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Chuvas ficam abaixo da média para o mês de julho, diz AESA

chuvaA Gerência de Monitoramento e Hidrometria (Gemoh) da Agência Executiva de Gestão das Águas no Estado da Paraíba (Aesa) informou que choveu pouco neste mês de julho em todo o Estado. Mesmo na região do Litoral, as chuvas ficaram abaixo da média histórica neste período em que tradicionalmente chove bastante.

“Em julho, choveu pouco em todo o estado. O período chuvoso do litoral é de abril a julho, chovendo mais em junho e julho. Mesmo assim, a média histórica de pluviometria ficou abaixo da média nesta região”, afirmou a meteorologista da Aesa, Marle Bandeira.

Chuvas acumuladas do mês – De 1º a 29 de julho, as cidades paraibanas com maior índice pluviométrico foram João Pessoa, com 1111,1mm; seguida de Cabedelo (1018,0mm) e Alhandra (1003,1mm). Os menores índices de chuva acumulada pertencem aos municípios de Alagoinha (11,8mm); Juarez Távora (10,2mm) e São José dos Ramos (10,2mm).

Fim de semana – A previsão para este fim de semana para as regiões do Agreste, Brejo e Litoral é de nebulosidade variável, com chuvas esparsas; e apenas variação de nuvens no Alto Sertão, Sertão e Cariri/Curimataú. Em todo o estádio, a amplitude térmica variará de 16ºC a 32ºC. Em cada região, os termômetros variam entre 19º e 32º no Sertão e Alto Sertão; entre 16º e 30º no Cariri/Curimataú; entre 17º e 28º no Agreste; entre 16º e 27º no Brejo; e 20º e 29º no Litoral.

Secom

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Médicos lançam abaixo-assinado pela saída do ministro da Saúde

ministro-da-saudeO movimento Médicos pela Democracia do Ceará e da Bahia, com apoio de outras entidades que atuam em defesa da saúde pública e são contrárias ao golpe, lançaram na quarta-feira (20) um abaixo-assinado online pela exoneração do ministro da Saúde do governo interino, Ricardo Barros.

Reportagem do Seu Jornal, da TVT, mostra que as entidades listam os motivos para pedir a imediata saída do ministro. Os médicos consideram que Ricardo Barros é incompetente para o cargo, já que é engenheiro. O ministro também seria eticamente inabilitado, pois teve sua campanha eleitoral para deputado federal financiada por planos privados de saúde.

Eles também afirmam que Barros já demonstrou que é ideologicamente contrário ao Sistema Único de Saúde (SUS), ao declarar que não vai lutar por mais recursos para a Saúde, e que também é incapaz de compreender a complexidade do processo saúde-doença, já que afirmou que alguns pacientes que procuram os postos de saúde apenas imaginam que estão doentes.

Dentre outras propostas polêmicas, o ministro também defendeu a criação de planos de saúde populares.

Rede Brasil Atual

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Preço do aluguel segue abaixo da inflação

aluguelOs preços locação de imóveis registraram em fevereiro a 9ª queda real consecutiva, segundo o Índice FipeZap, que acompanha o preço do aluguel em 9 cidades brasileiras.

O aumento nominal no acumulado em 12 meses foi de 1,95% em fevereiro. Nesse mesmo período, o aumento da inflação medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) foi de 7,70%.

“O preço médio de locação registrou, portanto, queda em termos reais de 5,34% nos últimos 12 meses”, destaca o relatório.

O preço médio anunciado para locação por m2 nas 9 cidades pesquisadas em fevereiro foi de R$ 34/mês. A cidade com o m2 mais caro foi o Rio de Janeiro (R$ 41/mês), seguida por São Paulo (R$ 38/mês). O aluguel mais barato foi em Curitiba (R$ 16/mês).

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Os preços anunciados para locação considerados para o cálculo do índice são para novos aluguéis. Ou seja, o Índice FipeZap de Locação não mede a variação dos contratos vigentes.

O índice calcula ainda a rentabilidade para o investidor que opta por locar seu imóvel. Em fevereiro, o retorno médio com aluguel foi de 4,9% ao ano, valor superior em 0,1 ponto percentual à taxa de janeiro. Ao mesmo tempo, a taxa de juros real no Brasil foi de 5,8%.

“Desde setembro de 2014 a ‘taxa do aluguel’ está abaixo dos juros reais”, destaca o relatório.

G1

Cerca de 60% das escolas brasileiras ficaram com nota abaixo da média no Enem 2013

enemO Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira) divulgou nesta segunda-feira (22) as notas do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio) 2013 por escola. Levantamento feito pelo R7 com base nas informações do órgão mostram que 60% das 14.715 escolas que tiveram o desempenho avaliado ficaram com nota média abaixo de 500 pontos no exame de ciências da natureza.

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Com relação à redação, 54% dos colégios ficaram com pontuação abaixo da média — mesmo percentual da avaliação de linguagens e códigos. Em matemática, 58% dos colégios tiveram a média de nota dos alunos abaixo de 500 pontos — mesmo percentual da avaliação de ciências humanas. Os dados podem ser conferidos aqui.

Novidades

A novidade neste ano é que os colégios também podem consultar o percentual de alunos que têm cada um dos níveis de desempenho e a média de seus trinta melhores estudantes.

Segundo o presidente do Inep, Francisco Soares, a divulgação pretende informar a sociedade a forma de avaliação do Enem.

— [A intenção] é fornecer às famílias informações sobre o desempenho e sobre o contexto social e escolar dos alunos das escolas de ensino médio que fizeram o exame de 2013.

Outra novidade é que, agora, são oferecidos dados aos colégios com base em indicadores que consideram o nível socioeconômico dos alunos e a formação dos professores.

— Na análise de dados educacionais, é particularmente necessário descrever o contexto social dos alunos, que tem grande influência nos resultados.

Os dados são calculados para estabelecimentos de ensino que tenham matriculados, no mínimo, dez concluintes do ensino médio regular seriado e 50% de alunos participantes do Enem.

Os resultados foram divulgados preliminarmente às escolas, em 1º de dezembro.

R7

Notas dos estudantes da PB ficam abaixo da média proposta pelo Inep

EducaçãoA Paraíba deixou de cumprir a maior parte das metas propostas pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) para os ensinos fundamental e médio das escolas públicas e privadas em 2013, conforme apontou o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb). O levantamento foi divulgado nesta sexta-feira (5) e mostra desempenho dos estudantes do estado. A última auditoria havia sido realizada em 2011.

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Foram avaliados alunos do 5º e 9º ano do ensino fundamental e 3º ano do ensino médio. Os maiores avanços foram verificados entre estudantes da rede privada. A média mais alta foi obtida pelos estudantes do 5º ano: 6.0, tendo crescido um décimo em relação a 2011; dois se comparado aos resultados de 2009; e cinco a mais que em 2007. Já os estudantes do 9º ano mantiveram a média obtida no relatório anterior: 5.5 (dois décimos a menos que em 2009).

No ensino médio, houve queda da nota. Estudantes tiveram média de 5.1, contra o 5.3 e 5.4 registrados em 2011 e 2009. Em todos os casos, as médias foram inferiores as metas projetadas pelo Inep.

Resultado do Ideb - escolas particulares

A rede estadual de ensino, por sua vez, cumpriu a meta estabelecida para o 5º ano. Média conquistada pelos estudantes foi 4.2, enquanto meta era 4.1. Nessa série, a Paraíba avançou dois décimos em relação a 2011 e cinco se a comparação for com 2009. Os resultados do 9º ano fundamental e 3º ano médio, no entanto, ficaram abaixo da média estabelecida pelo Inep. Dados projetavam média 3.4 e 3.2 para estudantes do 9º e 3º ano, respectivamente, mas nota registrada por ambos foi 3.0.

Resultado do Ideb - escolas públicas estaduais

Escolas das redes municipais cumpriram meta estabelecida para o 5º ano e quase atingiram a nota ideal para o 9º. No primeiro caso, média registrada foi 4.2, contra o 3.8 proposto pelo Inep. Já no 9º ano a nota observada foi 3.2, enquanto a meta era 3.3.

Resultado do Ideb - escolas públicas municipais

Criado em 2007 pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), o Ideb tem o objetivo de medir a qualidade do aprendizado nacional e estabelecer metas para a melhoria do ensino no país. O indicador é divulgado a cada dois anos e é calculado a partir de dois componentes: a taxa aprovação e as médias de desempenho dos alunos nas avaliações aplicadas pelo Inep. A partir desses dados são calculados o Ideb de cada escola, rede de ensino, município e estado, além da média nacional.

 

portalcorreio

União não ajuizará ações para cobrar dívidas com FGTS abaixo de R$ 20 mil

FGTSO governo deixará de ingressar com ações na justiça para cobrar dívidas com o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) que sejam inferiores a R$ 20 mil por empresa, informou o secretário-executivo-adjunto do Ministério da Fazenda, Dyogo de Oliveira. A decisão consta na Medida Provisória 651, publicada no “Diário Oficial da União” desta quinta-feira (10).

As dívidas abaixo de R$ 1 mil não serão inscritas em dívida ativa e os valores abaixo de R$ 100, também com o FGTS, serão perdoados.

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“O que ocorre hoje é que nossas estimativas são de que o custo desta cobrança via judicial é de mais de R$ 30 mil para cada ação. Do ponto de vista da gestão, gera um custo superior ao valor eventualmente recuperado e o índice de recuperação destas dividas é baixo. O custo é alto de cobrança e não recebe o dinheiro de volta. Estamos permitindo que a União deixe de cobrar judicialmente estas dívidas até 20 mil”, informou Oliveira, do Ministério da Fazenda.

Segundo ele, isso não quer dizer, porém, que a divida “fica perdida”. “Uma dívida de R$ 15 mil, por exemplo, continuará sofrendo a cobrança administrativa. A empresa não terá a Certidão Negativa de Débitos (CND). Usaremos meios mais baratos de fazer essa cobrança. Já para as dividas abaixo de R$ 100, não vale a pena nenhum processo de cobrança, nem administrativa”, acrescentou o secretário.

G1

Metade dos açudes da PB está com volume abaixo de 20%, e 357 mil habitantes, sofrem com escassez de água na PB

Josélio Carneiro
Josélio Carneiro

os dados são preocupantes. Apesar das chuvas que caíram na Paraíba durante o fim de semana, 64 açudes no estado (52% do total) estão com volume abaixo de 20% da capacidade máxima.

O levantamento divulgado pela Agência Executiva de Gestão das Águas(Aesa), mostra que a Paraíba está na inimência de sofrer um colapso no seu sistema de abastecimento de água. Dos 123 reservatórios monitorados pela instituição,  30 estão atualmente sob observação e 34 em situação considerada crítica, com volume abaixo de 5%.

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Uma população estimada em quase 357 mil habitantes, nessas 25 cidades, enfrenta uma situação crítica no fornecimento de água tratada. De acordo com o levantamento da Companhia de Água e Esgotos da Paraíba (Cagepa), mais 15 municípios estão seriamente ameaçados devido ao baixo nível dos reservatórios.

Por conta da estiagem prolongada na Paraíba, são 26 localidades (ao todo) que enfrentam racionamento, sendo 19 cidades (Nova Palmeira, Barra de São Miguel, Areia, Umbuzeiro, Remígio, Esperança, Aroeiras, Gado Bravo, Belém, Caiçara, Logradouro, Alagoa Grande, Serraria, Arara, Casserengue, Solânea, Bananeiras,Cacimba de Dentro e Araruna) e sete distritos (São Miguel, Lagoa do Mato, Cepilho, Novo Pedro Velho, Rua Nova, Cachoeirinha e Braga).

Outras 12 localidades estão em colapso, sendo sete cidades (Triunfo, São João do Rio do Peixe, Imaculada, Riachão, Tacima, Dona Inês e Nazarezinho) e cinco distritos (Barreiros, Logradouro, Damião, Cozinha e Gravatá).

Devido ao baixo nível dos mananciais, se encontram em estado de alerta 15 cidades da Paraíba (Taperoá, Juru, Emas, Algodão de Jandaíra, Natuba, Montadas, Areial, Gurjão, Puxinanã, Jericó, Mato Grosso, Bom Sucesso, Brejo dos Santos, Lagoa e São José da Lagoa Tapada).

Pelo menos sete cidades do Sertão da Paraíba estão sofrendo colapso no abastecimento d’água desde o início deste ano por conta da seca e a empresa de abastecimento do estado, a Cagepa, teve que suspender as contas 66 mil moradores.

Os municípios onde não há mais água nos mananciais para serem distribuídas nas torneiras das moradias são Triunfo, Carrapateira e São João do Rio do Peixe, na região de Cajazeiras, a 468 quilômetros de João Pessoa; Nazarezinho, na região de Sousa, a 427 quilômetros da Capital; e Taperoá, Emas e Imaculada, na região de Patos, a 320 quilômetros de João Pessoa. Durante o fim de semana, as maiores chuvas aconteceram nas cidades de Aguiar (63mm), São José da Lagoa Tapada (70mm), Cajazeirinhas (75mm), Piancó (92mm) e Coremas (120,5mm). “Tivemos um aumento de 12 centímetros na linha da água do açude de Coremas e 22 centímetros em Mãe D’água”, informou o gerente de Monitoramento e Hidrometria da Aesa, Lucílio Vieira.

Porém, as chuvas continuam a não gerar recargas significativas para os reservatórios. “Eventos como os deste final de semana são animadores, pois se tivermos outras chuvas, ainda que de menor intensidade, a recarga pode ser maior. Isso porque o leito do rio está saturado e vamos ter um melhor escoamento desta água”, acrescentou.

Previsão

O boletim de análise meteorológica divulgado na manhã desta terça-feira(21) pela Aesa prevê ainda uma variação térmica de até 16°C, com a máxima chegando aos 36°C no Sertão e a mínima de 20°C no Brejo. “A previsão para hoje é de sol entre nuvens em praticamente todas as regiões do Estado. Poderão ocorrer chuvas isoladas no Sertão paraibano. Nas demais regiões, chuvas ocasionais”, informou o meteorologista Emerson Rodrigues.

Severino Lopes

PBAgora

Brejo paraibano registra temperaturas abaixo dos 20 °C em pleno verão

bananeirasMoradores de cidades localizadas em regiões altas do Brejo paraibano desfrutam de temperaturas amenas durante o verão. Mesmo nesta época do ano, em municípios como Areia, Solânea e Bananeiras, os termômetro chegam a marcar temperaturas abaixo dos 20 °C, segundo o setor de Monitoramento e Hidrometria da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa).

 

A previsão para as próximas 24 horas é de que a máxima não ultrapasse os 28 °C, enquanto a mínima pode chegar aos 19°C no clima frio e úmido da região serrana. De acordo com a meteorologista Marle Bandeira, dependendo do local onde a pessoa esteja, a sensação térmica pode ser de até 16°C.

 

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“As temperaturas mais baixas são registradas durante a madrugada. Neste período, se um indivíduo estiver em campo aberto, fatores como umidade, densidade e velocidade do vento provocam uma sensação térmica de até 3ºC abaixo da registrado pelos termômetros”, destacou.

 

Para as demais regiões, a previsão para as próximas 24 horas é de tempo oscilando entre parcialmente nublado e nublado, com poucos registros de chuvas. Confira na tabela:

 

 

 

Região

Análise

Temperaturas

Litoral

Céu com nebulosidade variável e ocorrência de chuvas isoladas.

Max.: 30°C Min.: 24°C

Brejo

Nebulosidade variável e ocorrência de chuvas isoladas.

Max.: 28°C Min.: 19°C

Agreste

Nebulosidade variável ocorrência de chuvas isoladas.

Max.: 30°C Min.:20°C

Cariri/Curimataú

Céu parcialmente nublado com ocorrência de chuvas isoladas.

Max.: 33°C Min.: 20°C

Sertão

Céu oscilando entre parcialmente nublado a nublado com ocorrência de chuvas isoladas.

Max.: 36°C Min.: 22°C

Alto Sertão

Céu oscilando entre parcialmente nublado a nublado com ocorrência de chuvas isoladas.

Max.: 35°C Min.: 21°C

 

 

paraíba.com com Assessoria

 

Paraíba cresce no Ideb de 2011, mas ainda fica abaixo da média nacional

O Ministério da Educação (MEC) divulgou nessa terça-feira (14) o Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) 2011 de cada estado. A Paraíba, que ficou com a média de 3,4 para o 9º ano do ensino fundamental, cresceu em relação à edição de 2009 do Ideb, quando teve índice de 3,2. Porém, o estado ainda permanece abaixo da média nacional, que, em 2011, foi de 4,1. Em todas as edições, de 2005, 2007, 2009 e 2011, a Paraíba ficou abaixo do Ideb nacional.

Apesar de abaixo da média nacional, a Paraíba conseguiu superar a projeção do MEC para este ano, que era de 3,2. Para o 5º ano do ensino fundamental, o estado ficou com 4,3. A projeção era de 3,8. Para o Ensino Médio, por sua vez, a Paraíba ficou com 3,3, mesmo índice estimado pelo MEC.

A Paraíba ficou em 5º lugar, empatado com o Rio Grande do Norte, em relação ao índice do 9º ano. Foram melhores o Ceará (4,2), Piauí (4,0), Maranhão (3,6) e Pernambuco (3,5). Já em relação ao Ensino Médio, a Paraíba teve uma posição melhor em meio aos outros estados nordestinos. O estado foi o 3º, perdendo apenas para Ceará (3,7) e Pernambuco (3,4). Para o 5º ano, ficou também na 3ª posição empatado com Pernambuco, ficando abaixo novamente do Ceará (4,9) e também do Piauí (4,4).

Ideb das escolas nos anos iniciais do ensino fundamental (arquivo em excel)

Ideb das escolas nos anos finais do ensino fundamental (arquivo em excel)

A escola pública com melhor índice no 9º ano em todo o estado foi o Instituto Dom Adauto, em João Pessoa, que tem administração estadual nesta série. A instituição teve índice 5,3, superando a meta, que era de 4,9.

O pior Ideb foi também de uma escola estadual, a Escola Isabel Rodrigues de Melo, em Campina Grande. A escola caiu do índice 2,1, medido na edição de 2009, para 0,9 em 2011. A projeção do MEC era de que ela ficasse em 2,4.

O desempenho das escolas privadas foram muito superiores aos das escolas públicas, com com médias de 5,5 e 3,1, respectivamente, para o 9º ano. As particulares, no entanto, sofreram uma leve queda de 2009 para 2011, uma vez que na última edição o Ideb foi de 5,7. No entanto, o índice deste último ano correspondeu à projeção do MEC.

Ideb Paraíba PB (Foto: Editoria de Arte/G1)Ideb Paraíba PB (Foto: Editoria de Arte/G1)

Análise dos números
Para o professor Luiz de Sousa Junior, especialista em educação, os números mostram uma estagnação nas escolas. “É aquela velha questão: estamos crescendo apenas no limite. É como aquela criança que aprende forçado. O país não está dando nenhum salto de qualidade na educação”, comentou.

De acordo com o professor, os aumentos e diminuições de índices são quase irrelevantes por serem muito pequenos, na maioria com diferenças de apenas 0,1 ou 0,2. “São pequenos avanços que não dão conta dos desafios que temos que encarar para melhorar a educação da Paraíba, do Nordeste e do Brasil”, pontuou.

Luiz Junior ainda observou que há uma grande desigualdade em relação aos estados do Nordeste, que estão sempre entre os piores índices se comparados às outras regiões do Brasil. Para ele, isso é um espelho das condições socioeconômicas das famílias nordestinas. “Falta acesso aos bens culturais a uma boa parcela da nossa população. Por exemplo, internet, computadores, livros, bibliotecas e até a infraestrutura das nossas escolas não é a mais adequada”, justificou o professor.

Entenda o Ideb
O Índice de Desenvolvimento da Educação Básica (Ideb) foi criado pelo MEC para medir a qualidade no ciclo básico de ensino. Ele é feito a cada dois anos e já tem quatro edições (2005, 2007, 2009 e 2011). Para chegar ao índice, o MEC calcula a relação entre rendimento escolar (taxas de aprovação, reprovação e abandono) e desempenho na Prova Brasil aplicada para crianças do 5º e 9º ano do fundamental e do 3º ano do ensino médio.

O Ideb possibilita analisar a qualidade da educação em uma determinada escola e nas diversas redes de ensino; no fundamental, é possível avaliar o desempenho dos municípios nas redes públicas e, no nível médio, o Ideb é divulgado por UF. Há também o Ideb Brasil, dividido entre as redes municipal, estadual e privada.

Como a Prova Brasil pretende analisar a qualidade da turma com a maior abrangência, os alunos fazem provas diferentes que só podem ser avaliadas em conjunto. Assim, não há nota individual.

G1 PB

Mais de 24 milhões já foram vacinados contra gripe; idosos, gestantes e índios estão abaixo da meta

Mais de 24,12 milhões de pessoas foram vacinadas contra a gripe, de acordo com o último balanço divulgado pelo Ministério da Saúde. O número representa 80,04% do público-alvo indicado para a imunização, que inclui idosos, crianças entre 6 meses e 2 anos, gestantes, índios e profissionais de saúde.

A pasta informou  que 18 estados e o Distrito Federal atingiram a meta de proteger 80% dos grupos indicados. O registro dos dados da campanha será feito até a próxima sexta-feira (15).

A maior adesão foi verificada entre os trabalhadores de saúde, que registraram cobertura vacinal de 99,69%. As crianças respondem pela segunda maior adesão, com 86,83%. Alguns grupos prioritários, no entanto, ainda não alcançaram a meta de 80%: os idosos, com 77,79%, a população indígena, que é vacinada nas próprias aldeias, com 77,1%, e as gestantes, com 71,4%.

A Região Centro- Oeste conseguiu a maior adesão da população, com cobertura de 85,31% do público-alvo. O Sul ficou em segundo lugar, com 83,36%, seguido pelo Norte, com 81,62%, pelo Nordeste, com 80,79%, e pelo Sudeste, com 77,30%.

Por meio de nota, o ministério reforçou que cada município tem autonomia para avaliar a cobertura alcançada na sua área de abrangência e determinar se deve continuar ofertando as doses. Caso a cobertura tenha ficado abaixo da meta, a orientação é que a vacina continue sendo aplicada.

A pasta destacou ainda que a vacina contra a gripe tem impacto direto na diminuição dos casos e dos gastos com medicamentos para tratamento de infecções secundárias, além de contribuir para a redução das internações hospitalares e da mortalidade. A dose protege contra os três principais vírus que circularam no Hemisfério Sul no ano anterior ao da vacinação, entre eles o da influenza A (H1N1) – gripe suína.

agenciabrasil.ebc.com.br