Ressaca brasileira tem trapalhada de Daniel Alves e Neymar em confusão

Publicado em quarta-feira, agosto 14, 2013 ·

Vencer no jogo seguinte a um título conquistado costuma ser raro no futebol. Pois essa máxima serviu para a Seleção Brasileira. Com certo clima de ressaca, o Brasil caiu por 1 a 0 em visita à Suíça nesta quarta-feira, em Basileia, no St Jakob Park. Foi o primeiro compromisso do time de Luiz Felipe Scolari, que tem jogadores em pré-temporada, depois de levar a Copa das Confederações.

 

Neymar teve dificuldades contra a conhecida forte marcação da Suíça  Foto: AP
Neymar teve dificuldades contra a conhecida forte marcação da Suíça 
Foto: AP

 

Houve momentos em que foi possível – por mais subjetivo que seja – detectar desconcentração no time. O principal desses lances ocorreu aos 2min do segundo tempo. Mesmo sem ser pressionado, à frente da pequena da área, Daniel Alves colocou cruzamento da esquerda contra as próprias redes. Daniel subiu lentamente para o corte, mas pareceu caprichar demais.

 

No lance seguinte, outro momento raramente visto em uma partida de Seleção Brasileira. Dante recuou com força, Jefferson (escalado justamente porque Júlio César está sem ritmo) deixou a bola passar entre suas pernas e teve que se desdobrar contra Seferovic para que o Brasil não levasse mais um gol bizarro.

 

Se o segundo tempo foi de bobeiras, o primeiro havia sido de confusões, especialmente com Neymar. No primeiro toque na bola ao apito inicial, ele tentou um chapéu sobre o marcador, meio sem sentido, e recebeu vaias. Pouco depois, se enroscou com Shaqiri, que reclamou de um pisão. Behrami chegou com empurrão e Neymar acabou amarelado. Minutos depois, cutucou o suíço por trás e…mais discussão.

 

Shaqiri, meia do Bayern de Munique e principal destaque da Suíça, também estava com o sangue quente. Ainda no primeiro tempo, reclamou de um pisão de Marcelo e trocou empurrões. Chegou a colocar a mão no rosto do brasileiro. Na saída para os vestiários, apalpou as nádegas de Luiz Gustavo, companheiro de clube, de maneira pouco fraterna. Foi possível notar na transmissão pela tevê.

 

Luiz Felipe Scolari, que havia feito alerta sobre a necessidade de manter foco depois da Copa das Confederações, certamente notou motivos para dar broncas. Na base das substituições, sobretudo por problemas físicos, tentou reverter o quadro. Sem sucesso. Lucas mostrou mais disposição que Hulk, mas o Brasil seguiu um time de pouca força para buscar o empate em dia tecnicamente muito ruim. Um time de ressaca.

 

Terra 

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