Suspeitos da Operação Astringere são libertados pela Polícia Federal

Publicado em terça-feira, Abril 23, 2013 ·

poQuatro dos presos da Operação Astringere, deflagrada na semana passada pela polícia Federal, pelo Tribunal de Justiça da paraíba e pelo Ministério Público Estadual foram soltos.

João Luiz de França Neto e Rogério Pereira de França, servidores do 2º Juizado de Mangabeira, além de Gildson José da Silva e Jadilson Jorge da Silva, que davam suporte ao grupo e fabricavam multas judiciais foram soltos em decorrência da não renovação do pedido de prisão temporária.

Outras seis pessoas continuam presas: O juiz José Edvaldo Albuquerque de Lima, os advogados Cícero de Lima e Sousa, Eugênio Vieira Oliveira Almeida, Glauber Jorge Lessa Feitosa e Dino Gomes Ferreira e o delegado Edilson Carvalho de Araújo. O juiz segue detino no Centro de Ensino da Polícia, no bairro de Mangabeira, em João Pessoa.

“Ainda não conseguimos entrar com o Habeas Corpus, mas deveremos fazer isso até amanhã. Direcionaremos o pedido ao Superior Tribunal de Justiça (STJ)”, afirmou o advogado do juiz, Augusto Sérgio Santiago de Brito Pereira.

A Operação Astringere foi deflagrada na última quinta-feira, sob a acusação de fabricação de multas judiciais por meio de uso de força e fraudes diversas, que eram aprovadas pelo 2º Juizado de Mangabeira. O pedido das prisões foi feito pelo Ministério Público do Estado e acatado pelo desembargador Joás de Brito Pereira Filho, que declarou que o magistrado que estava sendo investigado era o “líder da quadrilha”.

Por João Thiago
Paraíba Já

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