Ramalho Leite lança, na quarta-feira, livro contando ‘Histórias do Folclore Político da Paraíba”

Publicado em segunda-feira, outubro 17, 2011 ·

A verve de Ramalho Leite está de volta nas crônicas de Em Prosa & No Verso, livro que o autor lança no dia 19, na Fundação Casa de José Américo

ramalhoO superintendente de A União, jornalista e escritor Ramalho Leite, lança, nessa quarta-feira (19), na Fundação Casa de José Américo, na Av. Cabo Branco, 3336, em João Pessoa, os livros Ramalho Leite em Prosa & No Verso – Mais Histórias do Folclore Político da Paraíba e O Vendedor de Calúnias, este último, segundo o autor, um “documentário que envolve políticos e caluniadores e um marginal a serviço deles”.

No Em Prosa & No Verso, Ramalho Leite, dono de um estilo personalíssimo, onde a leveza e a concisão andam de mãos dadas com o bom humor, em um passeio pelos campos da memória, brinda os leitores com crônicas saborosas, embebidas na verve do autor, um político que a literatura conseguiu resgatar e colocar entre seus melhores representantes paraibanos, no gênero.

Ramalho andava afastado da lide literária desde 2007, ano em que lançou O Poder de Bom Humor – posterior a Dá Licença, Um Aparte e Nos Espelhos do Palácio -, uma coletânea de histórias envolvendo personalidades da política paraibana e suas tiradas de bom (ou de mau) humor, mas, como é de sua natureza criativa, sempre com um final carregado de muita verve ou ironia. O folclore político – que tem em Sebastião Nery uma de suas mais fortes expressões – é o celeiro em que Ramalho se abastece, em suas incursões pela crônica.

Sobre o título, que, para os incautos, poderia sugerir o surgimento de uma veia poética de Ramalho, ele explica que o próprio título – Em Prosa & No Verso – já sugere uma “pegadinha”, pois não se trata de edição poética, mas da utilização do verso da página onde a prosa está inserida. “O livro é uma despretensiosa coletânea de artigos publicados em jornais ou nas páginas virtuais, reunidas pela afinidade do assunto e sem preocupação de ordem cronológica”, diz Ramalho.

Em alguns textos do livro, Ramalho invoca fatos passados e os compara com os acontecimentos assemelhados do presente, destacando a evidência de que, pelo menos na política, “a história se repete mudando apenas os protagonistas”. Ilustra a obra farta documentação iconográfica que retrata os mais de 40 anos de vida pública de Ramalho, da vereança em Borborema à Assembléia Estadual Constituinte, passando pelo Congresso Nacional e pela diretoria do Banco do Nordeste do Brasil, até o regresso a A União.

Sobre o autor, ele mesmo se auto define, na apresentação de Em Prosa & No Verso: “Sou e sempre fui um servidor público. O jornalismo foi para mim o primeiro degrau de uma carreira que costumo dizer, não foi brilhante nem constante, teve altos e  baixos, mais baixos do que altos, mas, decentemente vivida, graças a Deus”.

Jorn. William Costa para o Focando a Notícia

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