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MPPB abre procedimento para acompanhar distribuição de merenda em escolas do Brejo

O promotor de Justiça, Henrique Morais, determinou a abertura de procedimento administrativo para acompanhar a distribuição de merenda escolar em três cidades do Brejo paraibano.

De acordo com a publicação, feita edição desta sexta-feira (24), do Diário Eletrônico do Ministério Público, as cidades que serão alvos da medida, são Solânea, Casserengue e Arara.

A iniciativa tem por objetivo garantir que a merenda escolar seja efetivamente distribuída para as famílias carentes dos respectivos municípios, conforme prevê lei recentemente aprovada pelo Senado Federal por conta da pandemia.

Alexandre Freire

 

 

Pais devem acompanhar o acesso de crianças à internet, alertam especialistas

Julho é o mês das férias escolares e, com elas, vêm a preocupação de muitos pais sobre como os filhos aproveitam o tempo livre. O acesso à internet e às redes sociais é uma das formas de passar o tempo, mas deve ser feito com cuidado para não prejudicar as crianças e adolescentes.

Especialistas concordam que o acesso à rede mundial é um caminho sem volta, e a proibição do uso não é a melhor opção para os pais. O presidente da organização não governamental Safernet, Thiago Tavares, diz que a melhor estratégia continua sendo o diálogo, a conversa franca e a relação de confiança que deve existir entre pais e filhos.

“Da mesma forma que você conversa com seus filhos sobre os riscos que existem ao sair na rua, na escola, no cinema, você diz para ele não aceitar bala de estranhos, você também deve orientá-lo em relação ao uso seguro da internet”, diz. Ele recomenda também o uso de versões customizadas de sites e aplicativos, que selecionam o conteúdo apropriado para crianças.

O especialista não recomenda o monitoramento dos filhos com o uso de softwares espiões. Segundo ele, esses programas passam uma falsa sensação de segurança e podem comprometer a relação de confiança entre pais e filhos. “Proibir o uso da internet não adianta. E monitorar o que seu filho faz por meio de softwares espiões também não ajuda, porque quebra uma relação de confiança e é ineficiente, porque as crianças não acessam a internet de um único dispositivo”, justifica.

Espaço público

A mestre em psicologia clínica Laís Fontenelle orienta aos pais acompanhar os acessos virtuais dos filhos da mesma forma como é feito no mundo real. “O mesmo cuidado que tem de ter na internet é o cuidado que tem de ter em um espaço público. Os pais têm de monitorar da mesma forma que monitora a casa do amigo que o filho vai, a praça que vai frequentar, a festa, porque é como se fosse um espaço público, só que virtual”, explica.

No caso de crianças não alfabetizadas, o acesso à internet precisa sempre ser feito com a supervisão de um adulto, diz a psicóloga. “A mediação é imprescindível principalmente para crianças que não estão alfabetizadas. Elas vão com o dedinho no touchscreen [tela do celular ou tablet] e podem cair em um conteúdo que não é adequado para elas, e não têm a maturidade para lidar com o conteúdo que está ali”, adverte.

A psicóloga também “puxa a orelha” dos pais, alertando para a responsabilidade do exemplo dado às crianças. “Não adianta a gente fazer um overposting dos nossos filhos nas redes sociais, expondo tudo que acontece na vida deles: ‘ganhou um peniquinho, comeu a primeira papinha’ e dizer para eles não fazerem isso. Se a gente não sabe lidar com esses limites claros sobre o que pode ser publicizado sobre a intimidade das nossas vidas, eles nunca vão saber”, diz Laís.

Os principais riscos do uso da internet por crianças e adolescentes são os acessos a conteúdos inapropriados para a idade, como pornografia, a exposição da privacidade em redes sociais, o cyberbulling e a exposição da intimidade, principalmente na adolescência. “Os casos de vazamento de nudes [fotos de nudez] não param de crescer ano a ano”, diz o presidente da Safernet. Além disso, há o perigo do contato com estranhos, que pode resultar em tentativas de assédio, aliciamentos ou golpes.

Uma pesquisa divulgada no ano passado pelo Comitê Gestor da Internet no Brasil mostrou que 87% crianças e adolescentes entre 9 e 17 anos têm perfil em redes sociais, e 66% acessam a internet mais de uma vez por dia. Segundo o estudo TIC Kids Online Brasil, 11% dos entrevistados acessaram a internet antes dos 6 anos de idade.

Trem-bala

A jornalista Melissa Gass levou um susto quando viu que o canal no Youtube da filha Lívia, de 7 anos, tinha mais de 15 mil visualizações. O sucesso veio quando a menina postou um vídeo dançando o hit Trem-Bala, da cantora Ana Vilela. “Como ela não posta muita coisa, eu não esperava, mas por causa desse vídeo acabou tendo uma repercussão maior. É muita exposição, a gente fica meio preocupado”, conta a mãe.

Em seu canal, Lívia mostra brincadeiras, músicas, livros e até receitas culinárias. “Eu gosto de ser famosa”, diz a menina, que também participa de aulas de canto, dança e vai começar a fazer teatro.

Para Melissa, não tem como proibir o acesso das crianças à internet, mas é preciso monitorar as atividades dos pequenos na rede. “A tecnologia é uma realidade. Com um ano de idade, ela mexia no celular, então não tem como fugir. Quando a gente proíbe, é pior, porque vai fazer escondido. Então a gente monitora, acompanha, incentiva o que pode incentivar”, explica.

Entre as orientações que os pais dão para Lívia, estão não seguir canais de adultos e não comentar nem trocar mensagem privada com desconhecidos. “A gente fala que têm adultos que querem fazer maldades para as crianças, então que ela tem de tomar cuidado, a gente dá essa orientação”, diz Melissa. A mãe também monitora as redes sociais da filha e, quando vê algo suspeito, desabilita o contato.

Agência Brasil 

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TSE disponibiliza aplicativos para acompanhar apuração das eleições

smartfoneOs aplicativos (Apps) “Resultados”, “Boletim na Mão” e “Eleições 2016” desenvolvidos pela Justiça Eleitoral já estão disponíveis para downloadgratuito na loja Google Play. Os usuários do sistema IOS poderão baixar os aplicativos nos próximos dias.

Para as eleições deste ano, a Justiça Eleitoral vai disponibilizar, ao todo, 11 aplicativos para dispositivos móveis –smartphones etablets (Android e IOS). Além desses três, já estão disponíveis os seguintes: Mesários, Agenda JE, JE Processos, Candidaturas e Pardal.

O App “Resultados” permite ao cidadão acompanhar, em tempo real, o resultado das eleições deste ano. Os resultados do primeiro turno serão divulgados, via aplicativo, a partir das 17h do dia 2 de outubro. Nos municípios em que houver segundo turno, as informações estarão disponíveis a partir das 17h do dia 30 de outubro.

Já o aplicativo “Boletim na Mão” permite que o resultado do pleito municipal de 2016 seja conferido por meio do código QR – um código de barras em 2D que pode ser escaneado pela maioria dos aparelhos celulares que têm câmera fotográfica. A ferramenta possibilita que qualquer cidadão acesse de forma rápida, segura e simplificada as informações contidas nos Boletins de Urna, documentos que são impressos após o encerramento da votação e afixados em quadros de aviso nas seções eleitorais.

De acordo com o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino, esse App permite que o cidadão atue como um fiscal do processo eleitoral. “O Boletim de Urna torna o resultado público imediatamente após o término da votação. Tudo o que acontece a partir dali, como a transmissão e a apuração, fica transparente. Isso acontece em 100% das 461 mil seções eleitorais. Nesse sentido, trata-se de um aplicativo que inclui o eleitor no processo de fiscalização do pleito”, afirma.

Já o aplicativo “Eleições 2016” oferece ao cidadão notícias, vídeos e acesso aos demais aplicativos desenvolvidos pela Justiça Eleitoral. O layout da ferramenta lembra a página do TSE na internet. Ao entrar no App, o cidadão poderá obter informações como a situação eleitoral, local de votação, justificativa eleitoral e transporte de eleitores, entre outras.

Onde Votar

O aplicativo “Onde votar” (ainda indisponível) foi criado pela Justiça Eleitoral para facilitar o acesso do eleitor brasileiro ao local de votação e aos postos de justificativa, caso esteja fora do seu domicílio eleitoral. O aplicativo funciona como um guia que auxilia os eleitores que estão em dúvida sobre a zona ou seção em que votam. Ele traz o endereço dos locais de votação e dos postos de justificativa em todo o Brasil, permitindo ao cidadão fazer a consulta de forma rápida e segura, diretamente das bases nacionais da Justiça Eleitoral. O App deve estar disponível para download nas lojas Apple Store e Google Play a partir desta terça-feira (27).

Clique aqui para conhecer todos os aplicativos da Justiça Eleitoral para as Eleições 2016.

TSE

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Com aplicativos para celular, eleitores podem denunciar compra de votos e acompanhar eleições

smartfoneDe olho na conectividade cada vez maior dos brasileiros, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) desenvolveu 11 aplicativos para smartphones e tablets para que os eleitores participem mais ativamente do processo eleitoral deste ano. Com os apps, é possível acompanhar o resultado das eleições municipais, fazer denúncias de irregularidades e até participar da verificação do número de votos registrados nas urnas eletrônicas.

“Desde que o processo se tornou informatizado, há 20 anos, o compromisso da Justiça Eleitoral é justamente utilizar os recursos e as funcionalidades que a tecnologia proporciona e evoluir o processo eleitoral na mesma velocidade que evolui a tecnologia”, diz o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, Giuseppe Janino. Os aplicativos estão disponíveis para as plataformas IOS e Android. Atualmente, existem mais de 196 milhões de acessos em internet móvel no país, incluindo 3G e 4G.

Uma das principais apostas do TSE para este ano é o aplicativo Pardal, que permite que os eleitores façam denúncias de propaganda eleitoral irregular, tanto nas ruas como na internet e em veículos de comunicação. A denúncia é feita pelo próprio aplicativo, com o envio de fotos, vídeos ou áudios. Por exemplo, se um eleitor encontrar um outdoor de um candidato na rua, que é proibido, pode tirar uma foto e mandar pelo aplicativo, que automaticamente envia a denúncia para análise do Ministério Público Eleitoral. Também é possível denunciar outras irregularidades como compra de votos, uso da máquina administrativa ou gastos irregulares.

Em três semanas, o aplicativo já recebeu mais de 25 mil registros de irregularidades de todo o país. Janino estima que o número de denúncias deve subir com a proximidade das eleições, mas destaca que mais importante que isso é o caráter pedagógico das denúncias. “Sabendo que está sendo vigiado pelo cidadão, o candidato tem um comportamento adequado ao que prevê a lei”, diz.

Outra novidade deste ano é o aplicativo Boletim na Mão, que permite que, ao final da votação, os eleitores conheçam os votos depositados em uma urna eletrônica específica. Quando a eleição é encerrada, a urna apura os votos automaticamente e imprime o resultado em papel, que é distribuído para os fiscais e afixado na porta da seção eleitoral. O boletim tem um QR code, que é uma espécie de código de barras que pode ser escaneado pela maioria dos aparelhos celulares com câmera fotográfica. Com esse código, por meio do aplicativo, o cidadão poderá ter as informações dos votos daquela urna para depois comparar com o que é divulgado oficialmente.

“É uma forma de o cidadão comum também acompanhar e auditar o trâmite das informações que saem das urnas eletrônicas. É um processo simples, mas de uma importância estratégica, porque significa que no exato momento em que se encerra a votação o resultado já se torna de conhecimento público. Então, tudo o que acontece dali para a frente é facilmente verificável”, explica Janino.

Com o aplicativo Candidaturas, o eleitor pode analisar os dados de cada candidato, como nome, foto, planos de governo e dados de prestação de contas. O eleitor também pode “favoritar” seu candidato, para acompanhar seu desempenho posteriormente. “Essa é uma característica do eleitor brasileiro, de esquecer do candidato em quem votou, principalmente considerando nos cargos proporcionais”, diz o secretário do TSE.

Alguns aplicativos ainda não estão disponíveis, mas poderão ser baixados nos próximos dias. É o caso do Onde Votar ou Justificar, que informa o local exato de votação e o melhor caminho para que o eleitor vá até sua seção. O aplicativo Resultados, que permite o acompanhamento da totalização de votos em todos os municípios em tempo real, também deve ser disponibilizado em breve. Esse foi o aplicativo mais baixado da Apple Store em 2014 nas vésperas das eleições. Nas eleições 2014, o TSE colocou quatro aplicativos à disposição dos eleitores.

Alguns aplicativos são mais voltados para os funcionários da Justiça Eleitoral, como o Mesários, que disponibiliza informações para quem vai trabalhar nas eleições, como a forma de preparar a seção, a identificação do eleitor e a proibição de propaganda no dia da votação. O QRUEL e o Checkup da Urna são para uso de servidores da Justiça Eleitoral e servem para verificar o funcionamento correto das urnas eletrônicas.

Todos os aplicativos foram desenvolvidos de forma colaborativa por técnicos do TSE e dos tribunais regionais em todo o país. Para o secretário de Tecnologia da Informação do TSE, essa tecnologia contribui para uma maior participação dos cidadãos no processo eleitoral. “Os aplicativos trazem informações consistentes, de uma forma facilitada, objetiva e didática, e permitem que o eleitor interaja no processo, buscando cada vez mais um processo democrático e rígido com relação ao cumprimento das leis e dos direitos do cidadão brasileiro”, diz.

>> APLICATIVOS
Veja os aplicativos disponibilizados pelo Tribunal Superior Eleitoral para as eleições deste ano

Pardal – Permite a notificação de irregularidades nas campanhas. Ao identificar um problema, o cidadão tira uma foto e, por meio do aplicativo, envia as evidências para a Justiça Eleitoral no estado ou município, que fará a análise da denúncia.

Candidaturas – Permite que o eleitor acompanhe o seu candidato e acesse informações como nome, número, situação do registro de candidatura, cargo, partido, coligação e o link para o site do candidato. O dispositivo também exibe os dados da prestação de contas dos políticos.

Mesários – Leva informações a cerca de dois milhões de colaboradores que participam do processo eleitoral, com instruções, orientações e perguntas e respostas.

Agenda JE – Reúne todos os acontecimentos previstos para as eleições municipais e permite a notificação automática dos os prazos constantes do calendário.

JE Processos – Permite acompanhar o andamento dos processos no TSE e nos tribunais regionais eleitorais.

Eleições 2016 – Reúne informações para o eleitor em uma única tela, como situação do título, orientações sobre justificativa, local de votação, informações sobre propaganda eleitoral e contatos do Disque-Eleitor. Estará disponível nos próximos dias.

Onde votar ou justificar – Mostra o local de votação e postos de justificativa em todo o Brasil. Por meio do georreferenciamento, ajuda a traçar o melhor caminho para que o eleitor chegue à sua seção eleitoral. Estará disponível brevemente.

Boletim na Mão – Permite que o eleitor confira as informações contidas nos Boletins de Urna, que são impressos após o encerramento da votação e afixados nas seções eleitorais. Estará disponível nos próximos dias.

Resultados – Vai permitir acompanhar, em tempo real, os dados do resultado da eleição em todo o Brasil. Também permite selecionar os candidatos favoritos e selecioná-los para acompanhar a apuração. Estará disponível brevemente.

QRUEL – Com o app, um servidor da Justiça Eleitoral pode ligar a urna e fotografar o QR Code que aparece na tela. Esse código detalha se a urna eletrônica está operando de forma correta e, caso a urna apresente problema, o TRE poderá substituí-la antes da eleição. Estará disponível nos próximos dias.

Checkup da urna – Desenvolvido para uso dos técnicos da Justiça Eleitoral, o dispositivo faz uma checagem das funcionalidades gerais das urnas, o que permite atuar preventivamente na sua manutenção. Estará disponível nos próximos dias.

Agência Brasil

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TCE-PB vai acompanhar aumento no salário dos vereadores este ano

(Foto: Walla Santos )
(Foto: Walla Santos )

O presidente do Tribunal de Contas da Paraíba, conselheiro Arthur Cunha Lima, anunciou, nesta quarta-feira (21), a designação do vice-presidente André Carlo Torres Pontes, para acompanhar, neste período, os casos de fixação de subsídios de vereadores nas 223 Câmaras Municipais do Estado.

A providência decorre da necessária observância aos dispositivos constitucionais que regem a matéria. No ofício circular nº 21/2016, o presidente do TCE já havia alertado os presidentes de Câmaras para o exato cumprimento do que o Supremo Tribunal Federal dispõe sobre a questão.

Seu ofício às Câmaras Municipais chama a atenção para o impedimento legal à fixação dos subsídios de vereadores, se destinados a ainda vigorar na presente legislatura.

Também lembra “a pacífica jurisprudência do STF, no sentido de que a fixação de remuneração de vereadores para viger na própria legislatura é ato lesivo não só ao patrimônio material do Poder Público, como à moralidade administrativa, patrimônio moral da sociedade”.

TCE-PB

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Procuradoria da Câmara vai acompanhar casos de violência na Paraíba

comissãoMuitas denúncias de violência contra mulheres e crianças foram feitas na manhã desta sexta-feira, 5 no Centro de Formação de Educadores, em Campina Grande, durante a audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados. Diante de todos os relatos, a deputada federal Rosângela Gomes (PRB-RJ), vice-presidente da CDH, informou que levará as queixas ao conhecimento da Procuradoria da Câmara dos Deputados.
Um dos casos que mais chocou o público e os deputados federais Luiz Couto (PT-PB) e Rosângela Gomes (PTB-RJ) veio do Brejo. A denúncia trata de um homem que abusou sexualmente da filha, com ela teve cinco filhos e agora foi novamente acusado de praticar violência sexual contra a neta. O caso foi reportado ao Conselho Tutelar de Guarabira, mas ainda está sendo apurado.

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Outro crime que chamou a atenção pela crueldade e também pela impunidade foi o caso da dona de casa Jacilene da Silva Oliveira, encontrada acorrentada, ferida e com os cabelos cortados em uma estrada vicinal de Serraria, em cuja zona rural morava. Ela havia fugido do cárcere privado e de torturas impostas pelo ex-companheiro, Carlos Alberto de Oliveira, mais conhecido como “Beto DJ”. O crime aconteceu em janeiro de 2014 e o acusado chegou a ser preso, mas ficou apenas 19 dias na prisão e está solto, trabalha na prefeitura de Piloezinhos, enquanto a vítima teve que ser mantida em abrigos e teme por sua integridade física, assim como a dos três filhos, sendo que Jacilene estava grávida quando conseguiu fugir do algoz.
Além desses crimes denunciados, outra situação foi relatada e preocupou os parlamentares. A situação dos conselhos tutelares, muitas vezes desaparelhados. Em relação aos conselheiros, há inúmeras ameaças de violência que chegam a impedir que surjam candidatos aos cargos em muitas cidades. Outro ponto questionado pelos representantes de entidades foi o despreparo de agentes de polícia e delegados ao recepcionar mulheres vítimas de agressão. Apesar de todas as campanhas educativas já realizadas, é frequente que elas sejam desencorajadas a denunciar os episódios violentos.
“Mesmo com a Lei Maria da Penha verifica-se que a violência contra as mulheres ainda é grande, especialmente nas relações familiares. Há a necessidade de uma cultura de paz porque a violência tem sido fortalecida. Ainda há delegados que desaconselham depoentes. E mesmo nessa audiência pública, muitos denunciantes desistiram de vir por medo, por terem sido ameaçados”, disse o deputado Luiz Couto.
Em números, a violência contra mulheres, crianças e adolescentes na Paraíba é inegável. A presidente do Conselho Estadual de Direitos da Criança e do Adolescente, Carmem Lúcia, relatou que até agora já foram notificados 24 homicídios de mulheres, dos quais 10 tiveram motivação no tráfico de drogas, já que as vítimas foram obrigadas por seus maridos, namorados ou companheiros a assumirem os negócios ilegais. Ainda houve 11 tentativas de homicídio contra mulheres, 5 estupros de mulheres; oito estupros de adolescentes e outros 11 estupros de crianças. Também foram relatados cinco casos de abusos de crianças e adolescentes e oito agressões.
Participaram da audiência o deputado estadual Frei Anastácio e o vereador campinense Napoleão Maracajá, o promotor de Justiça Marinho Mendes, além de representantes das secretarias da Mulher e Diversidade Humana do Estado; da coordenadoria de Políticas Públicas para Mulheres de Campina Grande; Polícia Civil; Fórum de Defesa dos Direitos das Crianças e Adolescentes; do Disque Denúncia Estadual; do Conselho Tutelar da Região Sul, entre outros.
Ascom do Dep. Luiz Couto

Aplicativos desenvolvidos pela Justiça Eleitoral ajudarão eleitor a consultar local de votação e acompanhar apuração

aplicativoJá estão disponíveis para download, gratuitamente, na Aplle Store e Google Play dois aplicativos criados pela Justiça Eleitoral para auxiliar os eleitores no dia das eleições.

Através dos aplicativos, o eleitor poderá obter endereços dos locais de votação e acompanhar a totalização dos votos apurados nas urnas.

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O aplicativo oficial “Onde votar ou Justificar” permite ao eleitor consultar o endereço do seu local de votação e a relação dos locais especialmente destinados ao recebimento das justificativas em todo o Brasil, por Unidade da Federação e município.

Após o término da votação o aplicativo “Apuração Eleições 2014” divulga em tempo real os resultados da apuração em todo o Brasil e apresenta o quantitativo de votos totalizados para cada candidato com a indicação dos eleitos ou dos que foram para o 2º turno.

MaisPB

com assessoria do TRE-PB

CNBB vai acompanhar grupo da Câmara responsável pela reforma política

reuniao_reformapoliticaA Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) vai seguir de perto o grupo de trabalho constituído pelo presidente da Câmara dos Deputados para elaborar a reforma política. A decisão foi tomada na segunda-feira, 15, pela Comissão da CNBB que acompanha a reforma política. O grupo, uma vez instalado, terá 90 dias para elaborar sua proposta.

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Para o presidente da Comissão da CNBB, dom Joaquim Mol, a reforma deve ser no campo da democracia para aperfeiçoar a própria democracia. Em sua opinião, é importante que o povo se mantenha mobilizado a fim de pressionar o Congresso para que faça uma reforma mais ampla e não apenas eleitoral. “O novo contexto nos permite pensar numa reforma política mais robusta”, disse dom Mol.

A Comissão, que esteve reunida para elaborar seu plano de ação, deverá buscar o apoio de outras organizações da sociedade civil que também debatem a reforma política. Em junho, este assunto foi discutido no Conselho Permanente da CNBB.

Uma das preocupações da CNBB são as propostas que já circulam na Câmara e que podem desfigurar a Ficha Limpa.

 

 

CNBB

PB terá ambulatório para acompanhar pacientes que aguardam cirurgia de mudança de sexo

bandeira-glbtDesde que o Sistema Único de Saúde (SUS) incorporou a cirurgia de mudança de sexo em sua grade o número de beneficiados tem aumentado. De acordo com dados divulgados pelo órgão, são feitas, aproximadamente, 2 cirurgias por dia no Brasil, um crescimento de sete vezes a mais do que em 2008, primeiro ano de projeto, que acumulou 101 contemplados.

A realidade na Paraíba, ainda está longe desse desempenho, afinal nenhuma cirurgia deste tipo foi realizada porque o estado ainda não tem nenhum hospital cadastrado pelo SUS e nenhuma equipe apta a realizar a intervenção. Contudo, segundo Fernanda Bevenute, relações públicas da Associação das Travestis da Paraíba (Astrapa), o estado tem investido na construção de uma política de segurança para a saúde de travestis e transexuais com a implementação de um ambulatório multiprofissional capaz de fazer todo o acompanhamento necessário para aqueles que desejem se submeter à cirurgia de mudança de sexo.

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“Estamos construindo, juntamente com o Governo Federal, uma política chamada de Processo Transexualizador, que prevê a construção de um ambulatório onde os travestis e transexuais possam ter um acompanhamento especializado, desde psicólogos a endocrinologistas, durante os 2 anos que o processo pré-cirúrgico dura”, declarou a RP.

Fernanda acredita que o ambulatório é apenas o primeiro passo na luta por melhores condições para as transexuais e que a proposta do SUS é a mais acertada, uma vez que as cirurgias particulares não garantem um processo transexualizador que una o resultado da cirurgia a uma preparação física e psicológica bem sucedida.

“São dois anos de caminhada, onde existem orientações e avaliações que preparam o corpo para receber a transformação”, afirmou Fernanda.

A representante da Astrapa esclareceu ainda que o período de 2 anos ainda inclui a hormonioterapia, que possibilita a transformação do corpo através da manipulação de hormônios, reduzindo e conscientizando transexuais e travestis sobre os riscos da aplicação de silicone industrial, ou a auto-medicação para obter novas formas.

A portaria que prevê a instalação do ambulatório deve ser viabilizada em Brasília ainda nesta semana e a unidade deve começar a funcionar ainda este ano.

Cybele Soares

Entidade cria linha do tempo para acompanhar censura judicial contra jornalistas brasileiros

liberdade-de-imprensaUma linha do tempo organizada pelo Centro Knight para o Jornalismo nas Américas aponta que, somente em 2012, o Brasil registrou 16 casos onde os tribunais foram utilizados como um meio de censura contra os jornalistas, informou o blog Jornalismo nas Américas.

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Intitulada “Censura togada no Brasil”, a linha do tempo foi criada para identificar os casos de censura nos tribunais desde o início de 2012 e será atualizada regularmente. Segundo o blog, os números registrados “indicam uma verdadeira ameaça à liberdade de expressão e de informação no país”.
Grande parte das censuras judiciais buscam retirar conteúdos publicados por veículos informativos e são originadas por autoridades públicas. Esse tipo de censura contribuiu para a má colocação do Brasil no ranking de liberdade de imprensa organizado pela Repórteres sem Fronteiras, onde o país ocupou a 108ª posição, entre 179 países.
Portal IMPRENSA