria em relação a Rene Luiz Pereira, Carlos Habib Chater e André Catão de Miranda. Já, quanto ao crime de evasão de divisas, devem ser todos absolvidos por falta de prova suficiente de materialidade (…)”, diz trecho da sentença.

Operação Lava Jato
A operação Lava Jato foi deflagrada no dia 17 de março de 2014 em vários estados brasileiros e no Distrito Federal. A operação investiga um esquema de lavagem de dinheiro e evasão de divisas que pode ter movimentado cerca de R$ 10 bilhões, segundo a PF.

De acordo com as investigações, a organização criminosa era liderada pelo doleiro Alberto Youssef. Ele e os procuradores do MPF entraram em um acordo de delação premiada. Com isso, ele se comprometeu a dizer tudo o que sabe sobre o esquema de lavagem de dinheiro que chefiava, em troca de reduções nas penas que podem ser imputadas. O documento que pede a absolvição do doleiro no caso do tráfico de drogas não cita o acordo de delação.

O acordo de delação premiada será homologado pela Justiça se, depois da fase dos depoimentos, ficar comprovada a veracidade das informações que Youssef fornecer. O acordo foi assinado um dia após a defesa revelar que o doleiro tinha essa pretensão.

 

Bibiana Dionísio

PMPB nega a acusação de juiz eleitoral sobre parcialidade e omissão nas eleições

cede da pmA Polícia Militar da Paraíba (PMPB) se manifestou, por meio de nota oficial, sobre as acusações do juiz eleitoral da comarca de Patos, Ramonilson Alves. De acordo com o documento, o Comando-Geral da corporação “desconhece qualquer ato de parcialidade ou omissão praticado por parte dos integrantes da instituição”.

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Ainda segundo a PMPB, o Comando Regional do Policiamento de Patos não recebeu nenhuma reclamação sobre a conduta dos policiais militares que atuaram no município, durante o processo eleitoral de primeiro turno, no dia 5 deste mês e argumenta que não existem razões para o magistrado solicitar o apoio de tropas federais para o segundo turno.

A PMPB ainda afirma que o juiz Ramonilson Alves Gomes ficou acompanhado de forma permanente durante toda a realização do pleito eleitoral por dois policiais e com o comandante do Policiamento da Região, coronel Severino Gerônimo, à disposição o tempo todo.

Confira a nota da PMPB na íntegra:

A PM respeita a decisão do juiz da 28ª Zona Eleitoral, mas desconhece qualquer ato de parcialidade ou omissão praticado por parte dos integrantes da instituição nas 223 cidades paraibanas, durante as eleições.

Até o momento, o Comando Regional do Policiamento de Patos não recebeu nenhum expediente relatando sobre algum caso isolado que tenha levado o magistrado a pedir Tropas Federais para a cidade e que se chegar qualquer denúncia será devidamente apurada com os rigores da lei.

Ainda de acordo com a assessoria, o juiz Ramonilson Alves Gomes ficou acompanhado de forma permanente por dois policiais e os telefones do Comandante do Policiamento da Região, coronel Severino Gerônimo, esteve à disposição dele o tempo todo para qualquer acionamento imediato.

Os policiais militares em Patos, dentro das atividades da operação voto seguro, realizaram pontos-base (policiamento mais fixo) em vários postos de combustível do município, no dia anterior da eleição, para coibir o tipo de crime eleitoral apontado pelo juiz, inclusive a equipe que estava com ele foi responsável pela detenção de um suspeito que estava com R$ 15 mil reais em um dos postos, localizado no bairro Bivar Olinto.

A Polícia Militar reforça o compromisso e isenção que tem atuado para garantir a segurança no processo eleitoral, trabalho que no primeiro turno foi reconhecido por juízes eleitorais e pelo próprio Tribunal Regional Eleitoral.

 

Da Redação
WSCOM Online

Polícia Civil prende homem sob acusação de estupro de duas filhas no Brejo

plantão policialA Polícia Civil de Guarabira prendeu no final da tarde desta quinta-feira (24), Gamaliel Batista de Sena, mais conhecido em Guarabira como “Gama da ambulância”, sob a acusação de estupro contra duas de suas filhas.

De acordo com o delegado regional da 8ª DRPC, Dr. Luciano Soares, a prisão se deu através de mandado de prisão, expedido pela comarca de Alagoinha, já que os crimes teriam ocorrido na zona rural de Mulungu, no Brejo paraibano.

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Gama foi denunciado por duas de suas filhas, residentes na região do sítio Utinga, que disseram terem sido abusadas sexualmente por ele quando ainda eram menores de idade.

O acusado chegou a ser detido, em janeiro deste ano, quando a denúncia veio à tona, mas foi liberado por não ter sido preso em flagrante. Á época, o delegado Ricardo Sena informou que o caso foi denunciado quando uma das vítimas, uma jovem de 19 anos, percebeu o comportamento ‘estranho’ da irmã de 13 anos. “A jovem comentou que a irmã estava com o comportamento semelhante ao dela, à época que era estuprada pelo pai. Daí a jovem disse que conversou com a menina e a garota comentou o que estava ocorrendo. O assunto tomou proporção na família e foi denunciado.

Gama da ambulância disse naquela oportunidade que era tudo mentira das filhas, que queriam lhe prejudicar.

 

 

portalmidia